Podem participar dos cursos gratuitos de qualificação jovens de 16 a 24 anos com Ensino Fundamental completo
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, abriu na terça-feira (2) as inscrições para 4.275 vagas em seis opções de cursos remotos e gratuitos do Qualifica SP Meu Primeiro Emprego para todo o estado de São Paulo. A ação é destinada a jovens de 16 a 24 anos com ensino fundamental completo que buscam inserção no mercado de trabalho, principalmente nas áreas do setor produtivo.
Os cursos são voltados para a área de Gestão de Negócios. São eles:
Ajudante de Logística
Assistente Financeiro
Excel Aplicado à Área Administrativa
Gestão de Pequenos Negócios
Marketing digital e vendas em redes sociais
Office 2019
A duração é de 120 horas, com previsão de início em maio e término em agosto.
As atividades, em formato virtual e ao vivo, permitem que os estudantes acompanhem as aulas em um horário pré-determinado.
A escolha dos cursos foi realizada após análise de mercado das regiões, juntamente aos municípios, com o objetivo de oferecer qualificação em áreas em que há déficit de profissionais, conectando o aprendizado com oportunidades de emprego.
As inscrições vão até o dia 24 de abril no site www.qualificasp.sp.gov.br. Não haverá processo seletivo.
A comunicação com os inscritos é feita unicamente por e-mail, utilizando-se os dados pessoais de cada candidato informados no ato do cadastro no site. Os cursos são ofertados em parceria com a Escola Start.
O governo de São Paulo publicou no Diário Oficial do Estado na quinta-feira (28) o edital para contratação de 2,7 mil soldados de 2ª classe da Polícia Militar (PM). As inscrições começam na próxima segunda-feira (1º) e devem ser feitas pelo site da Fundação Getúlio Vargas até 8 de maio.
Para participar do concurso, o candidato deve ter entre 17 e 30 anos e estar em dia com os certificados eleitorais e militares. As mulheres precisam ter altura mínima de 1,55m e os homens, de 1,60m. O salário inicial para o cargo é de R$ 4.852,21.
Este é o terceiro edital para soldado de 2ª classe lançado na atual gestão, ou seja, em 15 meses foram abertas 8,1 mil vagas para reforçar o policiamento ostensivo e preventivo no estado.
Atualmente, a PM possui 4,2 mil soldados de 2ª classe e 650 alunos oficiais em formação. Há ainda 11,6 mil vagas para a PM, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica em andamento, além de outras 2,9 mil oportunidades para a PM autorizadas pelo governo estadual, cujos editais ainda não foram lançados.
“Desde o início da nossa gestão um dos compromissos tem sido recompor o efetivo, promovendo a contratação de novos policiais para diminuir o déficit das instituições. Além disso, aprovamos no primeiro ano o aumento salarial para valorizar os policiais e atrair mais candidatos”, destacou o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite.
As provas de conhecimentos estão previstas para o dia 16 de junho. De acordo com o edital, 51 locais estarão disponíveis para a realização das provas, sendo 37 no estado de São Paulo e 14 em outras regiões do país.
O concurso para preencher mais de 250 vagas do Quadro Próprio do Poder Executivo (QPPE), anunciado no fim do ano passado, registrou 35.634 candidatos inscritos. Os dados são da Secretaria da Administração e da Previdência, que coordena o certame. A prova objetiva está marcada para o próximo dia 14 de abril e acontecerá em Curitiba, Cascavel, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina e Umuarama. O candidato pode conferir a situação da sua inscrição no portal oficial do concurso.
A relação de número de inscrições por cargos/funções será divulgada no começo de abril, após análise da banca responsável pelo concurso e também será publicada no portal.
Inicialmente o concurso público para o QPPE oferta 253 vagas, tendo funções para o Ensino Médio, Ensino Médio Técnico (50 vagas) e Ensino Superior (203 vagas). No entanto, o certame tem validade de dois anos, sendo prorrogável por igual período. Isso permitirá que em caso de necessidade o Governo do Paraná convoque mais candidatos.
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PROVA – A prova objetiva que acontece no dia 14 de abril é uma etapa classificatória e eliminatória com 50 questões de múltipla escolha. Os candidatos serão classificados em ordem decrescente de pontos e serão aprovados os que obtiverem, no mínimo, 50% do total de pontos. Os candidatos aprovados passarão ainda por avaliação médica.
VAGAS – Das 253 vagas oferecidas, 203 são destinadas a candidatos com formação de nível superior, chamados de Agentes Profissionais, abrangendo as seguintes áreas: Assistente Social (48 vagas), Administrador (45 vagas), Contador (42 vagas), Psicólogo (14 vagas), Economista (11 vagas), Comunicador Social (8 vagas), Engenheiro Civil (7 vagas), Estatístico (5 vagas), Médico (3 vagas), Engenheiro Mecânico (2 vagas), Bibliotecário (2 vagas), Engenheiro de Segurança do Trabalho (2 vagas), Analista de Procuradoria (2 vagas), Terapeuta Ocupacional (3 vagas), Nutricionista (2 vagas) Engenheiro Ambiental (1 vaga), Engenheiro Cartógrafo (1 vaga), Engenheiro de Pesca (1 vaga), Engenheiro Eletricista (1 vaga), Pedagogo (1 vaga) e Desenhista Industrial Gráfico (1 vaga).
Um destaque é a inclusão da carreira de Profissional de Tecnologia da Informação, uma novidade para o Estado, dentro da política de digitalização dos processos. O certame está com uma vaga aberta para a função.
As 50 vagas restantes são para nível médio/técnico, ou Agentes de Execução, contemplando as seguintes áreas: Enfermagem (24 vagas), Técnico de Manejo e Meio Ambiente (9 vagas), Laboratório (6 vagas), Segurança do Trabalho (5 vagas), Fiscal Metrológico (4 vagas) e Fiscal de Meio Ambiente (2 vagas).
POSSE – A expectativa é de que as nomeações aconteçam ainda em 2024, mas isso dependerá do andamento das etapas anteriores. Todas as informações serão publicadas no portal oficial do concurso e anunciadas nos canais de comunicação oficiais do Governo do Paraná.
A relação de número de inscrições por cargos/funções será divulgada após análise da banca responsável pelo concurso e também será publicada no portal. A prova objetiva está marcada para o próximo dia 14 de abril e acontecerá em Curitiba, Cascavel, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina e Umuarama.
Concurso para Quadro Próprio do Governo do Paraná tem mais de 35 mil inscritos Foto: Albari Rosa/Arquivo AEN
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Concurso para Quadro Próprio do Governo do Paraná tem mais de 35 mil inscritos
Confira mais notícias do Paraná no site oficial do Governo Paranaense.
Com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura e com recursos da Lei Paulo Gustavo no Paraná, o Sistema Fiep lançou cursos gratuitos para formação de profissionais para o setor de audiovisual. As inscrições estão abertas para cursos gratuitos de cinema, televisão e mídias digitais. A iniciativa envolve o Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Ao todo, com a inclusão de mais vagas para Pato Branco, são ofertadas 3.015 vagas, sendo 2 mil delas para todo o Estado, organizadas entre cursos de microcinema para videomaker, produtor de locação, e setor audiovisual e mostra de produção.
As outras 1.015 vagas restantes estão organizadas entre os cursos rápidos de Animação; Assistente de Câmera e Vídeo; Assistência de Direção; Captação de Som; Direção de Fotografia (aplicações práticas); Inclusão Digital para o Mundo de Trabalho; Produção de Figurino; Produção Executiva; e Roteiro e Quadro de Produção, distribuídos entre os municípios de Campo Largo, Campo Mourão, Cascavel, Dois Vizinhos, Guaratuba, Londrina, Paranaguá, Pato Branco, Pinhais, Realeza, São Miguel do Iguaçu e Telêmaco Borba.
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Todos os cursos têm emissão de certificados e serão ministrados por professores, mestres e doutores com formação e experiência na área.
Para a secretária da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, projetos como o do Sistema Fiep são um exemplo de como os editais estaduais da Lei Paulo Gustavo atingem uma grande capilaridade por todo o Paraná. “Nosso trabalho é fomentar a cultura por todo o Estado e em todas as suas etapas, desde a formação de profissionais qualificados e especializados, até a produção e apresentação de produtos finais”, diz. “Os recursos do edital destinados ao projeto da Fiep é um perfeito exemplo dessa união entre descentralização da cultura e o fortalecimento da cadeia produtiva”.
“Este é um projeto que se destina a pessoas que desejam se capacitar e se desenvolver na área do audiovisual. Por meio desta iniciativa, estamos disponibilizando aos jovens uma formação profissional para que conheçam o setor, que trabalha com produções de cinema, filmes, documentário e animações, além de produções para mídias interativas e redes sociais”, diz Jacielle Feltrin Vila Verde Ribeiro, gerente de Educação e Negócio no Sistema Fiep.
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MATRÍCULAS – Voltado para alunos de escolas públicas, filhos e trabalhadores de indústria e comunidade em geral, incluindo o público 60+, existem opções de cursos tanto no formato presencial quanto de educação a distância (EaD). Para efetivar a matrícula é necessário que os interessados residam no munícipio com a oferta de interesse.
O projeto prevê, ainda, curso especial de inclusão digital, abrangendo pacote office e uso da internet, também voltado para o público 60+, jovens a partir de 16 anos com ensino fundamental incompleto e pessoas assistidas assistencialmente.
A iniciativa segue até de novembro de 2024. Todas as informações a respeito de cada um dos cursos, calendário de inscrição dos municípios parceiros, assim como critérios e passo a passo para matrícula, estão disponíveis nesta página.
Para mais informações sobre a Lei Paulo Gustavo no Paraná, acesse AQUI.
As inscrições já estão abertas para cursos gratuitos de cinema, televisão e mídias digitais. A iniciativa envolve o Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
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Foto: Kraw Penas/SEEC
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Cultura
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Confira mais dicas de cursos do Estado Paranaense no site oficial do Governo do Paraná PR.
Com o objetivo de capacitar professores para serem disseminadores das informações sobre a coleta e distribuição de recursos públicos provenientes dos tributos, a Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG) oferece o curso Trilhas de Educação Fiscal. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 9/4, neste link. As aulas, que começam em 11/4, serão on-line, com carga horária total de 120 horas. A capacitação dos profissionais mineiros é de grande importância já que o tema integra o catálogo de disciplinas eletivas preconizado pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) para o ensino médio.
Ao todo, são cinco mil vagas e o curso é composto por cinco módulos com apostila, sendo o último com tutoria. O material é de responsabilidade da Divisão de Educação Fiscal da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (DEF/SAIF) da SEF/MG. Este é o primeiro ano que o conteúdo é disponibilizado na plataforma da Escola de Formação, da Secretaria de Estado de Educação, em uma parceria que já tem gerado bons frutos.
Neste ano, houve a escolha da eletiva Educação Fiscal em 84 turmas do ensino médio das escolas estaduais. Isso representa cerca de 3 mil estudantes que serão impactados com o tema.
O coordenador da DEF/SAIF, Vinícius Castanheira, ressalta a importância de levar o tema às salas de aulas.
“O conhecimento sobre os tributos ajuda a despertar a consciência no aluno. Ele passa a saber, em detalhes, como o dinheiro percorre toda a Administração Pública até chegar, efetivamente, como benefício para a sociedade. Estamos formando um cidadão crítico de seus direitos e deveres, que poderá cobrar uma melhor aplicação desses recursos”, pontua Castanheira.
Vale destacar que a SEF/MG oferece ainda o Programa de Educação Fiscal (Proefe), que não se limita aos cursos para os profissionais da educação e segue disponível para qualquer cidadão. Mais informações neste link.
Teoria e prática
A professora de Matemática, Elza Helena de Almeida, de 53 anos, lecionou sobre a Educação Fiscal para estudantes de 14 a 16 anos em uma turma do 2° ano do ensino médio na Escola Estadual Professor Clóvis Salgado, no bairro Conjunto Califórnia, em Belo Horizonte, no ano passado. Segundo ela, as aulas culminaram em um projeto prático.
Elza Helena e Anna Clara / SEF-Divulgação
“Quando chegamos na parte sobre a responsabilidade fiscal, desenvolvemos um projeto no âmbito do universo escolar e trouxemos para a realidade da merenda”, explica a professora.
Segundo ela, foram trabalhadas todas as questões, desde a coleta dos impostos, passando pelas políticas públicas da alimentação escolar, o Termo de Compromisso que a escola recebe, análise dos valores até o momento de escolha dos cardápios possíveis. Ao final, tudo foi levado para a prática dentro da vivência dos alunos.
“Eles não tinham nem ideia do que era ICMS, IPVA e diversos outros tributos. É importante trazer o conhecimento para eles terem uma participação efetiva na sociedade. Eles têm que entender o processo”, avalia Elza, que ainda ressalta o retorno positivo dos estudantes.
Anna Clara Batista dos Santos, de 16 anos, foi uma das alunas da professora Elza. Ela conta que as aulas de Educação Fiscal despertaram nela uma consciência cidadã.
“Eu e meus colegas nem sabíamos o que era tributos nem seus nomes. Aprendemos muito durante o projeto da merenda e nosso maior desafio foi colocar as teorias em prática. Vimos o quanto era difícil lidar com as porcentagens das verbas disponíveis”, lembra Anna que, graças ao que aprendeu nas aulas, também passou a exigir a nota fiscal após as compras e a observar com atenção as especificações descritas no documento.
Serviço
Curso Trilhas de Educação Fiscal
Período de Inscrição: até 9/4/2024 (terça-feira)
Período inicial do curso: 11/4 a 11/5/2024 – módulos I e II
Público-alvo: professores(as), especialistas, analistas educacionais, gestores das escolas, profissionais das superintendências regionais de ensino.
Carga horária: 120 horas em cinco módulos
Certificação: para obter o certificado, o cursista deve ter aproveitamento igual ou superior a 70%
Tereza Cristina acredita que os encontros podem mudar a vida das mulheres com deficiência
No mês da Mulher, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) destaca o início da primeira turma de 2024 do curso gratuito de Liderança Feminina, ação do programa TODAS in-Rede. As aulas online se iniciaram em 12 de março para mais de 500 mulheres com deficiência, abrangendo temas como empreendedorismo e direitos femininos. O programa da SEDPcD tem o apoio da Secretaria de Estado de Políticas para a Mulher (SP Mulher).
Entre os dias 1º de Fevereiro e 5 de Março, o curso recebeu 513 inscrições, um recorde do programa. A procura elevada denota a importância de ações efetivas para ampliar a independência e autonomia das mulheres com deficiência. O curso, ofertado via Google Meet, promove discussões sobre trabalho, renda, autoestima, saúde feminina, prevenção à violência, relacionamentos interpessoais, envelhecimento, habilidades socioemocionais, fundamentação teórica, direitos, entre outros.
“O TODAS in-Rede desempenha um papel crucial para mulheres com deficiência, dada a persistente realidade global da violência contra a mulher. O curso é uma jornada transformadora para as mulheres, proporcionando não apenas habilidades de liderança, mas também fortalecendo a confiança e a consciência do seu potencial. É um passo significativo em direção à construção de comunidades mais justas e igualitárias”, aponta a coordenadora do programa, Caroline Reis.
O curso formou 370 mulheres com deficiência em quatro turmas realizadas no ano de 2023 e neste ano traz uma novidade: um adicional de três horas em sua grade, que serão utilizadas especificamente para rodas de conversa e troca de informações com as participantes. No total, mil mulheres já foram capacitadas desde o início do programa, em 2020.
Tereza Silva, formanda de uma das turmas do curso, acredita que os encontros podem mudar a vida das mulheres com deficiência. “O curso ensina direitos e deveres, mas também traz um sentimento de liberdade, em que eu posso abrir portas e trilhar caminhos. Percebi durante as aulas o quão diferentes nós somos, mas o quão juntas nós estamos em termos de lutas, direitos e na busca por aquilo que nos pertence”, destacou.
Tereza tem 48 anos e nasceu com osteogênese imperfeita, patologia conhecida como ossos de vidro. Ela conta que o curso a auxiliou no processo de independência e autonomia e a incentivaram a sair da casa da mãe e ir morar sozinha. “Com o curso eu me empoderei e percebi que posso ser eu mesma em qualquer situação. As aulas e toda a troca que tivemos nas conversam me mostram o meu lugar de pertencimento”, ressaltou.
Com certificação, a capacitação é online e acessível em Libras. As aulas desta nova turma ocorrerão às terças e quintas-feiras do mês de março, nos dias 12, 14, 19, 21 e 26, das 19h às 22h.
Mulheres com deficiência
Dados do Observatório dos Direitos da Pessoa com Deficiência apontam que mais de 2,1 milhões de mulheres com deficiência residem no estado de São Paulo. Dos empregos formais ocupados por pessoas com deficiência, mulheres representam cerca de 39%.
Dados do Atlas da Violência 2023, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostram que o número de notificações é bem mais elevado para o grupo de mulheres com deficiência intelectual (45,0 notificações para cada 10 mil pessoas com deficiência), quando comparadas aos homens (16,2 notificações para cada 10 mil pessoas com deficiência). A principal violência interpessoal contra pessoas com deficiência indicada pelos dados analisados é a violência doméstica, que atinge sobretudo mulheres com deficiência física: são 70,4% das notificações, enquanto para o grupo de homens com essa deficiência o percentual de notificações foi de 57,9%.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) torna público o edital de processo seletivo para ingresso de alunas nos cursos de qualificação profissional ofertados pelo programa QualificarES Mulher Online. Serão 10 mil vagas distribuídas entre os cursos de Assistente de Contabilidade, Assistente de Recursos Humanos, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Creche, Educação Especial e Inclusiva, Informática Básica, Inglês Intermediário, Maquiagem, Secretaria Escolar e Word e Excel.
As inscrições podem ser feitas a partir desta sexta-feira (08) e seguem até as 23h59 do próximo dia 20. Para efetivar a inscrição, a candidata deverá acessar o site (https://qualificar.es.gov.br/), preencher o formulário de cadastro e realizar a inscrição on-line. No ato do cadastro/inscrição, a candidata deverá informar o e-mail pessoal, pois a efetivação da inscrição será vinculada ao e-mail informado, não podendo ser alterado ou reutilizado por terceiros. Apenas poderá haver um cadastro por e-mail e CPF. A candidata poderá realizar até duas inscrições por CPF e e-mail em dois cursos distintos.
“Nossa iniciativa de oferecer 10 mil vagas em cursos de qualificação profissional exclusivamente para mulheres reflete nosso compromisso em promover a igualdade de oportunidades e o empoderamento feminino. Ao investir na capacitação dessas mulheres, não só estamos contribuindo para o crescimento pessoal e profissional delas, mas também para o fortalecimento de toda a sociedade, com profissionais mais qualificadas e preparadas para o mercado de trabalho”, pontuou o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, Bruno Lamas.
Pré-requisitos
São pré-requisitos para inscrição neste processo seletivo: Ter idade mínima de 16 anos completados até na data de início do curso, ter acesso à internet, ter noções básicas de informática e de navegação na internet e ser do gênero feminino.
Integrada à Secretaria de Estado de Educação de Minas (SEE/MG), a Escola de Formação comprova a estratégia de investir na ampliação da estrutura e na qualidade das formações por meio do aumento da oferta de cursos e certificações emitidas.
A Escola de Formação é um espaço de ampliação do conhecimento, formação qualificada e produção de materiais pedagógicos que atende a diferentes profissionais que atuam na rede estadual de ensino de Minas Gerais. Com a publicação do Decreto de Competências da SEE, no ano passado, a unidade passou a ter status de superintendência dentro da organização da Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica.
“A escola visa o processo de formação continuada em exercício da função da carreira do professor, do especialista, gestores e demais profissionais que trabalham nas escolas e outros setores e órgãos da Educação”, explica o superintendente da Escola de Formação, Weynner Lopes.
Avanços nas formações
Levantamento realizado pela SEE/MG mostra que cerca de 686 mil certificações de cursos oferecidos pela Escola de Formação foram emitidas entre 2019, início da atual gestão, até 2023. O montante está distribuído em mais de 550 turmas formadas no mesmo período.
A marca é resultado do aumento da oferta de cursos e alcance dos profissionais da rede de ensino estadual, principalmente, na modalidade Educação a Distância (EaD) a fim de contemplar educadores de 853 municípios. Os números apontam que a quantidade de turmas de profissionais capacitados cresceu cerca de 370% nos últimos cinco anos.
O quantitativo de cursos também acompanhou a evolução da oferta e cresceu mais de 160% no mesmo período. Enquanto em 2019, início da atual gestão, 42 turmas formaram-se em 24 diferentes opções de cursos. Em 2023, a grade saltou para 64 tipos de cursos que atenderam 198 turmas.
Como explica Weynner, a estratégia de crescimento foi traçada a partir da homologação do Currículo Referência Minas Gerais (CRMG). “Começamos a execução de trilhas formativas que fossem relevantes para implementação do CRMG, pensando numa estrutura completa de materiais e ferramentas que subsidiam o processo de ensino e aprendizagem pensando nos dois atores principais: professores e estudantes”, detalha o superintendente.
Cursos mais procurados
A organização do guia de cursos com mais 60 opções disponibilizadas acontece com base em dois objetivos: trabalhar as competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do CRMG, além da escuta de demandas da rede estadual. Nesse contexto, a ampliação da oferta de cursos mostrou-se um acerto também evidenciado pela procura dos profissionais por temas relevantes e ações interligadas da SEE/MG.
Entre os mais procurados, lidera o “Google for Education: recursos e possibilidades” com quase 126 mil formados, um curso ligado à tecnologia conectado à entrega de 65 mil chromebooks a professores e especialistas da educação que atuam no ensino médio.
“Esse é um curso que a Escola de Formação tem muito orgulho, porque foi feito em parceria com os Núcleos de Tecnologia Educacionais das Superintendências Regionais de Ensino da SEE/MG e pensado para atender uma necessidade urgente durante a pandemia mas, para além disso, a médio e longo prazo, atender a demandas que a rede estadual de se reciclar em relação às ferramentas tecnológicas”, diz Weynner.
O curso “Saúde Vocal do Professor” também desponta entre os mais procurados desde 2019, com mais de 123 mil formados. Temáticas sobre Currículo Referência de Minas Gerais (CRMG), Gestão da Sala de Aula, Introdução à Formação Pedagógica: Reforço Escolar e ao Sistema Estadual de Redes em Direitos Humanos (Sima): Princípios do Reconhecimento e da Convivência Democrática também aparecem na lista das formações mais procuradas pelos profissionais da rede estadual.
Investimentos e valorização do profissional
O avanço da Escola de Formação também passa pelo seu fortalecimento por meio de recursos destinados. Só nos últimos dois anos, foram investidos quase R$ 43 milhões em infraestrutura e demais despesas.
Outro gesto à valorização do corpo de formadores da rede pública foi a reestruturação da Escola de Formação. Antes lotados nas escolas em que atuavam, os professores e formadores passaram a ser lotados como servidores efetivos da Escola de Formação, após publicação no Diário Oficial de Minas Gerais na edição de 30/1/2024.
A conquista é considerada essencial para a garantia da formação continuada dos servidores da rede estadual de ensino.“Um dos grandes desejos da atual gestão era conseguir termos professores, formadores e outros profissionais que trabalham na carreira da docência e na regência lotados na Escola de Formação e conseguimos essa vitória com publicação da Lei e do Decreto de Competência, a possibilidade de lotar e colocar em exercício as carreiras previstas na Lei 15.133”, celebra o superintende.
Na publicação de janeiro, foram nomeados 71 servidores, mas a previsão é de que o corpo de servidores da Escola de Formação alcance 135 formadores efetivos.
SEE-MG / Divulgação
Entre os primeiros nomeados, está o professor da rede estadual e formador Vagner Dutra. O docente ensinava matemática para dezenas de estudantes da Escola Estadual Pandiá Calógeras, em Belo Horizonte, até trocar a sala de aula pelos estúdios de gravação, onde agora ensina a milhares de estudantes de todo o estado por meio do programa “Se Liga na Educação”, produzido pela Escola de Formação e veiculado pela Rede Minas.
“Nossa rotina de trabalho envolve formações de educadores, aulas do ‘Se Liga na Educação’, produção dos Cadernos Mapa, Jornal Lupa, além da entrega de diversos materiais pedagógicos que professores e estudantes podem consultar”, conta o professor.
A Escola de Formação também organiza seminários e capacitações presenciais, que devem ser expandidos em 2024. “Tivemos várias formações com bons feedbacks, entre elas, no ano passado, tivemos uma formação do Plano de Recomposição de Aprendizagens (PRA), em que foi iniciada recebendo a nossa formação presencialmente e que eles retornaram aos municípios aplicando para toda rede estadual”, diz.
Na ponta desse processo está o supervisor escolar John Corrêa, do município de Leopoldina, que já concluiu formações sobre o Novo Ensino Médio e o PRA. Para o profissional, experienciar metodologias diferenciadas, ativas e com momentos de prática são um canal para mediar relações com os pares.
“É possível estabelecer um contato que viabiliza um feedback instantâneo e a troca de experiências por meio das relações interpessoais que amplia e potencializa nosso trabalho. Dessa forma retornamos às nossas regionais munidos deste forte aparato para a multiplicação dessas vivências”, avalia.
Escola de Formação de Educadores do Governo de Minas expande cursos e está perto da marca de 700 mil certificações
Confira mais dicas de cursos do Estado Mineiro no site oficial do Governo de Minas Gerais.
Integrada à Secretaria de Estado de Educação de Minas (SEE/MG), a Escola de Formação comprova a estratégia de investir na ampliação da estrutura e na qualidade das formações por meio do aumento da oferta de cursos e certificações emitidas.
A Escola de Formação é um espaço de ampliação do conhecimento, formação qualificada e produção de materiais pedagógicos que atende a diferentes profissionais que atuam na rede estadual de ensino de Minas Gerais. Com a publicação do Decreto de Competências da SEE, no ano passado, a unidade passou a ter status de superintendência dentro da organização da Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica.
“A escola visa o processo de formação continuada em exercício da função da carreira do professor, do especialista, gestores e demais profissionais que trabalham nas escolas e outros setores e órgãos da Educação”, explica o superintendente da Escola de Formação, Weynner Lopes.
Avanços nas formações
Levantamento realizado pela SEE/MG mostra que cerca de 686 mil certificações de cursos oferecidos pela Escola de Formação foram emitidas entre 2019, início da atual gestão, até 2023. O montante está distribuído em mais de 550 turmas formadas no mesmo período.
A marca é resultado do aumento da oferta de cursos e alcance dos profissionais da rede de ensino estadual, principalmente, na modalidade Educação a Distância (EaD) a fim de contemplar educadores de 853 municípios. Os números apontam que a quantidade de turmas de profissionais capacitados cresceu cerca de 370% nos últimos cinco anos.
O quantitativo de cursos também acompanhou a evolução da oferta e cresceu mais de 160% no mesmo período. Enquanto em 2019, início da atual gestão, 42 turmas formaram-se em 24 diferentes opções de cursos. Em 2023, a grade saltou para 64 tipos de cursos que atenderam 198 turmas.
Como explica Weynner, a estratégia de crescimento foi traçada a partir da homologação do Currículo Referência Minas Gerais (CRMG). “Começamos a execução de trilhas formativas que fossem relevantes para implementação do CRMG, pensando numa estrutura completa de materiais e ferramentas que subsidiam o processo de ensino e aprendizagem pensando nos dois atores principais: professores e estudantes”, detalha o superintendente.
Cursos mais procurados
A organização do guia de cursos com mais 60 opções disponibilizadas acontece com base em dois objetivos: trabalhar as competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do CRMG, além da escuta de demandas da rede estadual. Nesse contexto, a ampliação da oferta de cursos mostrou-se um acerto também evidenciado pela procura dos profissionais por temas relevantes e ações interligadas da SEE/MG.
Entre os mais procurados, lidera o “Google for Education: recursos e possibilidades” com quase 126 mil formados, um curso ligado à tecnologia conectado à entrega de 65 mil chromebooks a professores e especialistas da educação que atuam no ensino médio.
“Esse é um curso que a Escola de Formação tem muito orgulho, porque foi feito em parceria com os Núcleos de Tecnologia Educacionais das Superintendências Regionais de Ensino da SEE/MG e pensado para atender uma necessidade urgente durante a pandemia mas, para além disso, a médio e longo prazo, atender a demandas que a rede estadual de se reciclar em relação às ferramentas tecnológicas”, diz Weynner.
O curso “Saúde Vocal do Professor” também desponta entre os mais procurados desde 2019, com mais de 123 mil formados. Temáticas sobre Currículo Referência de Minas Gerais (CRMG), Gestão da Sala de Aula, Introdução à Formação Pedagógica: Reforço Escolar e ao Sistema Estadual de Redes em Direitos Humanos (Sima): Princípios do Reconhecimento e da Convivência Democrática também aparecem na lista das formações mais procuradas pelos profissionais da rede estadual.
Investimentos e valorização do profissional
O avanço da Escola de Formação também passa pelo seu fortalecimento por meio de recursos destinados. Só nos últimos dois anos, foram investidos quase R$ 43 milhões em infraestrutura e demais despesas.
Outro gesto à valorização do corpo de formadores da rede pública foi a reestruturação da Escola de Formação. Antes lotados nas escolas em que atuavam, os professores e formadores passaram a ser lotados como servidores efetivos da Escola de Formação, após publicação no Diário Oficial de Minas Gerais na edição de 30/1/2024.
A conquista é considerada essencial para a garantia da formação continuada dos servidores da rede estadual de ensino.“Um dos grandes desejos da atual gestão era conseguir termos professores, formadores e outros profissionais que trabalham na carreira da docência e na regência lotados na Escola de Formação e conseguimos essa vitória com publicação da Lei e do Decreto de Competência, a possibilidade de lotar e colocar em exercício as carreiras previstas na Lei 15.133”, celebra o superintende.
Na publicação de janeiro, foram nomeados 71 servidores, mas a previsão é de que o corpo de servidores da Escola de Formação alcance 135 formadores efetivos.
SEE-MG / Divulgação
Entre os primeiros nomeados, está o professor da rede estadual e formador Vagner Dutra. O docente ensinava matemática para dezenas de estudantes da Escola Estadual Pandiá Calógeras, em Belo Horizonte, até trocar a sala de aula pelos estúdios de gravação, onde agora ensina a milhares de estudantes de todo o estado por meio do programa “Se Liga na Educação”, produzido pela Escola de Formação e veiculado pela Rede Minas.
“Nossa rotina de trabalho envolve formações de educadores, aulas do ‘Se Liga na Educação’, produção dos Cadernos Mapa, Jornal Lupa, além da entrega de diversos materiais pedagógicos que professores e estudantes podem consultar”, conta o professor.
A Escola de Formação também organiza seminários e capacitações presenciais, que devem ser expandidos em 2024. “Tivemos várias formações com bons feedbacks, entre elas, no ano passado, tivemos uma formação do Plano de Recomposição de Aprendizagens (PRA), em que foi iniciada recebendo a nossa formação presencialmente e que eles retornaram aos municípios aplicando para toda rede estadual”, diz.
Na ponta desse processo está o supervisor escolar John Corrêa, do município de Leopoldina, que já concluiu formações sobre o Novo Ensino Médio e o PRA. Para o profissional, experienciar metodologias diferenciadas, ativas e com momentos de prática são um canal para mediar relações com os pares.
“É possível estabelecer um contato que viabiliza um feedback instantâneo e a troca de experiências por meio das relações interpessoais que amplia e potencializa nosso trabalho. Dessa forma retornamos às nossas regionais munidos deste forte aparato para a multiplicação dessas vivências”, avalia.
Escola de Formação de Educadores de Minas expande cursos e supera marca de quase 700 mil certificações
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A Desenvolve SP, a agência de fomento do governo do estado de São Paulo, abriu concurso público para contratação de 13 novos funcionários. As vagas são para cargos de nível superior e os salários variam de R$ 4.683,63 a R$ 7.082,22.
A banca organizadora é a Fundação Vunesp. As inscrições serão feitas apenas pela internet e recebidas durante um mês, entre os dias 26 de fevereiro e 26 de março, e a prova objetiva está prevista para o dia 19 de maio. O valor da inscrição é de R$ 98,80 e todas as informações já estão disponíveis no site da Vunesp.
“Essa ampliação dos nossos quadros se fez necessária para melhorarmos a oferta de crédito e o nosso atendimento para empreendedores públicos e privados. Alinhados com os objetivos do governo estadual, acreditamos que assim podemos colaborar para geração de renda, emprego e desenvolvimento do Estado de São Paulo”, afirma Flavio Duarte de Oliveira, diretor administrativo da Desenvolve SP.
Concurso
Das 13 vagas, 12 são para analistas, sendo uma delas reservada para deficiente físico. Poderão se inscrever graduados no ensino superior em qualquer área do conhecimento. Para o cargo de economista é disponibilizada uma vaga. Neste caso o candidato deverá obrigatoriamente ter graduação em nível pleno em economista e registro no órgão de classe. A carga horária semanal é de seis horas diárias (30 horas semanais) e o regime de contratação é o CLT.
A prova objetiva para todos os cargos acontece no mesmo dia, 19 de maio. O teste será composto por questões de múltipla escolha com cinco alternativas cada e avaliará o conhecimento dos candidatos em conhecimentos gerais, língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico, noções de informática e conhecimentos específicos.
Mais detalhes sobre os cargos, atribuições e conteúdo programático podem ser encontradas no site da banca responsável pelo concurso, a Vunesp .
Sobre a Desenvolve SP
A Desenvolve SP é a agência de fomento do governo paulista vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Ela tem a missão de democratizar o acesso ao crédito, e é comprometida com a geração de emprego, renda e desenvolvimento da economia paulista.
Trabalhando com juros mais baixos e prazos mais longos do que os oferecidos pelo mercado tradicional, ela financia projetos sustentáveis e inovadores, além de auxiliar empreendedores a ampliar ou modernizar o seu negócio por meio do crédito consciente. Também colabora com o crescimento econômico dos municípios paulistas, viabilizando projetos que promovem a melhoria da qualidade de vida da população.
Só em 2023 a Desenvolve atingiu R$ 1,012 bilhão em financiamentos para empreendedores privados e agentes públicos, ante a R$ 735,7 milhões de 2022. Os recursos beneficiaram 256 municípios paulistas, ou 39,7% do total (645).