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  • Confira o Edital de 1,5 Mil Vagas em Concurso Público da Polícia Federal

    Confira o Edital de 1,5 Mil Vagas em Concurso Público da Polícia Federal

    Fim da espera. A Polícia Federal publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (15) o edital de abertura do concurso público com 1.500 vagas. Todas as oportunidades são destinadas a candidatos que têm formação de nível superior, com remunerações iniciais de até R$ 23.692,73.

    As inscrições poderão ser feitas das 10 horas do dia 22 de janeiro até as 18 horas de 9 de fevereiro, no site do Cebraspe. As taxas serão de R$ 180 para os cargos de agente, escrivão e papiloscopista e R$ 250 para delegado, com pagamento da taxa podendo ser feito até o dia 3 de março.

    A autorização para as contratações foi concedida pelo Ministério da Economia em dezembro. O presidente Jair Bolsonaro já havia falado da liberação do certame diversas vezes. Segundo o chefe do Poder Executivo, seriam 2 mil oportunidades. A expectativa é de que sejam chamados, além dos 1.500 aprovados, mais 500 candidatos.

    PF publica edital de concurso com 1,5 mil vagas e salário até R$ 23 mil
    Oportunidades são para os cargos de agente, papiloscopista, escrivão e delegado de Polícia Federal. Inscrições poderão ser feitas de 22 de janeiro a 9 de fevereiro

    CARGOS DO CONCURSO DA PF

    As oportunidades serão para os seguintes cargos:

    • Agente: 893 vagas
    • Delegado: 123 vagas
    • Escrivão: 400 vagas
    • Papiloscopista: 84vagas

    As remunerações iniciais são de R$ 12.522,50 para agente, escrivão e papiloscopista e R$ 23.692,74 para delegado, todos com jornada de trabalho de 40 horas semanais.

    COMO VAI FUNCIONAR

    Para participar do certame, os candidatos devem ter, além do nível superior, carteira de habilitação a partir da categoria “B” e, no caso de delegado, pelo menos três anos de atividade policial ou jurídica.

    A aplicação das provas objetivas e discursivas do concurso da PF estão marcadas para ocorrer no dia 21 de março. O certame também vai contar com exames de aptidão física, avaliação médica, avaliação oral para o cargo de delegado, prova prática de digitação para o cargo de escrivão, análise de títulos para delegado, avaliação psicológica e curso de formação profissional.

    Para os cargos de papiloscopista, agente e escrivão, as provas objetivas e dissertativas terão duração de 4h30, realizadas no período da tarde. Somente para delegado, a parte objetiva terá duração de 3h30 no período da manhã e a dissertativa terá cinco horas de duração, no período da tarde.

    A prova objetiva contará com três blocos para os cargos de agente, escrivão e papiloscopista. Serão 60 questões no bloco I, 36 no II e 24 no III, além da prova dissertativa, com até 30 linhas. Já o exame objetivo para delegado terá 120 questões e a dissertativa, com três questões e uma peça profissional.

    Quais são os concursos que vão acontecer em 2021?

    2021 será um ano em que os concursos públicos começarão a acontecer novamente. Isso porque em 2020, devido à pandemia e algumas medidas do atual Governo Federal foi considerado um ano “fraco” para concursos.

    De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que fora sancionada pelo atual presidente, Jair Bolsonaro, estão previstas, até o inicio de 2021, o provimento de 50.946 vagas. além disso, a criação de mais de 2 mil cargos.

    Como estamos no início do ano, não há informações exatas sobre quais os concursos que vão ocorrer durante todo o ano de 2021.

    No entanto, alguns deles já estão com o edital publicado e datas definidas de inscrição, provas, etc.

    Um desses concursos, que já está em andamento, e também sempre muito aguardado é para a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

    O concurso prevê 1.500 vagas. Além disso, o cronograma do processo já foi publicado. Veja:

    • Início das inscrições: 25/01/2021.
    • Provas objetivas e discursivas: 28/03/2021.
    • Exame de capacidade física: 08 e 09/05/2021.

    Conforme mencionado, se trata de um dos concursos mais aguardados. Os salários vão até R$10.357,88. Neste caso, para o cargo de policial federal rodoviário.

    Além disso, os cargos contemplam auxílio-alimentação de R$458,00 e regime estatutário de contratação.

    Porém, é preciso cumprir alguns requisitos para conquistar uma das vagas. Assim, os candidatos devem ter, de acordo com o edital:

    • Mais de 18 anos;
    • Superior completo em qualquer área;
    • Carteira de habilitação a partir da categoria “B”.

    As vagas são para os estados de: AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, SE, SP, TO

    Já a banca realizadora da prova do concurso é a Cebraspe.

    Por outro lado, a taxa de inscrição ainda está em fase de definição.

    O edital oficial completo sobre todo o processo, assim como os conteúdos das provas, pode ser visto aqui.

    fazer concurso da Polícia Federal
    fazer concurso da Polícia Federal

    Mais concursos em 2021

    Outros concursos autorizados e previstos para 2021 e, também, muito aguardados são para a Polícia Federal (PF) e para a Polícia Militar (PM) de São Paulo.

    O concurso para a PF está autorizado. Um dos concursos mais aguardados prevê cerca de 900 vagas para os cargos de:

    • Agente de polícia;
    • Escrivão de polícia;
    • Delegado de polícia;
    • Papiloscopista policial federal.

    As inscrições devem ocorrer ainda no primeiro semestre de 2021.

    Vale ressaltar que os cargos exigem Nível Superior em qualquer área de formação. N entanto, para as vagas de Delegado, é preciso Ensino Superior completo em Direito.

    Além disso, é exigida Carteira Nacional de Habilitação (CNH), categoria B.

    Em relação aos salários, as faixas iniciais são: R$ 12.522,50 (para agente, escrivão e papiloscopista). Por fim, R$ 23.692,74 para delegado.

    A banca organizadora do concurso é a Cebraspe. As vagas são para os estados: AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, SE, SP, TO

    Por outro lado, o edital ainda não foi publicado. Mas basta acompanhar o site da Polícia Federal ou, então, o Diário Oficial da União ou no site da Cebraspe: www.cebraspe.org.br.

    Ou, ainda, aqui no Portal Maratimba.

    Concurso para Polícia Militar (São Paulo)

    Mais um dos concursos mais esperados, já estão autorizadas 2.700 vagas para o cargo de Soldado, na Polícia Militar de São Paulo (PM SP).

    Além disso, para o segundo semestre de 2021, há solicitação da abertura de concurso publico para mais vagas. Assim, totalizando 5.400 postos para a PM SP.

    Para concorrer, há requisitos, como por exemplo:

    • Ter o ensino médio completo na ocasião da posse;
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH) entre as categorias “B” e “E”
    • Idade entre 17 e 30 anos;
    • Altura mínima de 1,60 m (para homens) e 1,55 m (para mulheres).

    A banca examinadora é a Fundação Vunesp.

    Já em relação aos salários a remuneração inicial é de R$ 3.266,30. Neste caso, o valor é formado pelo salário base (R$ 2.674,66) mais o adicional de insalubridade (R$ 691,64).

    Você pode Acompanhar o andamento do concurso para a PM SP no site da Vunesp (www.vunesp.com.br) ou aqui, no Portal Maratimba.

    concurso Bacen: aguardando…

    Concursos 2021 em solicitação ou previstos

    Foram solicitados ou estão previstos concursos públicos para a Polícia Civil de São Paulo (mais de  mil vagas). Além disso, para o Tribunal de Justiça de São Paulo.

    Também, para o cargo de auditor fiscal (Receita Federal), com remuneração inicial de R$ 21.487. Para o Banco Central, para o cargo de analista e com salário inicial de R$19.655,06

    Concursos regionais

    Além disso, você pode seguir as páginas dos estados e prefeituras. Os concursos para estas esferas ocorrerão em todo o ano de 2021.

    Dicas para os concursos

    De acordo com especialistas do Brasil Escola, vale conhecer 10 dicas fundamentais para se sair bem nos concursos de 2021. Confira:

    1. Escolher concursos com os quais se identifica, caso contrário será “perda de tempo e de dinheiro”.
    2. Planejar os seus estudos.
    3. Preparar um plano de estudos.
    4. Seguir atentamente o cronograma dos concursos.
    5. Atenção total ao edital.
    6. Conciliar a preparação teórica com a prática.
    7. Foco.
    8. Persistência, pois a concorrência é grande e a aprovação não costuma vir “de cara”.
    9. Cuidar da saúde física e mental. Concursos exigem muito do candidato, que deve estar em boas condições.
    10. Descanse, pelo menos, 1 dia na semana.
    11. Estude sempre. Mesmo que você fique alguns meses sem ter concursos à vista, a maioria dos processos é composto por assuntos iguais. Você aproveita o que já estudou e não acaba esquecendo.
    12. Concursos públicos devem ser um objetivo da própria pessoa. Nunca vá por este caminho influenciado ou pressionado por terceiros.
    13. Pense que passar em um concurso é como uma meta, portanto, esteja preparado para fazer algumas renúncias, até que consiga a sua aprovação.
    14. Caso opte por se matricular em cursos preparatórios, pesquise pela qualidade do local, instrutores, materiais, etc. Nunca escolha apenas com base no preço, pois o muito barato pode sair caro…
    15. Por fim, mantenha-se motivado! Pense que a média é de 2 a 3 anos de estudo e dedicação para que chegue a aprovação em um concurso público.

    Boa sorte e saiba mais sobre Concursos 2021, aqui no Portal Maratimba!

     

  • Quem pode fazer concurso da Polícia Federal?

    Quem pode fazer concurso da Polícia Federal?

    Você sabe quem pode fazer concurso da Polícia Federal? Em 2020, o presidente Jair Bolsonaro confirmou que em breve a PF abrirá 2 mil vagas.

    A notícia gerou muita empolgação, já que trabalhar na PF é o sonho de muita gente. Além dos desafios do cargo e dos salários atrativos, a vaga ainda traz estabilidade.

    No entanto, fazer concurso da Polícia Federal não é tarefa fácil. Além de concorrido, esses concursos são complexos e difíceis. Além disso, eles possuem requisitos bem específicos para aprovação.

    Pensando nisso, a seguir te contamos tudo o que você precisa saber para fazer concurso da PF. Agora é só se preparar, estudar e investir na carreira pública.

    Quem pode fazer concurso da Polícia Federal: requisitos gerais

    Para ser elegível a uma vaga como policial federal, os candidatos devem estar de acordo com alguns requisitos. Enquanto alguns têm a ver com a vaga pretendida, outros são mais gerais.

    Os requisitos gerais, inclusive, são semelhantes aos pedidos para quem presta qualquer concurso de nível federal. No entanto, por ser um emprego que exige várias aptidões, a PF também possui alguns critérios exclusivos.

    Falamos sobre alguns deles a seguir.

    1. Idade

    Assim como no caso dos outros concursos, a idade mínima para ingressar na PF é de 18 anos completos na data da posse. Já a idade máxima é a da aposentadoria compulsória, aos 75 anos.

    2. Nacionalidade

    Para fazer concurso da Polícia Federal, o candidato deve ter nacionalidade brasileira ou portuguesa. No segundo caso, deve consultar o edital para conferir requisitos específicos.

    3. Aptidões

    Além disso, o candidato deve estar em plenas faculdades mentais. Ele também precisa comprovar sua aptidão física. Afinal, é um cargo que exige um bom desempenho físico.

    4. Conduta social

    Por ser um agente que fiscaliza o cumprimento das leis, uma boa conduta social é muito importante. Ou seja, normalmente não são aceitos candidatos que já possuem passagem pela polícia.

    5. Obrigações eleitorais

    Por fim, para fazer concurso da PF o candidato precisa estar em dia com suas obrigações eleitorais. Ou seja, deve ter votado na última eleição, ou justificado sua ausência.

    Preciso de nível superior para trabalhar na Polícia Federal?

    Uma das dúvidas mais comuns de quem quer trabalhar na PF é sobre nível superior. Isso porque cada vaga pede por níveis de escolaridade diferentes.

    Para alguns cargos administrativos, por exemplo, são aceitos candidatos com nível médio. No entanto, para os demais cargos, nível superior é essencial.

    Esse curso superior deve ser reconhecido pelo MEC. Já o curso depende muito do cargo.

    A seguir, falaremos em mais detalhes sobre cada um.

    1. Agente da Polícia Federal

    Quem quer fazer concurso da PF para ser Agente precisa ter diploma de nível superior. Esse diploma pode ser tecnólogo, mas o curso vai depender do que consta no edital.

    2. Escrivão

    Já no caso dos escrivães, a PF aceita diploma em qualquer curso superior.

    3. Papiloscopista

    Assim como a vaga de escrivão, o papiloscopista também não precisa ter nenhum diploma específico. No entanto, curso superior completo é essencial.

    4. Delegado

    Já para quem quer ser delegado, os critérios são mais elevados. Isso porque o candidato deve ter formação em Direito, e exercício de, pelo menos, três anos na profissão.

    5. Perito Criminal

    Por fim, a vaga de perito criminal permite admissão de pessoas com vários diplomas distintos.

    Os cursos dependem muito do edital, mas normalmente são relacionados a ciências exatas e biológicas.

    Quem pode fazer concurso da Polícia Federal para Agente?

    Além dos critérios básicos, quem quer ser Agente da PF também deve cumprir um outro requisito. Isso porque o candidato precisa ter carta de motorista de, pelo menos, categoria B.

    A carteira de motorista é necessária porque, entre outras funções, o Agente é aquele que dirige os carros policiais.

    O cargo de Agente é um dos mais versáteis da carreira policial. Isso porque o funcionário pode trabalhar tanto em âmbito administrativo, quanto em campo. Além disso, ele pode ser responsável pelas fronteiras do país.

    Etapas do concurso para Polícia Federal

    fazer concurso da Polícia Federal 1
    fazer concurso da Polícia Federal 1

    Agora que você já descobriu quem pode fazer concurso da Polícia Federal, vamos falar sobre as etapas de avaliação. Ao contrário de outros concursos públicos, o da PF é bem mais acirrado e difícil.

    Isso porque, além das provas tradicionais, ele também pede por outras provas específicas. Além disso, o candidato passa por um treinamento eliminatório integral de várias semanas.

    A seguir, falaremos em detalhes sobre cada uma das etapas.

    1. Prova objetiva

    A primeira etapa para quem quer fazer concurso da Polícia Federal é a prova objetiva. Ela conta com 120 questões, de temas que vão desde língua portuguesa até direito penal.

    2. Prova discursiva

    Em seguida, os candidatos devem fazer uma prova discursiva. Para cada cargo essa prova é diferente. Ou seja, pode ser desde uma redação, até a resposta de várias perguntas.

    3. Teste de Aptidão Física (TAF)

    Quem quer fazer concurso da PF também precisa passar pelo Teste de Aptidão Física. O TAF é eliminatório, e mede o condicionamento físico dos candidatos.

    4. Avaliação médica e psicológica

    O candidato também precisa passar por uma avaliação médica e psicológica. Ela serve para provar que a pessoa está apta mental e fisicamente para o serviço.

    5. Curso de Formação Profissional

    Mesmo aprovado nos itens anteriores, o candidato ainda não se tornou policial federal. Os aprovados nas etapas anteriores devem fazer o Curso de Formação Profissional na Academia Nacional de Polícia.

    Esse curso é eliminatório, e conta com disciplinas teóricas e operacionais. O curso dura em torno de cinco meses, e é integral, de segunda a sábado.

    6. Testes específicos

    Além dos testes gerais, alguns cargos pedem por testes específicos. O cargo de Delegado, por exemplo, exige uma prova oral. Já o teste de Escrivão pede por uma prova de digitação.

    Quem quer ser Delegado ou Perito também precisa passar por avaliações de títulos. O mesmo vale para cargos ligados a área administrativa da PF.

    Trabalhar na Polícia Federal é o sonho de muitas pessoas. Isso porque a profissão possui bons salários, muitos benefícios e prestígio social. Além disso, policiais têm a estabilidade de servidores públicos.

    No entanto, fazer concurso da Polícia Federal não é nem um pouco fácil. Isso porque, além de concorrido, o processo pede por requisitos específicos e provas de desempenho físico.

  • Concurso Polícia Federal lançará Edital de para 1.500 vagas em até seis meses

    Concurso Polícia Federal lançará Edital de para 1.500 vagas em até seis meses

    Concurso Polícia Federal lançará Edital de para 1.500 vagas em até seis meses
    Concurso Polícia Federal lançará Edital de para 1.500 vagas em até seis meses

    Edital para 1.500 vagas na Polícia Federal deve sair em até seis meses. No entanto a autorização para as contratações foi publicada no Diário Oficial da União. Os concurseiros devem ficar atentos, pois as oportunidades serão para delegado, escrivão, papiloscopista e agente.

    Agora é oficial. A Polícia Federal está autorizada a abrir concurso público com 1.500 vagas para cargos de nível superior. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (11). A corporação tem seis meses para publicar o edital, ou seja, até 11 de junho de 2021. Na última quarta-feira, o aval já estava disponibilizado para consulta no Sistema Eletrônico de Informação (SEI) do governo federal.

    Oportunidades para Nível Superior na Concurso Polícia Federal

    A portaria foi assinada pelo diretor-geral da PF, Rolando Alexandre de Souza. Todas as oportunidades são para cargos de nível superior em qualquer área, com exceção do delegado, que precisa ter curso superior em Direito. Além disso, é necessário para todas as funções que o candidato tenha carteira de habilitação.

    As vagas para os seguintes cargos:

    • Delegado (123)
    • Escrivão (400)
    • Papiloscopista (84)
    • Agente de polícia federal (893)

    Qual é a Remuneração da Polícia Federal

    A remuneração é de R$ 12.441,26 para agente, escrivão e papiloscopista. Já para delegado, é de R$ 23.130,48.

    Embora haja um prazo para a publicação do edital de abertura do certame, a expectativa é de que o documento seja publicado em breve. As regras da seleção estão praticamente prontas, como já afirmou o presidente Jair Bolsonaro nas últimas semanas. A PF tem a intenção inicial de liberar a seleção ainda em dezembro. O próximo passo é definir a banca organizadora.

    Entretanto caso a corporação consiga publicar o edital ainda em dezembro, a aplicação das provas pode ocorrer em abril de 2021, com realização dos testes de aptidão física em junho e dois cursos de formação, respectivamente, em janeiro e junho de 2022.

    O último concurso da Polícia Federal foi realizado em 2018, com 500 vagas.

  • Concurso da Polícia Federal – Edital – Inscrição – Gabarito

    Concurso da Polícia Federal – Edital – Inscrição – Gabarito

    Concurso da Polícia Federal. A Polícia Federal Prepara a realização de novos concursos para o preenchimento de cargos vagos em seus quadros.

    Isso porque, nas últimas semanas, houve solicitação para a realização de concurso para preencher 600 vagas de agente de Polícia Federal.

    As vagas solicitadas agora irão se juntar a outras que já haviam sido solicitadas antes, visando preencher quadros de Agentes Administrativos, em virtude do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal.

    As vagas a serem ofertadas poderão ser preenchidas por candidatos com nível médio e superior. O edital sairá assim que o concurso for autorizado.

    Concurso da Polícia Federal – Edital

    O edital dos concursos da Polícia Federal normalmente é publicado cerca de três meses antes da primeira prova, escrita.

    Entretanto, para quem quer estar realmente preparado para o concurso, o ideal é conhecer os editais anteriores, para ver o que o espera.

    Além de ter vagas destinadas a portadores para deficientes e negros, também costuma haver opções para aqueles que fazem parte do cadastro único fazerem sua inscrição gratuitamente.

    Por fim, quanto ao conteúdo, o candidato pode esperar muita cobrança de direito constitucional, administrativo e penal.

    Além disso, há sempre a cobrança de conhecimentos gerais, como português e raciocínio lógico.

    Concurso da Polícia Federal – Inscrição

    Para se inscrever para o último concurso realizado pela Polícia Federal, o candidato pagou a taxa de R$150,00.

    O valor é alto porque o concurso é realizado em todo o território nacional e conta sempre com muitos candidatos, aumentando seus custos.

    Além disso, é bom saber que as inscrições ficaram abertas por apenas cerca de 20 dias, então, se você pensa em concorrer a uma das vagas, compensa já começar a guardar dinheiro para a inscrição.

    Por fim, é bom lembrar que, ao menos no último concurso, houve uma extensão do período para pagar a guia da inscrição.

    Elas se encerraram em 26 de outubro, mas a guia pôde ser paga até 7 de novembro.

    Concurso da Polícia Federal – Gabarito

    As questões elaboradas para a prova de múltipla escolha do concurso da Polícia Federal são normalmente muito bem-feitas.

    Por isso, o gabarito não costuma dar chance para erro. Apesar disso, nos anos anteriores foi comum que até cinco questões fossem anuladas, beneficiando a todos.

    Os gabaritos também tendem a ser divulgados em até 3 dias após a realização da prova.
    Tempo suficiente para o candidato que está em dúvida já ir sanando todas e preparando um eventual recurso contra alguma questão.

    Os recursos podem ser apresentados, normalmente, até 48 horas após a divulgação do gabarito oficial.

    Perguntas frequentes sobre o Concurso da Polícia Federal

    Para quem quer estudar para o Concurso da Polícia Federal muitas questões costumam surgir.

    Os editais costumam ser extensos e há muitas regras específicas.
    Além disso, as diversas provas pelas quais o candidato precisa passar também causam um pouco de confusão.

    Por isso, e pensando em você e em outros candidatos que talvez tenham ficado com uma pulga atrás da orelha após pesquisar na internet sobre os concursos da Polícia Federal.

    Elaboramos uma lista com as dúvidas mais frequentes dos candidatos antes de se inscreverem para o concurso.

    1. O que estudar para passar no concurso da Polícia Federal?

    A primeira coisa que você precisa estudar para o concurso da Polícia Federal é língua portuguesa.
    Haverá questões na prova de múltipla escolha e, caso haja prova dissertativa no edital, uma boa escrita é sinal de pontos.
    Além disso, direito constitucional, penal e administrativo também precisa estar na ponta da caneta.
    O ideal é você ver o que foi cobrado na última prova para o cargo que você quer.

    2. Quantas horas de estudo para passar Polícia Federal?

    É muito difícil dizer quanto tempo de estudo é necessário para ser aprovado em um concurso.

    O rendimento das pessoas é diferente, portanto, você precisa encontrar o seu ritmo e não tentar achar uma fórmula mágica.

    Há, porém, uma certeza sobre a não aprovação.
    Ela virá se você não estudar.
    Por isso, o ideal é procurar o seu ritmo adequado e não se sobrecarregar.

    3. Quantas questões têm a prova da PF?

    A prova da Polícia Federal, na verdade, se divide em provas, por isso, a resposta para esta questão depende da fase em que você está.

    • Para a primeira prova, objetiva, os últimos concursos têm contado com 120 questões.
    • Já na prova discursiva há uma única questão a ser desenvolvida em até 30 linhas.
    • Para as provas físicas há pontuações, por isso o ideal é consultar o edital.

    4. Qual curso mais aprova para Polícia Federal?

    Quem procura um curso preparatório para concursos da Polícia Federal encontra uma grande gama de opções, tanto on-line quanto presenciais.

    O que os últimos concursos públicos têm demonstrado é que, nesse cenário, um curso tem se destacado, O Gran Cursos.

    Com sedes físicas nas grandes cidades e no Brasil inteiro pela internet, o curso coleciona números positivos nos concursos para a PF e tem tudo para ser um dos preferidos dos candidatos no próximo certame.

     

    5. O que cai na prova de agente da Polícia Federal?

    O conteúdo programático do último edital para agente da Polícia Federal contou com os seguintes temas:

    • Língua portuguesa;
    • Noções de informática;
    • Atualidades;
    • Raciocínio lógico;
    • Noções de administração;
    • Noções de contabilidade;
    • Noções de economia;
    • Noções de direito penal;
    • Noções de direito processual penal;
    • Noções de direito administrativo
    • Noções de direito constitucional;
    • Legislação especial aplicada a Polícia Federal.

    Além disso, na prova de aptidão física havia barra fixa, teste de impulsão horizonta, natação e corrida.

    6. Quanto tempo dura o concurso da PF?

    Um concurso para os cargos da Polícia Federal dura, em média, um ano.
    No entanto, é importante considerar o que vivemos atualmente e as dificuldades que podem haver em reunir os candidatos para realizarem as provas.

    Considerando as necessidades de distanciamento social e o grande número de inscritos, o tempo entre a publicação do edital e a divulgação do resultado final não deve ser inferior a um ano e meio.

    7. Qual o limite de idade para entrar na Polícia Federal?

    O último edital de concurso previu que a idade mínima para o candidato.

    Importante ressaltar que essa idade é necessária no dia da matrícula para o curso de formação, última etapa do concurso, e não no momento da inscrição.

    Quanto à idade máxima, o último edital nada disse e, na verdade, ter mais de 60 anos na data do último dia das inscrições é um dos critérios de desempate.

    8. Precisa ter nível superior para entrar na Polícia Federal?

    Depende para qual cargo você deseja concorrer.

    Para os cargos de agente de Polícia Federal, Papiloscopista, Perito, escrivão e delegado um dos requisitos do concurso é ter nível superior em qualquer área de formação.

    Entretanto, para o concorrer às vagas de agente administrativo, que foram solicitadas há pouco tempo, por sinal, basta o nível médio.

    9. Vai ter concurso da PF em 2020?

    É impossível cravar, com certeza, se o edital do concurso para a Polícia Federal será publicado ainda em 2020 ou no início de 2021.

    A única certeza é que as autorizações estão sendo solicitadas e o quadro do órgão está com déficit de funcionários.

    A abertura ou não dependerá da capacidade financeira do governo em aumentar gastos com novas contratações.

    10. Quem pode fazer o concurso da PF?

    O concurso é aberto para todos os brasileiros, mas tem algumas características que devem ser levadas em consideração, com a idade mínima que explicamos acima.

    Além disso, é preciso ter nacionalidade brasileira, o que abrange, por exemplo, os naturalizados e os portugueses, desde que haja reciprocidade para com os brasileiros.

    11. Quais são os requisitos para fazer a prova da Polícia Federal?

    Primeiramente é preciso que você saiba que existem requisitos para fazer a inscrição e concorrer a uma vaga e requisitos para tomar posse e começar a exercer o cargo.

    Aqui falamos dos primeiros. Ou seja, o único requisito para fazer a prova é ter feito a inscrição regularmente, estando apto, portanto, a entrar em um dos locais onde a prova será realizada e fazer a prova.

    12. O que é preciso para se tornar um policial federal?

    Para se tornar um Policial Federal você precisa saber que necessita investir em várias áreas de conhecimento e habilidades.
    A prova de múltipla escolha cobrará conhecimento sobre os temas, mas na discursiva você precisará saber argumentar.
    Depois é preciso ter aptidão física e psicológica para continuar no processo seletivo.
    Por fim, ainda há uma investigação social, para analisar sua postura diante da sociedade e sua capacidade para entrar na Polícia Federal.

     

    13. Quais são as áreas da Polícia Federal?

    Quem vai participar do concurso têm várias opções e pode atuar tanto como agente da Polícia Federal, que envolve mais a investigação e o trabalho direto em campo, quanto como agente administrativo, realizando trabalhos internos.

    De qualquer maneira, o trabalho da Polícia Federal pode envolver qualquer crime que envolva a União.

    Logo, tanto a falsificação de dinheiro quanto os desvios políticos milionários são áreas onde a Polícia Federal atua.

     

    14. Como se inscrever para o concurso da Polícia Federal?

    Você já ouviu a expressão “o edital é a lei do concurso”.

    Pois é, para saber essa e outras informações é importante aguardar a divulgação do edital, pois, a depender da empresa contratada para realizar a prova, as formas de se inscrever podem variar.

    De qualquer jeito, é importante que você saiba que, normalmente, é possível fazer tudo pela internet.

     

    15. Quando sai o Resultado do Concurso da Polícia Federal?

    O resultado dos concursos realizados pela Polícia Federal é divulgado no Diário Oficial da União e a data normalmente é prevista no edital.

    Além disso, a banca organizadora que é responsável pela elaboração e aplicação das provas também costuma divulgar em suas redes e na área do candidato, o resultado individualizado de cada participante.

     

    16. Quando será Publicado o Gabarito da Polícia Federal

    O gabarito da prova objetiva é publicado comumente três dias após a realização das provas.

    Já o resultado da prova discursiva costuma sair apenas junto com a divulgação do resultado final e as notas de cada candidato.

    Por fim, na prova de aptidão física o candidato já tem acesso, no momento da realização, aos números do seu teste e pode verificar se foi aprovado ou não.

     

    17. Quando será o próximo concurso da Polícia Federal?

    Muito provavelmente o próximo concurso da Polícia Federal ocorrerá ainda em 2020.
    O Presidente da República já deu mais de uma manifestação nesse sentido e autorizações já foram solicitadas.

    Além disso, os quadros da Polícia Federal estão combalidos e um novo concurso é necessário para não prejudicar o andamento dos trabalhos do órgão.

    18. Quando sai o edital da PF 2020?

    As últimas notícias têm confirmado que a ideia do governo federal é publicar o edital de concurso para a Polícia Federal ainda em 2020, mais provavelmente em dezembro.

    Entretanto, cabe a ressalva aqui de que, com a pandemia do novo coronavírus, há um constante discurso do governo no sentido do corte de gastos, então, a contratação de novos servidores parece um impasse.

    19. Qual foi o último concurso da Polícia Federal?

    O último concurso da Polícia Federal ocorreu em 2014 e as vagas ofertadas foram 600, apenas para o cargo de agente da Polícia Federal.

    O edital foi publicado em 2014 e o resultado final foi homologado um ano depois.
    Em 2012 a Polícia Federal fez o último concurso para escrivão.

    Por isso tudo, a esperança é que o novo edital tenha muitas vagas.

     

    20. Como me preparar para a prova da Polícia Federal?

    Começar agora e não esperar a publicação do edital para só depois começar iniciar seus estudos.

    Por isso, busque o edital anterior e veja as matérias que precisam ser estudadas.

    Se tiver dificuldades para estudar sozinho, procure um bom curso on-line ou presencial.
    Por fim, se o físico não estiver em dia, comece a se exercitar, a prova de aptidão física também é eliminatória.

    Conclusão

    O concurso da Polícia Federal é um dos mais concorridos do país e conta com provas bastante elaboradas.

    Entretanto, começando a se preparar agora você aumentará em muito as chances de ser aprovado, então vale a pena.

    O edital do concurso deve sair até dezembro de 2020 e a previsão é que haja mais de 2000 vagas em disputa.

    O processo de autorização do concurso ainda está caminhado e, por isso, ainda dá tempo de começar a se preparar adequadamente.

    Agora que você já tirou todas as suas dúvidas, é só começar a estudar.

  • The Intercept denunciou ‘roubalheira’ de Alckmin em 2018 e acusou MP de Omissão

    The Intercept denunciou ‘roubalheira’ de Alckmin em 2018 e acusou MP de Omissão

    The Intercept denunciou 'roubalheira' de Alckmin em 2018 e acusou MP de Omissão
    Ex-governador Geraldo Alckmin 06/09/2018 REUTERS/Paulo Whitaker

    O site The Intercept antecipou em quase dois anos o desenrolar da operação da Polícia Federal que indiciou o ex-governador Geraldo Alckmin.  O site à época fez dura acusação ao Ministério Público paulista, além do judiciário e complacência do poder legislativo.

    Com o desenrolar das ações da PF fica a dúvida. Será que as acusações do Intercept estavam certas em 2018? Se positivo os poderes fiscalizadores também deveriam ser arrolados sobre tais questões.

    Por que Geraldo Alckmin ainda não é ficha suja.

    No artigo o autor Piero Locatelli cita 9 roubalheiras que aconteceram debaixo do bico do tucano. Entre elas a mais marcante sem dúvida teria sido a da Merenda Escolar, além da propina de 10 milhões da Odebrecht.

    Confira na íntegra a postagem feita no dia 14 de setembro de 2018.

    ROUBO DO DINHEIRO da merenda, propina da Odebrecht, compra de votos e superfaturamento de obras. Escândalos como esses aconteceram em São Paulo ao longo dos últimos 23 anos, desde que Geraldo Alckmin começou a frequentar o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Ninguém trabalhou tanto tempo ali. Ainda assim, nenhum desses escândalos grudou no candidato do PSDB para a Presidência.

    Entre idas e vindas, Alckmin governou São Paulo por 12 anos. Também ocupou o cargo de vice-governador, secretário de Desenvolvimento e presidente do Programa Estadual de Desestatização do estado. A forma como ele sobreviveu tanto tempo sem que os escândalos colassem na sua imagem é explicada por um caldo que tem como ingredientes um Ministério Público estadual fraco, uma base forte na Assembleia Legislativa e algumas decisões amigáveis do Judiciário.

    Seu maior baque veio na primeira semana deste mês: o Ministério Público do Estado pediu a cassação dos seus direitos políticos devido à acusação de ter recebido até R$ 10 milhões em propinas da Odebrecht na campanha eleitoral de 2014, com o objetivo de ocultar fraudes na construção de uma linha de metrô na cidade.

    Para lembrar de mais de duas décadas de escândalos, fizemos um levantamento dos principais casos que bateram na trave de Alckmin – e o procuramos para responder por que ele não percebeu o que acontecia embaixo do seu nariz.

    1. Máfia da Merenda

    Este é o escândalo que deixou Alckmin mais bravo. Não à toa, ele pediu a quebra de sigilo e a retirada do ar de perfis que o chamaram de “ladrão de merenda” – e conseguiu, graças a uma decisão do TJSP relatada pelo desembargador Teixeira Leite.

    Tucanos eram acusados de desviar o dinheiro destinado à compra de suco de laranja para crianças em 2014 e 2015. A verba, roubada do governo do Estado e de 30 prefeituras, abasteceria campanhas eleitorais e ajudaria lobistas e políticos a enriquecer.

    No esquema, uma cooperativa agrícola fingia comprar de pequenos agricultores, mas destinava o dinheiro a grandes fornecedores e políticos. Tudo isso com licitações fraudulentas.

    A cara do escândalo foi a do deputado estadual tucano Fernando Capez, então presidente da Assembleia Legislativa. Na cena mais emblemática, descrita por um procurador, ele esfregou os polegares pedindo dinheiro e dizendo “não esquece de mim, ein, (…) estou sofrendo em campanha”.

    Coube à Procuradoria Geral de São Paulo investigar o roubo. No total, oito pessoas foram denunciadas. O ex-chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Fernando Padula, chegou a ser denunciado por corrupção passiva, por fazer vista grossa ao problema.

    Apesar de todo o escândalo ter acontecido no seu governo, o nome de Alckmin sequer aparece na denúncia do procurador-geral, Gianpaolo Poggio Smanio. Em paralelo, uma CPI na Assembleia Legislativa também responsabilizou 20 pessoas, mas nenhum político tucano.

    Procuramos a campanha de Alckmin para responder cada uma das acusações. Na resposta, sua assessoria disse que não houve máfia da merenda dentro do governo de São Paulo. “Houve fraudes comandadas por uma cooperativa na venda de suco de laranja ao Estado. A Coaf fingia comprar de pequenos agricultores, quando, na verdade, adquiria o produto de grandes fornecedores”, diz a nota, sem assinatura. “O governo paulista foi vítima do esquema, assim como pelo menos outros cinco Estados”, concluiu o texto.

    2. O “Santo” da Odebrecht

    As ecumênicas delações da Odebrecht, divulgadas em janeiro de 2017, também envolveram Alckmin, cujo apelido nas famosas planilhas da empresa era “Santo”. A companhia alegou que pagou ao político R$ 8,3 milhões em propinas, que eram entregues em dinheiro vivo em quartos de hotéis.

    Contra a vontade de procuradores da Lava Jato, a ministra Nancy Andrighi, do STJ, transformou a denúncia sobre Alckmin em um problema eleitoral em abril deste ano, enviando o caso para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Isso facilitou a vida do tucano: em vez de responder pelo crime de corrupção e ficar no caminho da operação, considerada mais rigorosa, Alckmin vai se defender na Justiça Eleitoral, como se a denúncia fosse um problema menor de financiamento ilegal de campanha.

    Quem pediu para que Alckmin fosse salvo neste caso foi o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia. Coincidentemente, tudo aconteceu entre amigos: o procurador é primo de José Agripino Maia, senador do DEM e aliado de longa data do governador tucano.

    Alckmin se livrou de novas investigações da Lava Jato. Isso, porém, não impediu que o promotor Ricardo Manuel Castro pedisse que o governador fosse condenado à perda de seus direitos políticos. Agora, o PSDB estuda ir ao Conselho do Ministério Público contra o promotor.

    Alckmin não respondeu diretamente sobre a Odebrecht. Na resposta, a assessoria diz que “Geraldo Alckmin tem 46 anos de vida pública e nunca foi acusado de ter recebido qualquer valor ou qualquer bem ilegalmente. Sempre viveu de salário e remunerações pagas em troca de seu trabalho. Não enriqueceu na política. Não acumulou patrimônio.”

    3. A caixa preta da água

    Em 2015, São Paulo teve cenas de Mad Max por causa da falta d’água. Mais de 70% dos moradores da cidade tiveram o abastecimento cortado. Na eleição de 2014, a crise hídrica já era previsível. Mas Geraldo Alckmin só admitiu a existência de um racionamento após ser reeleito governador, em janeiro do ano seguinte.

    Vista da reserva Jaguari-Jacareí, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo, onde o Sistema Cantareira se manteve estável pelo segundo dia seguido. Segundo a Sabesp, o sistema opera com 5,1% da capacidade total na sua reserva técnica. (Joanópolis, SP, 27.01.2015. Foto de Luis Moura/Folhapress)

    Esta era a paisagem da reserva Jaguari-Jacareí, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo, em janeiro de 2015. A reserva faz parte do  Sistema Cantareira, que abastece o estado que foi governado por Alckmin.

    Foto: Luis Moura/Folhapress

    Alckmin protagonizou cenas insólitas, como o momento em que inaugurou o volume morto da reserva da Cantareira. Além do ridículo dessas cenas, as gestões tucanas já haviam sido alertadas sobre o problema por um relatório de pesquisadores da USP ao menos quatro anos antes, mas nada fizeram para mudar o quadro.

    O Ministério Público do estado ainda investiga o favorecimento de 13 empresas de engenharia em contratos realizados pela Sabesp, a companhia de saneamento paulista, entre 2008 e 2013.

    Alckmin não foi responsabilizado mesmo tendo a companhia pública sob seu comando.

    4. Propinoduto tucano

    Investigadores localizados a quase 10 mil quilômetros de São Paulo fizeram mais para descobrir o chamado “propinoduto tucano” do que aqueles vizinhos do palácio dos Bandeirantes. O escândalo só foi revelado graças aos suíços, que enviaram documentos ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica apontando superfaturamento e fraudes em licitação de trens e metrôs ligadas à empresa francesa Alstom.

    O esquema não se restringia à Alstom e também envolvia outras multinacionais como a Bombardier e a Siemens. As empresas, segundo a Polícia Federal, fizeram um acordo para dividir contratos de manutenção e reforma as linhas de metrô e trem em São Paulo. Segundo o Ministério Público, o valor desviado foi de ao menos R$ 834 milhões.

    O escândalo explodiu em 2012, mas a suspeita era de que ele acontecia desde 1998, quando Alckmin já era vice de Mario Covas. Apesar de ter chefiado o Executivo paulista em boa parte do período dos roubos, entre 2001 e 2006, Alckmin nunca foi responsabilizado.

    Em uma esquisita lógica, foi Alckmin quem ameaçou processar a Siemens por formação de cartel, enquanto mantinha contratos com a empresa. Um delator da multinacional admitiu o esquema e apontou que três secretários de Alckmin receberam propina.

    Neste caso, coube ao Supremo Tribunal Federal, em processo relatado pelo ministro Marco Aurélio, livrar a barra dos dois aliados de Alckmin citados no caso – o tucano José Anibal e Rodrigo Garcia, do DEM.

    Além de não ter sido denunciado, Alckmin fez mais: ele perdoou uma dívida de R$ 116 milhões da Alstom com o governo do estado, referente a atrasos nas linhas de trem e em obras. Embora envolvesse dinheiro público, o perdão veio num acordo extrajudicial cujas cláusulas e razões permanecem ocultas. O Ministério Público chegou a pedir a suspensão do perdão, mas foi ignorado.

    A assessoria de Alckmin afirmou que “criou uma comissão independente para acompanhar as investigações e foi à Justiça para obter ressarcimento.” Também disse que o esquema atingiu o Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

    5. Escândalo da Nossa Caixa

    O banco Nossa Caixa foi investigado por favorecer deputados na Assembleia Legislativa quando Alckmin foi governador em 2005. Na época, o governo do estado era dono do banco, e verbas de publicidade operadas por ele teriam sido usadas em troca de votos.

    O deputado estadual Afanasio Jazadji, do então PFL (atual DEM), afirmou que recebeu uma oferta do próprio governador para que deixasse de criticá-lo em troca das verbas de publicidade. “Eu teria ajuda desde que deixasse de criticar os secretários da Segurança Pública, da Administração Penitenciária e da Educação nos meus programas de rádio e de TV,” disse o deputado.

    O esquema não se referia a uma ou outra publicidade feita pelo Nossa Caixa. Segundo uma auditora do banco e uma investigação do Ministério Público do Estado, de um total de 278 operações avaliadas na época, havia irregularidades em 255 – quase 92% delas. Entre elas, serviços não prestados e pagamentos feitos sem as autorizações necessárias.

    Nesse caso, o governador tucano se livrou pela completa incapacidade da oposição de abrir uma CPI efetiva. Em um jogo de empurra, o PT chegou a levar o caso ao Supremo Tribunal Federal, mas ele nunca deu em nada. Enquanto isso, o governador manteve um acusado do escândalo em seu governo.

    Em 2009, a promotoria moveu uma ação contra quatro diretores pelo caso – Alckmin, é claro, ficou de fora.

    6. Rodoanel

    Uma única obra dos governos tucanos, o trecho norte do Rodoanel, resultou no roubo de R$ 600 milhões do dinheiro do governo, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público. Líder do esquema, Laurence Casagrande foi secretário de Transporte e presidente da empresa do estado que controla a construção de rodovias, a Dersa, Desenvolvimento Rodoviário S/A.

    Isso não foi o suficiente para abalar a confiança de Alckmin em Casagrande. No último dia 23 de junho, Alckmin descreveu seu antigo secretário de transportes como uma “uma pessoa séria (…) com uma enorme folha de serviços ao estado.” Dois dias antes, ele havia sido preso em um desdobramento da operação Lava Jato.

    Segundo a assessoria de Alckmin, “existe uma discussão técnica envolvendo uma concessionária privada e um órgão público a respeito de um item da maior obra da América Latina”. “É uma obra viária licitada, financiada e rigorosamente fiscalizada por um órgão internacional, o BID, e pelo menos outras quatro instâncias independentes”, diz o texto.

    Houve também queima de arquivos. Uma auxiliar de Casagrande foi voluntariamente à PF para dizer que destruiu documentos ligados ao caso dentro do órgão público por ordem do seu próprio chefe, sem saber do que eles tratavam.

    Casagrande foi solto na última semana pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Alckmin ainda passa intacto no caso.

    A assessoria do candidato disse que “Laurence Casagrande foi indiciado quando já não era secretário de Estado – nem Alckmin, governador”. “Cobrar sua demissão, portanto, é ignorar não apenas o devido processo legal, mas a lógica. O mesmo se pode dizer da tentativa de ligar as relações de parentesco de um vice-procurador da República a uma decisão do STJ. Tamanhos absurdos não podem cair apenas na conta da ignorância. Denotam absoluta má-fé”, escreveu a assessoria do candidato.

    7. Venda da Eletropaulo

    Os problemas próximos a Alckmin não começam com ele no cargo de governador, assumido em 2001. Um deles, por exemplo, data de 1998, quando ele comandava o programa de privatizações em São Paulo, que vendeu, entre outros, a Eletropaulo, a maior empresa de energia elétrica da América Latina.

    A companhia foi vendida à americana AES por US$ 2 bilhões, valor considerado baixo para o patrimônio da empresa. “O processo de avaliação e privatização da Eletropaulo foi feito por um método que, para nós engenheiros, não retrata o valor patrimonial em função das suas instalações, de seus equipamentos”, disse, à época, João Batista Serroni de Oliva, Coordenador do Grupo de Trabalho para a reavaliação patrimonial da Eletropaulo.

    As acusações geraram uma CPI, que produziu mais acusações, que não deu em nada. Elas foram enterradas em 2008 pela base tucana na Assembleia, durante a gestão de José Serra no governo do estado. Nenhum dirigente do PSDB foi denunciado pelo caso. Alckmin, que comandou todo o processo, claro, também não.

    8. Superfaturamento de casas

    Alckmin se orgulha de o estado de São Paulo ser o que mais investe em habitação no país, com o repasse de 1% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, para a área. O que ele não menciona são os escândalos de corrupção que envolvem essa grana.

    Um operação da Polícia Civil prendeu 16 pessoas envolvidas em licitações fraudulentas e no superfaturamento de obras da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, a CDHU, uma empresa ligada ao governo do estado.

    Segundo o Ministério Público, o esquema passava pela LBR Engenharia e Consultoria, que forjava medições de serviços em empreendimentos da CDHU para viabilizar a liberação de valores pagos a fornecedores. A LBR financiou a campanha de Geraldo Alckmin em 2010… após o escândalo.

    Mais uma vez, uma CPI instaurada foi incapaz de levar o caso adiante. Seu relatório não responsabilizava ninguém pelo roubo e afirmava que não havia sido possível chegar aos detalhes.

    Acusado de ser o artífice do esquema, o ex-secretário de habitação Mauro Bragato, só foi condenado em outro caso, que envolvia o roubo, literalmente, do dinheiro do leite das crianças na prefeitura de Presidente Prudente.

    9. Compra de votos

    Por fim, outro modo padrão de atuar na corrupção nacional: a troca de votos e favores. Em 2005, quando Alckmin era governador, a Folha publicou uma conversa telefônica entre os deputados estaduais Romeu Tuma Jr., do PMDB, e Paschoal Thomeu, do PTB.

    Eles discutiam o voto em Edson Aparecido, candidato favorito de Alckmin para a presidência do legislativo local. Thomeu dizia que o próprio governador havia prometido ajudá-lo, já que as suas seis empresas estavam “em situação muito difícil”. O governador iria ajudá-lo comprando seus terrenos por meio da CDHU.

    Mesmo com o voto de Thomeu, Aparecido perdeu a eleição por apenas dois votos.

    Como em todos os casos que também dependem da Assembleia Legislativa, ele não deu em nada. A promotoria disse que iria abrir um inquérito, porém ele não se desenvolveu após a morte do deputado Thomeu, no ano seguinte.

    NA NOTA ENVIADA ao Intercept, a assessoria de Alckmin fez outros comentários sobre a reportagem, que ainda não havia sido publicada – e, portanto, não havia sido lida pela campanha do tucano antes de responder às minhas perguntas. “A reportagem se utiliza de fake news, mistura casos desconexos e abusa das ilações irresponsáveis na tentativa de manchar a reputação de um político que não é apenas ficha limpa, é vida limpa.”

    A nota também diz que “de um panfleto partidário como The Intercept não se espera isenção, mas seu total descompromisso com a apuração é chocante”, escreveu a assessoria, em uma nota sem assinatura, e antes de ler a matéria.

    Foto em destaque: Geraldo Alckmin, candidato à presidência pelo PSDB, em encontro regional do partido em Osasco, São Paulo.


    CORREÇÃO: A matéria informava incorretamente que Laurence Casagrande possuía 113 milhões de reais em contas na Suíça. O dinheiro, na verdade, é atribuído a outro ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza. O texto foi alterado às 15h08 de 14 de setembro de 2018.

    Fonte: The Intercept

  • Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!
    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    A defesa do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que o indiciamento da Polícia Federal (PF) por suspeitas de participação em lavagem de dinheiro, caixa dois eleitoral e corrupção passiva é “injustificável e precipitado”.

    Os advogados Marcelo Marins de Oliveira e José Eduardo Rangel de Alckmin afirmaram ainda que a ação desta quinta-feira, 16, fere “um dos princípios basilares do Estado democrático de direito: o direto do contraditório e da ampla defesa”. (Leia a nota na íntegra no fim do texto).

    PSDB publicou Twite em defesa de  Alckmin

    As acusações contra o tucano foram conduzidos pela Lava Jato após delação de ex-executivos da Odebrecht. Também foram indiciados o ex-tesoureiro do PSDB, Marcos Monteiro, e o ex-assessor de Alckmin, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

    O indiciamento aponta supostas irregularidades envolvendo obras no Metrô de São Paulo e no Rodoanel. Segundo a PF, além das delações dos empreiteiros, o indiciamento se baseou em prova pericial recolhida nos sistemas de informática do Grupo Odebrecht, análise de extratos telefônicos, obtenção de conversas por aplicativo Skype e ligações telefônicas de Mesa de Operações, analise de documentos indicando a pratica de cartel.

    De acordo com os advogados, “o ex-governador sequer foi chamado para prestar esclarecimentos que poderiam ter evitado o seu indevido e imerecido indiciamento”.

    Confira abaixo a nota na íntegra:

    “Injustificável e precipitado o indiciamento do ex-governador Geraldo Alckmin, que, sobretudo, feriu um dos princípios basilares do Estado democrático de direito: o direito do contraditório e da ampla defesa. A ele foram negados o prévio conhecimento dos fatos que teriam ensejado a instauração do inquérito, além do direito fundamental de se defender, assegurado pela Constituição a todo cidadão brasileiro. O ex-governador sequer foi chamado a prestar esclarecimentos que poderiam ter evitado o seu indevido e imerecido indiciamento. Por meio desta nota, além de expressar a sua indignação e reiterar o seu compromisso com os princípios de seriedade, transparência, probidade e modéstia pessoal com que sempre procurou atuar na vida pública, confirma a sua confiança na verdade, que haverá de prevalecer.”