Já está no ar o quinto episódio da série #DiaDiaEnem,especial promovido pelo Caderno do Enem para mostrar a rotina da estudante Hild Pedroso, de Juiz de Fora, na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio. Neste vídeo, ela fala sobre a redação e compartilha dicas que descobriu ao longo do ano.
A comissão externa da Câmara, criada no começo de 2019 pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para acompanhar os trabalhos do Ministério da Educação, aprovou nesta terça-feira (10), de forma unânime, o relatório final. Ele foi apresentado pelo deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), que descreve a gestão do MEC como “insuficiente”.
O diagnóstico indica metas atrasadas e aponta fragilidade do planejamento e da gestão. Cita, por exemplo, as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) que estão atrasadas, como a da educação em tempo integral.
O plano era oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024. Porém, o estudo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, divulgado em maio, aponta queda nas matrículas em tempo integral. Em 2017, 28,6% das crianças estavam matriculadas. No ano seguinte, a porcentagem caiu para 23,2%.
O documento traz ainda recomendações a serem seguidas pelo MEC como melhorar a condução de políticas educacionais, além dos prazos para a execução das propostas. Entre elas, o desenvolvimento de uma plataforma online contendo metas, objetivos e indicadores de desempenho, pelo MEC e/ou o Poder Legislativo.
Em entrevista ao jornal O Globo, a presidente da comissão externa, Tabata Amaral (PDT-SP), afirmou que “a comissão fez 12 visitas ao MEC e nove audiências públicas, e também avaliou documentos oficiais para dar uma ‘parecer técnico’ da gestão. Foram feitas 52 recomendações ao Ministério da Educação e outras 12 para a própria Câmara dos Deputados, que serão entregues ao presidente da Casa, Rodrigo Maia”.
Segundo a deputada federal, o relatório é descritivo e de sugestões, portanto, não tem poder para obrigar o executivo ou o legislativo para que tomem alguma medida. O texto final deverá ser entregue ao presidente da Câmara, à Comissão de Educação, que é capaz de aprovar os projetos sugeridos, e ao MEC.
O bacharel ou licenciado em Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas para pessoas ou grupos. Prepara crianças e adultos para as inúmeras modalidades de esporte. Ajuda no tratamento de portadores de deficiência, aplicando exercícios especiais. Pode trabalhar com grupos, em escolas, clubes e academias de ginástica, ou prestar atendimento individual, como personal trainer. É possível, ainda, atuar sozinho ou participar de equipes multiprofissionais com médicos, psicólogos e fonoaudiólogos. Para exercer a profissão é obrigatório o registro no respectivo conselho (Confef/Crefs). Para lecionar, é necessário o diploma de licenciatura. Além de trabalhar na sala de aula, o licenciado elabora e analisa materiais didáticos como livros, textos, vídeos, ambientes virtuais de aprendizagem.
O curso
A grade do curso se divide em aulas teóricas e práticas. No caso da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), são realizados dois estágios: um na própria instituição e outro nos projetos de extensão em clubes, academias, instituições e escolas da comunidade. Maurício Loures está no 2º período do curso de Educação Física da UFJF e conta que a faculdade tem superado suas expectativas. “É um curso muito dinâmico e a infraestrutura apresentada pela UFJF é incrível”.
Prós e Contras
Maurício destaca que um dos aspectos favoráveis da profissão é a variedade de áreas de atuação. “A educação física é ampla e pode ser trabalhada de várias maneiras”. Como desvantagem, o aluno aponta a remuneração: “os profissionais da educação estão recebendo cada vez menos”.
Com a palavra, o profissional
Renan da Silva trabalha como instrutor em uma academia e também é recreador. Para ele, o mercado apresenta boas perspectivas para o futuro. “Seremos sede de uma copa do mundo e também dos Jogos Olímpicos de 2016! Esses dois fatores fizeram com que a profissão fosse muito procurada”. Porém, Renan destaca que em Juiz de Fora a profissão está saturada. “Há na cidade cinco faculdades de Educação Física. Logicamente, pra aquela pessoa que se preparou de fato para o momento pós-faculdade, sempre haverá emprego, mas, devido ao grande número de profissionais, a qualidade dos mesmos caiu bastante”.
A possibilidade de prevenir pacientes de forma a evitar futuras doenças é apontada por Renan da Silva como uma das principais vantagens da profissão. “Não há nada melhor que ver a satisfação e o sorriso da pessoa que foi atendida por você, independente do segmento da educação física que você siga”. Como aspecto desfavorável, o profissional concorda com o estudante Maurício. “A profissão é muito mal remunerada e também muito mal valorizada por algumas pessoas da área e alguns leigos que acham que nosso trabalho é uma brincadeira. Isso tem mudado de uns tempos pra cá, mas ainda sim há muito desrespeito com aqueles que buscam sempre o bem estar do próximo, seja ele um paciente, aluno ou cliente”.
A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp, Comvest, divulgou nesta segunda-feira (9) o total de inscritos por curso e a relação candidatos por vaga no processo seletivo Enem-Unicamp 2020.
No total, 17.367 estudantes se inscreveram na modalidade, especialmente voltada para alunos oriundos de escolas públicas ou autodeclarados pretos e pardos. Os candidatos serão selecionados com base apenas nas notas obtidas pelos candidatos no Enem (2019 e 2018) para ingresso nos cursos de graduação da Unicamp.
O número é bem próximo do registrado no ano anterior, primeira vez em que a Unicamp ofereceu a modalidade e quando 17.977 estudantes se inscreveram.
Os inscritos foram distribuídos em três categorias: a maior parte das vagas direcionada a estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública (11.887 inscritos); estudantes autodeclarados pretos e pardos (2.150 inscritos); e estudantes de escolas públicas que também sejam autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (3.330 inscritos).
O Enem-Unicamp 2020 oferece 639 vagas e os candidatos puderam escolher até duas opções de curso. Entre os mais procurados estão: Medicina (Integral), Arquitetura e Urbanismo (Noturno), Comunicação Social – Midialogia (Integral), Ciências Biológicas (Integral), Ciência da Computação (Noturno), Enfermagem (Integral), Ciências Econômicas (Noturno), História (Integral), Farmácia (Integral) e Odontologia (Integral).
Os candidatos devem ficar atentos: serão cinco chamadas para matrícula, seguindo o mesmo calendário de matrículas do Vestibular Unicamp 2020. A matrícula será realizada em duas etapas: as três primeiras virtuais (na página da Comvest) e a partir da quarta chamada, de forma presencial, na unidade sede do curso. A primeira chamada está prevista para o dia 10 de fevereiro.
O estudante que tiver terminado o ensino médio em 2010, ou que concluir nos próximos anos e tiver interesse em solicitar o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), deverá ter feito obrigatoriamente o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do último ano, ou as próximas edições. A portaria do Ministério da Educação (MEC) que altera e inclui dispositivos nas regras para a obtenção do financiamento estudantil foi publicada na última terça-feira (7) no “Diário Oficial da União”.
A regra anterior dizia que todo estudante ingressante no Fies deveria ter feito o Enem como condição para solicitar o financiamento. Agora, a regra vale apenas para quem concluiu o ensino médio a partir de 2010.
Segundo a portaria, para pedir o Fies “será exigida do estudante concluinte do ensino médio a partir do ano letivo de 2010, participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 ou posterior, ou que possua a condição de professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica integrante do quadro de pessoal permanente da instituição pública, regularmente matriculado em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia”.
Ainda de acordo com a portaria, “os estudantes que por ocasião da inscrição ao Fies informar data de conclusão do ensino médio anterior ao ano de 2010, deverão comprovar essa condição perante à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA)”.
A regra não se aplica para quem já possui o contrato com o Fies em vigor.
O financiamento é concedido aos estudantes matriculados em cursos presenciais com avaliação positiva nas avaliações do Ministério da Educação, ou seja, com conceito maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Faltando menos de um mês para a prova do Enem 2019, que acontece nos dias 3 e 10 de novembro, dicas e conteúdos que contribuam para o estudo de maneira prática são mais do que bem-vindos. E se você pudesse receber tudo isso pelo WhatsApp?
A Fundação 1Bi, instituição social do Grupo Movile, lançou uma ferramenta totalmente gratuita que possibilita o estudo para o Enem por meio do aplicativo de mensagens: o AprendiZap.
O AprendiZap Enem funciona por meio de um chatbot que interage com o estudante. A assistente virtual Bi conversa com quem acessa o canal e a partir das escolhas feitas pelo usuário (disciplina desejada, dificuldade na matéria, etc.) envia conteúdos personalizados que passam pela curadoria da edutech Descomplica. Ao final de cada etapa, o estudante avalia o quanto aprendeu e o bot faz novas sugestões de conteúdos.
“Apesar de existir muito conteúdo de qualidade disponível, muitas vezes as pessoas não sabem onde encontrá-lo, como acessá-lo e organizá-lo para estudar”, afirma Matheus Fonseca, diretor da Fundação 1Bi. “E escolhemos o WhatsApp porque ele já está naturalmente no cotidiano das pessoas, especialmente dos jovens, possibilitando um acesso gratuito e em qualquer lugar”, completa.
Para Lorrane Cardoso, de 19 anos, as dicas de estudo que recebeu foram muito úteis para ela se organizar, definir metas e não perder tempo na hora dos estudos. A jovem vai prestar Administração e afirma que, apesar de ter utilizado a ferramenta para todas as disciplinas, a maior contribuição foi dos conteúdos de Matemática e Química. “Acho essas matérias mais difíceis, e as explicações bem objetivas me ajudaram a entender melhor”, afirma.
Hiago de Jesus Santana, de 18 anos, vai prestar Medicina e conta que sentiu seu desempenho em Biologia melhorar. “Acho que a ferramenta é muito boa para quem está interessado em estudar e útil para quem está um pouco perdido em como se organizar”, explica. “O fato de ser por WhatsApp também me agradou muito, pois é rápido e fácil de acessar”.
Hoje, mais de 15 mil pessoas utilizam o AprendiZap Enem e a expectativa da empresa é impactar 50 mil estudantes ainda este ano.
É possível acessar a ferramenta pelo link. Depois, é só escolher o tema Enem, clicar no botão “começar” e enviar #APRENDIZAP para o número indicado.
Vale lembrar que é preciso cautela e responsabilidade na hora de estudar pelo aplicativo de mensagens. É muito fácil acabar se distraindo e perder o foco dos estudos com outras mensagens. Por isso, aproveite as vantagens do WhatsApp da melhor forma, mas saiba quando deixar o celular de lado.
Pensando nas relações entre a música e a literatura,o Projeto da Fundadção Torino foi aberto à comunidade e contou com diversas atrações voltadas ao tema.
Bailarinos convidados do grupo Lindy Hop BH deram oficina de dança do estilo. O grupo tem vídeo dirido por Gilberto Goulart, em BH.
Durante o Projeto da Fundadção Torino, o bailarino Leandro Belilo da Cia. Fusion de Dança ministrou a oficina “Street Dance – Cultura e Identidade Negra”.
Outra oficina do projeto que garantiu o entretenimento do público. “Soy loco por ti America”, trabalhou a história de diversos ritmos latinos, com apresentação ao vivo de músicos e bailarinos. Os participantes participaram de jogos interativos e aprenderam passos básicos de cada ritmo.
A programação do Projeto da Fundadção Torino
contou ainda com oficinas interdisciplinares tendo a música como tema central: O Rock e a Pop Art,; Descobrindo o cordel,;Laboratório de sons;; Atelier do vinil; Batalha do conhecimento rap- ritmo e poesia. O projeto ofereceu ainda as oficinas Beatles Forever; Trilha do cinema e A Música e a mente..
Encerrando as atividades do projeto 12º Atentado Poético, houve apresentação dos músicos da Big Band da UEMG e dos bailarinos convidados para as oficinas de Lindy Hop e Street Dance.
Projeto Atentado Poético
O projeto Atentado Poético é uma iniciativa inspirada no site Bookcrossing, voltado para a troca de livros e experiências de leitura. O projeto é realizado anualmente, desde 2003, e já colocou em circulação mais de três mil livros de literatura na cidade de Belo Horizonte.
Hoje, a ideia inicial do abandono de livros não é mais o tema central das atividades. A experimentação de linguagens e a integração de diversas áreas do conhecimento a partir do estudo de temas comprovam a possibilidade de um trabalho integrado e profícuo entre as diversas disciplinas que compõem a estrutura curricular da Fundação Torino.
Tem como missão formar pessoas capazes de serem protagonistas em situações sociais, políticas, econômicas e culturais diversas e integradas, conseguindo assim, ser uma escola modelo de referência nacional e internacional. Seus valores são, além de educar e desenvolver, praticar o exercício da cidadania, respeitar e aceitar as diferenças, respeitar e valorizar as pessoas e formar cidadãos para o mundo.
No dia 15 de outubro é comemorado o dia do professor. Esses profissionais são os responsáveis pela transmissão de conhecimento para diversos grupos, moldam os estudantes de todas as profissões e são essenciais na formação de cidadãos. Seja na escola ou no ensino superior é fácil lembrar de um professor que tenha marcado a sua história.
Considerando todo o impacto que esses profissionais podem gerar na vida de estudantes, o cinema e a televisão construíram personagens que exercem essa profissão e alteraram o enredo de séries e filmes.
Pensando nisso, separamos uma lista com 7 professores marcantes das telas que podem te ajudar nos vestibulares. Seja de forma direta, passando conhecimentos sobre pensadores e momentos históricos, ou de forma indireta, para construir repertório sobre diversos temas. Segue abaixo:
1. John Keating (Robin Williams)
sociedade dos poetas mortos –
– (Reprodução/Reprodução)
No filme “Sociedade dos Poetas Mortos, que se passa em 1959, John Keating passa a lecionar em uma tradicional escola norte-americana apenas para garotos. A instituição valoriza costumes conservadores e tenta controlar a liberdade dos jovens.
O professor começa então a despertar o interesse dos alunos em poesias, incentivá-los a ter pensamentos críticos, ajudá-los a desenvolver uma postura autônoma e enxergar o mundo de um ponto de vista diferente. Baseando-se também na ideia do “carpe diem”, John os estimula a seguir seus sonhos e aproveitar a vida como decidirem – e não como a sociedade, seus pais ou a escola determinaram.
Retratando uma realidade comum na década de 1950, o filme “O Sorriso de Monalisa” mostra uma escola tradicional nos Estados Unidos na qual as alunas tem como grande objetivo se tornarem ótimas esposas em casamentos bem-sucedidos. E são nesses princípios que a escola apoia sua educação – oferecendo até aulas que ensinam a cruzar e descruzar as pernas.
Em oposição a esse universo conservador presente tanto no cotidiano quanto nas artes da época, a nova professora de História da Arte, Katherine Watson, confronta os costumes ali defendidos, busca mostrar para as estudantes que elas podem ir além e se torna uma inspiração para a turma.
3. Rainer Wenger (Jürgen Vogel)
A Onda – saiba como utilizar o filme no vestibular (facebook) –
– (Constantin Film / Highlight Film/Reprodução)
Rainer Wegner é um professor de ensino médio que recebe a tarefa de ensinar sobre autocracia (regime no qual o governante tem poder absoluto e ilimitado) aos seus alunos, que duvidam que uma ditadura poderia ocorrer na Alemanha novamente.
Para provar que essa realidade não é tão distante, ele decide organizar um projeto e aproximar os jovens de mecanismos do fascismo. A ideia toma proporções que ultrapassam a sala de aula e foge do controle do professor.
“A Onda” é baseado em uma história verídica. No ano de 1967, um professor norte-americano tentou mostrar aos seus alunos como funcionava a Alemanha nazista e realizou a mesma atividade.
O filme “O Grande Desafio” é baseado em fatos reais e mostra a trajetória do professor Melvin B. Tolson que leciona, na década de 1930, em uma escola na qual a maioria dos alunos é negra. Vale lembrar que nessa época leis racistas estavam em voga nos Estados Unidos e grupos se organizavam para humilhar, maltratar e linchar pessoas negras.
Melvin se esforça para treinar uma equipe de alunos para debater em um tradicional campeonato entre universidades (disputada em sua maioria por brancos do sul dos Estados Unidos) e mostrar que eles são capazes de disputar com jovens de Harvard.
Além de mostrar debates enriquecedores, o filme evidencia os problemas enfrentados por negros durante esse período.
5. Merlí Bergeron (Francesc Orella)
Na série Merlí, um professor de filosofia utiliza métodos pouco tradicionais para ensinar seus alunos, buscando incentivar o pensamento crítico, a reflexão sobre diversos temas e a discussão em sala de aula. Sua postura chega a ser questionada por pais, outros docentes e até mesmo alguns alunos.
O objetivo do professor é tornar a filosofia algo mais próximo do dia a dia dos jovens. Então, além de apresentar as ideias de filósofos e pensadores, mostra como tudo isso poderia ser utilizado de forma prática para resolver problemas cotidianos.
Cada episódio tem como fio condutor algum filósofo ou corrente de pensamento, entre eles a Escola Peripatética, Aristóteles e Nietzsche, por exemplo.
6. Erin Gruwell (Hilary Swank)
escritores da liberdade –
– (Escritores da liberdade/Reprodução)
Em “Escritores da Liberdade”, a professora Erin Gruwell assume uma turma em uma escola que apresenta um grande descaso em relação aos seus alunos, sem incentivos ou mesmo acreditar no potencial dos jovens. No início do filme, a relação entre a docente e os alunos é hostil.
Mas Erin decide elaborar um método diferente para despertar o interesse dos alunos, acreditando que poderia, inclusive, romper as barreiras étnicas e sociais que presenciou na turma. Ela inicia um projeto de leitura e escrita. A partir dele, cada estudante deve escrever, em uma espécie de diário, acontecimentos do cotidiano com a família e amigos, e seus pensamentos ao longo do dia. A ferramenta os ajuda a lidar com certos medos e inseguranças que sentiam. Com o tempo, chegam a enxergar os colegas de uma forma diferente e percebem o quanto têm em comum.
Baseado em fatos reais, o filme foi realizado com base no livro “Diário dos Escritores da Liberdade”, que reuniu os textos escritos pelos alunos de Erin e foi publicado em 1999.
7. François Marin (François Bégaudeau)
Lançado em 2008, o filme francês “Entre os Muros da Escola” retrata uma escola de ensino médio localizada na periferia de Paris. Nela, o professor de língua francesa François Marin leciona em uma turma com diversos conflitos. Temas como migração e feminismo são colocados em pauta.
O professor e seus colegas buscam formas de envolver seus alunos nas aulas e discutem como despertar o interesses desses jovens pelos estudos. O filme também mostra discussões controversas nas salas dos professores, tensões étnicas e sociais entre os alunos, descaso, violência e a dificuldade de tentar romper certas barreiras e transformar a realidade dos jovens.
O vestibular agendado é uma modalidade comum quando ainda há vagas remanescentes na universidade. O candidato tem a possibilidade de escolher o melhor dia e horário para realizar seu teste, com o mesmo conteúdo cobrado nos vestibulares tradicionais.
Separamos 5 instituições da cidade que estão com inscrições abertas e provas ainda em dezembro para você começar o ano novo realizando o sonho de estudar na universidade!
Além dos cursos de bacharelado, com duração de até 5 anos, a Ibhes/Facemg oferece opções de menor duração (nível tecnólogo) para você conquistar seu diploma, no máximo, em 3 anos. A instituição também aceita a nota do Enem como forma de ingresso.
Vestibular agendado: segunda à sexta, às 16h e aos sábados, às 10h. (O agendamento deve ser feito com 24h de antecedência)
O Una conta com 11 unidades espalhadas por Belo Horizonte, Betim, Contagem e Sete Lagoas e oferece mais de 60 opções de cursos. Além do FIES e Prouni, o estudante também conta com o programa de crédito universitário Pra Valer.
Vestibular agendado: dias 6, 10 ou 13 de dezembro
Com inscrições abertas até o próximo dia 12, o Centro Izabella Hendrix utiliza a modalidade de prova digital, realizada no laboratório de informática do instituto. O valor de inscrição é de R$ 35,00. O candidato que utilizar sua nota do Enem para inscrição está isento do pagamento.
Vestibular agendado: 13 ou 14 de dezembro
Há 50 anos no mercado, a UniBH possui 5 campi em Belo Horizonte e um programa de financiamento próprio: a UniBH Juros Zero. A universidade também possui um portal de vagas para o aluno começar a estagiar já no início do curso.
Vestibular agendado: dias 04, 06, 10, ou 13 dezembro
A Estácio conta com duas unidades próximas ao centro de Belo Horizonte, uma no bairro Floresta e outra no Prado. São mais de 30 opções de cursos nas modalidades de bacharelado, licenciatura e graduação tecnológica.
Vestibular agendado: As datas variam de acordo com cada curso.
Avaliada entre as 3 melhores universidades privadas de Minas, segundo o Ranking Universitário Folha, a Fumec possui cursos presenciais e a distância. Um diferencial da instituição é o programa Fumec Carreiras para o aluno terminar a faculdade com um vaga garantida no mercado de trabalho.
Vestibular agendado: terças e quintas (às 10h, 15h ou 19h) e sábados (9h); exceto nas semanas do natal e ano novo.
Ainda não sabe qual curso escolher? Acesse nosso Guia de Cursos e conheça as melhores opções em BH!
Com a aproximação das Olimpíadas de Tóquio, assuntos que envolvem outras competições e atletas de maneira geral ganham destaque nas manchetes de jornais, rodas de conversa e, sim, nas provas. Por isso, é importante estar por dentro do tema e relacioná-lo a questões atuais ou exploradas frequentemente em vestibulares.
Para te ajudar nessa tarefa, separamos uma lista com quatro atletas de diferentes gerações que tentaram de alguma forma alterar o que consideraram injustiças políticas ou sociais:
Megan Rapinoe
Megan Rapinoe 2019 Tour –
– (Lorie Shaull/Wikimedia Commons/Reprodução)
A jogadora de futebol Megan Rapinoe se destacou dentro e fora de campo na Copa de 2019. Além de criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ela afirmou que não iria à Casa Branca caso vencesse o campeonato. O político chegou a responder e provocar a atleta, afirmando que primeiro ela precisaria ganhar a competição.
Pois é, ela ganhou. Depois de liderar a seleção dos EUA na vitoriosa campanha na Copa Feminina de Futebol na França, Megan Rapinoe ainda foi eleita a melhor jogadora do mundo. Em seu discurso, a jogadora fez críticas ao racismo, à homofobia e pediu por mais igualdade no futebol. Rapinoe, como prometido, não foi à Casa Branca.
Vale lembrar que a jogadora não canta o hino de seu país antes das partidas como forma de protesto.
Colin Kaepernick
Em 2016, o jogador de futebol americano Colin Kaepernick ocupou as manchetes de jornais, ganhando apoiadores e críticas. O atleta passou a se ajoelhar durante o hino dos Estados Unidos, um protocolo que ocorre antes de todos os jogos da NFL (liga de futebol americano dos EUA).
Segundo Kaepernick, essa era sua forma de protestar contra a violência exercida por policiais contra jovens negros no país e a passividade de autoridades ao se posicionarem sobre o assunto. Os críticos afirmavam que isso era um desrespeito aos Estados Unidos. O presidente norte-americano, Donald Trump, também não poupou críticas ao jogador no Twitter. Na época, ele deixou o time que estava e, devido aos protestos, não conseguiu mais ingressar em nenhum time da NFL.
Entretanto, o ato ganhou o apoio de diversos segmentos da sociedade e foi repetido por outros jogadores de futebol americano e por atletas das mais variadas modalidades.
Muhammad Ali
Muhammad Ali NYWTS –
– (Wikimedia Commons/Reprodução)
Considerado o maior lutador da história, Ali foi tricampeão dos pesos pesados e levou seu ativismo político para fora dos ringues. Nascido Cassius Clay, ele mudou seu nome para Muhammad Ali após se converter ao islamismo. Na época, era próximo do ativista Malcom X, que defendia ações radicais contra o racismo.
Além de ser um símbolo contra o preconceito contra negros, Ali recusou-se a lutar na Guerra do Vietnã após ser convocado. Isso desencadeou uma série de consequências para o pugilista, incluindo a perda do cinturão e ameaças de prisão, mas ele manteve seu posicionamento.
Sócrates
O atleta que jogou pela Seleção Brasileira nas Copas de 1982 e 1986 era engajado nas questões políticas do país. Destaque no Corinthians durante os últimos anos de Ditadura Militar no Brasil, Sócrates foi um dos principais nomes da chamada Democracia Corinthiana, movimento ideológico no qual os jogadores reivindicavam mais influência nas decisões tomadas pelo clube, como contratações e idas à concentração.
O movimento cresceu e o Corinthians se tornou um símbolo em prol da democracia. Posteriormente, Sócrates também participou da Campanha pelas Diretas Já. Morto em 2011, ele é lembrado como um dos grandes jogadores da história do futebol e também como um dos mais inteligentes e engajados.