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  • Tipos de cursos que podem ser feitos na modalidade EAD – Caderno do Enem

    Tipos de cursos que podem ser feitos na modalidade EAD – Caderno do Enem

    Em dezembro de 2005, a educação a distância foi regulamentada como modalidade educacional. Desde então, a adesão das instituições ao EAD se tornou uma realidade no Brasil. Os últimos dados do Ministério da Educação mostram que o país conta com pouco mais de 3,5 mil polos EAD. 

    Atualmente, podem ser ofertados 94 cursos a distância, nas áreas de educação; humanidades e artes; ciências sociais e negócios; ciências, matemática e computação; agricultura em agronegócio; saúde e bem-estar social; e serviços. 

    Separamos por área alguns dos cursos que são oferecidos nessa modalidade. Vamos lá?

    – Educação: esses cursos são voltados para a formação de professores e abrangem opções, como matemática, biologia, pedagogia e informática.

    – Humanidades e artes: essa área é voltada para formação de profissionais que pretendem atuar no campo da criação e reflexão. Englobam os cursos de design, filosofia, linguagens de sinais e criação gráfica.

    – Ciências sociais e negócios: os profissionais formados nessa área estudam os aspectos sociais do indivíduo e grupos humanos. Abrangem opções como ciências sociais e contábeis, direito, administração e economia. 

    – Ciências, matemática e computação: esses cursos estudam expressões quantitativas, métodos para testar hipóteses e experimentos. Englobam essa área cursos da ciência da computação, engenharia elétrica, civil e ambiental e extração de petróleo.

    – Agricultura em agronegócio: essa área envolve a produção agrícola e pecuária. O profissional pode atuar tanto no setor comercial quanto industrial. Fazem parte dessa área os cursos de agroecologia e tecnologia em agronegócio. 

    – Saúde e bem-estar social: a formação nessa área visa a capacitação do profissional para cuidar da saúde e bem-estar da população. Destacamos os cursos de enfermagem, educação física, tecnologia de radiologia e fisioterapia.

    – Serviços: esses cursos são voltados para o desenvolvimento dos profissionais que lidam diretamente com o público, como hotelaria, segurança pública, estética e cosmética, eventos e turismo.

     Como escolher um curso EAD?

    Assim como na modalidade presencial, os cursos EAD também passam pela avaliação do ministério. “Para a educação superior a distância, o MEC é o órgão regulador da oferta. Portanto, seu papel é estabelecer regras e critérios que orientem ofertas de educação, nesta modalidade, dentro de padrões de qualidade”, ressalta a assessoria do órgão. Para isso, as instituições são credenciadas e recredenciadas para avaliar a qualidade do ensino ofertado. 

    Para você saber se a instituição é conceituada, acesse o portal do e-MEC. Assim, você evita de cair em armadilhas e fazer um curso “meia boca” que não é credenciado pelo Ministério da Educação.

    E se você quer fazer um curso EAD, mas ainda não está 100% confiante, confira como fazer uma faculdade a distância sem medo de errar. Baixe também nosso e-book gratuito sobre tudo que você precisa saber sobre EAD.

  • Confira as datas das provas digital e presencial do Enem 2020

    Confira as datas das provas digital e presencial do Enem 2020

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     (Prefeitura de Itapevi/Flickr/Reprodução)

    Em 2020, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai ser aplicado em duas versões diferentes: a digital e a tradicional prova em papel. A aplicação digital do exame tem previsão para outubro e a regular, para novembro. Todas serão realizadas aos domingos, como de praxe.

    Prova digital: 11 e 18 de outubro

    Prova tradicional: 1º e 8 de novembro

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    O Enem digital, novidade do próximo ano, será aplicado em modelo-piloto. Os participantes poderão escolher, no ato de inscrição, pela aplicação digital ou pelo exame em papel. 

    Entenda como deverá ser o Enem digital

    A implantação será progressiva, com previsão de ser 100% digital a partir de 2026. 

  • Como fazer uma faculdade a distância sem medo de errar – Caderno do Enem

    Como fazer uma faculdade a distância sem medo de errar – Caderno do Enem

    A Educação a Distância cresce cada vez mais no Brasil. De acordo com o Inep, são mais de 1,2 mil cursos nessa modalidade no país, comparado a apenas 52 que eram ofertados pelas instituições em 2003. O número de alunos matriculados no ensino superior em 2013 chegou a 7,3 milhões, quase 300 mil matrículas acima do registrado no ano de 2012. As universidades são responsáveis por 90% das vagas de EaD, o que representa 71% de matrículas. 

    Pra quem busca flexibilidade para estudar, essa é uma boa opção. Porém, mesmo com os avanços nessa área, existem alguns mitos em relação à EaD. Você quer fazer a educação a distância, porém está com medo ou inseguro? Calma, vamos explicar como fazer uma faculdade a distância e te contar a história de pessoas que optaram por essa modalidade para desmistificar o que se ouve por aí. Você não está sozinho nessa!

    O EaD não é nenhum monstro de 7 cabeças

    Você já deve ter ouvido falar algumas coisas (em sua maioria não muito boas) em relação à educação a distância. Conversamos com a Coordenadora EaD do Centro Universitário Estácio de Sá de Juiz de Fora, Haissa Ramos, que nos explicou as dúvidas que mais surgem quando as pessoas procuram a educação a distância. São elas:

    Diploma não tem o mesmo valor do ensino presencial. Isso é mito. O diploma de um aluno que cursa EaD tem o mesmo valor que o de um aluno que cursa presencial. Essa é uma determinação do Ministério da Educação (MEC), tanto que no diploma do acadêmico não consta que ele cursou na modalidade a distância. Cursando EaD ou presencial, você estará competindo em pé de igualdade no mercado. – Vou estar sozinho nos estudos. Isso é mito. Você vai estar sozinho fisicamente, porém, no ambiente online possui os tutores e alunos que cursam a mesma disciplina. Você pode tirar suas dúvidas, citar algum conteúdo interessante e tudo que o ambiente virtual oferecer. – Não vou precisar comparecer à instituição. Isso é mito. São realizados encontros e atividades periódicos em algumas faculdades. Mesmo que seja ofertado um ensino 100% online, o aluno deve comparecer ao campus para a realização das avaliações. A EaD não tem qualidade. Isso é mito. Assim como a educação presencial, a EaD possui a avaliação pelo MEC. Para consultar se a instituição tem o curso credenciado, é só acessar o site do MEC. Como funciona o EaD? Se depois de tirarmos algumas dúvidas você se interessou em fazer um curso a distância, mas tem dúvidas de como funciona, a Haissa nos explica como é a metodologia básica dos cursos. Aqui, nós seguimos o plano de aulas da Estácio, mas o processo não muda muito de uma instituição para outra.

    Mas eu vou me distrair ao invés de estudar… De acordo com Haissa, para estudar a distância, o aluno deve ter um perfil específico. Por isso você deve ser organizado, metódico, empreendedor e proativo. “Tendo esse perfil específico, é só utilizar as ferramentas disponíveis”, avalia a coordenadora. Haissa ainda ressalta que o estudante deve ser ágil para sanar as dúvidas e estar sempre em dia para usar a flexibilidade que essa modalidade permite. Eles optaram pela EaD

    Douglas Machado é Pró-reitor acadêmico da Estácio de Juiz de Fora. Fez sua pós-graduação à distância no período de 2005-2006, época que a tecnologia ainda era bem limitada e o EaD estava engatinhando no país. Ele conta que não havia aulas tele transmitidas e ferramentas de interação que existem atualmente. A oferta a distância foi fundamental para Douglas, que trabalhava 44h semanais em uma empresa de desenvolvimento de software, em Juiz de Fora (MG). Por não ter condições de fazer uma pós presencial em outra cidade, optou pela modalidade online e se especializou em Melhoria de Processo de Software pela Universidade Federal de Lavras (UFL). A maior dificuldade que Douglas enfrentou foi ter disciplina para estudar e não deixar conteúdo acumular. Uma vantagem que viu foi a obrigatoriedade de aprender a se organizar. “Li todo o material de apoio e participei de todas as discussões nos fóruns, o que me levou a aprender muito com base nas dúvidas dos colegas”, ressalta Douglas.

    Já Lucas Portilho, 23, prefere a graduação presencial. O jovem, que cursa Jornalismo, usa as ferramentas online somente para especializações. Na opinião dele, essa modalidade vale a pena por ter a oportunidade de contato com profissionais de diversos lugares. “O curso online só acrescenta”, diz.   No caso da técnica em enfermagem  Ângela Soares, 54, fazer um curso superior está sendo uma realização. Com a flexibilidade da educação a distância, ela concilia o trabalho com os estudos, mesmo com as dificuldades que enfrenta como a falta de tempo e o cansaço.   O agente de saúde Ederson Machado, 33, decidiu que queria voltar aos estudos. Como mora no município de Maripá de Minas (MG), teria dificuldades para ir para outra cidade. Sendo assim, optou pela EaD e está cursando informática pelo IF Sudeste-MG Campus de Barbacena (MG). De quinze em quinze dias ele comparece ao polo, que fica em Bicas (MG). Ele gerencia o tempo de estudo, e um dos motivos que o levou a fazer à distância foi a acessibilidade. Um dos obstáculos que enfrenta é ser autodidático, tendo que recorrer aos recursos que são oferecidos pelo curso. “O aluno tem que se dedicar, estudar muito e correr atrás”, avalia Edersom. Estudar online não é estudar sozinho! E aí, animou estudar online? Você não vai estar sozinho nessa. Para isso, basta interagir com os colegas, professor e o conteúdo. Assim você vai aprender e contribuir com os demais estudantes. Se você busca flexibilidade esta é a melhor opção. Vimos histórias de pessoas que optaram por essa modalidade e não se arrependeram. E batemos na tecla: o profissional quem faz é você, e não o seu diploma (presencial ou EaD).

  • Afinal, a década acaba mesmo em 2019 ou só em 2020?

    Afinal, a década acaba mesmo em 2019 ou só em 2020?

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     (Pixabay/Lucas Silva/Guia do Estudante/Reprodução)

    Desde que dezembro deu as caras, as retrospectivas em referência ao final da década de 2010 começaram a rolar nas redes sociais. Mas, calma aí! Temos uma questão a ser levantada: devemos considerar 2019 como o último ano da década mesmo, ou ela só acaba no final de 2020? Vamos explicar as possíveis respostas.

    Se seguirmos a lógica do calendário gregoriano, usado no Brasil e na maior parte do mundo, a contagem dos anos se inicia no ano 1, a primeira década vai até o ano 10, já que ele desconsidera o “ano zero”. Assim, a década atual começou, na verdade, em 2011 e termina no final do ano 2020.

    Só que esse não é o único ponto de vista a ser considerado. A resposta “depende” também entra em jogo aqui, como explica Gianpaolo Dorigo, professor de História do Curso Anglo. “Por definição, uma década é um período de dez anos a contar seja lá de qual ponto de partida. Em História, por exemplo, podemos falar normalmente da ‘década que vai de 1985 a 1995’ ou então da ‘década de 50 do século XIX’ ou ainda da ‘segunda década do século 20′”, diz.

    Segundo Dorigo, então, podemos considerar o início da década em 2010, considerando-o como o ano 1, e o fim dela em 2019. “Lembre-se que de janeiro de 2010 a dezembro de 2019 transcorrem dez anos”, afirma Dorigo. Da mesma forma que podemos chamar de década de 20 do século 21 o período que começa agora em 2020 e terminará no final de 2029.

    Então, não está errado falar que a década está acabando. Mas, se quiser encerrar o assunto, refira-se ao período como os “anos 2010”. Aí não tem dúvida, eles vão de 2010 a 2019.

    Feliz 2020!

     

     

  • Educação a distância: uma realidade no Ensino Superior – Caderno do Enem

    Educação a distância: uma realidade no Ensino Superior – Caderno do Enem

    A Educação a Distância (EaD) ganhou espaço no Brasil. Atualmente, são mais de 3,5 mil polos a distância e 94 tipos de cursos que podem ser feitos nessa modalidade. Com aulas telepresenciais e videoaulas, você pode fazer um curso em qualquer lugar do país. Se antes existiam estudantes que não estavam acostumados com o fato de não ter a presença de um professor para explicar o conteúdo, hoje essa mudança já é visível.

    Uma pesquisa do Inep mostra que o número de matrículas aumentou nos últimos anos. Para se ter uma ideia, no ano de 2003 o número de matrículas em cursos EaD era de 49.911. Dez anos depois, em 2013, eram mais de 1,1 milhão de inscritos. Como ainda não há dados mais atualizados do MEC, recentemente, a Hoper Educação realizou um estudo que aponta que, em 2016, devem ser registradas 1,59 milhão de matrículas no ensino superior a distância privado brasileiro, podendo chegar a 1,78 milhão em 2017.

    Os números mostram que a modalidade de ensino a distância resistiu melhor à crise econômica brasileira do que a educação presencial. Por isso, a previsão é de que o EAD continue a crescer, enquanto o número de matrículas presenciais no ensino privado tenha queda, de 4,3 milhões em 2015 para 3,98 em 2016.

    Essa realidade exponencial não foi diferente na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Em dez anos, o número de alunos matriculados cresceu 122%, de acordo com a diretora do Cead, Edna Martin. Hoje, a federal conta com cerca de 4 mil estudantes matriculados nos cursos a distância de graduação, pós e aperfeiçoamento.

    Democratização no ensino

    Com essa modalidade de ensino, é mais fácil para uma pessoa do interior que não tem condições de se deslocar, por exemplo, fazer uma faculdade. O EaD flexibiliza o horário e o local de estudo, reduzindo os fatores que inviabilizam o ingresso em instituições. Edna diz que “os cursos a distância democratizam o acesso ao ensino superior, pois levam a educação a regiões muitas vezes afastadas geograficamente”. Ela ainda ressalta que esse acesso garante a capacitação profissional, possibilitando que essas regiões tenham cidadãos qualificados.

    Para o pró-reitor de EaD da Cruzeiro do Sul, Carlos Fernando de Araújo, a educação a distância tem um grande compromisso com as altas metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (2014-2024) do governo federal. Afinal, essa modalidade de ensino é capaz de atingir um elevado número de pessoas. “Com a ampliação da expectativa de vida dos brasileiros todos passaram a atuar em diversas áreas ao longo da vida profissional. A educação a distância já é e será cada vez mais uma forma importante de capacitação e formação de recursos humanos em nível de graduação, pós-graduação e cursos livres. A educação a distância será o principal vetor da formação ao longo da vida”, explica.

    Destaque e qualidade 

    Nos últimos anos, essa modalidade de ensino tem ganhado destaque. Segundo o MEC, a cada cinco universitários, um é aluno EaD. “Isso se deve, principalmente, às novas tecnologias que têm proporcionado um melhor uso das ferramentas educacionais e uma maior interação entre professores, tutores e alunos”, avalia Edna.

    Outro fator que contribui para o crescimento da educação a distância, é a qualidade do ensino. A diretora do Cead destaca que há relatos de muitos que alunos iniciam o EAD pensando ser mais fácil que a educação presencial. Mas não é assim! “Possuímos garantias regimentais de que os alunos da EAD têm os mesmos direitos e deveres que os alunos dos cursos presenciais”, ressalta Edna. Ela ainda acrescenta que “se no passado os estudantes tinham dúvidas quanto à qualidade, atualmente isso não é mais um problema”.

    Segundo o pró-reitor da Cruzeiro do Sul, a modalidade não gera conflito com a qualidade da educação, desde que os critérios de qualidade sejam acompanhados pela instituição. “Os resultados dos indicadores de qualidade (ENADE, CPC, IGC) indicam que os cursos de graduação a distância apresentam a mesma qualidade dos cursos presenciais”, ressalta.

    Vantagens da EAD

    Além da flexibilidade que o EAD oferece, também tem o baixo custo (para quem for cursar em uma instituição particular).  Pesquisamos o valor de um curso de Administração na Estácio de Juiz de Fora. Na modalidade presencial, o valor chega a R$ 668, enquanto na EAD o preço cai mais de 60% e chega ao valor de R$ 256,80.

    Outra vantagem é a receptividade do mercado para os graduados à distância, que tem sido das melhores nos últimos tempos. Desde 2005, quando os diplomas de alunos formados em cursos à distância tornaram-se equivalentes aos presenciais, a opção das empresas por essa modalidade teve um forte crescimento.

    A postura que o aluno EaD adquire durante a sua graduação também pode vir a se tornar um diferencial no mercado de trabalho. A independência da sala de aula e da cobrança dos professores força o aluno a desenvolver importantes habilidades, como a disciplina, o foco e a gestão do próprio tempo. Como o estudante é o responsável por orientar seus estudos, ele acaba criando um senso apurado de urgência, capacidade de organização e resolução de problemas.

    A diferenciação entre os graduados em modalidade presencial e à distância ainda é uma questão subjetiva para os recrutadores. Mas muitos apontam que, quando identificam, as características mais evidentes nos profissionais formados pela EaD é a autossugestão e automotivação.

    E se depois de ler o nosso artigo, você ainda tem dúvidas se faz ou não a EaD, confira nossa matéria sobre como fazer uma faculdade a distância sem medo de errar

  • Como as obras obrigatórias da Fuvest devem aparecer na segunda fase

    Como as obras obrigatórias da Fuvest devem aparecer na segunda fase

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     (Matthew Feeney/Unsplash/Reprodução)

    Como de praxe na Fuvest, as questões da primeira fase envolvendo as obras literárias foram diversas e exploraram aspectos diferentes em cada questão, como o conhecimento do enredo e do contexto histórico de produção do livro. Mas e na segunda fase? Como a literatura obrigatória vai ser cobrada? 

    Carlos Rogério, professor de Literatura do curso Poliedro e secretário-geral da União Brasileira de Escritores, prepara os candidatos para questões mais complexas do que as da primeira etapa. “Como se trata de uma prova escrita, na segunda etapa as questões são mais abertas. Isso permite que a banca avaliadora faça perguntas mais reflexivas”.

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    Apesar de questões que abordam o enredo terem histórico na prova, a maior tendência, segundo o professor, são as “questões analítico-interpretativas”. São aquelas que a prova apresenta um trecho curto, que analisado a fundo, funciona para falar da estrutura geral da obra. Ele exemplifica: “O Angústia, do Graciliano Ramos, tem uma estrutura de idas e vindas no passado, distante e no mais próximo. Eles poderiam pegar um pequeno trecho para o candidato identificar essa dinâmica temporal que se apresenta no livro todo”.

    É mais do que recomendável que o participante conheça bem todos os livros obrigatórios, já que é possível aparecerem questões de intertextualidade. Além disso, ele não deve se aprofundar apenas no enredo das obras, mas conhecer também o estilo dos autores.

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    Outra informação importante é como as escolas literárias aparecem na segunda fase. O professor Carlos Rogério explica que as questões sobre escolas literárias são sempre atreladas às obras da lista. “Não vai ter um enunciado como ‘cite as três principais características do Romantismo’. O que eles podem cobrar é como determinada obra  apresenta as características do movimento literário”. Um exemplo é uma pergunta para abordar sobre o uso da antítese nos Poemas Escolhidos de Gregório de Matos, aspecto que marca o movimento barroco.

    “O conhecimento das características da obra literária só é útil se ele for aplicável à leitura dos fragmentos da obra”, acrescenta.

    Com essas tendências e peculiaridades da prova em mente, e com ajuda do professor, separamos boas dicas para os candidatos aderirem antes e durante a prova de literatura da segunda fase da Fuvest:

    Saiba como se preparar

    O estilo de pergunta não tem grandes mudanças de um ano para o outro. Então, sim, vale estudar as provas anteriores. Mas, para agregar ainda mais, analise as resoluções dessas questões no site de cursinhos de confiança. Nessa reta final, combine a leitura de resumos, com os trechos comentados das obras analisadas (já que a segunda fase apresenta fragmentos dos textos das obras), além de reler as anotações das aulas de literatura.

    Que tal revisar também pelo “Marca Texto”, o podcast de literatura do Guia do Estudante?  

    Fique atento aos livros novos na lista

    Em 2019, três livros novos entraram na lista obrigatória: Poemas Escolhidos do Gregório de Matos, Angústia, de Graciliano Ramos, e Quincas Borba, de Machado de Assis. Como eles ainda não foram explorados em uma segunda fase, existem muitos pontos que a banca pode questionar.

    Cuidado com a redação da resposta

    Além do conteúdo, a redação da resposta tem muita importância para mandar bem na prova. Responda as questões de forma clara, objetiva e organizada. Vá direto ao ponto da pergunta e foque no que foi pedido, você pode enrolar e acabar se perdendo nos argumentos.

    Planeje seu tempo de prova

    Atenção: a organização do tempo vai fazer toda a diferença para o seu exame. Além das quatro de literatura, são seis questões de Língua Portuguesa para serem redigidas, fora a prova de redação. Então, crie uma estratégia, pensando nos seus pontos fortes e nas maiores dificuldades.

    Boa prova!

     

     

     

  • Resultados do Sisu 2017/1 são divulgados – Caderno do Enem

    Resultados do Sisu 2017/1 são divulgados – Caderno do Enem

    O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje, 30, o resultado da primeira e única chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). São 238.397 vagas distribuídas por 131 instituições de ensino superior federais e estaduais.

    Para conferir o resultado, basta clicar aqui.

    Matrículas

    Os candidatos selecionados devem efetuar a matrícula na instituição de ensino entre os dias 3 e 7 de fevereiro. 

    Os alunos não selecionados para a primeira opção de curso poderão participar da lista de espera, entre os dias 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Basta entrar no site do Sisu e manifestar interesse para participar da lista de espera. Os resultados da lista serão publicados pelas próprias instituições de ensino, a partir de 16 de fevereiro.

    A lista de espera só é válida para a primeira opção de curso. Ao ser selecionado na lista de espera e realizar a matrícula na primeira opção de curso, o aluno que já tiver se matriculado na segunda opção terá essa matrícula automaticamente cancelada.

    Fique de olho!

    • Inscrições para o Prouni: do dia 31 de janeiro ao dia 3 de fevereiro
    • Inscrições para o Fies: do dia 7 de fevereiro ao dia 10 de fevereiro
  • Uerj divulga notas do exame discursivo do vestibular 2020

    Uerj divulga notas do exame discursivo do vestibular 2020

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     (Tomaz Silva/Agência Brasil/Reprodução)

    A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) divulgou nesta quinta-feira (19) as notas do exame discursivo do vestibular, aplicado no dia 1º de dezembro. Confira as notas no site da instituição. Porém, a página apresenta instabilidade desde o início da manhã.

    Para ingressar na Uerj, o candidato passa por duas fases. Primeiro, a parte objetiva, com questões comuns a todos os estudantes. Já a segunda etapa é discursiva e voltada para matérias específicas das opções de cursos escolhidas pelos participantes. A instituição não participa do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), assim, não usa como base o desempenho no Enem.

    Atenção: é possível pedir a revisão da nota da segunda fase a partir desta sexta-feira (20). O prazo termina no dia 27 de dezembro. A lista de aprovados só será divulgada no dia 23 de janeiro.

     

  • Fies 2016.2: resultado da chamada única já está disponível – Caderno do Enem

    Fies 2016.2: resultado da chamada única já está disponível – Caderno do Enem

    Está disponível o resultado da segunda seleção de 2016 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As inscrições para o programa ficaram disponíveis até as 23h59 do dia 29 de junho.

    O Ministério da Educação (MEC), por meio do Diário Oficial da União, comunicou a alteração no prazo da conclusão da inscrição para os aprovados na chamada regular. O procedimento deve ser feito diretamente no sistema a partir do dia 15 de julho.

    Após a conclusão da inscrição, o candidato precisa, ainda, validar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino para a qual foi selecionado e comparecer a um agente financeiro do Fies.

    Lista de Espera

    Para os candidatos que aguardam na lista de espera, a previsão de conclusão da inscrição é no mesmo prazo dos aprovados na chamada única. Ainda não foram divulgadas alterações nas datas para os estudantes da lista de espera, mas é possível que ocorra mudanças.

    Os candidatos devem permanecer atentos ao boletim de acompanhamento eletrônico do Fies. As vagas não ocupadas pelos pré-selecionados serão liberadas aos registrados.

    De acordo com o MEC, a alteração na data de conclusão da inscrição foi necessária por conta de “ajustes necessários na fórmula de cálculo para adaptação do sistema à mudança de faixa de renda de 2,5 para 3 salários mínimos”.

    Nessa edição, foram registradas 294 mil inscrições para as 75 mil oportunidades ofertadas.

  • O que fazer nas semanas que antecedem a segunda fase do vestibular?

    O que fazer nas semanas que antecedem a segunda fase do vestibular?

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     (BrianAJackson/iStock)

    Na reta final dos vestibulares, a preparação para as questões dissertativas das segundas fases se intensifica e é necessário ter boas estratégias para aproveitar as últimas semanas da melhor maneira possível.

    Conversamos com Ana Paula Dibbern, do Cursinho Maximize, de São Paulo (SP), Fernando da Espiritu Santo, gerente de inteligência educacional e avaliações do Poliedro, e Edmilson Motta, coordenador Geral do Grupo Etapa, para te ajudar nessa missão. 

    Rotina

    Nesse momento, o estudante não deve intensificar nem diminuir o ritmo de estudos, segundo Ana Paula, pois dessa forma consegue se preservar física e mentalmente para os desafios que estão por vir. “O ideal é seguir estudando uma quantidade de horas semanais similar ao que estudou ao longo do ano, mas agora focando na revisão dos conteúdos e na resolução de questões dissertativas”, diz. 

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    Os conceitos abordados nessas questões tendem a ser mais profundos, pois nesse momento o examinador quer verificar a capacidade do estudante de explicar os assuntos que estão sendo cobrados. E treinar esse tipo de questão é importante tanto pela complexidade das abordagens quanto pela dinâmica de limitar-se ao espaço reservado. 

    “Quando se trata de questões dissertativas, às vezes, o estudante tem uma noção do assunto, mas não é o suficiente para a resposta, o que pode levá-lo a ficar ‘enrolando’. É importante ressaltar que os corretores não vão encarar isso de maneira positiva’, explica Edmilson. O candidato deve avaliar se a ideia principal está presente no texto, se foi direto ou prolixo e se escreveu de acordo com o comando dado pela questão.

    Além disso, o especialistas recomendam manter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas leves para ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse que podem surgir nessa reta final. 

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    Prioridades

    “Na preparação para qualquer vestibular, a palavra-chave é organização. O estudante que deseja obter um bom desempenho nas provas de segunda fase não deve estudar sem antes organizar e priorizar os principais assuntos a serem revisados”, explica Fernando. Segundo ele, essa organização irá ajudar o estudante a definir a sua rotina de estudos, levando em consideração suas necessidades e suas prioridades.

    Para saber o que priorizar, a dica é consultar as provas anteriores dos vestibulares que o estudante vai participar, para verificar quais conteúdos que costumam aparecer com maior frequência e conhecer o nível de profundidade do exame.

    “Temos poucos dias até a prova e é preciso pensar de forma estratégica. Fazer uma boa revisão e resolver questões dos anos anteriores pode ajudar muito mais do que tentar aprender um conteúdo com o qual se tenha muita dificuldade”, diz Ana Paula.

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    Ao mesmo tempo, nada de entrar na zona de conforto e só revisar os conteúdos com os quais se tem mais afinidade. O estudante deve fazer um balanço entre os que mais aparecem e os que ele menos domina para montar um plano de estudos específico para o seu objetivo.

    Também é importante se atentar às disciplinas específicas do curso e do vestibular que ele participará, segundo Fernando, para evitar um gasto desnecessário de energia estudando algo que não fará parte de suas provas. Além disso, muitos exames solicitam uma redação na segunda fase e a dica principal é consultar as provas anteriores, para verificar a estrutura padrão solicitada e o estilo dos temas cobrados.

    Faltando uma semana

    Nos últimos dias antes da prova, o ideal é focar em finalizar a revisão dos conteúdos estudados ao longo do ano, que possuem maiores chances de ser cobrados, além de retomar fichas e resumos feitos durante a preparação para a primeira fase dos exames. “Já na véspera da prova, é melhor estudar só um pouco ou até mesmo não estudar, pois é importante estar descansado no grande dia”, diz Ana Paula. Também é fundamental confirmar o local de prova e separar os documentos, objetos e lanche para levar. 

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    No último dia, outra recomendação é que os estudantes façam atividades que possam diminuir a ansiedade. “Coisas que eles gostem e estejam acostumados a fazer, como exercícios leves, um passeio no parque ou cinema, por exemplo”, explica.

    Dicas finais

    • Organizar o tempo disponível para não deixar de curtir as festas e não perder o foco no vestibular
    • Consultar as provas anteriores e priorizar os seus estudos a partir dos principais assuntos cobrados
    • Treinar respostas para questões dissertativas, tanto pela estruturação nos espaços reservados como pelo treino de uma letra legível
    • Revisitar temas e atualidades que podem ser cobrados nas redações
    • Alimentar-se bem e praticar atividades físicas leves para ajudar a controlar a ansiedade e o estresse típico de vésperas de vestibulares