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    PPES realiza Aula Magna do Curso de Formação dos novos policiais penais – Cursos ES


    O Governo do Estado, por meio da Polícia Penal do Espírito Santo (PPES), realizou, nesta segunda-feira (19), a Aula Magna do Curso de Formação do concurso público para policial penal. Os 300 candidatos convocados participaram do evento realizado no Cineteatro da Universidade de Vila Velha (UVV), que marcou o início do curso. As aulas serão ofertadas na Academia de Polícia Penal (Acadeppen), em Viana. 

    “Quero desejar boas-vindas a todos! Cada um de vocês que está aqui está escrevendo sua própria história, mas também da história da Polícia Penal. Essa é a nossa primeira turma, abrindo a trajetória dessa nova instituição. Precisamos de pessoas preparadas para trabalharem no enfrentamento ao crime. Vocês estão dando um passo definitivo para se tornarem servidores públicos do Estado do Espírito Santo”, afirmou o governador.

    Casagrande destacou a participação da Polícia Penal no enfrentamento à criminalidade dentro do programa Estado Presente em Defesa da Vida. “Estamos dando passos concretos e objetivos no enfrentamento ao crime e na diminuição do índice de homicídios. E vocês fazem parte desse sistema, até porque, ter um sistema prisional controlado é importante para seguirmos nesse caminho de diminuição da criminalidade”, completou.

    A palestra inaugural da Aula Magna foi ministrada pelo secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, que teve como tema “O papel do Senappen no Combate ao Crime Organizado”. “É importante destacar aos novos policiais penais do Espírito Santo que o sistema prisional capixaba é referência nacional. Esta é uma carreira complexa e desafiadora e que exige, sobretudo, responsabilidade, dedicação, compromisso e probidade. Esses são valores que devem nortear qualquer carreira policial. Aproveitem esse momento de aprendizagem e ingresso à Polícia Penal do Espírito Santo”, disse.

    O secretário de Estado da Justiça, Rafael Pacheco, deu as boas-vindas aos alunos da primeira turma de formação da Polícia Penal e destacou o apoio incondicional do Governo do Estado na estruturação dessa nova força policial no Espírito Santo.

    “Hoje, caros alunos, vocês iniciam uma jornada de grande importância para o sistema prisional capixaba. Esta é uma missão de grande responsabilidade e que vai exigir de cada um, dedicação, paixão, ética e responsabilidade. O Governo do Estado não tem medido esforços para criar uma polícia penal organizada, forte e um sistema prisional mais estruturado e seguro para a sociedade. Sejam apaixonados pelo nobre trabalho que a Polícia Penal realiza. Isso vai garantir a vocês o prazer de estar nesta instituição, de atuar para transformação de pessoas e, acima de tudo, proteger a sociedade capixaba”, conclamou Rafael Pacheco.

    O diretor-geral da Polícia Penal, José Franco de Morais Junior, fez uma fala emocionante e destacou a importância da realização desse concurso para a PPES: “Nós estamos muito felizes e ansiosos com a chegada de vocês e gratos ao governador do Estado que entendeu nossas demandas e acolheu nosso pedido da necessidade da realização desse concurso público.” Aos alunos, Franco destacou: “Vocês se tornarão a coluna de segurança que sustenta o sistema prisional. Precisamos de brio, de lisura, de caráter e de coragem. Sobretudo, precisamos de pessoas reais, deixando de lado qualquer caricatura”, completou.

    Curso de formação 

    As aulas do Curso de Formação para Policial Penal tiveram início nesta segunda-feira com a Aula Magna, e serão ofertadas na Academia de Polícia Penal (Acadeppen), em Viana.  A carga horária é de 612 (seiscentas e doze) horas-aula e o curso terá duração de 72 dias. As inscrições para o concurso público da Polícia Penal do Espírito Santo (PPES) foram abertas em julho de 2023. Foram ofertadas 600 vagas para policial penal, mais cadastro de reserva.

    Os candidatos foram submetidos à prova objetiva, Teste de Aptidão Física (TAF), Prova de Aptidão Psicológica e Psicotécnica, exame de saúde, heteroidentificação, investigação social, todos de caráter eliminatório. Entre as atribuições do cargo de policial penal estão atividades voltadas ao planejamento, organização, monitoramento, execução e avaliação das atividades de rotina inerentes à gestão penitenciária e atividades assistenciais prestadas às pessoas privadas de liberdade.

    A remuneração do cargo de policial penal é de R$ 4.717,08, mais auxílio-alimentação no valor de R$ 600,00, com carga horária de 40 horas semanais, conforme Lei Complementar nº 1.059, publicada no dia 08 de dezembro de 2023.

    Informações à Imprensa:
    Assessoria de Comunicação do Governo
    Giovani Pagotto
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    Assessoria de Comunicação da Sejus
    Sandra Dalton / Paula Lima
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    Polícia Penal do Espírito Santo (PPES)
    Alyne Reis
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  • Resgate de receitas de família vira tema de aula e conclusão de curso – Cursos em SP

    Resgate de receitas de família vira tema de aula e conclusão de curso – Cursos em SP

    DownloadGoverno de SP
    O Bodó, um bolinho frito de trigo, foi preparado pela aluna Izabele Agra para a atividade da Etec Santa Ifigênia

    A turma do curso Técnico de Gastronomia da Escola Técnica Estadual (Etec) Santa Ifigênia, na Capital, realizou uma atividade diferente no fim do semestre: resgatar receitas de família. O professor da disciplina Gastronomia e Hospitalidade, Cláudio Arcanjo, propôs aos alunos o primeiro módulo que pensam em pratos, doces ou salgados, que os fizeram voltar no tempo em busca de uma sensação de afeto e acolhimento.

    A disciplina traz a história da alimentação e, segundo o professor, receitas de família têm muita história. “Cada aluno é de uma região e tem uma relação particular com a comida”, conta Arcanjo.

    Na atividade, os estudantes escreveram a mão a receita e sua origem – quem a dinâmica na família, como ela foi passada adiante, em que o benefício era servida. “A ideia é resgatar também os cadernos de receitas, que estão desaparecendo com a tecnologia e, com isso, perde-se um pouco da nossa história”, avisa o professor.

    Do afetivo para o técnico

    Depois dessa primeira etapa, os alunos elaboraram uma ficha técnica detalhada informando detalhes, modo de preparo, rendimento e outras observações. Em seguida, partiu-se para a execução em laboratório. “Teve bolo, bodó, pão – receitas simples e muito afetivas”, conta Arcanjo.

    “É uma oportunidade de mostrar para o grupo a importância da cozinha numa época em que as pessoas querem que tudo seja muito prático – o delivery, a comida pronta e ultraprocessada”, avalia. “Temos que pensar de onde vem esse alimento, quem o produz. Há muitas variações no contexto da alimentação.”

    O projeto não termina na apresentação dos pratos: o professor reúne essas receitas em um e-book.

    Com açúcar e com afeto

    Tema de estudo de historiadores, psicanalistas e antropólogos, a exemplo de Lévi-Strauss, a alimentação, com sua memória de sabores e aromas, pode nos levar a viagens sensoriais – ou reais. No filme biográfico Lion, Uma Jornada para Casa (Garth Davis, 2016), por exemplo, o doce Jalebi desperta no personagem Saroo uma memória de sua infância passada na Índia, antes de sua adoção por um casal australiano. É nesse instante que começa a jornada de que fala o título.

    A importância dos doces foi tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de um grupo de três alunas do curso Técnico de Nutrição e Dietética na Etec Sales Gomes, de Tatuí. Os estudantes lançaram um questionário por meio de uma plataforma de pesquisa para investigar o poder que os têm doces de marcar a memória.

    Cidade dos doces

    Em Tatuí, cidade que leva o título de  Terra dos Doces Caseiros , é natural que os três membros da equipe tenham alguma relação com essas iguarias: Maria Fernanda Silva produz bolos e doces sob encomenda e Rosielly Santos trabalha em uma loja de chocolates. Manoela Pavanelli Pereira Barbosa adora confeitaria e pretende estudar Gastronomia. “O resultado da pesquisa nos mostrou que o doce está muito presente na vida das pessoas, cada uma com uma particularidade em relação ao açúcar”, acredita Manuela.

    Rosielly veio do Nordeste há quatro anos, trazendo na bagagem receitas de pratos típicos que fazem parte da cultura local, além das produções familiares. “Percebemos que é natural a memória afetiva relacionada ao doce, seja na infância com os pais, avós e tias ou em uma confeitaria, em um momento especial com pessoas queridas”, afirma um estudante.

    Nas fotos abaixo, as receitas produzidas durante a atividade de fim de semestre da turma de Cláudio Arcanjo, na Etec Santa Ifigênia.

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    História e memória afetiva dos alimentos vieram à tona em cursos técnicos de Gastronomia e de Nutrição de duas Etecs

    Resgate de receitas de família vira tema de aula e conclusão de curso

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