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  • MGS abre inscrições para processos seletivos em três cidades do Sul de Minas – Concursos Minas Gerais

    MGS abre inscrições para processos seletivos em três cidades do Sul de Minas – Concursos Minas Gerais

    A Minas Gerais Administração e Serviços S.A. (MGS) abriu inscrições, nesta segunda-feira (26/8), para processo seletivo em Lambari, São Sebastião do Paraíso e Três Pontas, no Sul de Minas.

    O processo para formação de cadastro de reserva para viabilizar futuros ingressos nas ocupações de Operador de Máquinas Pesadas, em Lambari e São Sebastião do Paraíso, e Rurícola, na cidade de Três Pontas. As inscrições são gratuitas e vão até às 23h desta quarta-feira (28/8), pelo site www.mgs.srv.br.

    Escolaridade e benefícios

    Podem participar candidatos com formação de ensino fundamental incompleto – 4ª série até completo, a depender da ocupação escolhida. Além da remuneração que pode chegar a R$2.444,15, os contratados terão acesso a benefícios como vale refeição, auxílio transporte e seguro de vida em grupo.

    MGS abre inscrições para processos seletivos em três cidades do Sul de Minas

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    Estados MG – Concursos

  • Parceria entre Secretaria de Educação e Instituto Federal do Sul de Minas oferece cursos profissionalizantes para estudantes da EJA – Cursos Minas Gerais

    Parceria entre Secretaria de Educação e Instituto Federal do Sul de Minas oferece cursos profissionalizantes para estudantes da EJA – Cursos Minas Gerais

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    Em colaboração com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) – Campus Pouso Alegre, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) está oferecendo cursos de Educação de Jovens e Adultos Integrado à Educação Profissional (EJA-EPT).

    Esta iniciativa visa proporcionar uma oportunidade única para pessoas com mais de 18 anos ingressarem no ensino médio na modalidade EJA enquanto realizam cursos profissionalizantes.

    São cerca de 7 mil vagas distribuídas entre 11 diferentes cursos. Podem participar estudantes que tenham iniciado o primeiro período do ensino médio na EJA, mas não concluíram; além de pessoas que tenham concluído o ensino fundamental e estejam interessadas em cursar o ensino médio simultaneamente a uma formação profissional.

    As inscrições estão abertas diretamente nas escolas participantes e se encerram em 12/8. Para mais informações, acesse o link ou entre em contato pelo telefone (35) 3427-6620.

    “A formação é extremamente importante, queremos qualificar todos os estudantes que procurarem a Educação de Jovens e Adultos para se formar”, afirma a Superintendente de Políticas Pedagógicas da SEE/MG, Rosely Lima.

    Cursos oferecidos

    Os cursos serão ministrados em 38 escolas distribuídas por 35 municípios das Superintendências Regionais de Ensino (SRE) de Barbacena, Campo Belo, Caxambu, Itajubá, Juiz de Fora, Manhuaçu, Passos, Poços de Caldas, São Sebastião do Paraíso e Varginha.

    As opções incluem: Laboratorista de Solos, Operador de Tratamento de Águas e Efluentes, Pedreiro de Alvenaria Estrutural, Soldador de Estruturas e Tubulação no processo MIG/MAG, Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão, Instalador de Sistemas Eletrônicos de Segurança e Mecânico de Refrigeração e Climatização Industrial.

    Retorno aos estudos

    Além da oferta da EJA-EPT, a SEE/MG está com inscrições abertas para aqueles que desejam retornar aos estudos no modelo de Ensino Básico. Os interessados podem procurar a escola de sua preferência, que ofereça esta modalidade, para realizar a matrícula. Atualmente, essa modalidade é oferecida em 1.369 escolas estaduais, abrangendo 577 municípios em todo o estado.

    A relação das escolas, municípios e cursos disponíveis estão neste link.

     

    Parceria entre Secretaria de Educação e Instituto Federal do Sul de Minas oferece cursos profissionalizantes para estudantes da EJA

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  • Curso de resposta a desastres preparou bombeiros do Paraná para ação no Rio Grande do Sul – Cursos Paraná – PR

    Curso de resposta a desastres preparou bombeiros do Paraná para ação no Rio Grande do Sul – Cursos Paraná – PR

    BOMBEIROS

    O Paraná foi o primeiro estado brasileiro a chegar ao Rio Grande do Sul para auxiliar a população, já durante os primeiros momentos da enchente que deixou centenas de municípios daquele estado debaixo d’água. A operação, realizada com celeridade e eficiência, ajudou a resgatar mais de mil pessoas e 500 animais de locais de risco, a maioria ilhados pelas águas. As técnicas empregadas para essa missão delicada foram resultado do curso realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) para dar vida à Força-Tarefa para resgate em desastres.

    Durante duas semanas, 90 bombeiros militares de todo o Estado passaram, em outubro de 2023, por instruções de capacitação para situações de calamidade. A atividade incluiu simulações de cenários de atuação em enchentes e alagamentos; em áreas deslizadas; combate a incêndios florestais; e busca e resgate em estruturas colapsadas. Após o desafio, o grupo passou então a integrar a força-tarefa, cuja primeira missão acabou sendo justamente no pior desastre natural da história do estado gaúcho.

    O cabo Ramiro Fernando de Moraes esteve nesse treinamento. “É um curso que exige bastante energia. Começa cedo e termina na hora que der”, lembrou. Seis meses depois das instruções, ele integrou a primeira equipe em atuação nos Pampas. “Dentro das regras da força-tarefa, a gente já sabe que está de sobreaviso pelo período de um ano. Sendo acionados, temos duas horas para estar no local de encontro, de onde partimos para a ocorrência”, contou.

    O tempo de permanência longe de casa pode chegar a 10 dias, mas, em geral, a rendição da equipe de campo ocorre em sete dias. 

    A agilidade nas mobilizações é um dos reflexos do curso de capacitação – e um dos principais objetivos da iniciativa. Além de aprenderem técnicas operacionais, os integrantes são instruídos a respeito dos equipamentos necessários e das especificidades da força-tarefa.

    “Os bombeiros militares que compõem a força-tarefa sabem que fazem parte de um plano de chamada especial. Então, eles já deixam prontos em casa o seu kit pessoal para facilitar as mobilizações. Ou seja, não precisam ir até o quartel atrás de equipamentos. Eles já possuem isso predeterminado”, explicou o subcomandante-geral do CBMPR, coronel Antonio Geraldo Hiller Lino, responsável pela força-tarefa.

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    NA PRÁTICA – Já em ação, em meio ao caos instaurado no Rio Grande do Sul, o cabo Ramiro percebeu rapidamente como a experiência do curso viria a ser crucial para garantir o melhor atendimento às vítimas do desastre. “Várias técnicas que a gente utilizou no treinamento, aproveitamos no Rio Grande do Sul. Por exemplo, tinha muita água rápida lá, com velocidade e volume, e nós tínhamos treinado essa situação, assim como treinamos o resgate de pessoas. Termos experimentado isso antes nos trouxe tranquilidade. A gente sabia o que estava fazendo”, atestou o bombeiro, que elegeu o treino em deslizamentos como o mais desafiador da capacitação.

    “Deslizamento foi o módulo mais difícil. Tem que cavar no barro, que gruda na enxada, gruda na pá, que tem que bater em pedra pra tirar. Tudo é muito pesado e leva muito tempo. Isso tudo dentro de um espaço de um metro de largura que a gente prepara com placas de madeira com travessas para evitar que desabe tudo em cima da gente”, lembrou. “É úmido, sempre é na lama, porque é área de deslizamento. Simulamos tudo isso: chuva, terreno molhado, vítima soterrada. Foi bem complicado”.

    As habilidades adquiridas durante o curso de preparação para a força-tarefa também ajudam em outros momentos que não o do resgate em si. As aulas de condução de veículos 4×4, por exemplo, foram fundamentais durante as ações no Rio Grande do Sul, para dar segurança na locomoção em terrenos hostis. “A gente se deslocava muito, em ambiente com água alta. Por causa do curso, a gente sabia, tecnicamente, até onde podia chegar”, disse o cabo. Usar os 4×4 como escudo para o deslocamento da van do posto de comando, levando-a até o local mais adequado, foi outra estratégia aprendida no curso.

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    MOTIVAÇÃO  Para o comandante do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), major Ícaro Gabriel Greinert, o curso e a força-tarefa vieram para consolidar o que o Paraná já faz com eficiência há muito tempo: responder a grandes situações de emergência. “Temos um know-how, inclusive de apoio a outros estados. Isso acontece há muitos anos. Em 2009, no Vale do Itajaí, por exemplo. Temos enviado reiteradamente equipes para essas áreas. O que a gente fez agora foi criar uma organização para isso”, falou, sobre a implantação da força-tarefa, fazendo questão de frisar que o principal foco é a atuação no Paraná. “Se a gente chegou rápido no Rio Grande do Sul, a gente chega mais rápido aqui ainda. Isso é o mais importante”, complementou.

    Os benefícios de se montar um time especializado nesse tipo de resposta, no entanto, não se limitam à agilidade. “Você tem que selecionar os bombeiros que vão para a missão, tem que escolher os materiais, as viaturas. Com a força-tarefa a gente garante que o pessoal que está sendo empregado tem um treinamento adequado, com equipamento correto, e de modo muito rápido”, contou o major, lembrando que o Paraná esteve presente em diversas outras calamidades, como Brumadinho, Teresópolis, Petrópolis, além de incêndios e enchentes no Interior do Estado.

    “Claro que o Rio Grande do Sul é um dos piores cenários que não só o Paraná, como vários outros estados, já atuaram. Pela extensão, por ter envolvido enchentes, deslizamentos, estruturas colapsadas, eu acho que a gente pode dizer que é um dos mais, se não o mais complexo em termos de operação, pelo tamanho da área atingida”, avaliou o comandante do GOST.

    A ação no território gaúcho ainda não acabou, a operação segue ativa na busca pelos desaparecidos, mas algumas lições já foram aprendidas. Uma delas é justamente relativa ao curso, que terá o tempo de treinamento aumentado de duas para três semanas.

    “O curso ocorre nas três regionais do CBMPR: em Curitiba, para as unidades do 1º Comando Regional de Bombeiro Militar (CRBM) e do Comando do Comando do Corpo de Bombeiros; em Londrina e Maringá, para as unidades do 2º CRBM; e em Cascavel, para unidade do 3º CRBM”, contou o major Gabriel, já projetando a próxima edição da capacitação, que deve passar a ocorrer anualmente, sempre em outubro.

    Ao todo, 120 bombeiros militares, todos voluntários, compõem a força-tarefa – e o curso é uma etapa obrigatória. Enquanto aguardam uma convocação, os participantes seguem suas funções e rotinas normais nos respectivos quartéis.

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    CRIAÇÃO DA FORÇA-TAREFA – A ideia de se estruturar uma equipe especializada em desastres – que chegou a ser ativada em 2017 – já vinha sendo amadurecida no CBMPR, seguindo exemplos de outras corporações mundo afora. “A força-tarefa de resposta a desastres do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná surgiu a partir da necessidade da organização de grandes mobilizações de pessoal, equipamentos, veículos, para atendimento a grandes incidentes, em especial os desastres”, explicou o coronel Hiller.

    “As mobilizações para grandes ocorrências, eventualmente, já aconteciam. Contudo, a concepção de força-tarefa traz uma organização toda especial”, complementou.

    O atual formato da força-tarefa, então, foi delineado no ano passado, impulsionado pelas previsões de chuva intensa no verão do Paraná. A ideia era ter uma equipe de prontidão para o caso de problemas graves, como os ocorridos no Rio Grande do Sul em setembro de 2023. Felizmente, as projeções meteorológicas não se concretizaram com a gravidade aventada, mas a equipe havia sido formada.

    “Foi intensificada a ideia dentro do comando do Corpo de Bombeiros e passamos a organizar a força-tarefa. Buscamos bombeiros já com alguma capacitação nesse tipo de atividade e outros interessados na ação, desde que tivessem a possibilidade de, em caso de mobilização, ficar afastados de suas sedes por períodos mais extensos de tempo. Esses voluntários, de todas as regiões do Estado, foram convocados para capacitações”, revelou o subcomandante-geral do CBMPR.

    Em um primeiro momento, a força-tarefa foi organizada com equipamentos, viaturas e embarcações já existentes na instituição. Aos poucos, esse material ganhou reforço, com a aquisição de diversos itens e equipamentos de proteção individual (EPIs). Novas compras estão previstas para o ano, incluindo caminhonetes, botes infláveis e ferramentas de resgate, totalizando mais de 50 itens. A previsão é de investimento de aproximadamente R$ 5 milhões em 2024.

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    A primeira intervenção da força-tarefa, no estado vizinho, teve avaliação positiva tanto interna quanto externa. “Da parte técnica do Corpo de Bombeiros Militar, pudemos comprovar a praticidade que a força-tarefa trouxe, com um ganho muito grande na organização para esse tipo de operações longas e exigentes”, resumiu o coronel Hiller, ressaltando também a boa imagem deixada pelo CBMPR junto a outras corporações e à população gaúcha. 

    De acordo com o oficial, o feedback recebido foi muito positivo pela capacidade de organização da equipe paranaense, pelo apoio aos bombeiros gaúchos no trabalho de planejamento diário, e pelas técnicas e metodologias aplicadas em campo. “Pelo retorno que tivemos, temos a certeza de que a preparação, a organização e o trabalho da força-tarefa estão no caminho certo”, finalizou o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.

    Para o cabo Ramiro, a lição extraída da experiência no Rio Grande do Sul comprova a relevância dessa iniciativa. Tanto na capacitação técnica da equipe quanto no tempo de resposta. “Eu percebi o quão importante é estar preparado para chegar, em tempo hábil, a locais onde as pessoas precisam da gente”, resumiu. “No Rio Grande do Sul, conseguimos dar um primeiro auxílio às pessoas, levar um conforto, para locais em que não havia sobrado nada. Isso foi o que mais me marcou”, relatou.

    Antes do desastre gaúcho, 90 bombeiros militares do Paraná passaram durante duas semanas por instruções de capacitação para situações de calamidade, o que torna o Corpo de Bombeiros do Paraná uma as forças mais bem-preparadas para este tipo de ocorrência no país.

    Curso de resposta a desastres preparou bombeiros do Paraná para ação no Rio Grande do Sul
    Foto: CBMPR

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    Curso de resposta a desastres preparou bombeiros do Paraná para ação no Rio Grande do Sul

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  • Concursos regionais e municipais valorizam cafés do Sul de Minas – Concursos Minas Gerais

    Concursos regionais e municipais valorizam cafés do Sul de Minas – Concursos Minas Gerais

    Nesta quinta-feira (16/11) acontece na Casa da Cultura, em São Sebastião do Paraíso, no Sudoeste de Minas, mais uma edição Paraíso dos Cafés Finos.

    Este é o último de uma série de concursos regionais e municipais de qualidade dos cafés, que vem movimentando o Sul do estado, no segundo semestre deste ano, e que buscam valorizar a cafeicultura local, agregando mais valor aos cafés da região.

    O gerente da Unidade Regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) de Guaxupé, Marcelo Bomfim, conta que na região atendida pela Uregi, desde setembro, já foram realizados 11 concursos municipais de café e dois regionais, que foram da Associação dos Cafeicultores do Sudoeste de Minas, no dia 27/10, em Muzambinho; e o Concurso do Terroir Vulcânico, em 4/11, em São Sebastião da Grama (SP).

    Este último abrange 12 municípios na divisa entre os estados de Minas Gerais e São Paulo e busca valorizar a produção de cafés especiais em solos vulcânicos, reforçando a marca coletiva que vem ganhando notoriedade no cenário de cafés gourmets.
     

    Concursos regionais e municipais valorizam cafés do Sul de Minas

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