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    SP divulga concurso de redação sobre mudanças climáticas para escolas estaduais – Concursos-SP

    DownloadGoverno de SP
    Estudante em escola da rede de ensino

    As secretarias de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e Educação (Seduc) do Estado de São Paulo divulgam nesta quinta-feira (1º) o regulamento do Concurso de Redação Adapta Escola SP: Mudanças Climáticas e as Ações das Comunidades Escolares do Estado de São Paulo, lançado durante as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente. O concurso visa promover nas escolas estaduais a conscientização sobre as mudanças climáticas, incentivando a comunidade escolar a desenvolver projetos e adotar medidas que contribuam para a redução das emissões de gás carbônico e a preservação do planeta.

    Para a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, o projeto vai além da questão textual: “Queremos gerar consciência e engajar os alunos para que possam, por meio de atitudes do dia a dia, fazer a diferença nas casas deles, nas escolas e na comunidade”, avaliou.

    Podem participar do concurso estudantes da rede pública estadual, a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. A competição será dividida em três categorias: Anos Iniciais do Ensino Fundamental (5º ano), Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Ensino Médio (1ª a 3ª série). Neste contexto, estão inseridos mais de 2,6 milhões de estudantes.

    As redações precisam abordar o tema “Mudanças Climáticas” e podem explorar aspectos de mitigação e adaptação, com diferentes gêneros textuais para cada categoria: os alunos de 5º ano do Ensino Fundamental devem produzir o texto, seguindo a linha “Você sabia que…”, e os das duas outras categorias (6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio) têm que criar um texto dissertativo argumentativo. Essas turmas podem relatar projetos que desenvolveram na própria escola, envolvendo a comunidade.

    As redações devem ser produzidas em equipe, composta por três alunos da unidade escolar, com o acompanhamento de um professor orientador. Para orientar os alunos, os professores contarão com materiais disponibilizados pela Semil no site da Educação Ambiental e serão instruídos por meio de uma live, que será realizada no dia 2 de agosto.

    Os estudantes poderão desenvolver as redações de 5 de agosto a 4 de outubro. Nesta primeira etapa, cada unidade escolar irá formar uma comissão julgadora e escolher três redações, uma por categoria.

    Depois, do dia 7 de outubro a 25 de outubro, cada diretoria de ensino irá escolher três redações, uma por categoria.

    Os textos selecionados serão encaminhados para a Seduc, que vai escolher nove redações, três por categoria. Por fim, a Semil classificará esses textos em primeiro, segundo e terceiro lugar.

    Os critérios de avaliação da produção textual dos alunos do 5º ano levarão em consideração originalidade, capacidade de comunicação e argumentação, entendimento do gênero textual proposto, desenvolvimento do tema e qualidade da escrita e normas ortográficas e gramaticais. As redações dos estudantes do 6º ao 9º do Ensino Fundamental e do Ensino Médio serão avaliadas conforme os seguintes critérios: criatividade, relevância, organização do texto, ortografia e gramática.

    O resultado será divulgado no dia 22 de novembro no site das secretarias. A premiação será no dia 29 de novembro em local a ser definido. Os prêmios serão leitores de livros digitais, tablets e notebooks.

    O regulamento completo pode ser consultado na página do Centro de Referência em Educação (CRE) Mario Covas.

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    Podem participar estudantes do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio; prêmios vão de leitores de livros digitais a notebooks

    SP divulga concurso de redação sobre mudanças climáticas para escolas estaduais

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  • Jovens de escolas mineiras podem se inscrever no concurso Abracopel até 1/7 – Concursos Minas Gerais

    Jovens de escolas mineiras podem se inscrever no concurso Abracopel até 1/7 – Concursos Minas Gerais

    Conscientizar crianças e adolescentes sobre os riscos de acidentes de origem elétrica e criar multiplicadores para disseminar o tema na sociedade. Essas são as diretrizes da 13ª edição do Concurso Nacional Abracopel de Redação, Desenho e Vídeo – Etapa Regional da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel). As inscrições podem ser feitas por jovens de todo o país até 1/7.

    Jovens de escolas mineiras podem se inscrever no concurso Abracopel até 1/7

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  • Número de estudantes mineiros em cursos técnicos nas escolas estaduais cresce 470% em cinco anos – Cursos Minas Gerais

    Número de estudantes mineiros em cursos técnicos nas escolas estaduais cresce 470% em cinco anos – Cursos Minas Gerais

    imagem de destaque

    Dados do Censo Escolar, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), comprovam a mudança no cenário de vagas em cursos técnicos profissionais oferecidos dentro das escolas estaduais de Minas Gerais.

    Essa evolução abrange não apenas o aumento no número de matrículas, mas também a expansão para mais municípios, escolas e opções de cursos.

    Em 2019, ano inicial da atual gestão, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), matriculou 13.150 estudantes em cursos técnicos, nas modalidades concomitante (durante o ensino médio), subsequente (após a conclusão da formação básica) e Ensino Médio em Tempo Integral (Emti) Profissional.

    Esse número cresceu de forma expressiva ao longo dos anos, atingindo a marca de 75 mil estudantes ativos em cursos profissionalizantes em 2024, o que representa um aumento de 470%.

    Evolução de 2019 a 2024

    Considerando as três modalidades de ensino, houve aumento no número de municípios beneficiados, passando de 119 em 2019 para 551 em 2024 (acréscimo de 363%).

    O crescimento no número de escolas também foi expressivo, saindo de 150 para 1.030 unidades de ensino nesse mesmo período (aumento de 586%).

    O gráfico “Evolução” demonstra esse crescimento na disponibilidade de cursos técnicos dentro das escolas estaduais ao longo dos anos.

    Isso representa acréscimo significativo no número de estudantes investindo em formação profissional juntamente à Formação Geral Básica (FGB).

    Enquanto em 2020 e 2021, a rede estadual matriculou, respectivamente, 14.170 e 12,5 mil estudantes, a partir de 2022, o número de alunos ultrapassou o dobro chegando a 32.290 matrículas. Em 2023, o crescimento foi de 43,7% com 46.415 estudantes.

     

                                                                                                              SEE-MG / Divulgação

    Emti Profissional

    A marca é resultado do trabalho da SEE/MG no cumprimento da Meta 11 do Plano Nacional de Educação e do Plano Estadual de Educação de triplicar o número de matrículas de estudantes em cursos técnicos de nível médio.

    “O  maior destaque é a ampliação da educação profissional no Emti, um programa estratégico e prioritário da Secretaria de Estado de Educação e do Governo de Minas, que tem como premissa o desenvolvimento de competências gerais para o mundo do trabalho em alinhamento aos projetos de vida dos estudantes , detalha a coordenadora geral de Educação Integral e Profissional da SEE/MG, Andréa Botelho de Abreu.

    Quando destrinchados, os números mostram que o Emti Profissional foi o principal modelo que puxou a ascensão da disponibilidade de cursos técnicos nas escolas estaduais.

    Em vigor desde 2017, a partir da Política de Fomento à Implementação de Emti, o cenário dos cursos em 2019 era de apenas 419 matrículas em quatro escolas de quatro municípios mineiros.

    Em 2024, o Emti é realidade para 42 mil estudantes em 540 escolas localizadas em 329 cidades.

    Atualmente, são mais de 50 opções de cursos, com destaque para os técnicos em Administração, Agronegócio, Logística, Desenvolvimento de Sistemas, Segurança do Trabalho  e Informática.

    Alinhada ao fomento da economia e qualificação do mercado de trabalho, a escolha de cursos abrange setores-chaves de cada região para unir o acesso à educação de qualidade a oportunidades de melhores rendas.

    Como explica Andrea, para determinar o Plano de Atendimento Escolar (PAE), as escolas precisam mapear o perfil de cada região para a escolha do curso ideal.

    “A SEE faz um estudo de ocupação das escolas e as Superintendências Regionais de Ensino (SREs) fazem o levantamento junto às escolas que têm já o histórico de oferta de educação profissional ou que desejam iniciar”, diz.

    Entre os critérios, é importante que o curso escolhido dialogue com a realidade local.

    “A escola faz um levantamento dos arranjos produtivos, como qual o curso tem uma aderência junto ao mercado de trabalho, a empregabilidade dos estudantes e também uma análise das necessidades e prioridades em questões materiais que vão precisar ser disponibilizadas”.

     

    SEE-MG / Divulgação

    Emti na prática

    Da tecnologia à saúde, passando pela agricultura e artes, são muitos os exemplos da diversidade de cursos técnicos que conectam os jovens ao futuro profissional.

    A oportunidade de cursar o ensino médio com o sonho da carreira em Agronomia atraiu Arthur Ferreira Silva, 15 anos, de Montes Claros, para a Escola Estadual Modestino Andrade Sobrinho, em Sete Lagoas, região Central mineira. Desde o início do ano, ele cursa o 1º ano do Emti Profissional em Agronegócio.

    “Quero entrar na faculdade já habituado às matérias, assuntos e continuar me aprofundando cada vez mais”, diz.

    “Daqui a dez anos, eu quero estar formado em agronomia e medicina veterinária. Eu me vejo fazendo qualquer uma das funções com uma equipe especializada em inseminação e cirurgias em gado e cavalos”, planeja o jovem.

    Já no Vale do Mucuri, na Escola Estadual Professora Hermínia Pereira de Almeida, em Ataléia, o plano de Gustavo Ivo Brito, 15 anos, matriculado no 2º ano do Emti Profissional em Informática é unir a base tecnológica do curso para formar-se em Geofísica.

    “Uma das partes secundárias de geofísica envolve cálculo de probabilidade e  muitas outras que têm a ver com informática. O curso vai me ajudar muito em fundamento e base na carreira. Eu sempre digo que o integral é um lugar de quem quer aprender porque é uma base de vida”, destaca.

    Ainda que não tenha decidido a carreira que deseja seguir, Samya Vitória Silva, 16 anos, estudante do 2º ano Emti Profissional em Agropecuária, aplica os conhecimentos do projeto “Hidroponia na Escola” na formação como cidadã.

    “Além de aprender sobre o cultivo de plantas sem usar a terra, também tenho aprendido bastante sobre sustentabilidade do meio ambiente na agricultura”, detalha.

    Trilhas de Futuro

    Para além dos cursos técnicos dentro das escolas estaduais, o Governo de Minas Gerais investe na ampliação contínua do projeto Trilhas de Futuro, em parceria com instituições de ensino públicas e privadas.

    Como o principal indutor, o Trilhas de Futuro garantiu a Minas Gerais o posto de estado do país que mais avançou na criação de vagas de educação técnica profissional entre 2021 e 2023.

    Nesse período foram 144,4 mil vagas, saltando de 118.860 para 263.261 matrículas nessa modalidade de ensino.

    Em 2021, ano de início do Trilhas, as instituições privadas instaladas em Minas Gerais contavam com 61 mil matrículas. Em 2023 esse número saltou para 172 mil matrículas.

    Atualmente, o projeto conta com 154 mil matrículas vigentes em 331 instituições de ensino públicas e privadas credenciadas. São 94 opções de cursos técnicos.

    Os números garantem o cumprimento tanto do Plano Estadual de Educação como do Plano Nacional, de aumentar em 50% as ofertas de qualificação profissional.

    “Assumimos esse compromisso de qualificar os jovens para o mercado de trabalho e estamos conseguindo cumprir. Estamos no caminho certo para promover uma qualificação aos jovens para as demandas do mercado e esse é o propósito do Trilhas de Futuro”, completa a coordenadora da Educação Profissional da SEE/MG, Amanda Barboza.

    Número de estudantes mineiros em cursos técnicos nas escolas estaduais cresce 470% em cinco anos

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    Estados MG – Cursos

  • Número de estudantes mineiros em cursos técnicos nas escolas estaduais cresce 470% em 5 anos – Cursos Minas Gerais

    Número de estudantes mineiros em cursos técnicos nas escolas estaduais cresce 470% em 5 anos – Cursos Minas Gerais

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    Dados do Censo Escolar, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), comprovam a mudança no cenário de vagas em cursos técnicos profissionais oferecidos dentro das escolas estaduais de Minas Gerais.

    Essa evolução abrange não apenas o aumento no número de matrículas, mas também a expansão para mais municípios, escolas e opções de cursos.

    Em 2019, ano inicial da atual gestão, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), matriculou 13.150 estudantes em cursos técnicos, nas modalidades concomitante (durante o ensino médio), subsequente (após a conclusão da formação básica) e Ensino Médio em Tempo Integral (Emti) Profissional.

    Esse número cresceu de forma expressiva ao longo dos anos, atingindo a marca de 75 mil estudantes ativos em cursos profissionalizantes em 2024, o que representa um aumento de 470%.

    Evolução de 2019 a 2024

    Considerando as três modalidades de ensino, houve aumento no número de municípios beneficiados, passando de 119 em 2019 para 551 em 2024 (acréscimo de 363%).

    O crescimento no número de escolas também foi expressivo, saindo de 150 para 1.030 unidades de ensino nesse mesmo período (aumento de 586%).

    O gráfico “Evolução” demonstra esse crescimento na disponibilidade de cursos técnicos dentro das escolas estaduais ao longo dos anos.

    Isso representa acréscimo significativo no número de estudantes investindo em formação profissional juntamente à Formação Geral Básica (FGB).

    Enquanto em 2020 e 2021, a rede estadual matriculou, respectivamente, 14.170 e 12,5 mil estudantes, a partir de 2022, o número de alunos ultrapassou o dobro chegando a 32.290 matrículas. Em 2023, o crescimento foi de 43,7% com 46.415 estudantes.

     

                                                                                                              SEE-MG / Divulgação

    Emti Profissional

    A marca é resultado do trabalho da SEE/MG no cumprimento da Meta 11 do Plano Nacional de Educação e do Plano Estadual de Educação de triplicar o número de matrículas de estudantes em cursos técnicos de nível médio.

    “O  maior destaque é a ampliação da educação profissional no Emti, um programa estratégico e prioritário da Secretaria de Estado de Educação e do Governo de Minas, que tem como premissa o desenvolvimento de competências gerais para o mundo do trabalho em alinhamento aos projetos de vida dos estudantes , detalha a coordenadora geral de Educação Integral e Profissional da SEE/MG, Andréa Botelho de Abreu.

    Quando destrinchados, os números mostram que o Emti Profissional foi o principal modelo que puxou a ascensão da disponibilidade de cursos técnicos nas escolas estaduais.

    Em vigor desde 2017, a partir da Política de Fomento à Implementação de Emti, o cenário dos cursos em 2019 era de apenas 419 matrículas em quatro escolas de quatro municípios mineiros.

    Em 2024, o Emti é realidade para 42 mil estudantes em 540 escolas localizadas em 329 cidades.

    Atualmente, são mais de 50 opções de cursos, com destaque para os técnicos em Administração, Agronegócio, Logística, Desenvolvimento de Sistemas, Segurança do Trabalho  e Informática.

    Alinhada ao fomento da economia e qualificação do mercado de trabalho, a escolha de cursos abrange setores-chaves de cada região para unir o acesso à educação de qualidade a oportunidades de melhores rendas.

    Como explica Andrea, para determinar o Plano de Atendimento Escolar (PAE), as escolas precisam mapear o perfil de cada região para a escolha do curso ideal.

    “A SEE faz um estudo de ocupação das escolas e as Superintendências Regionais de Ensino (SREs) fazem o levantamento junto às escolas que têm já o histórico de oferta de educação profissional ou que desejam iniciar”, diz.

    Entre os critérios, é importante que o curso escolhido dialogue com a realidade local.

    “A escola faz um levantamento dos arranjos produtivos, como qual o curso tem uma aderência junto ao mercado de trabalho, a empregabilidade dos estudantes e também uma análise das necessidades e prioridades em questões materiais que vão precisar ser disponibilizadas”.

     

    SEE-MG / Divulgação

    Emti na prática

    Da tecnologia à saúde, passando pela agricultura e artes, são muitos os exemplos da diversidade de cursos técnicos que conectam os jovens ao futuro profissional.

    A oportunidade de cursar o ensino médio com o sonho da carreira em Agronomia atraiu Arthur Ferreira Silva, 15 anos, de Montes Claros, para a Escola Estadual Modestino Andrade Sobrinho, em Sete Lagoas, região Central mineira. Desde o início do ano, ele cursa o 1º ano do Emti Profissional em Agronegócio.

    “Quero entrar na faculdade já habituado às matérias, assuntos e continuar me aprofundando cada vez mais”, diz.

    “Daqui a 10 anos, eu quero estar formado em agronomia e medicina veterinária. Eu me vejo fazendo qualquer uma das funções com uma equipe especializada em inseminação e cirurgias em gado e cavalos”, planeja o jovem.

    Já no Vale do Mucuri, na Escola Estadual Professora Hermínia Pereira de Almeida, em Ataléia, o plano de Gustavo Ivo Brito, 15 anos, matriculado no 2º ano do Emti Profissional em Informática é unir a base tecnológica do curso para formar-se em Geofísica.

    “Uma das partes secundárias de geofísica envolve cálculo de probabilidade e  muitas outras que têm a ver com informática. O curso vai me ajudar muito em fundamento e base na carreira. Eu sempre digo que o integral é um lugar de quem quer aprender porque é uma base de vida”, destaca.

    Ainda que não tenha decidido a carreira que deseja seguir, Samya Vitória Silva, 16 anos, estudante do 2º ano Emti Profissional em Agropecuária, aplica os conhecimentos do projeto “Hidroponia na Escola” na formação como cidadã.

    “Além de aprender sobre o cultivo de plantas sem usar a terra, também tenho aprendido bastante sobre sustentabilidade do meio ambiente na agricultura”, detalha.

    Trilhas de Futuro

    Para além dos cursos técnicos dentro das escolas estaduais, o Governo de Minas Gerais investe na ampliação contínua do projeto Trilhas de Futuro, em parceria com instituições de ensino públicas e privadas.

    Como o principal indutor, o Trilhas de Futuro garantiu a Minas Gerais o posto de estado do país que mais avançou na criação de vagas de educação técnica profissional entre 2021 e 2023.

    Nesse período foram 144,4 mil vagas, saltando de 118.860 para 263.261 matrículas nessa modalidade de ensino.

    Em 2021, ano de início do Trilhas, as instituições privadas instaladas em Minas Gerais contavam com 61 mil matrículas. Em 2023 esse número saltou para 172 mil matrículas.

    Atualmente, o projeto conta com 154 mil matrículas vigentes em 331 instituições de ensino públicas e privadas credenciadas. São 94 opções de cursos técnicos.

    Os números garantem o cumprimento tanto do Plano Estadual de Educação como do Plano Nacional, de aumentar em 50% as ofertas de qualificação profissional.

    “Assumimos esse compromisso de qualificar os jovens para o mercado de trabalho e estamos conseguindo cumprir. Estamos no caminho certo para promover uma qualificação aos jovens para as demandas do mercado e esse é o propósito do Trilhas de Futuro”, completa a coordenadora da Educação Profissional da SEE/MG, Amanda Barboza.

    Número de estudantes mineiros em cursos técnicos nas escolas estaduais cresce 470% em 5 anos

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    Estados MG – Cursos

  • Cemig oferece curso gratuito para estudantes de escolas públicas de BH – Cursos Minas Gerais

    Cemig oferece curso gratuito para estudantes de escolas públicas de BH – Cursos Minas Gerais

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    Interessados em participar de curso gratuito promovido pela Cemig têm até a próxima quinta-feira (11/4) para fazer a inscrição.  A ação faz parte do Programa de Voluntariado da companhia e tem o objetivo de orientar jovens sobre empreendedorismo e criação de startups, a partir do método aprender-fazendo.

    Podem participar do Programa Start+UP os estudantes do ensino médio de escolas públicas de Belo Horizonte, na faixa etária de 15 a 20 anos. A formação ocorrerá de forma presencial ao longo de seis encontros que acontecerão, das 9h às 13h, na Rua Dias Toledo, nº 99, bairro Vila Paris (Obras Sociais Pavonianas). O primeiro será neste sábado (13/4). As vagas são limitadas.

    Para o gerente de Sustentabilidade da Cemig, Adiéliton Galvão de Freitas, o Programa Voluntariado Cemig oferece essa oportunidade em um importante momento da vida dos jovens, pois trata-se de um período em que as escolhas podem ser decisivas para o seu futuro profissional. “Com o curso, nós acreditamos que podemos melhorar as perspectivas de vida desses jovens que já vão ter um diferencial para entrar no mercado de trabalho mais preparados”, destaca.

    Programa de Voluntariado Cemig

    O voluntariado empresarial é uma iniciativa de responsabilidade social das empresas que visa incentivar e apoiar ações voluntárias de seus profissionais em benefício da sociedade. Nesse contexto, a Cemig conta com o Programa Você – Voluntariado Cemig, que engloba diversas iniciativas que buscam promover o envolvimento dos seus colaboradores com esse propósito, de maneira a proporcionar o desenvolvimento humano e contribuir com o bem-estar das comunidades onde atua.

    Conteúdo

    O programa tem duração total de 20 horas e é estruturado em módulos que abordam temas relevantes relacionados ao empreendedorismo, como o que é e como desenvolver uma startup, construção de marca, desenvolvimento de produto, fontes de financiamento, entre outros.

    Ao término do programa os participantes apresentarão a empresa ou projeto desenvolvido a uma banca de jurados a partir do método Pitch, que é uma apresentação curta e direta voltada a despertar o interesse de um investidor, parceiro ou cliente.

    Inscrições

    As inscrições podem ser realizadas por meio do formulário do Programa Você, disponível também no site da Cemig. Dúvidas ou outras informações podem ser direcionadas para o e-mail voluntariadocemig@cemig.com.br

    Cemig oferece curso gratuito para estudantes de escolas públicas de BH

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    Estados MG – Cursos

  • Educação promove 2ª webinário do curso de Saúde Mental e Emocional nas Escolas – Cursos Minas Gerais

    Educação promove 2ª webinário do curso de Saúde Mental e Emocional nas Escolas – Cursos Minas Gerais

    SEE-MG / Divulgação

    A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) realizou, nessa quinta-feira (5/10), o 2º webinário de apresentação do curso de Saúde Mental e Emocional nas Escolas. A iniciativa, realizada em parceria com a Fundación Mapfre, por meio do projeto Viver com Saúde, é direcionada às escolas e aos profissionais da educação com o objetivo de promover uma saúde mental adequada no ambiente escolar. 

    O tema desta segunda aula de apresentação do curso, que será disponibilizado em breve gratuitamente na plataforma Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, foi “Como a escola pode minimizar os riscos do bullying e lidar com os comportamentos autodestrutivos de adolescentes e jovens”. Já a aula inaugural tratou da apresentação do curso e pode ser conferida no canal do Youtube do Estúdio Educação MG. A formação é focada nos cerca de 130 mil professores da rede estadual, mas aberta a todos os demais servidores da pasta.

    Apresentada pela coordenadora de Temáticas Especiais e Transversalidade Curricular da SEE/MG, Rosália Diniz, a live contou com a participação do coordenador do curso e doutor em Saúde Pública Anderson Rosa, da psicopedagoga e diretora da Neuro Conecte, Alcione Marques, e do psicólogo e psicodramatista Eduardo Lopes. 

    “A valorização da vida é uma ação contínua que precisamos ter em todas as escolas e instituições. Que a gente possa, a partir de hoje e de outras ações que temos feito ao longo do ano, promover a saúde mental nas escolas, porque não é uma ação isolada que vai mudar a realidade”, apresentou Anderson Rosa.

    Com previsão de lançamento neste segundo semestre, o curso contará com podcasts, vídeos, material de apoio e os livros “O autocuidado em saúde mental e estratégias para lidar com o estresse” para os estudantes e “Como lidar com questões de saúde mental na escola: discussão de casos” para os professores. 

    Especialista em saúde mental, Eduardo Lopes ressaltou o potencial das instituições de educação como espaços de convivência com o outro. “Faz a gente conviver e ir se formando seres humanos no contato com as pessoas e ir desenvolvendo, a partir da diversidade, do debate das ideias e do convívio. É um tema importante num contexto pós-pandêmico para entendermos por onde a juventude foi andando e como eles foram processando o que estavam vivendo”.

    A psicopedagoga Alcione Marques reforçou a importância da troca de conhecimento para promoção do cuidado da saúde mental de crianças e adolescentes. “Temos tido cada vez mais clareza que para dar conta de uma atividade tão complexa como a educação, essa união entre diferentes ciências é extremamente necessária para conseguirmos dessa missão complexa que é educar e escolarizar nossas crianças e adolescentes”.

    Dentre as atividades, os participantes da live tiveram a oportunidade de avaliar um caso simulando qual seria comportamento adequado de um professor diante do sofrimento mental de um estudante.

    “A gente espera que esse conteúdo reverbere na prática profissional de vocês, que possam falar sobre isso com os estudantes em sala de aula. Quando oferecemos informações aos estudantes, eles se tornam pontos de apoio e acolhimento entre eles. Os estudantes são potentes, se eles têm informações, às vezes, conseguem identificar um colega em sofrimento antes mesmo do professor”, concluiu Anderson.

    Educação promove 2ª webinário do curso de Saúde Mental e Emocional nas Escolas

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  • Secretaria de Educação promove curso sobre “Saúde Mental e Emocional nas Escolas” para educadores – Cursos Minas Gerais

    Secretaria de Educação promove curso sobre “Saúde Mental e Emocional nas Escolas” para educadores – Cursos Minas Gerais

    SEE / Divulgação

    Considerado um dos temas mais importantes da atualidade, a promoção da saúde mental está no centro do debate no curso “Saúde Mental e Emocional nas Escolas”, promovido pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), em parceria com a Fundación Mapfre. Prevista para setembro deste ano, por meio da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, a formação é focada nos cerca de 130 mil professores da rede estadual, mas aberta a todos os demais servidores da pasta.

    Composto por dois módulos, o curso tem início em setembro deste ano e os servidores interessados devem acompanhar as informações pelo site. A capacitação também contará com a realização de dois webinários. O primeiro acontece no dia 22/8, às 17h30, no canal do Youtube do Estúdio Educação MG

    O principal objetivo da ação, viabilizada por meio do programa ‘Viver com Saúde – Eixo Saúde Mental’, é a discussão sobre a saúde mental de crianças e adolescentes. Na pauta do debate, estarão os principais transtornos mentais que acometem os estudantes e as possibilidades de atuação nas escolas.

    A superintendente de Políticas Pedagógicas da SEE/MG, Graziela Trindade, destaca a necessidade de aprofundamento dos conhecimentos sobre saúde mental. “Não só pelo período da pandemia da covid-19 que vivenciamos, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) já vinha sinalizando um aumento considerável dos índices de adoecimento mental. Portanto, nada mais coerente que a SEE se preocupe em formar os servidores, que são aqueles que cuidam dos nossos estudantes”, diz.

    Outra razão apontada pela superintendente é o cumprimento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece que dentre as 10 competências gerais, 40% devem ser de ordens socioemocionais. “Esta formação acaba contribuindo com a melhoria do ambiente escolar, seguindo a premissa definida pela SEE de promover um ambiente cada vez mais acolhedor e propício ao desenvolvimento de novas aprendizagens”, destaca Graziela. 

    Um dos responsáveis pela elaboração do curso, o doutor em Saúde Pública Anderson Rosa explica que os módulos foram estruturados a partir de demandas da rede de ensino ouvidas durante visitas a diferentes escolas do estado. 

    “Conversamos com diretores e professores, além de uma reunião com as Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e vamos privilegiar os assuntos mais frequentes, como crises de ansiedade e depressão, o que têm interferido no desempenho acadêmico e gerado um desafio para os professores e diretores. Quase sempre são questões complexas que envolvem uma dificuldade das famílias de lidarem com esses problemas, que chegam às escolas”, afirma.

    Setembro Amarelo

    Com início no próximo mês, a iniciativa da Secretaria de Educação acontece durante o “Setembro Amarelo”, campanha que celebra o Mês de Valorização da Vida, criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) em 2015. 

     

    Secretaria de Educação promove curso sobre “Saúde Mental e Emocional nas Escolas” para educadores

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    Estados MG – Cursos

  • Curso de desenvolvedor de sistemas do BRDE forma 632 alunos de escolas públicas – Cursos Paraná – PR

    Curso de desenvolvedor de sistemas do BRDE forma 632 alunos de escolas públicas – Cursos Paraná – PR

    Curso gratuito de desenvolvedores realizado pelo BRDE forma 632 alunos de escolas públicas do Sul

    O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) promoveu nesta terça-feira (28), em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e Parque Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), a formatura de 632 alunos de escolas públicas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, integrantes do programa Dev the Devs, que oferece formação inicial para desenvolvedores de sistemas, de forma gratuita.

    O evento, em formato híbrido, foi realizado no Tecnopuc, em Porto Alegre (RS), com participação da diretoria do BRDE, parceiros estratégicos do programa, com transmissão simultânea pelo YouTube.

    Com início no segundo semestre do ano passado, o curso ofertou 2.100 vagas para alunos acima de 16 anos, estudantes do Ensino Médio da rede pública no Sul. Houve 3 mil inscrições com 50% das vagas destinadas às meninas. Foram 345 formandos no Rio Grande do Sul, 134 em Santa Catarina e 153 no Paraná.

    O presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, parabenizou os formandos e destacou a importância da área da tecnologia quando se trata de oportunidades no mercado de trabalho. “Somos gratos aos parceiros e renovamos o interesse em continuar esse programa tão inovador. O BRDE quer ter novas habilidades, em estar presente no diálogo com a sociedade e apresentar soluções para criar o desenvolvimento econômico da região, mas, principalmente, o desenvolvimento social”, completou.

    O diretor de Operações do banco, Otomar Vivian, reforçou o papel do BRDE na promoção da educação. “Só existe um caminho, o da educação. Não há como pensar em desenvolvimento sem tecnologia e sem educação. Por isso desejo vida longa ao Dev the Devs”, afirmou.

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    CONTEÚDO ONLINE  Durante os últimos seis meses, os jovens tiveram acesso aos conteúdos 100% online, com foco em conceitos de computação e de pensamento computacional, e contato com algumas linguagens de programação. Além disso, os estudantes participaram de encontros virtuais, oficinas sobre carreira e mercado de trabalho e de mentorias individuais com profissionais das áreas da TI.

    Brenda Meira, uma das estudantes presentes no evento, que estuda e reside em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, ressaltou a importância dos professores ao longo do curso. “As mentorias tiveram um papel fundamental no projeto. Elas vão nos introduzir no mercado de trabalho de forma muito mais fácil, certamente renderão frutos para a nossa carreira”, afirmou.

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    PARCERIAS – Foram parceiros da segunda edição do Dev the Devs, junto com o BRDE e o CAF, as seguintes organizações: Reginp (Rede Gaúcha de Inovação), Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, Sistema Estadual de Parques Tecnológicos do Paraná, Acate (Associação Catarinense de Tecnologia), Hotmilk (Ecossistema de Inovação da PUCPR), Junior Achievement RS e Secretaria da Educação de Santa Catarina.

    Com início no segundo semestre do ano passado, o curso ofertou 2.100 vagas para alunos acima de 16 anos, estudantes do Ensino Médio da rede pública no Sul. Houve 3 mil inscrições com 50% das vagas destinadas às meninas. Nesta terça, foram 345 formandos no Rio Grande do Sul, 134 em Santa Catarina e 153 no Paraná.

    Curso gratuito de desenvolvedores realizado pelo BRDE forma 632 alunos de escolas públicas do Sul
    Foto: BRDE

    Editoria

    BRDE

    Curso de desenvolvedor de sistemas do BRDE forma 632 alunos de escolas públicas

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    Estados PR – Cursos

  • Alunos de escolas mineiras podem participar de concurso da Abracopel – Concursos Minas Gerais

    Alunos de escolas mineiras podem participar de concurso da Abracopel – Concursos Minas Gerais

    Estão abertas as inscrições para a 11ª edição do Concurso Nacional Abracopel de Redação, Desenho e Vídeo – Etapa Regional da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel). Patrocinado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a iniciativa tem o objetivo de incentivar a participação de crianças, adolescentes e professores no desenvolvimento dos conceitos de segurança no uso da eletricidade.

    Podem participar instituições públicas e privadas e alunos matriculados regularmente, com idades de 6 a 15 anos. Nesta edição, o tema das produções será “Eletricidade com Segurança”. As inscrições devem ser feitas até o final de julho e podem ser realizadas pela internet ou pelo correio. Mais informações no site da Abracopel.

    O gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da Cemig, João José Magalhães Soares, conta que a companhia é a única distribuidora de energia que participou de todas as edições do Concurso Nacional Abracopel de Redação, Desenho e Vídeo e que os alunos de Minas Gerais têm se destacado no tema segurança com energia elétrica.

    “O tema segurança no uso da energia elétrica é bastante trabalhado pela Cemig com a população e está aderente ao nosso maior valor que é o ‘Respeito à Vida’. A parceria com a associação sempre trouxe bons resultados. Apoiar esse concurso dedicado ao público infantil e jovem é pensar no futuro, é conscientizar crianças e adolescentes sobre os riscos e controles em relação aos procedimentos inadequados e sobre como evitá-los”, explica o gerente.

    No ano passado, a Abracopel premiou estudantes de oito escolas mineiras: Escola Estadual Santiago Brum (Natércia), E.E Prefeito Celso Vilela (Heliodora), Escola Padre Manoel Moreira de Abreu e Escola Farmacêutico Soares (ambas de Vermelho Novo), Instituto Federal de Minas Gerais (Governador Valadares), Santa Maria Minas (Nova Lima), E.E Otávio Olímpio Oliveira e Centro Tecnológico Pedagógico (ambas de Divinópolis).

    Sobre a Abracopel

    A Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) nasceu de uma ideia gerada pela preocupação de profissionais do setor com os inúmeros acidentes que ocorrem devido à pouca importância que se dá aos perigos que envolvem a energia elétrica. Assim, em fevereiro de 2005, esses profissionais se reuniram e fundaram a Abracopel, uma entidade sem nenhuma ligação com qualquer organização do setor e com a isenção necessária para torná-la confiável e merecedora de credibilidade. Desta forma, aqueles que conhecem o problema e sabem da importância da prevenção e conscientização da população brasileira têm a Associação como grande parceira no sentido de conscientização e prevenção de acidentes com eletricidade.

     

    Iniciativa tem o objetivo de incentivar a participação de crianças, adolescentes e professores no desenvolvimento dos conceitos de segurança no uso da eletricidade

     

    Alunos de escolas mineiras podem participar de concurso da Abracopel

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