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  • Projeto apoiado pela Fapes cria cursos com abordagem prática e acessível de robótica para todos níveis de formação  – Cursos ES

    Projeto apoiado pela Fapes cria cursos com abordagem prática e acessível de robótica para todos níveis de formação – Cursos ES


    Criar cursos de robótica com a abordagem prática e acessível integrando conceitos modernos como Inteligência Artificial (IA) e visão computacional para alunos de todos os níveis de formação é o objetivo do projeto “Robótica para todos”. A proposta foi desenvolvida pela startup GainTech, sob a coordenação do professor de Engenharia Elétrica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) da Serra, Marco Antonio Leite. O trabalho tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), por meio do edital do Tecnova II.   

    A novidade trazida pelo projeto é a abordagem prática e acessível da robótica, integrando conceitos modernos como Inteligência Artificial e Visão Computacional com sistemas de robótica móvel, de forma inclusiva e motivacional, seguindo as orientações da Educação 4.0. 

    “Participar do edital Tecnova II foi uma experiência enriquecedora, me permitiu ter um conhecimento fantástico na gestão de projetos, na área de marketing, gravação de vídeos, escrita de livros, além de poder conhecer de perto a realidade da educação em escolas públicas municipais e, com isso, realizar as adequações do projeto”, explicou o professor Marco Antonio Leite.   

    O objetivo do “Robótica para todos” é tornar o aprendizado da robótica mais acessível e também atender alunos de todos os níveis educacionais. Para isso, o projeto criou um curso gratuito de 40 horas que trabalha com Python e a parte inicial da inteligência artificial para pessoas iniciantes na área. O curso está disponível no YouTube e ainda não oferece certificado, mas, de acordo com o professor, a equipe do projeto está implementando um site para disponibilizar todos os cursos oferecidos pelo “Robótica para todos”, gratuitos ou não, e assim gerar certificados para os alunos.  

    O coordenador conta que o suporte da Fapes foi essencial para a criação do projeto: “a Fapes possibilitou a realização do projeto em toda a sua amplitude, desde a criação dos cursos até a execução de provas de conceito e a formação de parcerias com escolas e prefeituras”, declarou Marco Antonio Leite. Ele contou ainda que trabalharam com escolas municipais para testar os cursos e que tiveram grande satisfação com o resultado, pois despertou grande interesse dos alunos com a robótica. 

    Ao todo, o projeto oferece três cursos on-line. São eles: “Robótica Para Iniciantes: Descubra o fascinante mundo da robótica”; “Robótica – Sensores e Atuadores: Aprenda a conectar e programar sensores e atuadores em seus projetos de robótica”; e “Interfaces Gráficas com PyQt: Domine a criação de interfaces gráficas profissionais com PyQt”. Além de vídeos tutorias no YouTube, com o passo a passo para o aluno começar a programar algoritmos (Inteligência Artificial no Python: Explore o poder da inteligência artificial com Python). 

    A startup Gain Tech foi impulsionada nos editais da Fapes Centelha I, Spin Off I e, atualmente, participa dos editais Tecnova II e 2ª Etapa do Cluster, onde recebe apoio para dar aula sobre robótica em escolas. “Já demos aula em Aracruz, agora vamos dar aula em Colatina e Linhares. Aproveitamos essas idas às escolas para deixar os kits para a capacitação dos professores e alunos, e também com intuito de deixar o curso mais alinhado”, disse Marco Antonio Leite. 

    Para o diretor-geral da Fapes, Rodrigo Varejão, o trabalho executado pela startup, a partir do apoio recebido da Fundação, reforça que o investimento público do Governo do Estado em inovação é fundamental para que os empreendedores coloquem em andamento novos serviços e produtos que favorecem o desenvolvimento para o Espírito Santo. 

    “É gratificante ver que os editais da Fapes voltados para as startups resultaram em iniciativas em diferentes setores econômicos atendendo demandas prioritárias do Estado. A GainTech atua no setor educacional e os cursos oferecidos desenvolvem habilidades tecnológicas nas áreas de robótica, inteligência artificial e visão computacional. São áreas com grande demanda por profissionais qualificados”, disse Varejão. 

    Edital Tecnova III está aberto 

    O edital Tecnova tem por objetivo promover um significativo aumento das atividades de inovação e o incremento da competitividade das empresas e da economia do País. Dessa forma, este Edital visa a apoiar projetos de inovação, que envolvam significativo risco tecnológico associado a oportunidades de mercado.

    A 3ª edição do Tecnova está aberta com prazo de inscrição até o dia 29 de setembro, no site www.sigfapes.es.gov.br. Cerca de 35 empresas capixabas com faturamento anual bruto de até R$ 16 milhões serão selecionadas para receberem até R$ 400 mil cada, além de serem aceleradas e internacionalizadas de forma personalizada.

    Informações à Imprensa:
    Assessoria de Comunicação da Fapes
    Samantha Nepomuceno
    (27) 3636-1867
    comunicacao@fapes.es.gov.br 

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  • UENP cria Curso de Tecnologia em Fruticultura para atender vocação do Norte Pioneiro – Cursos Paraná – PR

    UENP cria Curso de Tecnologia em Fruticultura para atender vocação do Norte Pioneiro – Cursos Paraná – PR

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    A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) vai implantar o Curso de Tecnologia em Fruticultura, autorizado no mês passado pelo Governo do Estado. Vinculado ao Centro de Ciências Agrárias do câmpus Luiz Meneghel, em Bandeirantes, o novo curso de graduação visa atender à vocação regional do Norte Pioneiro e será ofertado na modalidade presencial, na cidade de Santo Antônio da Platina. Anunciado nesta quinta-feira (16), o curso é o primeiro da UENP para habilitação de profissionais tecnólogos. 

    Haverá ingresso de 25 estudantes por ano. Para a primeira turma, a UENP está organizando uma seleção exclusiva e gratuita, com base na média aritmética do histórico escolar do Ensino Médio. A proposta ainda vai passar pela apreciação e aprovação do Conselho Universitário (Consuni), com expectativa de publicação do edital ainda neste mês de maio e matrículas e começo das aulas em agosto deste ano. As demais turmas entrarão a partir de dos vestibulares da instituição de ensino superior.

    As aulas do novo curso acontecerão no período noturno, no Centro de Desenvolvimento, Tecnologia e Inovação (CDTI), a partir de uma parceria firmada entre a UENP e o município de Santo Antônio da Platina. O CDTI foi inaugurado em 2020, depois de receber investimento público do Estado, da ordem de R$ 1,4 milhão, para a reforma estrutural do prédio e a compra de equipamentos. Os recursos foram assegurados pelo Fundo Paraná, dotação orçamentária administrada pela Seti para o fomento científico e tecnológico.

    O Curso de Tecnologia em Fruticultura recebeu parecer favorável da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), com base na Lei nº 20.933/2021, a chamada Lei Geral das Universidades (LGU). Essa normativa reforça a autonomia administrativa, didático-científica e de gestão financeira e patrimonial das sete universidades estaduais do Paraná. A nova graduação foi constituída sem ônus de contratação de professores ou outros investimentos do Tesouro Estadual.

    Segundo o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, o novo curso atende a uma demanda regional para formação na área da agricultura. “Considerando que o Norte tem a fruticultura como uma atividade importante, sobretudo na agricultura familiar, é fundamental propiciar oportunidades de formação profissional para o emprego de técnicas mais adequadas para o cultivo, a fim de aumentar a produtividade e a geração de emprego e renda, principalmente nas pequenas propriedades rurais”, afirmou.

    Ele reforça a importância de alinhamento estratégico das ações desenvolvidas pelas instituições de ensino superior ligadas ao governo com as vocações regionais. “Essa nova graduação está sendo implantada de forma alinhada com uma orientação do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, para que as universidades estaduais possam, cada vez mais, atender demandas das áreas de abrangência”, salientou.

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    MERCADO – Reunindo milhares de produtores, o Norte Pioneiro se destaca como polo de fruticultura, sendo a região do estado que mais produz goiaba e morango. Em 2020, segundo dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Valor Bruto de Produção (VBP) anual da região era de aproximadamente R$ 168,8 milhões. A localização estratégica possibilita a comercialização com grandes centros consumidores, como São Paulo, Curitiba e Londrina, além de abastecer o comércio e as indústrias de polpas locais.

    Com 44.369 habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Santo Antônio da Platina assume posição de destaque na produção e comercialização de melão, laranja, banana, maracujá, abacate e abacaxi.

    Situado nas bacias hidrográficas do Ribeirão Boi Pintado e do Rio das Cinzas, o município também produz trigo, café arábica, mandioca, tomate, feijão, palmito, cebola, arroz, alho e amendoim. A área total de cultivo alcança a marca de 58.655 hectares destinados para lavouras permanentes e temporárias, matas naturais, pastagens cultivadas e diversas outras culturas.

    O reitor da UENP, Fábio Antonio Néia Martini, destaca um compromisso com a qualificação de profissionais para o setor agrário. “A universidade ingressa nesse cenário contribuindo com a formação de recursos humanos qualificados, baseado na excelência do ensino, pesquisa e extensão”, disse. “Estamos empenhados em preparar profissionais capacitados para o segmento da fruticultura e ampliar ainda mais a atuação da nossa universidade em segmentos do agronegócio”, afirmou.

    De acordo com o projeto pedagógico do Curso de Tecnologia em Fruticultura da UENP, a nova graduação foi planejada num cenário educacional associado ao contexto de mercado e vocação regional, envolvendo aspectos de desenvolvimento econômico, social e ambiental. O objetivo é formar profissionais de nível superior para contribuir com o aumento da produtividade e rentabilidade das principais plantas frutíferas da região, sem perder de vista a modernização tecnológica, o aumento da competitividade empresarial e a sustentabilidade das cadeias produtivas.

    Para a professora Aline Vanessa Sauer Zawadzki, coordenadora do curso superior de Tecnologia em Fruticultura da UENP, os estudantes terão uma formação completa para o mercado da região. “O curso de Tecnologia em Fruticultura vai proporcionar oportunidades desde o início da cadeia produtiva da fruticultura até o processo de industrialização ou comercialização das frutas, de forma que a expectativa é que os futuros tecnólogos concluam a graduação bem colocados no mercado de trabalho, inclusive na região”, explicou.

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    ATIVIDADES DE ENSINO Com carga horária total prevista de 2.400 horas, o curso superior de Tecnologia em Fruticultura faz parte de um eixo tecnológico denominado recursos naturais. O projeto pedagógico estabelece que a graduação será realizada no regime seriado semestral, com um período de integralização de no mínimo três anos e no máximo cinco anos. Algumas aulas práticas serão ministradas em laboratórios didáticos e na fazenda experimental localizada no câmpus de Bandeirantes. Também estão previstas visitas técnicas em propriedades rurais de produtores da região.

    Entre as disciplinas do currículo comum estão biologia, bioquímica, botânica, cálculo, estatística, física, fisiologia vegetal, química e química orgânica.

    No currículo profissionalizante, os alunos irão aprender sobre agroecologia, agrometeorologia, agronegócio e cadeias produtivas, biotecnologia e melhoramento vegetal, ciência do solo, empreendedorismo e gestão, extensão rural, fertilidade do solo e adubação, fisiologia, irrigação, legislação, manejo de plantas invasoras, microbiologia agrícola, produção orgânica, sensoriamento remoto e geoprocessamento, viveiro e produção de mudas, entre outras

    Conforme o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST), os campos de atuação do profissional em fruticultura abrangem: cooperativas e associações; empresas de comercialização de insumos e produtos destinados ao cultivo de frutas,0 empresas de consultoria, planejamento, elaboração de projetos e assessoramento técnico; propriedades rurais e empreendimentos da agricultura familiar; institutos e centros de pesquisa; instituições do setor público; entre outras organizações.

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    PRESENÇAS – O evento de lançamento do curso superior de Tecnologia em Fruticultura da UENP contou com a presença do prefeito de Santo Antônio da Platina, José da Silva Coelho Neto; do vice-reitor Ricardo Aparecido Campos; do deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli, entre outras autoridades da universidade e de instituições públicas da região.

    Novo curso atende a uma demanda regional para formação na área da agricultura. Universidade Estadual do Norte do Paraná ofertará o Curso de Tecnologia em Fruticultura no câmpus de Santo Antônio da Platina, na modalidade presencial, com ingresso de 25 alunos a cada ano.

    UENP cria Curso de Tecnologia em Fruticultura para atender vocação do Norte Pioneiro
    Foto: SETI-PR

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    UENP cria Curso de Tecnologia em Fruticultura para atender vocação do Norte Pioneiro

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