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  • Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!
    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    A defesa do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que o indiciamento da Polícia Federal (PF) por suspeitas de participação em lavagem de dinheiro, caixa dois eleitoral e corrupção passiva é “injustificável e precipitado”.

    Os advogados Marcelo Marins de Oliveira e José Eduardo Rangel de Alckmin afirmaram ainda que a ação desta quinta-feira, 16, fere “um dos princípios basilares do Estado democrático de direito: o direto do contraditório e da ampla defesa”. (Leia a nota na íntegra no fim do texto).

    PSDB publicou Twite em defesa de  Alckmin

    https://twitter.com/PSDBoficial/status/1283864148451958796?s=20

    As acusações contra o tucano foram conduzidos pela Lava Jato após delação de ex-executivos da Odebrecht. Também foram indiciados o ex-tesoureiro do PSDB, Marcos Monteiro, e o ex-assessor de Alckmin, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

    O indiciamento aponta supostas irregularidades envolvendo obras no Metrô de São Paulo e no Rodoanel. Segundo a PF, além das delações dos empreiteiros, o indiciamento se baseou em prova pericial recolhida nos sistemas de informática do Grupo Odebrecht, análise de extratos telefônicos, obtenção de conversas por aplicativo Skype e ligações telefônicas de Mesa de Operações, analise de documentos indicando a pratica de cartel.

    De acordo com os advogados, “o ex-governador sequer foi chamado para prestar esclarecimentos que poderiam ter evitado o seu indevido e imerecido indiciamento”.

    Confira abaixo a nota na íntegra:

    “Injustificável e precipitado o indiciamento do ex-governador Geraldo Alckmin, que, sobretudo, feriu um dos princípios basilares do Estado democrático de direito: o direito do contraditório e da ampla defesa. A ele foram negados o prévio conhecimento dos fatos que teriam ensejado a instauração do inquérito, além do direito fundamental de se defender, assegurado pela Constituição a todo cidadão brasileiro. O ex-governador sequer foi chamado a prestar esclarecimentos que poderiam ter evitado o seu indevido e imerecido indiciamento. Por meio desta nota, além de expressar a sua indignação e reiterar o seu compromisso com os princípios de seriedade, transparência, probidade e modéstia pessoal com que sempre procurou atuar na vida pública, confirma a sua confiança na verdade, que haverá de prevalecer.”

  • Alckmin na Mira da Polícia Federal por suspeita de corrupção

    Alckmin na Mira da Polícia Federal por suspeita de corrupção

    Ex-governador de SP também foi indiciado por caixa dois e lavagem de dinheiro.
    Ex-governador de SP também foi indiciado por caixa dois e lavagem de dinheiro.

    Nesta quinta-feira (16), a Polícia Federal (PF) indiciou o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por suspeita dos crimes de lavagem de dinheiro, caixa dois eleitoral e corrupção passiva. A medida aconteceu no inquérito que investiga doações da empreiteira Odebrecht em campanhas eleitorais.

    Alckmin teve seu nome citado por Carlos Armando Paschoal, diretor da Odebrecht em São Paulo, que disse ter dado R$ 2 milhões para a campanha ao governo do estado em 2010 e ainda R$ 8,3 milhões em 2014. Ele governou São Paulo de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018.

    Além do ex-governador, também foram indiciados o ex-tesoureiro do PSDB, Marcos Monteiro, e o advogado Sebastião Eduardo Alves de Castro.

    Agora caberá ao Ministério Público de São Paulo decidir se aceita ou se arquiva a denúncia.