Autor: Guia do Concurso

  • Educação a distância: uma realidade no Ensino Superior – Caderno do Enem

    Educação a distância: uma realidade no Ensino Superior – Caderno do Enem

    A Educação a Distância (EaD) ganhou espaço no Brasil. Atualmente, são mais de 3,5 mil polos a distância e 94 tipos de cursos que podem ser feitos nessa modalidade. Com aulas telepresenciais e videoaulas, você pode fazer um curso em qualquer lugar do país. Se antes existiam estudantes que não estavam acostumados com o fato de não ter a presença de um professor para explicar o conteúdo, hoje essa mudança já é visível.

    Uma pesquisa do Inep mostra que o número de matrículas aumentou nos últimos anos. Para se ter uma ideia, no ano de 2003 o número de matrículas em cursos EaD era de 49.911. Dez anos depois, em 2013, eram mais de 1,1 milhão de inscritos. Como ainda não há dados mais atualizados do MEC, recentemente, a Hoper Educação realizou um estudo que aponta que, em 2016, devem ser registradas 1,59 milhão de matrículas no ensino superior a distância privado brasileiro, podendo chegar a 1,78 milhão em 2017.

    Os números mostram que a modalidade de ensino a distância resistiu melhor à crise econômica brasileira do que a educação presencial. Por isso, a previsão é de que o EAD continue a crescer, enquanto o número de matrículas presenciais no ensino privado tenha queda, de 4,3 milhões em 2015 para 3,98 em 2016.

    Essa realidade exponencial não foi diferente na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Em dez anos, o número de alunos matriculados cresceu 122%, de acordo com a diretora do Cead, Edna Martin. Hoje, a federal conta com cerca de 4 mil estudantes matriculados nos cursos a distância de graduação, pós e aperfeiçoamento.

    Democratização no ensino

    Com essa modalidade de ensino, é mais fácil para uma pessoa do interior que não tem condições de se deslocar, por exemplo, fazer uma faculdade. O EaD flexibiliza o horário e o local de estudo, reduzindo os fatores que inviabilizam o ingresso em instituições. Edna diz que “os cursos a distância democratizam o acesso ao ensino superior, pois levam a educação a regiões muitas vezes afastadas geograficamente”. Ela ainda ressalta que esse acesso garante a capacitação profissional, possibilitando que essas regiões tenham cidadãos qualificados.

    Para o pró-reitor de EaD da Cruzeiro do Sul, Carlos Fernando de Araújo, a educação a distância tem um grande compromisso com as altas metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (2014-2024) do governo federal. Afinal, essa modalidade de ensino é capaz de atingir um elevado número de pessoas. “Com a ampliação da expectativa de vida dos brasileiros todos passaram a atuar em diversas áreas ao longo da vida profissional. A educação a distância já é e será cada vez mais uma forma importante de capacitação e formação de recursos humanos em nível de graduação, pós-graduação e cursos livres. A educação a distância será o principal vetor da formação ao longo da vida”, explica.

    Destaque e qualidade 

    Nos últimos anos, essa modalidade de ensino tem ganhado destaque. Segundo o MEC, a cada cinco universitários, um é aluno EaD. “Isso se deve, principalmente, às novas tecnologias que têm proporcionado um melhor uso das ferramentas educacionais e uma maior interação entre professores, tutores e alunos”, avalia Edna.

    Outro fator que contribui para o crescimento da educação a distância, é a qualidade do ensino. A diretora do Cead destaca que há relatos de muitos que alunos iniciam o EAD pensando ser mais fácil que a educação presencial. Mas não é assim! “Possuímos garantias regimentais de que os alunos da EAD têm os mesmos direitos e deveres que os alunos dos cursos presenciais”, ressalta Edna. Ela ainda acrescenta que “se no passado os estudantes tinham dúvidas quanto à qualidade, atualmente isso não é mais um problema”.

    Segundo o pró-reitor da Cruzeiro do Sul, a modalidade não gera conflito com a qualidade da educação, desde que os critérios de qualidade sejam acompanhados pela instituição. “Os resultados dos indicadores de qualidade (ENADE, CPC, IGC) indicam que os cursos de graduação a distância apresentam a mesma qualidade dos cursos presenciais”, ressalta.

    Vantagens da EAD

    Além da flexibilidade que o EAD oferece, também tem o baixo custo (para quem for cursar em uma instituição particular).  Pesquisamos o valor de um curso de Administração na Estácio de Juiz de Fora. Na modalidade presencial, o valor chega a R$ 668, enquanto na EAD o preço cai mais de 60% e chega ao valor de R$ 256,80.

    Outra vantagem é a receptividade do mercado para os graduados à distância, que tem sido das melhores nos últimos tempos. Desde 2005, quando os diplomas de alunos formados em cursos à distância tornaram-se equivalentes aos presenciais, a opção das empresas por essa modalidade teve um forte crescimento.

    A postura que o aluno EaD adquire durante a sua graduação também pode vir a se tornar um diferencial no mercado de trabalho. A independência da sala de aula e da cobrança dos professores força o aluno a desenvolver importantes habilidades, como a disciplina, o foco e a gestão do próprio tempo. Como o estudante é o responsável por orientar seus estudos, ele acaba criando um senso apurado de urgência, capacidade de organização e resolução de problemas.

    A diferenciação entre os graduados em modalidade presencial e à distância ainda é uma questão subjetiva para os recrutadores. Mas muitos apontam que, quando identificam, as características mais evidentes nos profissionais formados pela EaD é a autossugestão e automotivação.

    E se depois de ler o nosso artigo, você ainda tem dúvidas se faz ou não a EaD, confira nossa matéria sobre como fazer uma faculdade a distância sem medo de errar

  • Como as obras obrigatórias da Fuvest devem aparecer na segunda fase

    Como as obras obrigatórias da Fuvest devem aparecer na segunda fase

    imagem31-12-2019-03-12-25
    imagem31-12-2019-03-12-25

     (Matthew Feeney/Unsplash/Reprodução)

    Como de praxe na Fuvest, as questões da primeira fase envolvendo as obras literárias foram diversas e exploraram aspectos diferentes em cada questão, como o conhecimento do enredo e do contexto histórico de produção do livro. Mas e na segunda fase? Como a literatura obrigatória vai ser cobrada? 

    Carlos Rogério, professor de Literatura do curso Poliedro e secretário-geral da União Brasileira de Escritores, prepara os candidatos para questões mais complexas do que as da primeira etapa. “Como se trata de uma prova escrita, na segunda etapa as questões são mais abertas. Isso permite que a banca avaliadora faça perguntas mais reflexivas”.

    Veja também

     

     

    Apesar de questões que abordam o enredo terem histórico na prova, a maior tendência, segundo o professor, são as “questões analítico-interpretativas”. São aquelas que a prova apresenta um trecho curto, que analisado a fundo, funciona para falar da estrutura geral da obra. Ele exemplifica: “O Angústia, do Graciliano Ramos, tem uma estrutura de idas e vindas no passado, distante e no mais próximo. Eles poderiam pegar um pequeno trecho para o candidato identificar essa dinâmica temporal que se apresenta no livro todo”.

    É mais do que recomendável que o participante conheça bem todos os livros obrigatórios, já que é possível aparecerem questões de intertextualidade. Além disso, ele não deve se aprofundar apenas no enredo das obras, mas conhecer também o estilo dos autores.

    Veja também

     

     

    Outra informação importante é como as escolas literárias aparecem na segunda fase. O professor Carlos Rogério explica que as questões sobre escolas literárias são sempre atreladas às obras da lista. “Não vai ter um enunciado como ‘cite as três principais características do Romantismo’. O que eles podem cobrar é como determinada obra  apresenta as características do movimento literário”. Um exemplo é uma pergunta para abordar sobre o uso da antítese nos Poemas Escolhidos de Gregório de Matos, aspecto que marca o movimento barroco.

    “O conhecimento das características da obra literária só é útil se ele for aplicável à leitura dos fragmentos da obra”, acrescenta.

    Com essas tendências e peculiaridades da prova em mente, e com ajuda do professor, separamos boas dicas para os candidatos aderirem antes e durante a prova de literatura da segunda fase da Fuvest:

    Saiba como se preparar

    O estilo de pergunta não tem grandes mudanças de um ano para o outro. Então, sim, vale estudar as provas anteriores. Mas, para agregar ainda mais, analise as resoluções dessas questões no site de cursinhos de confiança. Nessa reta final, combine a leitura de resumos, com os trechos comentados das obras analisadas (já que a segunda fase apresenta fragmentos dos textos das obras), além de reler as anotações das aulas de literatura.

    Que tal revisar também pelo “Marca Texto”, o podcast de literatura do Guia do Estudante?  

    Fique atento aos livros novos na lista

    Em 2019, três livros novos entraram na lista obrigatória: Poemas Escolhidos do Gregório de Matos, Angústia, de Graciliano Ramos, e Quincas Borba, de Machado de Assis. Como eles ainda não foram explorados em uma segunda fase, existem muitos pontos que a banca pode questionar.

    Cuidado com a redação da resposta

    Além do conteúdo, a redação da resposta tem muita importância para mandar bem na prova. Responda as questões de forma clara, objetiva e organizada. Vá direto ao ponto da pergunta e foque no que foi pedido, você pode enrolar e acabar se perdendo nos argumentos.

    Planeje seu tempo de prova

    Atenção: a organização do tempo vai fazer toda a diferença para o seu exame. Além das quatro de literatura, são seis questões de Língua Portuguesa para serem redigidas, fora a prova de redação. Então, crie uma estratégia, pensando nos seus pontos fortes e nas maiores dificuldades.

    Boa prova!

     

     

     

  • Resultados do Sisu 2017/1 são divulgados – Caderno do Enem

    Resultados do Sisu 2017/1 são divulgados – Caderno do Enem

    O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje, 30, o resultado da primeira e única chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). São 238.397 vagas distribuídas por 131 instituições de ensino superior federais e estaduais.

    Para conferir o resultado, basta clicar aqui.

    Matrículas

    Os candidatos selecionados devem efetuar a matrícula na instituição de ensino entre os dias 3 e 7 de fevereiro. 

    Os alunos não selecionados para a primeira opção de curso poderão participar da lista de espera, entre os dias 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Basta entrar no site do Sisu e manifestar interesse para participar da lista de espera. Os resultados da lista serão publicados pelas próprias instituições de ensino, a partir de 16 de fevereiro.

    A lista de espera só é válida para a primeira opção de curso. Ao ser selecionado na lista de espera e realizar a matrícula na primeira opção de curso, o aluno que já tiver se matriculado na segunda opção terá essa matrícula automaticamente cancelada.

    Fique de olho!

    • Inscrições para o Prouni: do dia 31 de janeiro ao dia 3 de fevereiro
    • Inscrições para o Fies: do dia 7 de fevereiro ao dia 10 de fevereiro
  • Uerj divulga notas do exame discursivo do vestibular 2020

    Uerj divulga notas do exame discursivo do vestibular 2020

    imagem29-12-2019-15-12-11
    imagem29-12-2019-15-12-11

     (Tomaz Silva/Agência Brasil/Reprodução)

    A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) divulgou nesta quinta-feira (19) as notas do exame discursivo do vestibular, aplicado no dia 1º de dezembro. Confira as notas no site da instituição. Porém, a página apresenta instabilidade desde o início da manhã.

    Para ingressar na Uerj, o candidato passa por duas fases. Primeiro, a parte objetiva, com questões comuns a todos os estudantes. Já a segunda etapa é discursiva e voltada para matérias específicas das opções de cursos escolhidas pelos participantes. A instituição não participa do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), assim, não usa como base o desempenho no Enem.

    Atenção: é possível pedir a revisão da nota da segunda fase a partir desta sexta-feira (20). O prazo termina no dia 27 de dezembro. A lista de aprovados só será divulgada no dia 23 de janeiro.

     

  • Fies 2016.2: resultado da chamada única já está disponível – Caderno do Enem

    Fies 2016.2: resultado da chamada única já está disponível – Caderno do Enem

    Está disponível o resultado da segunda seleção de 2016 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As inscrições para o programa ficaram disponíveis até as 23h59 do dia 29 de junho.

    O Ministério da Educação (MEC), por meio do Diário Oficial da União, comunicou a alteração no prazo da conclusão da inscrição para os aprovados na chamada regular. O procedimento deve ser feito diretamente no sistema a partir do dia 15 de julho.

    Após a conclusão da inscrição, o candidato precisa, ainda, validar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino para a qual foi selecionado e comparecer a um agente financeiro do Fies.

    Lista de Espera

    Para os candidatos que aguardam na lista de espera, a previsão de conclusão da inscrição é no mesmo prazo dos aprovados na chamada única. Ainda não foram divulgadas alterações nas datas para os estudantes da lista de espera, mas é possível que ocorra mudanças.

    Os candidatos devem permanecer atentos ao boletim de acompanhamento eletrônico do Fies. As vagas não ocupadas pelos pré-selecionados serão liberadas aos registrados.

    De acordo com o MEC, a alteração na data de conclusão da inscrição foi necessária por conta de “ajustes necessários na fórmula de cálculo para adaptação do sistema à mudança de faixa de renda de 2,5 para 3 salários mínimos”.

    Nessa edição, foram registradas 294 mil inscrições para as 75 mil oportunidades ofertadas.

  • O que fazer nas semanas que antecedem a segunda fase do vestibular?

    O que fazer nas semanas que antecedem a segunda fase do vestibular?

    imagem28-12-2019-03-12-48
    imagem28-12-2019-03-12-48

     (BrianAJackson/iStock)

    Na reta final dos vestibulares, a preparação para as questões dissertativas das segundas fases se intensifica e é necessário ter boas estratégias para aproveitar as últimas semanas da melhor maneira possível.

    Conversamos com Ana Paula Dibbern, do Cursinho Maximize, de São Paulo (SP), Fernando da Espiritu Santo, gerente de inteligência educacional e avaliações do Poliedro, e Edmilson Motta, coordenador Geral do Grupo Etapa, para te ajudar nessa missão. 

    Rotina

    Nesse momento, o estudante não deve intensificar nem diminuir o ritmo de estudos, segundo Ana Paula, pois dessa forma consegue se preservar física e mentalmente para os desafios que estão por vir. “O ideal é seguir estudando uma quantidade de horas semanais similar ao que estudou ao longo do ano, mas agora focando na revisão dos conteúdos e na resolução de questões dissertativas”, diz. 

    Veja também

    Os conceitos abordados nessas questões tendem a ser mais profundos, pois nesse momento o examinador quer verificar a capacidade do estudante de explicar os assuntos que estão sendo cobrados. E treinar esse tipo de questão é importante tanto pela complexidade das abordagens quanto pela dinâmica de limitar-se ao espaço reservado. 

    “Quando se trata de questões dissertativas, às vezes, o estudante tem uma noção do assunto, mas não é o suficiente para a resposta, o que pode levá-lo a ficar ‘enrolando’. É importante ressaltar que os corretores não vão encarar isso de maneira positiva’, explica Edmilson. O candidato deve avaliar se a ideia principal está presente no texto, se foi direto ou prolixo e se escreveu de acordo com o comando dado pela questão.

    Além disso, o especialistas recomendam manter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas leves para ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse que podem surgir nessa reta final. 

    Veja também

    Prioridades

    “Na preparação para qualquer vestibular, a palavra-chave é organização. O estudante que deseja obter um bom desempenho nas provas de segunda fase não deve estudar sem antes organizar e priorizar os principais assuntos a serem revisados”, explica Fernando. Segundo ele, essa organização irá ajudar o estudante a definir a sua rotina de estudos, levando em consideração suas necessidades e suas prioridades.

    Para saber o que priorizar, a dica é consultar as provas anteriores dos vestibulares que o estudante vai participar, para verificar quais conteúdos que costumam aparecer com maior frequência e conhecer o nível de profundidade do exame.

    “Temos poucos dias até a prova e é preciso pensar de forma estratégica. Fazer uma boa revisão e resolver questões dos anos anteriores pode ajudar muito mais do que tentar aprender um conteúdo com o qual se tenha muita dificuldade”, diz Ana Paula.

    Veja também

    Ao mesmo tempo, nada de entrar na zona de conforto e só revisar os conteúdos com os quais se tem mais afinidade. O estudante deve fazer um balanço entre os que mais aparecem e os que ele menos domina para montar um plano de estudos específico para o seu objetivo.

    Também é importante se atentar às disciplinas específicas do curso e do vestibular que ele participará, segundo Fernando, para evitar um gasto desnecessário de energia estudando algo que não fará parte de suas provas. Além disso, muitos exames solicitam uma redação na segunda fase e a dica principal é consultar as provas anteriores, para verificar a estrutura padrão solicitada e o estilo dos temas cobrados.

    Faltando uma semana

    Nos últimos dias antes da prova, o ideal é focar em finalizar a revisão dos conteúdos estudados ao longo do ano, que possuem maiores chances de ser cobrados, além de retomar fichas e resumos feitos durante a preparação para a primeira fase dos exames. “Já na véspera da prova, é melhor estudar só um pouco ou até mesmo não estudar, pois é importante estar descansado no grande dia”, diz Ana Paula. Também é fundamental confirmar o local de prova e separar os documentos, objetos e lanche para levar. 

    Veja também

    No último dia, outra recomendação é que os estudantes façam atividades que possam diminuir a ansiedade. “Coisas que eles gostem e estejam acostumados a fazer, como exercícios leves, um passeio no parque ou cinema, por exemplo”, explica.

    Dicas finais

    • Organizar o tempo disponível para não deixar de curtir as festas e não perder o foco no vestibular
    • Consultar as provas anteriores e priorizar os seus estudos a partir dos principais assuntos cobrados
    • Treinar respostas para questões dissertativas, tanto pela estruturação nos espaços reservados como pelo treino de uma letra legível
    • Revisitar temas e atualidades que podem ser cobrados nas redações
    • Alimentar-se bem e praticar atividades físicas leves para ajudar a controlar a ansiedade e o estresse típico de vésperas de vestibulares
  • Novas bolsas de estudo na Facsum, Ibhes e Machado Sobrinho – Caderno do Enem

    Novas bolsas de estudo na Facsum, Ibhes e Machado Sobrinho – Caderno do Enem

    A Doctum, a Facsum/FJF, o Ibhes Facemg e a Faculdade Machado Sobrinho são parceiras do Tô de Bolsa, programa que dá a possibilidade de você cursar o ensino superior em instituições de alta credibilidade a preços acessíveis. No site, você encontra bolsas de estudo de até 50% de desconto, válidas durante toda a sua graduação.

    Há descontos para todos os cursos da Facsum e da Ibhes Facemg. Entre os mais procurados, estão Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia de Produção e Serviço Social. Na Machado Sobrinho, as oportunidades são para Administração e Engenharia de Produção. Já na Doctum, há bolsas para os cursos de Administração, Direito, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil e outros. Ao adquirir o benefício, você ainda garante a primeira mensalidade grátis. Confira as oportunidades.

    Para Jussara Martins, diretora geral da Facsum/FJF, a parceria entre o Tô de Bolsa e a faculdade é muito benéfica para os estudantes: “A vantagem é enorme do ponto de vista financeiro, já que o aluno passa a ter desconto até o final de seu curso, tornando possível o sonho da graduação para um maior número de pessoas”. A diretora ainda ressalta que, com a parceria, a instituição tem a expectativa de receber muitos novos alunos.

    Quero uma bolsa!

    Para conseguir sua bolsa de estudo na Doctum, Facsum, Ibhes Facemg ou Machado Sobrinho é muito fácil! Basta escolher o desconto de sua preferência, pagar a taxa de adesão e apresentar seu cupom após ser aprovado no processo seletivo da faculdade desejada. Entenda o passo a passo no site do programa.

    Viu como é fácil? Aproveite a oportunidade, realize o sonho do curso superior e dê o primeiro passo para a vida profissional!

  • 9 resoluções de ano novo para melhorar sua carreira

    9 resoluções de ano novo para melhorar sua carreira

    imagem26-12-2019-15-12-58
    imagem26-12-2019-15-12-58

     (Pixabay/Reprodução)

    Chegou o fim do ano e se o início de um novo ciclo traz alguma coisa em comum à maioria das pessoas, é a vontade de mudar. Isso, com frequência, se traduz em uma lista de resoluções de ano novo. Objetivos que podem melhorar as condições atuais e até levar quem os alcançar para mais perto de suas metas.

    Já que essa premissa pode ser aplicada a qualquer âmbito da vida, inclusive o profissional, vale a pena pensar em uma resolução que seja ligada à sua carreira. Mesmo que esteja tudo bem – sempre dá para melhorar (ou se melhorar).

    O ideal é que esses objetivos sejam amplos (não tão amplos quanto sua meta de vida) e que dele se desdobrem outros, menores e acionáveis, a serem completos durante o ano.

    Abaixo, o Na Prática destaca nove resoluções de ano novo com foco na vida profissional. Escolha as que mais têm a ver com seu contexto ou se inspire nos exemplos para criar a sua própria meta.

    Para quem quer decidir a carreira:

    • Definir cinco áreas ou profissões de interesse

    Aqui, quanto mais específico, melhor. Liste áreas que te chamam a atenção e, se puder, as profissões que se imagina exercendo. É uma reflexão simples na teoria, porém muitas vezes nada óbvia para quem está na fase de decisão. Tire um tempo, diariamente se necessário, para pensar sobre o assunto e o reserve na agenda até ter uma relação de umas cinco áreas ou profissões.

    • Detalhar tudo que pensa e sente sobre cada uma das áreas

    Quase como uma lista de prós e contras. Escreva ou grave seu relato sobre tudo que sabe sobre as áreas ou profissões, o que parece ser positivo e negativo e principais dúvidas. Isso ajuda não só a ter mais clareza sobre quais são suas preferências, como sobre o que é preciso pesquisar.

    • Conhecer o dia a dia das profissões que mais lhe interessam

    A terceira das resoluções de ano novo para quem está decidindo a carreira é bem importante para uma escolha mais acertada. Procurar informações na internet é muito útil, mas nada se compara ao conhecimento que vem de quem vivencia tal realidade. Encontre e contate profissionais das suas áreas de interesse e pergunte sobre sua rotina. Mais ainda: se possível e adequado, peça para acompanhá-los em um dia de trabalho.

    Para quem quer crescer na carreira em que está:

    • Criar um plano de carreira

    O Na Prática tem matérias dedicadas a te ajudar nessa empreitada (como esta e esta). Se você está satisfeito com o caminho que segue, mas quer ter mais controle sobre ele, criar um plano é uma boa. Mesmo que você não saiba, de fato, aonde quer chegar, a atividade de planejar incentiva reflexão (e, consequentemente, clareza) sobre diversos pontos. A partir disso, pode focar esforços nos gaps a desenvolver para chegar à sua meta final.

    • Desenvolver habilidades relevantes – técnicas ou não

    Algum tipo de conhecimento ajudaria nas suas tarefas diárias? Ou alavancaria sua carreira? Procure entender que habilidade ofereceria maiores vantagens e desenvolva-a com cursos, leituras, formações, grupos de estudo, etc.

    • Entender sobre liderança e treinar a sua capacidade

    Não importa seu objetivo de carreira, há grandes chances que tenha de exercer liderança em algumas etapas, por isso essa é a última das resoluções para quem quer crescer profissional. Já ter essa capacidade pelo menos um pouco desenvolvida ajuda a garantir melhor desempenho. Para isso, procure cursos, como o de Facilitação da Fundação Estudar, e aproveite as oportunidades de trabalhar com os outros.

    Para quem quer mudar de carreira:

    • Definir seus focos de interesse

    Seja específico, mas sem pretensões de ser. Você provavelmente terá uma ideia clara de áreas em que gostaria de trabalhar, mas definir uma função – e só perseguir ela – pode engessar a sua transição.

    • Começar a se preparar

    O aprendizado é atualmente requerimento para toda a carreira, por isso uma de suas resoluções de ano novo se você quer mudar de profissão pode ser desenvolver capacidades básicas do próximo objetivo. Algum conhecimento técnico que ainda não tem ou habilidades muito procuradas nos profissionais, pesquise e vá atrás de aprendê-las.

    • Trabalhar em uma nova rede de contatos

    Na hora de transição, os contatos profissionais podem ser fortes aliados. Crie e nutra uma rede de pessoas que já atuam na área em que você quer trabalhar, ou próximos dela para saber sobre oportunidades e tendências. Principalmente com o LinkedIn, isso pode ser feito online, só não esqueça de explicar seu objetivo ao fazer o primeiro contato.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Na Prática, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

     

  • FIES 2016.2: inscrições começam no dia 24 de junho – Caderno do Enem

    FIES 2016.2: inscrições começam no dia 24 de junho – Caderno do Enem

    O Ministério da Educação (MEC) divulgou o período de inscrições para o FIES do segundo semestre de 2016. Entre os dias 24 a 29 de junho, os interessados podem se inscrever pelo site oficial do programa. O resultado da seleção ficará disponível no dia 30 de junho.

    O edital para abertura de novas vagas será publicado nessa sexta-feira, 17. As inscrições dos pré-selecionados devem ser feitas no dia 1 de julho. A manifestação de interesse pela lista de espera poderá ser realizada entre 4 de julho e 11 de agosto.

    Essa edição oferecerá 75 mil vagas em diversas instituições de ensino superior. 

    De acordo com o ministro Mendonça Filho, o Rio de Janeiro terá calendário específico em função dos Jogos Olímpicos.

    O que mudou?

    As novas regras do FIES incluem a redução de R$100,00 para R$50,00 do valor mínimo da prestação de financiamento. Outra novidade é a elevação da renda familiar per capita de 2,5 salários mínimos para 3 salários para a concessão de novos financiamentos. Dessa forma, mais famílias se enquadrarão nos requisitos para serem atendidas dentro do programa.

    O processo seletivo ainda mantém o sistema de listas de espera para possíveis vagas remanescentes. As vagas que sobrarem ainda poderão ser distribuídas aos cursos da mantenedora da instituição de ensino. Antes, as oportunidades deveriam ser preenchidas na própria graduação ou faculdade ofertadas aos estudantes em lista de espera.

    Confira o infográfico especial do Caderno do Enem com as novas regras do FIES 2016.

    Quanto à oferta de vagas para cursos prioritários, embora tenha sido mantida a grande oferta, há alteração nos percentuais de oferta das categorias. A área de saúde passa de 45% para 50% das oportunidades; as Engenharias também têm suas ofertas elevadas, de 35% para 40%. Já as licenciaturas, pedagogia e normal superior reduzem de 20% para 10%.

  • Quais os temas de redação da Fuvest mais complexos nos últimos anos?

    Quais os temas de redação da Fuvest mais complexos nos últimos anos?

    imagem25-12-2019-03-12-06
    imagem25-12-2019-03-12-06

     (iStock/iStock)

    A prova de redação é, para muitos, a parte mais temida do vestibular. O tema é descoberto na hora e, por mais que o candidato domine o assunto, o recorte dado pela banca faz toda a diferença no direcionamento do texto.

    A coletânea dá o tom da discussão que será apresentada e, junto com o repertório do candidato, forma o texto que será entregue. 

    Nesse contexto, você já parou para analisar quais os temas deram mais dor de cabeça aos candidatos que prestaram Fuvest ao longo dos últimos anos?

    Veja também

     

    Conversamos com o professor e autor do Sistema de Ensino pH, Thiago Braga, para levantarmos quais os temas mais complexos propostos pela Fuvest nos últimos anos e explicarmos no que consiste a maior dificuldade de cada um. Confira:

    2019: “De que maneira o passado contribui para a compreensão do presente?”

    O tema do ano passado trata da relação entre a valorização do passado e o entendimento do presente. Segundo Braga, ele pode ser considerado complexo por ser extremamente amplo.

    “O estudante poderia decorrer sobre memória, fatos do passado e muitas outras coisas relacionadas ao tema. Por mais que os textos da coletânea possibilitassem um direcionamento, a abrangência poderia efetivamente prejudicar a tangência do tema”, explica. 

    Diversos raciocínios que o estudante construísse para desenvolver o texto poderiam gerar a fuga do que foi proposto, e a banca é bastante criteriosa a respeito disso. Outra dificuldade era fazer a própria conexão entre o passado e o presente.

    2016: “As utopias: indispensáveis, inúteis ou nocivas?”

    “O tema de 2016 também entra na lista porque fala de utopia, o inalcançável, o não-lugar. A complexidade do próprio conceito já torna difícil seu desenvolvimento”, diz Braga. 

    Poderia ser complicado para o candidato entender a relação filosófica da utopia com a realidade. “O estudante pode ter dificuldade de chegar na ideia de que o ser humano pode mirar no impossível para alcançar, dentro do possível, o máximo de possibilidades”, explica.

    Por ser algo filosófico e genérico, a proposta também fazia o estudante correr o risco de não escrever sobre o que a banca propôs. 

    2015: “‘Camarotização’ da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia”

    “O tema de 2015 tem uma complexidade ligada a uma não definição do próprio tema sobre qual parte da sociedade é ou está sendo ‘camarotizada’, dando, novamente, um caráter muito genérico à proposta”, diz Braga. 

    Por ser um tema que dá muitas possibilidades, quando o candidato se vê diante disso há uma tendência de ele não conseguir desenvolver uma linha de raciocínio coesa no texto. 

    Veja também

     

    2011: “O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm lugar no mundo contemporâneo?”

    O tema de 2011, “O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm lugar no mundo contemporâneo?”, carrega uma dificuldade natural que é o conceito de pensamento a longo prazo. Para Braga, o estudante precisaria determinar o que seria esse tempo. 

    Ele precisava se desprender de um pensamento comum para delinear uma linha de trabalho que possibilitasse a construção da dissertação. 

    2010: “Imagem e Realidade”

    De todos esses temas elencados até agora, o de 2010 (“Imagem e Realidade”), segundo o professor, foi certamente o mais difícil. 

    O estudante deveria escolher imagens que são construídas sobre pessoas, fatos, livros, instituições ou situações, tendo como base a afirmação de que é comum substituir o real e o imediato por essas imagens. Em resumo, a banca pedia a construção de uma relação entre essas imagens e a realidade de fato. 

    “A complexidade do tema proposto fala por si. Os textos da coletânea falam sobre imaginação simbólica e como nós não nos relacionamos diretamente com a realidade.” 

    Braga explica que, primeiro, o candidato deveria ter uma capacidade de abstração e de análise muito alta. Depois, pragmatismo para transformar suas ideias em uma abordagem prática no desenvolvimento do texto. E tudo isso com argumentações fundamentadas na linha de raciocínio construída.