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  • Conheça as 8 universidades que formam a Ivy League

    Conheça as 8 universidades que formam a Ivy League

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     (Pixabay/Reprodução)

    Quem deseja realizar a graduação fora do Brasil certamente já ouviu falar das universidades da Ivy League. A Ivy League é um grupo formado por oito das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos: Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Princeton, Universidade da Pensilvânia e Yale. Muitas delas também figuram nas listas de melhores universidades do mundo elaboradas por organizações como a QSe a Times Higher Education.

    Em 1954, quando foi criada, a Ivy league era apenas uma agremiação que reunia os grupos esportivos das instituições. Hoje, ganhou importância, virou sinônimo de excelência acadêmica e objeto de desejo de estudantes ao redor do mundo.

    Universidade Brown

    Fundada em 1764, a universidade é a 7ª mais antiga dos Estados Unidos  e possui uma comunidade diversificada e vibrante: são mais de 8.800 alunos (entre graduação e pós) oriundos 115 países. O campus é formado por nada menos que 230 prédios. Brown oferece 70 cursos de graduação nas mais diferentes e insuitadas áreas – é possível, por exemplo, obter um diploma em arqueologia egípcia ou em neurociência cognitiva.

    Curiosidade: Todos os anos, desde 1960, os alunos se reúnem durante uma semana para o chamado “Green College Concerts”,que são concertos de primavera ao ar livre. Já se apresentaram por lá músicos renomados, como Bob Dylan, Bruce Springsteen, U2, e REM. Leia o perfil completo da Universidade Brown

    Universidade Columbia

    Localizada em Nova York, a Universidade Columbia abrigou a 1ª escola de Medicina dos Estados Unidos e tem 82 membros (entre ex e atuais professores alunos e pesquisadores) ganhadores do prêmio Nobel. Por suas salas de aula, já passaram nomes como o do primeiro ministro da Justiça dos EUA, John Jay, o primeiro secretario do Tesouro Nacional, Alexander Hamilton, e o autor do texto final da Constituição Americana, Gouverneur Morris. E, mais recentemente, também passaram por lá o ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt, e do atual, Barack Obama. Ela também tem o maior número total de alunos entre as universidades da Ivy League. Leia o perfil completo de Columbia.

    Universidade Cornell

    Pouco famosa no Brasil, Cornell está entre as universidades mais respeitadas do mundo. Fundada em 1865, possui mais de 22.000 alunos, divididos em suas 14 escolas, e oferece cerca de 4.000 cursos, que vão de engenharia elétrica à administração hoteleira. Dentre ex-alunos e professores, 43 já foram agraciados com o prêmio Nobel. A instituição foi a primeira universidade dos EUA a concecer um diploma de jornalismo. Leia o perfil completo da Universidade Cornell.

    Dartmouth College

    Fundada em 1769, a Datmouth College é hoje uma gigante da educação. Um de seus grandes atrativos é a flexibilidade que dá aos alunos: em todos os cursos de graduação, só se exige a presença física do aluno durante o primeiro e o último ano. No segundo e terceiros anos, o estudante pode escolher entre fazer disciplinas no campus ou fora do campus, estagiar ou fazer intercâmbio em alguma das instituições conveniadas ao redor do mundo. Também contribui para essa flexibilidade o fato dela ter o menor número de alunos dentre as universidades da Ivy League. Leia o perfil completo de Dartmouth College.

    Universidade Harvard

    Fundada em 1636, em Cambridge, Massachusetts, Harvard é a mais antiga e conhecida universidade dos Estados Unidos, e uma das principais responsáveis pela projeção global das universidades da Ivy League. Em seus 379 anos de história, já fomou mais de 320 mil alunos. Em seu “hall da fama” de alunos ilustres, estão oito presidentes americanos, entre eles Barack Obama (ele se formou em ciência política em Columbia e, depois, em Direito em Harvard), George W. Bush (Escola de Negócios) e John Kennedy (Assuntos Internacionais). Além de políticos, a universidade é muito conhecida por concentrar importantes intelectuais, líderes, e celebridades. Não é de se estranhar que o ambiente acadêmico seja um dos mais competitivos do mundo. Uma máxima comum por lá é: em Harvard você não faz amigos, faz contatos. Leia o perfil completo de Harvard.

    Princeton

    Você já imaginou estudar na escola onde Albert Einstein deu aulas? O físico alemão era um dos professores associados do Instituto de Estudos Avançados de Princeton em 1955, quando morreu. Durante seis meses de cada ano letivo, os alunos tinham a sorte de ter aulas com ele. A universidade possui 180 prédios – entre eles 10 que formam o complexo de bibliotecas, que abriga 13 milhões de itens – e quase 8.000 alunos. O lema da universidade é educar para que seus alunos sirvam a nação. O resultado: de suas salas saíram dois presidentes dos Estados Unidos (Woodrow Wilson e James Madison) e 44 governadores. A primeira dama, Michele Obama, também estudou lá. Leia o perfil completo de Princeton.

    Universidade da Pensilvânia

    Benjamin Franklin, um dos heróis da independência americana, foi um dos fundadores da Universidade da Pensilvânia (UPenn, como é conhecida) que, hoje, é gigantesca: possui quase 25 mil alunos matriculados em 155 programas de graduação e 169 programas de pós-graduação. Em 1946, o ENIAC — o primeiro computador eletrônico de uso pessoal — foi criado na universidade, que também foi responsável por desenvolver vacinas para rubéola e hepatite B. Entre os famosos que passaram por lá, está Noam Chomsky (filósofo e ativista político, professor do MIT), e Warren Buffet (megainvestidor, que está entre os 10 homens mais ricos do mundo) e o ativista político Martin Luther King. Leia o perfil completo da Universidade da Pensilvânia.

    Yale University

    Yale foi a primeira universidade dos Estados Unidos a formar doutores, em 1861. Hoje, tem mais de 12 mil alunos, sendo que 18% são estudantes internacionais oriundos de 100 países. Entre as universidades da Ivy League, foi uma pioneira da diversidade: desde o começo da década de 1980, políticas afirmativas aumentaram o número de negros e mulheres em suas salas, o que a faz ser considerada uma das mais inclusivas dentre as grandes instituições de ensino dos EUA. Já estudaram lá nomes como Samuel FB Morse (inventor do telégrafo), Josiah Willard Gibbs (pai da termodinâmica), Hillary Clinton (secretária de Estado americana), e os ex-presidentes americanos Bill Clinton e George W. Bush. Leia o perfil completo de Yale.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Estudar Fora, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

  • Aproveitar as festas de fim de ano pode ser prejudicial aos estudos?

    Aproveitar as festas de fim de ano pode ser prejudicial aos estudos?

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     (Pixabay/Reprodução)

    Depois de meses, o esforço valeu a pena e você conquistou uma vaga na segunda fase. Agora, é hora de continuar a preparação e treinar com exercícios, provas antigas e com a redação.

    Mas no meio do caminho entre seus estudos e as provas, existe algo que faz os estudantes ficarem confusos sobre como agir: as festas de fim de ano. São diversas confraternizações com amigos e familiares, e pode ser complicado conciliar tudo. Afinal, qual é a melhor estratégia nesse momento?

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    “Apesar de parecer um cenário de escolhas difíceis, na cabeça dos estudantes comprometidos com a aprovação, a prioridade deve ser o estudo”, diz Fernando da Espiritu Santo, gerente de inteligência educacional e avaliações do curso Poliedro.

    Mas ele explica que deve haver moderação, pois também é importante estar relaxado e disposto para a segunda fase. A dica, então, é manter um equilíbrio entre a rotina de estudos e os momentos de lazer.

    Segundo Ana Paula Dibbern, do Cursinho Maximize, de São Paulo (SP), fazer uma pausa para comemorar o Natal e o Ano Novo com a família e amigos pode ser uma boa estratégia para descontrair e relaxar para as provas. 

    “Recomendo que o estudante interrompa os estudos no dia das festas, mas retome as atividades normalmente na manhã do dia 26 de dezembro e do dia 2 de janeiro”, diz.

    Deixar sua situação alinhada com a família é uma dica de Fernando. Para os que vão viajar ou receberão parentes em casa, combine os horários e os espaços de estudo e de diversão, para não gerar expectativas excessivas em todos e preservar o seu foco nos vestibulares.

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    E não se esqueça: nada de se sentir culpado. Como o coordenador Geral do Grupo Etapa, Edmilson Motta, explica, às vezes, é realmente complicado lutar contra o contexto. “Se está todo mundo comemorando, o estudante pode fazer de conta que está estudando, mas é muito difícil”. Em certas situações, é melhor não impor metas se não há possibilidade para isso. 

    Outra dica é combinar de se reunir com colegas que também estejam se preparando para as provas de segunda fase. Afinal, ninguém melhor para entender seus limites e suas preocupações. 

    Em resumo, reserve um tempo para o descanso e lazer, mas não se esqueça que o seu foco deve estar voltado para aquilo que você se preparou o ano inteiro: sua aprovação no curso que deseja. 

  • Unesp 2020: confira a correção do primeiro dia da segunda fase

    Unesp 2020: confira a correção do primeiro dia da segunda fase

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     (Unsplash/Lucas Silva/Guia do Estudante/Reprodução)

    A segunda fase do vestibular 2020 da Unesp começou neste domingo (15). Os candidatos tiveram que encarar 24 questões discursivas, sendo 12 de Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (Biologia, Química, Física e Matemática).

    Os professores do Curso Anglo começaram a corrigir a prova às 20h. Confira a resolução aqui e acompanhe a repercussão nos próximos dias aqui no GE.

    Este ano, a Unesp oferece 7.725 vagas em 24 campi espalhados pelo interior de São Paulo. No total, são 136 cursos de graduação.

    No segundo dia é a hora de resolver 12 questões de Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e a Redação. Além disso, alguns cursos exigem provas de habilidades específicas, aplicadas entre 8 e 14 de dezembro.

  • Capes anuncia 66 mil vagas para formação de professores da educação básica

    Capes anuncia 66 mil vagas para formação de professores da educação básica

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     (Wikimedia Commons/CAPES/Reprodução)

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) anunciou nesta quinta-feira (12) a criação de 66 mil vagas para a formação de professores da educação básica.

    Serão cinco editais, destinados às universidades federais, estaduais e municipais. Além de contribuir com faculdades privadas sem fim lucrativo ou com aquelas que têm acordo de cooperação com o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (Prouni).

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    As bolsas estão distribuídas entre eles da seguinte forma: o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e a Residência pedagógica terão os maiores números, 30 mil vagas para cada um. O Programa Nacional de Formação de Professores, destinado a professores que já estão em serviço, fica com 6 mil.

    A Capes ainda noticiou a geração de 500 vagas para formação de docentes no Canadá e nos EUA. Os editais serão lançados em janeiro. Já as bolsas estão previstas para início de março, abril e maio.

  • Organização oferece apoio financeiro a estudantes de graduação

    Organização oferece apoio financeiro a estudantes de graduação

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     (iStock/iStock)

    Se você está em busca de apoio financeiro para estudar fora, ou mesmo para realizar uma graduação no Brasil, a organização Wells Mountain Iniciative (WMI) tem um programa que pode ajudar. Trata-se do Empowerment Through Education, um programa que concede auxílio financeiro a estudantes de países em desenvolvimento (incluindo o Brasil) para que eles realizem o ensino superior. As inscrições vão até 1 de março.

    A organização contempla, a cada ano, de 20 a 40 estudantes. O apoio financeiro varia de US$ 300 a US$ 3.000, e de acordo com a WMI a média de apoio oferecida no último ano foi de US$ 1.400. Esse valor pode ser usado para despesas como pagamentos de taxas universtárias, moradia ou compra de livros e outros materiais de estudo.

    Um dado importante é que o valor é oferecido a candidatos que queiram realizar o estudo superior em seu país de origem, ou em outro país em desenvolvimento. Por isso, o programa destaca que estudantes que pretendam estudar nos Estados Unidos, Austrália, Canadá ou Europa Ocidental não serão elegíveis.

    Como se candidatar ao apoio financeiro para estudar fora

    São elegíveis estudantes que tenham concluído o ensino médio com excelentes notas e tenham menos de 35 anos até 1 de março de 2020. Eles devem estar buscando seu primeiro diploma universitário, e pretender usá-lo para atuar em seu país de origem em alguma atividade que possa beneficiar sua comunidade. Também será necessário demonstrar necessidade financeira ao longo do processo de candidatura.

    Para concorrer, é necessário providenciar os seguintes documentos:

    Também será necessário preencher um formulário de candidatura e redigir um essay. Mais informações sobre esses documentos, no entanto, serão divulgadas no site da oportunidade até o dia 12 de janeiro. A candidatura pode ser feita por meio deste link; também é possível se candidatar pelo correio, imprimindo todos os documentos e enviando-os para o seguinte endereço:

    Wells Mountain Foundation — 25D Main Street • Bristol, Vermont 05443, USA

    Para quem pretende concorrer, a organização recomenda que já comece o processo coletando o histórico escolar e o resultado do Enem, solicitando a tradução do histórico para inglês e pedindo cartas de recomendação de pessoas que conheçam bem sua atuação profissional. A candidatura deve ser feita até 1 de março de 2020. Os candidatos selecionados serão avisados por e-mail até o dia 1 de agosto de 2020. Mais informações podem ser vistas neste link.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Estudar Fora, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

  • Relatório da Câmara classifica gestão do MEC como “insuficiente”

    Relatório da Câmara classifica gestão do MEC como “insuficiente”

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     (Wikimedia Commons/Reprodução)

    A comissão externa da Câmara, criada no começo de 2019 pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para acompanhar os trabalhos do Ministério da Educação, aprovou nesta terça-feira (10), de forma unânime, o relatório final. Ele foi apresentado pelo deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), que descreve a gestão do MEC como “insuficiente”.

    O diagnóstico indica metas atrasadas e aponta fragilidade do planejamento e da gestão. Cita, por exemplo, as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) que estão atrasadas, como a da educação em tempo integral.

    O plano era oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024. Porém, o estudo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, divulgado em maio, aponta queda nas matrículas em tempo integral. Em 2017, 28,6% das crianças estavam matriculadas. No ano seguinte, a porcentagem caiu para 23,2%.

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    O documento traz ainda recomendações a serem seguidas pelo MEC como melhorar a condução de políticas educacionais, além dos prazos para a execução das propostas. Entre elas, o desenvolvimento de uma plataforma online contendo metas, objetivos e indicadores de desempenho, pelo MEC e/ou o Poder Legislativo. 

    Em entrevista ao jornal O Globo, a presidente da comissão externa, Tabata Amaral (PDT-SP), afirmou que “a comissão fez 12 visitas ao MEC e nove audiências públicas, e também avaliou documentos oficiais para dar uma ‘parecer técnico’ da gestão. Foram feitas 52 recomendações ao Ministério da Educação e outras 12 para a própria Câmara dos Deputados, que serão entregues ao presidente da Casa, Rodrigo Maia”.

    Segundo a deputada federal, o relatório é descritivo e de sugestões, portanto, não tem poder para obrigar o executivo ou o legislativo para que tomem alguma medida. O texto final deverá ser entregue ao presidente da Câmara, à Comissão de Educação, que é capaz de aprovar os projetos sugeridos, e ao MEC.

     

  • Comvest divulga relação candidatos/vaga do Enem-Unicamp 2020

    Comvest divulga relação candidatos/vaga do Enem-Unicamp 2020

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     (Wikimedia Commons/Reprodução)

    A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp, Comvest, divulgou nesta segunda-feira (9) o total de inscritos por curso e a relação candidatos por vaga no processo seletivo Enem-Unicamp 2020.

    Confira a lista de relação candidatos/vaga por curso

    No total, 17.367 estudantes se inscreveram na modalidade, especialmente voltada para alunos oriundos de escolas públicas ou autodeclarados pretos e pardos. Os candidatos serão selecionados com base apenas nas notas obtidas pelos candidatos no Enem (2019 e 2018) para ingresso nos cursos de graduação da Unicamp.

    O número é bem próximo do registrado no ano anterior, primeira vez em que a Unicamp ofereceu a modalidade e quando 17.977 estudantes se inscreveram.

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    Os inscritos foram distribuídos em três categorias: a maior parte das vagas direcionada a estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública (11.887 inscritos); estudantes autodeclarados pretos e pardos (2.150 inscritos); e estudantes de escolas públicas que também sejam autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (3.330 inscritos).

    O Enem-Unicamp 2020 oferece 639 vagas e os candidatos puderam escolher até duas opções de curso. Entre os mais procurados estão: Medicina (Integral), Arquitetura e Urbanismo (Noturno), Comunicação Social – Midialogia (Integral), Ciências Biológicas (Integral), Ciência da Computação (Noturno), Enfermagem (Integral), Ciências Econômicas (Noturno), História (Integral), Farmácia (Integral) e Odontologia (Integral).

    Os candidatos devem ficar atentos: serão cinco chamadas para matrícula, seguindo o mesmo calendário de matrículas do Vestibular Unicamp 2020. A matrícula será realizada em duas etapas: as três primeiras virtuais (na página da Comvest) e a partir da quarta chamada, de forma presencial, na unidade sede do curso. A primeira chamada está prevista para o dia 10 de fevereiro.

  • Estude para o Enem pelo Whatsapp

    Estude para o Enem pelo Whatsapp

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     (diego_cervo/iStock)

    Faltando menos de um mês para a prova do Enem 2019, que acontece nos dias 3 e 10 de novembro, dicas e conteúdos que contribuam para o estudo de maneira prática são mais do que bem-vindos. E se você pudesse receber tudo isso pelo WhatsApp?

    A Fundação 1Bi, instituição social do Grupo Movile, lançou uma ferramenta totalmente gratuita que possibilita o estudo para o Enem por meio do aplicativo de mensagens: o AprendiZap.

    O AprendiZap Enem funciona por meio de um chatbot que interage com o estudante. A assistente virtual Bi conversa com quem acessa o canal e a partir das escolhas feitas pelo usuário (disciplina desejada, dificuldade na matéria, etc.) envia conteúdos personalizados que passam pela curadoria da edutech Descomplica. Ao final de cada etapa, o estudante avalia o quanto aprendeu e o bot faz novas sugestões de conteúdos.

    “Apesar de existir muito conteúdo de qualidade disponível, muitas vezes as pessoas não sabem onde encontrá-lo, como acessá-lo e organizá-lo para estudar”, afirma Matheus Fonseca, diretor da Fundação 1Bi. “E escolhemos o WhatsApp porque ele já está naturalmente no cotidiano das pessoas, especialmente dos jovens, possibilitando um acesso gratuito e em qualquer lugar”, completa.

    Para Lorrane Cardoso, de 19 anos, as dicas de estudo que recebeu foram muito úteis para ela se organizar, definir metas e não perder tempo na hora dos estudos. A jovem vai prestar Administração e afirma que, apesar de ter utilizado a ferramenta para todas as disciplinas, a maior contribuição foi dos conteúdos de Matemática e Química. “Acho essas matérias mais difíceis, e as explicações bem objetivas me ajudaram a entender melhor”, afirma.

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    Hiago de Jesus Santana, de 18 anos, vai prestar Medicina e conta que sentiu seu desempenho em Biologia melhorar. “Acho que a ferramenta é muito boa para quem está interessado em estudar e útil para quem está um pouco perdido em como se organizar”, explica. “O fato de ser por WhatsApp também me agradou muito, pois é rápido e fácil de acessar”.

    Hoje, mais de 15 mil pessoas utilizam o AprendiZap Enem e a expectativa da empresa é impactar 50 mil estudantes ainda este ano. 

    É possível acessar a ferramenta pelo link. Depois, é só escolher o tema Enem, clicar no botão “começar” e enviar #APRENDIZAP para o número indicado.

    Vale lembrar que é preciso cautela e responsabilidade na hora de estudar pelo aplicativo de mensagens. É muito fácil acabar se distraindo e perder o foco dos estudos com outras mensagens. Por isso, aproveite as vantagens do WhatsApp da melhor forma, mas saiba quando deixar o celular de lado.

  • 7 professores de filmes e séries que podem te ajudar nos vestibulares

    7 professores de filmes e séries que podem te ajudar nos vestibulares

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     (Constantin Film / Highlight Film/Divulgação)

    No dia 15 de outubro é comemorado o dia do professor. Esses profissionais são os responsáveis pela transmissão de conhecimento para diversos grupos, moldam os estudantes de todas as profissões e são essenciais na formação de cidadãos. Seja na escola ou no ensino superior é fácil lembrar de um professor que tenha marcado a sua história.

    Considerando todo o impacto que esses profissionais podem gerar na vida de estudantes, o cinema e a televisão construíram personagens que exercem essa profissão e alteraram o enredo de séries e filmes. 

    Pensando nisso, separamos uma lista com 7 professores marcantes das telas que podem te ajudar nos vestibulares. Seja de forma direta, passando conhecimentos sobre pensadores e momentos históricos, ou de forma indireta, para construir repertório sobre diversos temas. Segue abaixo:

    1. John Keating (Robin Williams)

    sociedade dos poetas mortos
    sociedade dos poetas mortos

    – (Reprodução/Reprodução)

    No filme “Sociedade dos Poetas Mortos, que se passa em 1959, John Keating passa a lecionar em uma tradicional escola norte-americana apenas para garotos. A instituição valoriza costumes conservadores e tenta controlar a liberdade dos jovens.

    O professor começa então a despertar o interesse dos alunos em poesias, incentivá-los a ter pensamentos críticos, ajudá-los a desenvolver uma postura autônoma e enxergar o mundo de um ponto de vista diferente. Baseando-se também na ideia do “carpe diem”, John os estimula a seguir seus sonhos e aproveitar a vida como decidirem – e não como a sociedade, seus pais ou a escola determinaram.

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    2. Katherine Watson (Julia Roberts)

    Retratando uma realidade comum na década de 1950, o filme “O Sorriso de Monalisa” mostra uma escola tradicional nos Estados Unidos na qual as alunas tem como grande objetivo se tornarem ótimas esposas em casamentos bem-sucedidos. E são nesses princípios que a escola apoia sua educação – oferecendo até aulas que ensinam a cruzar e descruzar as pernas.

    Em oposição a esse universo conservador presente tanto no cotidiano quanto nas artes da época, a nova professora de História da Arte, Katherine Watson, confronta os costumes ali defendidos, busca mostrar para as estudantes que elas podem ir além e se torna uma inspiração para a turma.

    3. Rainer Wenger (Jürgen Vogel)

    A Onda – saiba como utilizar o filme no vestibular (facebook)
    A Onda – saiba como utilizar o filme no vestibular (facebook)

    – (Constantin Film / Highlight Film/Reprodução)

    Rainer Wegner é um professor de ensino médio que recebe a tarefa de ensinar sobre autocracia (regime no qual o governante tem poder absoluto e ilimitado) aos seus alunos, que duvidam que uma ditadura poderia ocorrer na Alemanha novamente. 

    Para provar que essa realidade não é tão distante, ele decide organizar um projeto e aproximar os jovens de mecanismos do fascismo. A ideia toma proporções que ultrapassam a sala de aula e foge do controle do professor. 

    “A Onda” é baseado em uma história verídica. No ano de 1967, um professor norte-americano tentou mostrar aos seus alunos como funcionava a Alemanha nazista e realizou a mesma atividade.

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    4. Melvin B. Tolson (Denzel Washington)

    O filme “O Grande Desafio” é baseado em fatos reais e mostra a trajetória do professor Melvin B. Tolson que leciona, na década de 1930, em uma escola na qual a maioria dos alunos é negra. Vale lembrar que nessa época leis racistas estavam em voga nos Estados Unidos e grupos se organizavam para humilhar, maltratar e linchar pessoas negras. 

    Melvin se esforça para treinar uma equipe de alunos para debater em um tradicional campeonato entre universidades (disputada em sua maioria por brancos do sul dos Estados Unidos) e mostrar que eles são capazes de disputar com jovens de Harvard. 

    Além de mostrar debates enriquecedores, o filme evidencia os problemas enfrentados por negros durante esse período.

    5. Merlí Bergeron (Francesc Orella)

    Na série Merlí, um professor de filosofia utiliza métodos pouco tradicionais para ensinar seus alunos, buscando incentivar o pensamento crítico, a reflexão sobre diversos temas e a discussão em sala de aula. Sua postura chega a ser questionada por pais, outros docentes e até mesmo alguns alunos. 

    O objetivo do professor é tornar a filosofia algo mais próximo do dia a dia dos jovens. Então, além de apresentar as ideias de filósofos e pensadores, mostra como tudo isso poderia ser utilizado de forma prática para resolver problemas cotidianos.

    Cada episódio tem como fio condutor algum filósofo ou corrente de pensamento, entre eles a Escola Peripatética, Aristóteles e Nietzsche, por exemplo.

    6. Erin Gruwell (Hilary Swank)

    escritores da liberdade
    escritores da liberdade

    – (Escritores da liberdade/Reprodução)

    Em “Escritores da Liberdade”, a professora Erin Gruwell assume uma turma em uma escola que apresenta um grande descaso em relação aos seus alunos, sem incentivos ou mesmo acreditar no potencial dos jovens. No início do filme, a relação entre a docente e os alunos é hostil.

    Mas Erin decide elaborar um método diferente para despertar o interesse dos alunos, acreditando que poderia, inclusive, romper as barreiras étnicas e sociais que presenciou na turma. Ela inicia um projeto de leitura e escrita. A partir dele, cada estudante deve escrever, em uma espécie de diário, acontecimentos do cotidiano com a família e amigos, e seus pensamentos ao longo do dia. A ferramenta os ajuda a lidar com certos medos e inseguranças que sentiam. Com o tempo, chegam a enxergar os colegas de uma forma diferente e percebem o quanto têm em comum.

    Baseado em fatos reais, o filme foi realizado com base no livro “Diário dos Escritores da Liberdade”, que reuniu os textos escritos pelos alunos de Erin e foi publicado em 1999.

    7. François Marin (François Bégaudeau)

    Lançado em 2008, o filme francês “Entre os Muros da Escola” retrata uma escola de ensino médio localizada na periferia de Paris. Nela, o professor de língua francesa François Marin leciona em uma turma com diversos conflitos. Temas como migração e feminismo são colocados em pauta. 

    O professor e seus colegas buscam formas de envolver seus alunos nas aulas e discutem como despertar o interesses desses jovens pelos estudos. O filme também mostra discussões controversas nas salas dos professores, tensões étnicas e sociais entre os alunos, descaso, violência e a dificuldade de tentar romper certas barreiras e transformar a realidade dos jovens.

  • 4 esportistas engajados que tentaram mudar suas realidades

    4 esportistas engajados que tentaram mudar suas realidades

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     (Lorie Shaull/Wikimedia Commons/Reprodução)

    Com a aproximação das Olimpíadas de Tóquio, assuntos que envolvem outras competições e atletas de maneira geral ganham destaque nas manchetes de jornais, rodas de conversa e, sim, nas provas. Por isso, é importante estar por dentro do tema e relacioná-lo a questões atuais ou exploradas frequentemente em vestibulares.

    Para te ajudar nessa tarefa, separamos uma lista com quatro atletas de diferentes gerações que tentaram de alguma forma alterar o que consideraram injustiças políticas ou sociais:

    Megan Rapinoe

    Megan Rapinoe 2019 Tour
    Megan Rapinoe 2019 Tour

    – (Lorie Shaull/Wikimedia Commons/Reprodução)

    A jogadora de futebol Megan Rapinoe se destacou dentro e fora de campo na Copa de 2019. Além de criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ela afirmou que não iria à Casa Branca caso vencesse o campeonato. O político chegou a responder e provocar a atleta, afirmando que primeiro ela precisaria ganhar a competição.

    Pois é, ela ganhou. Depois de liderar a seleção dos EUA na vitoriosa campanha na Copa Feminina de Futebol na França, Megan Rapinoe ainda foi eleita a melhor jogadora do mundo. Em seu discurso, a jogadora fez críticas ao racismo, à homofobia e pediu por mais igualdade no futebol. Rapinoe, como prometido, não foi à Casa Branca.

    Vale lembrar que a jogadora não canta o hino de seu país antes das partidas como forma de protesto. 

    Colin Kaepernick

    Em 2016, o jogador de futebol americano Colin Kaepernick ocupou as manchetes de jornais, ganhando apoiadores e críticas. O atleta passou a se ajoelhar durante o hino dos Estados Unidos, um protocolo que ocorre antes de todos os jogos da NFL (liga de futebol americano dos EUA).

    Segundo Kaepernick, essa era sua forma de protestar contra a violência exercida por policiais contra jovens negros no país e a passividade de autoridades ao se posicionarem sobre o assunto. Os críticos afirmavam que isso era um desrespeito aos Estados Unidos. O presidente norte-americano, Donald Trump, também não poupou críticas ao jogador no Twitter. Na época, ele deixou o time que estava e, devido aos protestos, não conseguiu mais ingressar em nenhum time da NFL.

    Entretanto, o ato ganhou o apoio de diversos segmentos da sociedade e foi repetido por outros jogadores de futebol americano e por atletas das mais variadas modalidades. 

    Muhammad Ali

    Muhammad Ali NYWTS
    Muhammad Ali NYWTS

    – (Wikimedia Commons/Reprodução)

    Considerado o maior lutador da história, Ali foi tricampeão dos pesos pesados e levou seu ativismo político para fora dos ringues. Nascido Cassius Clay, ele mudou seu nome para Muhammad Ali após se converter ao islamismo. Na época, era próximo do ativista Malcom X, que defendia ações radicais contra o racismo.

    Além de ser um símbolo contra o preconceito contra negros, Ali recusou-se a lutar na Guerra do Vietnã após ser convocado. Isso desencadeou uma série de consequências para o pugilista, incluindo a perda do cinturão e ameaças de prisão, mas ele manteve seu posicionamento.

    Sócrates

    O atleta que jogou pela Seleção Brasileira nas Copas de 1982 e 1986 era engajado nas questões políticas do país. Destaque no Corinthians durante os últimos anos de Ditadura Militar no Brasil, Sócrates foi um dos principais nomes da chamada Democracia Corinthiana, movimento ideológico no qual os jogadores reivindicavam mais influência nas decisões tomadas pelo clube, como contratações e idas à concentração.

    O movimento cresceu e o Corinthians se tornou um símbolo em prol da democracia. Posteriormente, Sócrates também participou da Campanha pelas Diretas Já. Morto em 2011, ele é lembrado como um dos grandes jogadores da história do futebol e também como um dos mais inteligentes e engajados.