O Tô de Bolsa acaba de anunciar grandes parcerias. Agora você pode ter um super desconto para estudar na Cruzeiro do Sul e em todas as demais faculdades do grupo: Unifran, Unicid, Fass, Módulo, Ceunsp e UDF. São mais de 12 mil bolsas de 30% de desconto em diversos cursos de graduação e pós-graduação das instituições válidas para todo o país.
Há oportunidades nas áreas de Ciências Humanas, Saúde, Exatas, Administração, Economia e muito mais. O benefício é válido durante todo o curso, com renovação automática e sem necessidade de pagamentos adicionais, como ocorre em alguns programas de bolsas. Além disso, a inscrição no processo seletivo e a matrícula são grátis.
Garantir sua bolsa de estudos na Cruzeiro do Sul ou nas outras universidades do grupo é muito fácil! Primeiro você deve acessar o site do programa, escolher a bolsa ideal para você e realizar o pagamento da taxa de adesão. Em seguida, é necessário fazer o vestibular das instituições ou processo seletivo das pós-graduações.
Aprovado na seleção, basta apresentar, na hora da matrícula, o voucher de desconto que enviaremos para o seu e-mail. Pronto, o seu desconto estará garantido!
O Grupo Cruzeiro do Sul
A Cruzeiro do Sul foi fundada em 1965, em São Paulo. Hoje o grupo é composto por colégios e universidades em todo o país. Hoje são oito instituições de ensino superior oferecendo cursos de graduação, pós-graduações presenciais e à distância e programas de extensão.
Ao escolher a profissão que você irá exercer, é importante levar em conta uma série de fatores, como suas principais características, seu perfil, pontos negativos e positivos, gostos e afinidades. Quanto maior o seu autoconhecimento, maior a chance de se dar bem nessa fase, encontrando algo que realmente tem a ver como você e te trará realização profissional.
Se você gosta de se comunicar, seja para grandes públicos ou em conversas sobre os mais variados assuntos, temos algumas dicas de carreiras para você. Essas profissões logicamente vão além de passar o dia falando com outras pessoas, mas elas podem ser um bom ponto de partida para tomar sua decisão.
O advogado precisa ter a capacidade de se comunicar da melhor maneira possível para conseguir defender os interesses de seus clientes. Independentemente da área de atuação ou se estiver em um escritório, fórum ou tribunal, ter uma boa oratória fará toda a diferença. Vale destacar que o profissional também precisa saber se comunicar de uma forma eficaz, com bons argumentos, mesmo em situações de pressão.
No Jornalismo suas palavras são suas maiores ferramentas de trabalho. Seja na televisão, na internet, no rádio ou em jornais e revistas, esse profissional precisa ser capaz de apurar uma série de informações e passá-las para seu público de uma forma clara e objetiva.
Além disso, outras áreas do Jornalismo também exigem que a pessoa saiba se comunicar para poder produzir conteúdo, pois é preciso conversar com fontes, assessores, figuras públicas e todos os envolvidos.
Para conseguir passar os conteúdos da melhor forma possível para estudantes de todas as idades é preciso ter uma boa didática e ter a desenvoltura para falar por horas na frente de várias pessoas. Os professores precisam fazer com que temas muitas vezes complexos e abstratos se tornem acessíveis.
O profissional de Relações Públicas é responsável por cuidar da imagem de empresas e instituições frente ao público externo (clientes, fornecedores, imprensa) e interno (funcionários). Para isso, precisa construir uma boa relação com esses grupos, posicionado cada um sobre ações, valores e metas da organização. Boa parte do trabalho de um RP é, por exemplo, conversar com jornalistas sobre informações de seus clientes que possam ser veiculadas em uma reportagem.
Conquistar grandes públicos por meio de bons discursos, diálogos e histórias é uma das ferramentas da dramaturgia. Atores, produtores e diretores se empenham em construir narrativas que possam convencer as pessoas de uma realidade e se envolverem com ela.
No momento de construir uma carreira, qualquer pessoa deseja optar pela profissão certa, que traga não apenas realização profissional e pessoal, mas também uma boa situação financeira. Porém o mercado de trabalho e a economia mudam constantemente e é preciso estar atento às profissões que estão em vigor e que prometem crescer e oferecer melhores situações financeiras para quem optar por elas.
Se você está curioso para saber quais são as profissões mais bem remuneradas da atualidade, você veio ao lugar certo! Preparamos este artigo mostrando quais são as 6 profissões mais bem pagas do Brasil. Continue acompanhando e confira!
Medicina
Como você já devia imaginar, a medicina está entre as profissões mais bem pagas da atualidade e não é à toa que os cursos de medicina são os mais concorridos nas universidades — tanto federais, quanto privadas.
Algumas instituições, como a Unesp, por exemplo, já chegaram a registrar mais de 200 candidatos por vaga para o curso de medicina. É preciso batalhar muito para entrar nesse time.
Como era de se esperar, essa profissão têm salários que chamam e muito a atenção de quem busca estabilidade financeira. Para os profissionais que contam com especializações de mestrado ou doutorado, a média salarial chega a quase R$10 mil mensais. Já para os médicos que possuem apenas graduação, os salários giram em torno de R$7 mil por mês. Vale lembrar, ainda, que os médicos podem atuar em mais de uma instituição de saúde, organizando a rotina trabalhista e acumulando mais capital ao fim do mês.
Administração
Apesar de bem menos concorridos do que os cursos de medicina, os cursos de administração têm sido valorizados e procurados, quando o assunto é remuneração profissional.
Mas não é tão simples quanto parece: para ganharem bem, os administradores precisam investir na carreira e nas especializações em mestrado e doutorado — que valorizam muito o currículo do profissional. Isso porque quando contam com essas especializações, eles podem chegar a receber cerca de R$8 mil mensais! Nada mal, não é mesmo? E o melhor é que a administração é uma área ampla, que permite inúmeras possibilidades de atuação, de acordo com o perfil do profissional.
Direito
Os profissionais que cursaram direito e se especializaram com cursos de mestrado e doutorado também não ficam de fora da nossa lista das profissões mais bem pagas da atualidade. O salário médio desses profissionais gira em torno de R$7,500. Um outro ponto positivo para quem opta por cursar Direito, é que existe um número muito alto de concursos públicos abertos nessa área.
Ciências econômicas e ciências contábeis
Quando o assunto é profissionais formados em ciências econômicas e ciências contábeis com especialização de mestrado e doutorado, os salários sobem bastante se comparados com os profissionais que possuem apenas a graduação na área. A média neste primeiro caso chega a cerca de R$7 mil, enquanto os salários iniciais para quem possui apenas graduação giram em torno de R$4 mil, dependendo das áreas e empresas de atuação.
Engenharias
Em plena era do avanço tecnológico, as profissões de engenharia crescem a todo vapor. Os engenheiros que possuem apenas graduação em início de carreira a receber, mensalmente, mais de R$6 mil. Já os engenheiros que possuem mestrado ou doutorado, ficam com salários um pouco mais altos, superando os R$7 mil. Vale lembrar, ainda, que a remuneração vai aumentando de acordo com o tempo de carreira. Algumas engenharias em níveis sênior oferecem salários que superam R$10 mil.
Outras profissões, quando acrescidas de especializações em mestrado e doutorado, também possuem média salarial regular, que gira em torno de R$5 mil. Como você pode ver, para valorizar, ainda mais, a sua profissão, seja ela qual for, os cursos de mestrado e doutorado são muito bem-vindos. Todo profissional que busca crescimento profissional, pessoal e financeiro, deve se atualizar e se especializar constantemente, para acompanhar a evolução do mercado e as exigências que ele traz consigo.
E você, dentre as profissões mais bem pagas do Brasil, qual destas mais te agrada? Conte para nós através dos comentários e continue de olho no nosso blog!
As inscrições para a edição do primeiro semestre de 2020 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) estão abertas a partir desta terça-feira (21). O programa disponibiliza vagas de graduação em diversas universidades públicas brasileiras.
Os candidatos, que teriam até o dia 24, por conta do erro na correção, terão mais dois dias (até o dia 26 de janeiro) para se inscrever no site.
Na hora do cadastro, é necessário informar o número de inscrição do Enem 2019 e a senha mais atual cadastrada no Enem. Os candidatos poderão se inscrever para duas opções de vaga. Aqueles que não forem selecionados na chamada regular poderão escolher, para a lista de espera, a primeira ou segunda opção preenchida na inscrição. Em junho os estudantes podem se inscrever novamente.
“Funciona como uma bolsa de valores: eles vão selecionando os cursos e acompanhando o processamento a cada virada de dia, verificando suas posições”, explica Fernando da Espiritu Santo, gerente de inteligência educacional e avaliações do Sistema de Ensino Poliedro. A dica dele é: não é hora de fazer apostas, ou seja, não espere que a nota caia no último dia.
Lembrando que para participar do Sisu em 2020, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. Além disso, não pode ter zerado na nota da redação.
O momento de escolher qual carreira seguir é muito importante para qualquer pessoa, afinal será a sua carreira que vai decidir pontos importantes para a sua vida, como situação financeira e realização profissional. Algumas pessoas, porém, acabam errando na hora de tomar esse tipo de decisão e, por isso, acabam se tornando profissionais infelizes. No post de hoje, vamos dar algumas dicas sobre erros que você deve evitar na hora da escolha da profissão. Continue acompanhando e confira!
Escolher a profissão só pelo dinheiro
Esse é um dos erros mais cometidos por ai. É claro que todos nós queremos ter uma profissão que nos dê segurança financeira e conforto, porém isso deve estar ligado à vontade de exercer a atividade escolhida.
Por exemplo, você detesta ver sangue ou ferimentos, mas escolheu cursar medicina por conta dos bons salários que essa profissão paga. Outro exemplo seria detestar expressões matemáticas e ter pavor de números, mas cursar engenharia porque esse é um curso que está na moda e que também oferece bons salários.
Tenha em mente que você deve, sim, se preocupar com a questão financeira, mas não a ponto de escolher uma carreira que não te dê nenhum prazer. Mais cedo ou mais tarde, esse tipo de decisão vai te tornar uma pessoa frustrada e infeliz.
Escolher a profissão por influência dos pais
Esse é um erro tão grave — e comum — quanto o que citamos acima. Muitas pessoas fazem a escolha da profissão por causa da influência dos pais. Se você é de uma família de advogados com nome já consolidado no mercado e quer cursar direito, ótimo! Isso te trará uma facilidade bem maior para ter sucesso na carreira.
Porém, se você não tem perfil nenhum para esse tipo de profissão e não se vê de forma alguma atuando no mercado, não deixe que a influência seja fator determinante para você na hora de escolha da profissão. Seja firme e trace a melhor estratégia para ter sucesso naquilo que você realmente quer.
Mas atenção: saiba diferenciar quando a opinião da família for realmente bem-vinda. Os nossos pais são pessoas que nos conhecem e podem nos ajudar a tomar decisões sem fazer isso de uma forma imposta.
Não pensar na questão financeira
Assim como você não deve escolher uma profissão pensando apenas no aspecto financeiro, o oposto também pode se tornar um problema. A profissão que você quer ter poderá te trazer estabilidade financeira e conforto? Isso é essencial para que você tenha uma vida tranquila. Portanto, pesquise muito bem o mercado de trabalho e opte por uma profissão que te forneça tanto realização profissional quanto estabilidade financeira.
Não planejar a carreira
É muito importante que, na hora de escolha da profissão, você tenha em mente um planejamento, mesmo que básico para a sua vida. Você pretende se formar e entrar no mercado de trabalho trabalhando em uma empresa privada? Prefere prestar algum concurso público para a área? Ou quer montar um consultório ou escritório? Como isso será feito? Analise todas essas possibilidades e veja se elas realmente serão possíveis.
Ignorar o futuro da profissão
Tome muito cuidado para não escolher uma profissão que está com os “dias contados”. Com a informatização de diversas atividades, algumas profissões realmente têm tendência a serem desvalorizadas e até mesmo extintas. Arquivologistas e operadores de computador, por exemplo, são profissões que podem estar com os dias contados.
Sendo assim, estude o mercado e veja quais áreas têm tido mais valorização e crescimento em vez de decaírem. Analise o que cada profissional faz e escolha a profissão que mais combina com você.
Você está em fase de decisão sobre qual profissão escolher? Já está buscando evitar estes erros? Qual área você pretende seguir? Compartilhe através dos comentários!
O Portal Caderno do Enem possuiu um conteúdo completo para você que está naquele momento de escolher uma profissão, saiba Como escolher uma carreira e faça nosso Teste Vocacional!
Os resultados individuais do Enem foram divulgados na manhã desta sexta-feira (17). Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o exame de 2019 teve 53 notas 1.000 na redação. Na edição anterior, 55 redações contabilizaram a nota máxima.
O carioca Gabriel Lopes, 20 anos, foi um dos estudantes que comemoraram a excelência na redação. Depois do terminar o Ensino Médio em uma escola estadual na Zona Norte do Rio de Janeiro. “Todo candidato sonha em tirar o 1000, claro, mas eu também sabia da dificuldade, apesar de todo esforço”. Agora, o estudante, aluno do cursinho pH, sonha com uma vaga em Medicina, pelo Sisu, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Gabriel conta que a sua principal estratégia de preparação para a redação foi analisar textos exemplares que receberam nota máxima nas edições anteriores. “É uma boa maneira de conhecer novas palavras e conectivos para usar na dissertação. Eu observava métodos que funcionaram para construir uma boa argumentação e adaptava para criar um texto com a minha identidade de escrita.”
Sua preparação também incluía montar mapas mentais, selecionando temas possíveis e organizando linhas de argumentação que poderia seguir. “Eu escrevia mais parágrafos soltos do que textos completos”, lembra.
O estudante foi além das aulas de redação e das oficinas de produção textual e passou a ver tudo como um possível tema de redação. Quando assistia a jornais na TV, por exemplo, pensava nos possíveis temas que poderiam ser gerados a partir das notícias. Durante as aulas de História, Filosofia e Sociologia, buscava guardar alusões históricas e pensamentos de teóricos citados para embasar suas argumentações. “Pode parecer meio neurótico, mas é algo que me fazia pensar sobre as possibilidades de propostas para não ser muito surpreendido com o tema e nem ficar sem saber como abordá-lo”.
No dia da prova
Após ler a proposta “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” e os textos de apoio, Gabriel fez o que vinha treinando: antes de começar a colocar no papel, criou o texto inteiro mentalmente. “A primeira coisa que eu pensei foram duas linhas para seguir a minha argumentação, uma para cada parágrafo. Questionei: ‘será que essas linhas são boas?’ ‘será que eu vou conseguir fazer uma proposta de intervenção?’. Quando eu estava satisfeito com as duas linhas, aí pensei em como ia estruturar melhor o texto e então comecei a escrever”, conta.
Para sustentar seus argumentos e depois propor uma intervenção, como sugere o Enem, Gabriel usou o filme Na Quebrada, de Fernando Grostein Andrade, sobre histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, que utilizaram aulas de Cinema para alcançar uma nova perspectiva de vida. Além disso, ele citou os teóricos Theodor W. Adorno e Max Horkheim, abordando sobre monetização da arte e indústria cultural, e Vera Maria Candau, para falar sobre o sistema educacional do Brasil e como o aluno se relaciona com a cultura e a Arte na escola.
Confira a redação nota 1.000 de Gabriel:
Democratização do acesso ao cinema no Brasil
O longa-metragem nacional “Na Quebrada” revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida. Na narrativa, evidencia-se o papel transformador da cultura por intermédio do Instituto Criar, que promove o desenvolvimento pessoal, social e profissional dos alunos por meio da sétima arte. Apresentando-se como um retrato social, tal obra, contudo, ainda representa a história de parte minoritária da população, haja vista o deficitário e excludente acesso ao cinema no Brasil, sobretudo às classes menos favorecidas. Todavia, para que haja uma reversão do quadro, faz-se necessário analisar as causas corporativas e educacionais que contribuem para a continuidade da problemática em território nacional.
Deve-se destacar, primeiramente, o distanciamento entre as periferias e as áreas de consumo de arte. Acerca disso, os filósofos Adorno e Horkheimer, em seus estudos sobre a “Indústria Cultural”, afirmaram que a arte, na era moderna, tornou-se objeto industrial feito para ser comercializado, tendo finalidades prioritariamente lucrativas. Sob esse prisma, empresas fornecedoras de filmes concentram sua atuação nas grandes metrópoles urbanas, regiões onde prevalece a população de maior poder aquisitivo, que se mostra mais disposta a pagar um maior valor pelas exibições. Essa prática, no entanto, fomenta uma tendência segregatória que afasta o cinema das camadas menos abastadas, contribuindo para a dificuldade na democratização do acesso a essa forma de expressão e de identidade cultural no Brasil.
Ademais, uma análise dos métodos da educação nacional é necessária. Nesse sentido, observa-se uma insuficiência de conteúdos relativos à aproximação do indivíduo com a cultura desde os primeiros anos escolares, fruto de uma educação tecnicista e pouco voltada para a formação cidadã do aluno. Dessa forma, com aulas voltadas para memorização teórica, o sistema educacional vigente pouco estimula o contato do estudante com as diversas formas de expressão cultural e artística, como o cinema, negligenciando, também, o seu potencial didático, notável pela sua inerente natureza estimulante. Tal cenário reforça a ideia da teórica Vera Maria Candau, que afirma que o sistema educacional atual está preso nos moldes do século XIX e não oferece propostas significativas para as inquietudes hodiernas. Assim, com a carência de um ensino que desperte o interesse dos alunos pelo cinema, a escola contribui para um afastamento desses indivíduos em relação ao cinema, o que constitui um entrave para que eles, durante a vida, tornem-se espectadores ativos das produções cinematográficas brasileiras e internacionais.
É evidente, portanto, que a dificuldade na democratização do acesso ao cinema no Brasil é agravada por causas corporativas e educacionais. Logo, é necessário que a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania torne tais obras mais alcançáveis ao corpo social. Para isso, ela deve estabelecer parcerias público-privadas com empresas exibidoras de filmes, beneficiando com isenções fiscais aquelas que provarem, por meio de relatórios semestrais, a expansão de seus serviços a preços populares para regiões fora dos centros urbanos, de forma que, com maior oferta a um maior número de pessoas, os indivíduos possam efetivar o seu uso para o lazer e para o seu engrandecimento cultural. Paralelamente, o Ministério da Educação deve levar o tema às escolas públicas e privadas. Isso deve ocorrer por meio da substituição de parte da carga teórica da Base Nacional Comum Curricular por projetos interdisciplinares que envolvam exibição de filmes condizentes com a prática pedagógica e visitas aos cinemas da região da escola, para que se desperte o interesse do aluno pelo tema ao mesmo tempo em que se desenvolve sua consciência cultural e cidadã. Nesse contexto, poder-se-á expandir a ação transformadora da sétima arte retratada em “Na Quebrada”, criando um legado duradouro de acesso à cultura e de desenvolvimento social em território nacional.
Além de todas táticas e estratégias, o estudante fala da importância de trabalhar o psicológico para o dia da prova. “Eu acredito que metade do desempenho em uma prova como o Enem, que é pura pressão, é estar calmo. E isso é uma construção, cuidando da própria mente: terapia e meditação, por exemplo”, aconselha.
O Tô de Bolsa está com uma novidade para quem deseja ingressar em algum curso na área da saúde em Juiz de Fora: bolsas de estudo na Suprema. Estão disponíveis bolsas de 30% de desconto para os cursos de Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia. O benefício é válido durante todo o curso e ainda garante a primeira mensalidade grátis. Veja os descontos na instituição.
Para a gerente financeira da instituição, Ana Carolina Quinelato, a parceria com o Tô de Bolsa é interessante para que o aluno tenha o desconto garantido em todo o curso. “Por meio da parceria, os estudantes terão um contato mais próximo da realidade da faculdade, conhecendo de fato a qualidade do ensino”, destaca.
Como conseguir a bolsa de estudo na Suprema?
Para ter acesso a todas as vantagens que o Tô de Bolsa oferece, é preciso seguir alguns passos simples:
Primeiro, é necessário acessar o Tô de Bolsa, escolher a bolsa de sua preferência e efetuar a pré-matrícula.
Em seguida, você deve realizar sua inscrição no processo seletivo da Suprema, até o dia 25 de maio, optando pelo vestibular tradicional ou pela nota do Enem.
Sendo aprovado na seleção, basta apresentar o cupom enviado pelo Tô de Bolsa e garantir o desconto.
Sobre a Suprema
A Suprema é referência em formação profissional na área de saúde em Juiz de Fora. A instituição conta com uma estrutura moderna e suas ações são voltadas para o ensino, a pesquisa e a extensão. O campus e o Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus – hospital universitário – possuem diversos laboratórios profissionalizantes que possibilitam aos alunos exercerem a prática profissional e a prestação de serviços à comunidade.
As notas das redações do Enem 2019 foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (17). Dos 53 textos que receberam nota 1.000 neste ano, 32 foram escritos por mulheres, o que equivale a quase 60,4% das melhores notas.
Os autores dos textos com avaliação máxima têm idades que variam de 16 a 28 anos e estão em estados do Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste: Alagoas (2); Bahia (1); Ceará (6); Distrito Federal (2); Espírito Santo (1); Goiás (4); Maranhão (1); Mato Grosso do Sul (1); Minas Gerais (13); Paraíba (1); Pará (2); Pernambuco (1); Piauí (2); Rio Grande do Norte (6); Rio de Janeiro (6); São Paulo (4).
O tema desta edição foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”. O texto deveria ser do tipo dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas, desenvolvido a partir da situação-problema proposta e de subsídios oferecidos pelos textos motivadores.
O carioca Gabriel Lopes, 20 anos, foi um dos estudantes que comemoraram a excelência nesta proposta e garantiu a nota 1.000. Confira aqui as dicas e a redação do candidato.
O Tô de Bolsa tem um novo parceiro em Juiz de Fora. O programa está oferecendo bolsas de estudo na Doctum de até 50% de desconto, válidas durante toda a graduação. Os descontos são para os cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil e Engenharia de Produção. O benefício garante ainda a primeira mensalidade grátis. Confira as bolsas disponíveis no site.
Como conseguir minha bolsa de estudos na Doctum?
Para conseguir sua bolsa de estudos na Doctum, basta seguir alguns simples passos. Confira:• Acesso o site do Tô de Bolsa, escolha a bolsa desejada e faça sua pré-matrícula na Doctum;• Depois, você deve fazer sua inscrição no processo seletivo da Doctum. A instituição te dá as opções de ingresso pela nota do Enem ou por provas agendadas.• Aprovado na seleção, basta apresentar o cupom enviado pelo Tô de Bolsa na hora da matrícula e garantir o seu desconto.
A Doctum
A Rede de Ensino Doctum atua há 75 anos no ramo educacional brasileiro. A instituição conta com diversas unidades em Minas Gerais – Caratinga, Carangola, Juiz de Fora, Leopoldina, Cataguases, Manhuaçu, Teófilo Otoni e Campus Piau – e no Espírito Santo – Guarapari, Vitória, Vila Velha, Serra e Iúna. Todas as organizações, juntas, tornam a Doctum uma das maiores e melhores redes de ensino do país.
No Ensino Superior, além de 20 cursos presenciais, a rede oferece seis cursos de Educação a Distância, 25 cursos de Pós-Graduação Lato Sensu, dois programas de mestrado e cinco MBAs. Em Juiz de Fora, o campus de Engenharias é referência em Minas Gerais, contando com 42 salas de aula, biblioteca, centro de vivência e 12 laboratórios. O curso de Direito recebeu conceito máximo na avaliação promovida pelo Ministério da Educação (MEC), realizada em 2008.
O primeiro emprego geralmente é marcado por grandes aprendizados, porque a experiência de trabalho é incomparável quando se trata de aprender sobre carreira, preferências, como funciona o mercado. Por conta disso, o site ThriveGlobal coletou depoimentos de seus leitores e, como resultado, compartilhou 12 dos aprendizados em um artigo.
Mesmo que não se aplique ao seu contexto – ou que você não esteja na fase do primeiro emprego – as lições podem ajudar ou fomentar reflexões bastante relevantes. Confira!
#1 Dê crédito onde ele é merecido
“Aprendi a importância de agradecer. Meu chefe em um dos meus primeiros empregos era incrível em incentivar os outros, dando crédito onde era devido e agradecendo a cada funcionário individualmente por seus esforços – não apenas apreciando grandes equipes. Essa prática me fez me sentir valorizada e querendo trabalhar muito mais. Agora, em uma função do tipo gerente, priorizo sempre agradecer individualmente aos membros da minha equipe pelo trabalho árduo. Os funcionários sempre darão mais de si quando se sentem respeitados e apreciados – eu sei que vou!”
#2 Termine as tarefas conforme surgirem
“Eu era uma lavadora de pratos adolescente. O lema gritante de nosso chefe era: ‘Lide com tudo uma vez!’. Apliquei isso na vida. Por que parar colocando a louça na pia quando minhas mãos já estão nelas? Percorra a distância e coloque-as na máquina de lavar louça. Por que pegar este papel e movê-lo para o outro lado da mesa quando posso responder agora e arquivá-lo? Por que colocar um alfinete em algo quando posso decidir agir agora ou nunca? Isso é proficiência em movimento.”
– Roselle Shallah, educadora e assistente social
#3 Não conte com validação externa
“A lição mais importante que aprendi no meu primeiro emprego foi garantir que meu senso de autoestima venha de dentro. Lembro-me de pedir um aumento aos 15 e não conseguir. A rejeição aumentou minha dedicação em fazer o meu melhor, independentemente de eu estar nesse papel ou em outro ou se ir além fosse reconhecido e celebrado ou não. Percebi que meu motivador era a qualidade do meu trabalho e o sentimento que ele me dava, em comparação com o reconhecimento externo.”
– Stephanie Thoma, coach
#4 Apoie seus colegas e não pegue atalhos
“O McDonald’s, quando eu estava lá, fez um ótimo trabalho em promover o espírito de equipe, um senso de competição saudável quase como um time de esporte. Isso enraizou em nós um objetivo compartilhado mais amplo; portanto, não importa quantos clientes aparecessem, cuidávamos uns dos outros. Nos unimos para acompanhar a demanda – sem precisar de atalhos. Qualquer um vai querer cortar custos quando está sobrecarregado, mas, na equipe do McDonald’s, você realmente sentia que queria fazer o melhor para os clientes, porque eles notam tudo – até mesmo os menores descuidos na preparação de alimentos ou alterações na calibração ou proporções. Para nós, a satisfação do cliente era mais importante que o resultado final, porque a lealdade gerará lucros a longo prazo. É tudo sobre a reputação. Além disso, quando se trata de cozinhar, limpe à medida em que avança!”
– Scott Stratton, executivo da área da saúde
#5 Busque o lado positivo das situações
“Meu primeiro emprego me ensinou que ser demitido poderia ser a melhor coisa que já aconteceu comigo. Ao mesmo tempo em que sentia vergonha na época, também sentia alívio; fui resgatado de um ambiente que não me agradava e estava livre para explorar o que se tornaria minha verdadeira paixão!”
– Susie Ramroop, coach
#6 Conheça os ambientes nos quais você se sai melhor
“No meu primeiro emprego, cobri um território que media 150 milhas, o que me permitia ver fisicamente meus colegas de trabalho uma vez a cada três meses e exigia que eu participasse de reuniões internas virtualmente. Embora eu adorasse construir relacionamentos com meus clientes cara a cara, realmente lutei com a extrema independência nesse papel. Perdi o sentimento de comunidade que vem com uma forte cultura de equipe e uma missão compartilhada. Então, o que aprendi com essa experiência é que o ambiente é tudo para mim. A maioria dos seres humanos vive em um habitat que lhes permite se conectar, crescer e se relacionar com outras pessoas, então esse é agora um dos meus maiores motivadores no local de trabalho e funciona como algo inegociável [para mim].”
– Melissa Muncy, marketing de conteúdo
#7 Entenda que todo trabalho inclui atividades que você pode odiar
“Meu primeiro emprego foi trabalhando para meu pai no Alasca. Eu morei com ele durante o verão e trabalhava para o seu negócio na adolescência para economizar dinheiro para a faculdade. A maior lição que aprendi é que todo trabalho exige uma atividade que você pode odiar. Eu odiava muito fazer inventário, meu pai explicou que ele também odiava, mas era necessário. Ele disse que todo trabalho tem partes tediosas, mas mesmo essas partes – quando bem executadas – podem promover o sucesso de uma empresa. Tolerar a tarefa repugnante de vez em quando me manteve avançando em todos os meus objetivos, seja trabalho ou lazer.”
– Bridget Fonger, autora
#8 Veja cada porta como uma oportunidade
“Com pais que abriram seus próprios negócios, meu primeiro emprego foi criança, assumindo funções ímpares para ajudá-los. Seguindo qualquer conceito de mídia social, e-mail ou internet, nossos esforços de marketing consistiram em deslizar folhetos publicitários sob as portas. Nosso ritmo incluía alguns conjuntos habitacionais de estudantes universitários, com corredores abafados e muitas escadas. Corremos por esses corredores o mais rápido possível e o trabalho foi longo. O que se destaca [na experiência] é que não saíamos até a entrega do último panfleto. Uma porta perdida foi uma oportunidade perdida para ajudar nosso crescimento. Aprendi a não desejar afastar portas ou distrações. E aprendi a vê-los como são: passos necessários para alcançar um objetivo.”
– Jen Hill, escritora e editora
#9 Não apenas escute as pessoas, realmente ouça-as
“A maior sabedoria que adquiri no meu primeiro emprego foi ouvir. Eu aprendi como não apenas ouvir as pessoas, mas como ouvir ativamente. É cansativo, mas sou mais eficaz porque aprendi.”
– John Harrell, empreendedor, autor e palestrante
#10 Coloque as pessoas antes do lucro
“No meu primeiro emprego depois da faculdade, eu era consultor em uma grande corporação nacional. Fiquei emocionado por ter a oportunidade de trabalhar com um grande grupo de colegas e de ter um banco de clientes estabelecido desde o primeiro dia, mas logo percebi que as ineficiências burocráticas e os objetivos da organização em geral não combinavam com meus valores pessoais. Aprendi que quando indivíduos e organizações colocam margens de lucro diante das pessoas, todos perdem. Mudei de emprego 11 meses após o início e nunca me arrependi de seguir em frente.”
– Kristin Heck Sajadi, empreendedor e professor
#11 Não leve a rejeição para o lado pessoal
“Meu primeiro trabalho remunerado foi em telemarketing – ligando para empresas e residências localizadas em Los Angeles a partir do guia telefônico e oferecendo a eles uma assinatura do The New York Times. Tive muitos problemas e também muitas conversas agradáveis. Aprendi a não aceitar pessoalmente rejeições ou reclamações e nunca desistir. Se uma pessoa não estiver interessada, encontre os interessados!”
– Laleh Hancock, consultor de negócios
#12 Seja transparente, pelo seu bem e pelo bem de sua empresa
“Esconder-se debaixo de uma pedra para evitar os desafios dentro da sua empresa ou organização só os transformará em desastres e criará uma cultura negativa e infeliz no local de trabalho. Aprender como não liderar me ensinou a importância de criar uma cultura transparente, honesta e positiva para meus funcionários e clientes. Um local de trabalho feliz e saudável é igual a pessoas felizes e saudáveis!”
– Carrie McEachran, diretora executiva
Este texto foi originalmente publicado no portal Na Prática, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante.