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  • Responsável por 45% da produção nacional, SP promoverá 1º concurso estadual de cachaça – Concursos-SP

    Responsável por 45% da produção nacional, SP promoverá 1º concurso estadual de cachaça – Concursos-SP

    O Estado de São Paulo é o maior produtor de cachaça no Brasil: de acordo com o último levantamento feito pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, são mais de 400 unidades que produzem a bebida em território paulista, o que representa 45% da produção nacional.

    A estimativa, no entanto, é que esse número seja ainda maior. E para chamar a atenção de produtores espalhados em todo o estado, o Governo de SP vai promover o 1º Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista “Cachaça.SP”. A expectativa é que cerca de 200 rótulos disputem, em três categorias, quais são as melhores cachaças de SP.

    Para José Carlos de Faria Junior, coordenador das Câmaras Setoriais da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, além de auxiliar os alambiques na regularização de sua atividade, o concurso visa mostrar ao consumidor que ele pode ter acesso a cachaças de excelência, premiadas internacionalmente, e produzidas na sua região.

    “O que a gente espera com concurso é, além de aumentar a divulgação e disseminar a qualidade do produto que é feito em SP, é também trazer ao conhecimento do consumidor que esses produtores, além de ter a qualidade, estão próximos dele, no seu município”, afirma Faria Junior.

    Para ele, muitas dessas propriedades são receptivas, o que ajuda a fomentar a inclusão dos alambiques nas rotas turísticas, trazendo mais renda ao produtor.

    O concurso está previsto para começar em outubro e vai até janeiro do próximo ano. A divulgação dos vencedores será feita durante a Agrishow de 2024.

    Bebida tipicamente brasileira, a cachaça é considerada o primeiro destilado das Américas: os registros históricos apontam que a produção da bebida começou na primeira metade do século 16.

    Atualmente, calcula-se que o Brasil possui capacidade instalada para produzir mais de um bilhão de litros de cachaça por ano, gerando mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. Além de maior produtor, o Estado de SP é também o que mais consome e o que mais exporta a bebida.

    Esse destaque no setor é explicado pelo alto volume de produção de cana de açúcar em solo paulista, mas também pelas características culturais das diferentes regiões. O Estado se destaca tanto na produção da cachaça industrial, também chamada de cachaça de coluna, quanto nas cachaças artesanais ou de alambique.

    Essas últimas vêm ganhando destaque nos últimos anos, com apelo junto ao grande público. E o 1º Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista vai ajudar na valorização desse patrimônio do Estado de SP.

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    Objetivo do Cachaça.SP é dar visibilidade e fomentar a regularização de produtores espalhadas em todo o Estado

    Responsável por 45% da produção nacional, SP promoverá 1º concurso estadual de cachaça

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  • Governo lança concurso para estimular produção sustentável de leite no Norte Pioneiro – Concursos Paraná – PR

    Governo lança concurso para estimular produção sustentável de leite no Norte Pioneiro – Concursos Paraná – PR

    SEAB- LEITE

    O Governo do Estado lançou nesta quarta-feira (16) a primeira edição do

    “Prêmio Propriedade Leiteira Sustentável Familiar”

     para valorizar a produção no Norte Pioneiro. O anúncio foi feito no Encontro Regional de Produtores de Leite, em Santo Antônio da Platina. As inscrições podem ser feitas a partir de segunda-feira (21) nas unidades locais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná).

    O leite é o quarto produto em geração de renda nas propriedades rurais do Estado. Em 2022 foram produzidos 4,4 bilhões de litros, gerando R$ 9,4 bilhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), de acordo com dados preliminares do Departamento de Economia Rural (Deral).

    Na abertura do Encontro, o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, falou sobre a relevância da pecuária leiteira na economia do Estado. Ele destacou que o produto paranaense tem condições de crescer e ganhar o mercado externo, mas também precisa investir ainda mais na sustentabilidade. “Não podemos mais fazer agro como antigamente. Esse prêmio é justamente para valorizar quem faz bem-feito”, disse.

    O coordenador de projetos do IDR-Paraná, Sidney Barros apresentou os detalhes do concurso. Serão considerados três eixos temáticos: qualidade de vida, meio ambiente e produção leiteira/renda. “Há um grande potencial de crescimento do leite na região. Podemos melhorar em termos de produção e produtividade”, afirmou.

    A Comissão de Avaliação fará duas visitas às propriedades inscritas em dois períodos diferentes – entre outubro e novembro de 2023 e de abril a maio e de 2024 – para analisar os requisitos e orientar os produtores.

    Serão avaliados itens como ambiente externo, moradia e saúde dos trabalhadores, além de gestão econômica, gestão nutricional, gestão sanitária, controle reprodutivo, gestão de resíduos, gestão da água e do solo, registro/escrituração zootécnica, qualidade do leite e bem-estar animal.

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    PRÊMIOS – As inscrições vão até 29 de setembro de 2023, presencialmente nas unidades locais do IDR-Paraná, responsável pela organização do concurso. Podem se inscrever produtores da agricultura familiar dos 23 municípios da região administrativa do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná de Santo Antônio da Platina.

    Há duas categorias: Propriedade Leiteira Sustentável Familiar, para a maior pontuação na segunda visita; e Evolução, para as propriedades que apresentarem os melhores avanços entre uma visita e outra da Comissão. Na primeira categoria, os produtores escolhidos receberão prêmios de R$ 5 mil (1° lugar), R$ 3 mil (2º lugar) e R$ 2 mil (3° lugar). Na categoria Evolução, os prêmios são de R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil, respectivamente. A entrega está prevista para agosto de 2024.

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    CIDADES – Os municípios da região administrativa do IDR-Paraná em Santo Antônio da Platina, aptos a participar do concurso, são Barra do Jacaré, Cambará, Carlópolis, Conselheiro Mairinck, Curiúva, Figueira, Guapirama, Ibaiti, Jaboti, Jacarezinho, Japira, Joaquim Távora, Jundiaí do Sul, Pinhalão, Quatiguá, Ribeirão Claro, Santo Antônio da Platina, Salto do Itararé, Santana do Itararé, São José da Boa Vista, Siqueira Campos, Tomazina e Wenceslau Braz.

    A região tem aproximadamente 3,1 mil produtores de leite, além de pequenas cooperativas, e uma produção de 400 mil litros/dia. O leite foi o sexto produto mais relevante no VBP da região em 2022, com R$ 379,9 milhões, atrás da soja, avicultura, milho, pecuária de corte e cana-de-açúcar.

    APOIO – A pecuária leiteira passa por desafios que têm desestimulado os produtores, como a alta importação do produto pelo Brasil, principalmente da Argentina e do Uruguai. Segundo o secretário, o Estado tem trabalhado para amenizar esse impacto em diálogo com o governo federal. “Eu conheço a pauta do setor do leite. O enfrentamento dos desafios é o nosso compromisso para encontrar algum caminho para as dificuldades”, disse.

    Ortigara falou ainda sobre os benefícios anunciados no Plano Safra Paraná 2023/2024 na terça-feira (15). “São políticas compensatórias ou facilitadoras dos investimentos”, classificou. Entre elas, a destinação de recursos para pequenas cooperativas via programa Coopera Paraná e equalização de taxas de juros via Banco do Agricultor Paranaense.

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    PRESENÇAS – O Encontro Regional de Produtores de Leite integra a programação da Efapi – Exposição-Feira Agropecuária e Industrial de Santo Antônio da Platina. Também participaram do evento o diretor de Defesa Agropecuária da Adapar, Manoel Azevedo; o chefe do Departamento de Florestas Plantadas (Deflop) da Seab, Breno Menezes de Campos; o chefe do núcleo regional da Seab em Jacarezinho, Fernando Emmanuel; o gerente regional do IDR-Paraná em Santo Antônio da Platina, Maurício Castro Alves; o gerente regional da Adapar em Jacarezinho, Mario Ferri; o coordenador da Casa Civil do Norte Pioneiro, Juarez Leal Daio; o prefeito de Santo Antônio da Platina; José da Silva Coelho; o presidente da Fetaep, Marcos Brambrila, além de técnicos do Sistema Estadual de Agricultura.

    O anúncio foi feito no Encontro Regional de Produtores de Leite, em Santo Antônio da Platina. As inscrições podem ser feitas a partir de segunda-feira (21) nas unidades locais do IDR-Paraná. Serão avaliados itens como ambiente externo, moradia e saúde dos trabalhadores, além de gestão econômica, gestão nutricional e gestão sanitária.

    Governo lança concurso para estimular produção sustentável de leite no Norte Pioneiro
    Foto: Gisele Barão/EPR

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    Governo lança concurso para estimular produção sustentável de leite no Norte Pioneiro

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  • Projeto de assessoria estatística da UEL auxilia produção científica de pesquisadores – Cursos Paraná – PR

    Projeto de assessoria estatística da UEL auxilia produção científica de pesquisadores – Cursos Paraná – PR

    Projeto de assessoria estatística da UEL auxilia produção científica de pesquisadores

    A produção científica na universidade depende, em grande parte dos casos, da análise de dados estatísticos. A profusão de dados disponíveis com a informatização, seja para pesquisadores de Humanas, Biológicas ou Exatas, exige dos pesquisadores que apresentem cada vez mais dados para validar suas hipóteses. Nesse contexto, o projeto de extensão Assessoria Estatística, coordenado pela professora Mariana Urbano, do Departamento de Estatística/Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), auxilia pesquisadores e outras instituições na produção de trabalhos acadêmicos.

    Ele está ativo há 30 anos na universidade e conta com professores do Departamento de Estatística e, também, com estudantes de graduação, de cursos como Arquitetura e Urbanismo/CTU e Ciências Econômicas. O projeto atua em todas as etapas, do dimensionamento das amostras e validação dos instrumentos de coleta de dados à análise de resultados. São atendidos pesquisadores de todas as áreas.

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    De acordo com Mariana Urbano, a Assessoria Estatística é fundamental para aperfeiçoar os trabalhos científicos, visto que é “muito comum” encontrar erros em trabalhos acadêmicos. “Muitos artigos científicos, monografias, dissertações e teses que nos chegam precisam de assessoramento. Às vezes, os trabalhos voltam quando submetidos a revistas acadêmicas somente por causa disso”, explicou.

    Desde 2019, quando foi renovado, o projeto já auxiliou mais de 100 trabalhos acadêmicos. No entanto, ainda que bastante relevante para a formação profissional e acadêmica, o grupo precisa de mais estudantes envolvidos. “Não termos um curso específico de Estatística e os estudantes envolvidos acabam vindo de áreas diversas, como Engenharia, Arquitetura e Economia”, salientou Mariana.

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    A importância da assessoria não fica só restrita aos muros da universidade. Assim como nas especializações em Estatística – o Departamento oferece duas especializações, em Estatística com Ênfase em Educação e em Pesquisa Quantitativa –, há muitos interessados que vêm tanto de outras áreas como de fora da academia. “Temos nutricionistas, por exemplo, que se interessam por estudar estatística para evoluir profissionalmente”, exemplificou Mariana.

    Interessados em participar do projeto de extensão podem entrar em contato pelo e-mail do Departamento de Estatística, dsta@uel.br, ou pelo e-mail da professora Mariana, mrurbano@uel.br. As demandas para o projeto também podem ser enviadas nesses endereços.

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    BR DATA – Outro projeto de extensão de destaque na área de Estatística é o BR Data. Desenvolvido por professores do Departamento, entre eles Mariana Urbano, e coordenado pelo professor Rodrigo Rosseto Pescim, o projeto tem uma parceria com a Secretaria de Saúde de Londrina no recolhimento e catalogação dos dados relativos à Covid-19 no município. A parceria começou em 2020 e segue até hoje. O grupo também atua junto à Secretaria de Saúde de Arapongas.

    A profusão de dados disponíveis com a informatização, seja para pesquisadores de Humanas, Biológicas ou Exatas, exige dos pesquisadores que apresentem cada vez mais dados para validar suas hipóteses.

    Projeto de assessoria estatística auxilia produção científica de pesquisadores – Professora Mariana Urbano, do Departamento de Estatística (CCE), coordenadora do projeto, defende a assessoria estatística como ferramenta na validação de dados –
    Foto: O Perobal/UEL

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    Projeto de assessoria estatística da UEL auxilia produção científica de pesquisadores

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