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  • 60% das melhores redações do Enem 2019 foram feitas por mulheres

    60% das melhores redações do Enem 2019 foram feitas por mulheres

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     (Startup Stock Photos/Reprodução)

    As notas das redações do Enem 2019 foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (17). Dos 53 textos que receberam nota 1.000 neste ano, 32 foram escritos por mulheres, o que equivale a quase 60,4% das melhores notas. 

    Os autores dos textos com avaliação máxima têm idades que variam de 16 a 28 anos e estão em estados do Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste: Alagoas (2); Bahia (1); Ceará (6); Distrito Federal (2); Espírito Santo (1); Goiás (4); Maranhão (1); Mato Grosso do Sul (1); Minas Gerais (13); Paraíba (1); Pará (2); Pernambuco (1); Piauí (2); Rio Grande do Norte (6); Rio de Janeiro (6); São Paulo (4).

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    O tema desta edição foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”. O texto deveria ser do tipo dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas, desenvolvido a partir da situação-problema proposta e de subsídios oferecidos pelos textos motivadores.

    O carioca Gabriel Lopes, 20 anos, foi um dos estudantes que comemoraram a excelência nesta proposta e garantiu a nota 1.000. Confira aqui as dicas e a redação do candidato.

     

  • 12 pessoas compartilham o maior aprendizado de seu primeiro emprego

    12 pessoas compartilham o maior aprendizado de seu primeiro emprego

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     (Creative Vix/Pexels/Reprodução)

    O primeiro emprego geralmente é marcado por grandes aprendizados, porque a experiência de trabalho é incomparável quando se trata de aprender sobre carreira, preferências, como funciona o mercado. Por conta disso, o site ThriveGlobal coletou depoimentos de seus leitores e, como resultado, compartilhou 12 dos aprendizados em um artigo.

    Mesmo que não se aplique ao seu contexto – ou que você não esteja na fase do primeiro emprego – as lições podem ajudar ou fomentar reflexões bastante relevantes. Confira!

    #1 Dê crédito onde ele é merecido

    “Aprendi a importância de agradecer. Meu chefe em um dos meus primeiros empregos era incrível em incentivar os outros, dando crédito onde era devido e agradecendo a cada funcionário individualmente por seus esforços – não apenas apreciando grandes equipes. Essa prática me fez me sentir valorizada e querendo trabalhar muito mais. Agora, em uma função do tipo gerente, priorizo ​​sempre agradecer individualmente aos membros da minha equipe pelo trabalho árduo. Os funcionários sempre darão mais de si quando se sentem respeitados e apreciados – eu sei que vou!”

    #2 Termine as tarefas conforme surgirem

    “Eu era uma lavadora de pratos adolescente. O lema gritante de nosso chefe era: ‘Lide com tudo uma vez!’. Apliquei isso na vida. Por que parar colocando a louça na pia quando minhas mãos já estão nelas? Percorra a distância e coloque-as na máquina de lavar louça. Por que pegar este papel e movê-lo para o outro lado da mesa quando posso responder agora e arquivá-lo? Por que colocar um alfinete em algo quando posso decidir agir agora ou nunca? Isso é proficiência em movimento.”

    – Roselle Shallah, educadora e assistente social

    #3 Não conte com validação externa

    “A lição mais importante que aprendi no meu primeiro emprego foi garantir que meu senso de autoestima venha de dentro. Lembro-me de pedir um aumento aos 15 e não conseguir. A rejeição aumentou minha dedicação em fazer o meu melhor, independentemente de eu estar nesse papel ou em outro ou se ir além fosse reconhecido e celebrado ou não. Percebi que meu motivador era a qualidade do meu trabalho e o sentimento que ele me dava, em comparação com o reconhecimento externo.”

    – Stephanie Thoma, coach

    #4 Apoie seus colegas e não pegue atalhos

    “O McDonald’s, quando eu estava lá, fez um ótimo trabalho em promover o espírito de equipe, um senso de competição saudável quase como um time de esporte. Isso enraizou em nós um objetivo compartilhado mais amplo; portanto, não importa quantos clientes aparecessem, cuidávamos uns dos outros. Nos unimos para acompanhar a demanda – sem precisar de atalhos. Qualquer um vai querer cortar custos quando está sobrecarregado, mas, na equipe do McDonald’s, você realmente sentia que queria fazer o melhor para os clientes, porque eles notam tudo – até mesmo os menores descuidos na preparação de alimentos ou alterações na calibração ou proporções. Para nós, a satisfação do cliente era mais importante que o resultado final, porque a lealdade gerará lucros a longo prazo. É tudo sobre a reputação. Além disso, quando se trata de cozinhar, limpe à medida em que avança!”

    – Scott Stratton, executivo da área da saúde

    #5 Busque o lado positivo das situações

    “Meu primeiro emprego me ensinou que ser demitido poderia ser a melhor coisa que já aconteceu comigo. Ao mesmo tempo em que sentia vergonha na época, também sentia alívio; fui resgatado de um ambiente que não me agradava e estava livre para explorar o que se tornaria minha verdadeira paixão!”

    – Susie Ramroop, coach

    #6 Conheça os ambientes nos quais você se sai melhor

    “No meu primeiro emprego, cobri um território que media 150 milhas, o que me permitia ver fisicamente meus colegas de trabalho uma vez a cada três meses e exigia que eu participasse de reuniões internas virtualmente. Embora eu adorasse construir relacionamentos com meus clientes cara a cara, realmente lutei com a extrema independência nesse papel. Perdi o sentimento de comunidade que vem com uma forte cultura de equipe e uma missão compartilhada. Então, o que aprendi com essa experiência é que o ambiente é tudo para mim. A maioria dos seres humanos vive em um habitat que lhes permite se conectar, crescer e se relacionar com outras pessoas, então esse é agora um dos meus maiores motivadores no local de trabalho e funciona como algo inegociável [para mim].”

    – Melissa Muncy, marketing de conteúdo

    #7 Entenda que todo trabalho inclui atividades que você pode odiar

    “Meu primeiro emprego foi trabalhando para meu pai no Alasca. Eu morei com ele durante o verão e trabalhava para o seu negócio na adolescência para economizar dinheiro para a faculdade. A maior lição que aprendi é que todo trabalho exige uma atividade que você pode odiar. Eu odiava muito fazer inventário, meu pai explicou que ele também odiava, mas era necessário. Ele disse que todo trabalho tem partes tediosas, mas mesmo essas partes – quando bem executadas – podem promover o sucesso de uma empresa. Tolerar a tarefa repugnante de vez em quando me manteve avançando em todos os meus objetivos, seja trabalho ou lazer.”

    – Bridget Fonger, autora

    #8 Veja cada porta como uma oportunidade

    “Com pais que abriram seus próprios negócios, meu primeiro emprego foi criança, assumindo funções ímpares para ajudá-los. Seguindo qualquer conceito de mídia social, e-mail ou internet, nossos esforços de marketing consistiram em deslizar folhetos publicitários sob as portas. Nosso ritmo incluía alguns conjuntos habitacionais de estudantes universitários, com corredores abafados e muitas escadas. Corremos por esses corredores o mais rápido possível e o trabalho foi longo. O que se destaca [na experiência] é que não saíamos até a entrega do último panfleto. Uma porta perdida foi uma oportunidade perdida para ajudar nosso crescimento. Aprendi a não desejar afastar portas ou distrações. E aprendi a vê-los como são: passos necessários para alcançar um objetivo.”

    – Jen Hill, escritora e editora

    #9 Não apenas escute as pessoas, realmente ouça-as

    “A maior sabedoria que adquiri no meu primeiro emprego foi ouvir. Eu aprendi como não apenas ouvir as pessoas, mas como ouvir ativamente. É cansativo, mas sou mais eficaz porque aprendi.”

    – John Harrell, empreendedor, autor e palestrante

    #10 Coloque as pessoas antes do lucro

    “No meu primeiro emprego depois da faculdade, eu era consultor em uma grande corporação nacional. Fiquei emocionado por ter a oportunidade de trabalhar com um grande grupo de colegas e de ter um banco de clientes estabelecido desde o primeiro dia, mas logo percebi que as ineficiências burocráticas e os objetivos da organização em geral não combinavam com meus valores pessoais. Aprendi que quando indivíduos e organizações colocam margens de lucro diante das pessoas, todos perdem. Mudei de emprego 11 meses após o início e nunca me arrependi de seguir em frente.”

    – Kristin Heck Sajadi, empreendedor e professor

    #11 Não leve a rejeição para o lado pessoal

    “Meu primeiro trabalho remunerado foi em telemarketing – ligando para empresas e residências localizadas em Los Angeles a partir do guia telefônico e oferecendo a eles uma assinatura do The New York Times. Tive muitos problemas e também muitas conversas agradáveis. Aprendi a não aceitar pessoalmente rejeições ou reclamações e nunca desistir. Se uma pessoa não estiver interessada, encontre os interessados!”

    – Laleh Hancock, consultor de negócios

    #12 Seja transparente, pelo seu bem e pelo bem de sua empresa

    “Esconder-se debaixo de uma pedra para evitar os desafios dentro da sua empresa ou organização só os transformará em desastres e criará uma cultura negativa e infeliz no local de trabalho. Aprender como não liderar me ensinou a importância de criar uma cultura transparente, honesta e positiva para meus funcionários e clientes. Um local de trabalho feliz e saudável é igual a pessoas felizes e saudáveis!”

    – Carrie McEachran, diretora executiva

    Este texto foi originalmente publicado no portal Na Prática, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

  • Conheça o Cursinho Popular Zilda Arns, da Medicina Unicamp

    Conheça o Cursinho Popular Zilda Arns, da Medicina Unicamp

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     (Jessica Lewis/pexels/Unicamp/Reprodução)

    O Cursinho Popular Zilda Arns é um curso pré-vestibular popular gratuito voltado para o Enem e os grandes vestibulares do estado de São Paulo. Criado em 2017, tem como objetivo proporcionar educação de qualidade a pessoas de baixo nível socioeconômico de Campinas e das cidades vizinhas, facilitando o ingresso dos estudantes à universidade.

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    O nome é uma homenagem à médica e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, morta há 10 anos no Terremoto do Haiti. Ele é organizado pelos alunos da Medicina Unicamp e conta com mais de 100 voluntários de diversos cursos. O Poliedro, parceiro do cursinhos, disponibiliza material, simulados e uma revisão de fim de ano.

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    O Cursinho Zilda Arns fica na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, na R. Tessália Vieira de Camargo, 126, Cidade Universitária Zeferino Vaz. As aulas acontecem de segunda a sexta das 19h às 23h. Os plantões de dúvida rolam das 18h20 às 19h. Além disso, há simulados e eventuais aulas extras aos sábados, eventos de confraternização, passeios culturais e debates.

    Inscrições

    As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de janeiro pelo site do cursinho. O processo seletivo é composto por três etapas: uma prova objetiva com 50 testes, avaliação socioeconômica e uma entrevista individual. Para a prova objetiva, que acontecerá dia 19 de janeiro, é necessário levar caneta e um documento de identidade e pagar a taxa de inscrição de R$ 35. São oferecidas 80 vagas.

     

  • Atual, coerente e criativa: professores elogiam prova da Unicamp

    Atual, coerente e criativa: professores elogiam prova da Unicamp

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     (Louis Bauer/Pexels/Reprodução)

    Neste domingo (12) começou a segunda fase do vestibular 2020 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mais de 13 mil candidatos, que disputam 2.570 vagas em 69 cursos de graduação, encararam 8 questões de Português, duas de Inglês e uma redação.

    Especialistas de diversos cursinhos comentaram o primeiro dia de provas e elogiaram estilo e conteúdo das questões. Em relação à redação, a inovação da Unicamp também surpreendeu. Confira: 

    Redação 

    Vale ressaltar que 2020 foi o primeiro ano em que o candidato pode optar por uma proposta de redação. Até o ano passado, ele deveria produzir os textos dos dois gêneros textuais que a banca propunha.  

    Em uma das propostas, o candidato precisava criar um podcast, algo que está crescendo na sociedade e circulando cada vez mais. A temática desse conteúdo deveria ser a biodiversidade, não só a natural, mas a cultural e social presentes no Brasil.

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    A segunda proposta foi uma crônica. O estudante precisava se posicionar sobre o micromachismo – ideias e situações que podem passar despercebidas pela maioria das pessoas, mas que trazem o machismo à tona. 

    Segundo Felipe Leal, professor de redação do Curso Anglo, ambos os temas eram relevantes e atuais. A dificuldade estava nos gêneros propostos, mas a Unicamp forneceu informações que poderiam ajudar o candidato a desenvolver o texto que escolhesse. 

    Para Gabrielle Cavakin, professora de redação do Poliedro Campinas, por mais que crônica possa ter surpreendido os candidatos, por nunca ter sido cobrada na Unicamp, muitos poderiam se sentir mais à vontade com essa proposta por causa do tema. “A ideia de falar sobre micromachismo, de se posicionar sobre isso, é algo que está muito forte nessa geração”, diz.

    Ela reforça que, mesmo se o estudante não soubesse fazer um podcast ou uma crônica, o importante era entender o contexto comunicacional e seguir os comandos da banca. 

    “É uma prova bem diferente das tradicionais, porque ela investe em uma espécie de jogo de faz de conta, na simulação de situações reais de interlocução e cobra a redação de gêneros textuais específicos”, explica Wellington Borges Costa, coordenador de Redação do Grupo Etapa.

    Segundo ele, a Unicamp propõe a simulação de um personagem, então o candidato deve vestir uma máscara discursiva e assumir uma personalidade. Além disso, a redação deve respeitar as características da linguagem típica de cada gênero textual. O podcast, por exemplo, deve apresentar marcas de oralidade. Já a crônica deveria ter uma linguagem livre e pessoal, mesclando momentos narrativos com momentos dissertativos. 

    ‘É uma prova que merece ser parabenizada, pois aponta para caminhos mais criativos e inventivos”, diz Costa. 

    Questões de Linguagem 

    O diretor-pedagógico da Oficina do Estudante, Antunes Rafael dos Santos, afirma que a prova cobrou assuntos tradicionais, como figuras de linguagem e interpretação de texto, mas também não deixou de lado uma abordagem atual. 

    Uma das questões, inclusive, trabalha o filme Bacurau, que foi aclamado pela crítica. “A Unicamp conseguiu trazer na prova essa produção cinematográfica. Quem assistiu (e está atualizado com o mundo) não teve dificuldade de responder”, diz. 

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    O que pode ajudar a sintetizar a prova da Unicamp 2020 são as ideias de contextualização e de integração, segundo Henrique Braga, professor do Curso Anglo. “Embora seja possível dividir as questões entre as que pendem mais para literatura ou para outro tipo de análise linguística, a prova não lida com esses segmentos de forma muito estanque”, diz.

    O professor exemplifica que uma questão com mais compreensão do texto, cobrava uma reflexão gramatical. Já uma questão de literatura exigia, na verdade, que o aluno mobilize conhecimentos sobre recursos linguísticos. “É uma prova que valoriza o estudante que consegue integrar conhecimentos e refletir sobre eles. Muito contemporânea e muito bem feita”, afirma.

    Segundo Vitor Ricci, coordenador do Curso Poliedro Campinas, foi uma prova extremamente coerente. 

    Nas duas questões de inglês, segundo o coordenador, a dificuldade estava na interdisciplinaridade das matérias que estavam associadas aos textos. “A leitura era tranquila, mas no primeiro texto que falava sobre perda de diversidade genética, o candidato precisava trazer uma bagagem da biologia. Já o segundo texto, que mencionava o atentado de 11 de setembro, exigia um conhecimento de geopolítica”, diz.

    Questões mais difíceis

    Segundo o professor Pantoja, da Oficina do Estudante, a questão mais difícil de Inglês foi a interdisciplinar com história – a sobre o ataque ao Word Trade Center. “Em 11 de setembro de 2001, muitos candidatos ainda eram muito novos. Por outro lado, quem estudou e acompanha jornal acertou sem problemas” diz. 

    Já a questão mais difícil de Português, para Marcelo Maluf, professor da Oficina do Estudante, foi a da escritora Ana Cristina por ser um texto moderno, contemporâneo e com uma linguagem absolutamente ágil. 

  • Cursinhos gratuitos da USP e da Unifesp estão com inscrições abertas

    Cursinhos gratuitos da USP e da Unifesp estão com inscrições abertas

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     (Pixabay/Reprodução)

    Felizmente, muitos alunos e professores participam, voluntariamente, em iniciativas voltadas para estudantes de baixa renda interessados em prestar vestibular, como o Fera Anglo Social, projeto coordenado pelos professores do Anglo Vestibulares.  

    Outro projeto com esse o intuito é o MedEnsina. Foi fundado há 18 anos por alunos da Faculdade de Medicina da USP com apoio do professor Paulo Saldiva, do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz e da instituição. Apesar do nome focado em Medicina, sua grade visa a preparação para todas as áreas.

    As aulas são ministradas por alunos voluntários dos cursos de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da USP. Eles contam com o apoio do Sistema de Ensino Poliedro, que fornece material didático, consultoria pedagógica, treinamento e simulados.

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    O MedEnsina está com 270 vagas para as novas turmas preparatórias de 2020. As inscrições para o processo seletivo podem ser efetuadas até 15 de janeiro, por meio do site, ou presencialmente até o dia 14 de janeiro, na Secretaria do MedEnsina na USP (Av Dr. Arnaldo, 455, Cerqueira César, São Paulo, ao lado do Metrô Clínicas). O custo da taxa de inscrição: R$ 32.

    A seleção dos candidatos será realizada em duas fases: a primeira delas é uma prova de múltipla escolha, composta por questões de conhecimentos gerais do Ensino Médio. A segunda fase consiste em uma avaliação socioeconômica. Os estudantes com as melhores pontuações serão chamados para realizar as inscrições. 

    Cursinho Popular Pré-Vestibular Jeannine Aboulafia

    O Cursinho Popular Pré-Vestibular Jeannine Aboulafia (CUJA) é mais um projeto de ação social. Vinculado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é organizado por graduandos, pós-graduandos e servidores da própria universidade, com o objetivo de auxiliar estudantes oriundos de escolas públicas e/ou pertencentes a classes sociais menos favorecidas a ingressar no ensino superior. O material didático usado nas aulas é cedido pelo Curso Etapa.

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    Em 2020, o CUJA-UNIFESP está disponibilizando 200 vagas. Os estudantes podem efetuar a inscrição no site até o dia 15 de janeiro. Ou no dia 17 de janeiro, presencialmente na secretaria do cursinho (Rua Pedro de Toledo, 849 – Vila Clementino – São Paulo/SP). Para se inscrever, é necessário pagar uma taxa de R$ 20.

    Confira o Manual do Candidato 2020 do CUJA

    A classificação é composta pela nota obtida na prova teórica, que será aplicada no dia 18 de janeiro, e pela avaliação socioeconômica do candidato. A primeira chamada e a lista de espera serão divulgadas no dia 24 de janeiro.

  • Programa oferece bolsas de estudos na Holanda exclusivas para brasileiros

    Programa oferece bolsas de estudos na Holanda exclusivas para brasileiros

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     (Michal Soukup/Unsplash/Reprodução)

    Pensando em cursar graduação, mestrado ou MBA na Holanda? A Orange Tulip Scholarships Brazil (OTS), iniciativa voltada especialmente a estudantes brasileiros, está com inscrições abertas. O prazo para se inscrever varia entre as universidades participantes, mas se encerra entre fevereiro e maio do ano que vem.

    As bolsas (mais de 80) são destinadas a cursos ministrados em inglês com qualidade internacionalmente reconhecida. O OTS concede apoio integral ou parcial sobre o valor da anuidade (tuition fee), e em alguns casos, cobre também os custos do visto e seguro. São, no total, 27 universidades participantes — a lista pode ser vista aqui.

    O que são as Orange Tulip Scholarships

    As bolsas concedidas pelo governo holandês beneficiam alunos de graduação, mestrado e MBA. No Brasil, a Nuffic Neso, fundação que ajuda interessados em ter uma experiência acadêmica nos Países Baixos, administra desde 2012 o Orange Tulip Scholarship Brazil.

    Para essa edição, mais de 80 bolsas estarão disponíveis. Os cursos para os quais o apoio financeiro é oferecido são das áreas de Artes, Ciências Biológicas e Saúde, Exatas, Tecnológicas e Humanas.

    O auxílio pode ser integral ou compreender descontos no valor da anuidade – sendo que algumas universidades também oferecem uma ajuda de custo de até 50 mil euros para se manter na Holanda.

    Como se candidatar às Orange Tulip Scholarships

    Podem participar do Orange Tulip Scholarship Brazil 2020 candidatos que tenham cidadania brasileira; demonstrem excelente desempenho acadêmico e tenham obtido grau necessário para cursar o programa desejado. Interessados que também tenham cidadania em algum país europeu não podem concorrer.

    Também é preciso que o estudante tenha fluência escrita e oral em inglês e esteja, atualmente, em processo de admissão – ou já admitido – em alguma instituição de ensino superior holandesa, que seja participante do programa de bolsa. Quem já estiver estudando ou trabalhando na Holanda não poderá participar.

    Documentos necessários para candidatura

    Os critérios de seleção variam conforme a universidade escolhida, mas alguns materiais frequentemente exigidos são:

    Via de regra, é necessário primeiro candidatar-se ao curso desejado e, em seguida, fazer a inscrição para as bolsas. Ao longo do processo, também será necessário enviar outros documentos, incluindo um formulário de inscrição.

    Mais informações sobre o processo podem ser vistas aqui. O Nuffic Neso Brasil também disponibiliza uma página com respostas às dúvidas mais frequentes dos candidatos ao processo. As inscrições vão até, no máximo, maio de 2020. Também neste mês começarão a ser divulgados os resultados parciais da seleção, segundo o cronograma oficial. Os resultados finais serão divulgados até 17 de junho de 2020.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Estudar Fora, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

  • As profissões em alta no Brasil em 2020, segundo o LinkedIn

    As profissões em alta no Brasil em 2020, segundo o LinkedIn

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     (Austin Distel/Unsplash/Reprodução)

    O LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, divulgou nesta quarta-feira (8) a lista das 15 profissões mais promissoras para 2020 no Brasil. Carreiras ligadas aos setores de tecnologia da informação e internet foram as que mais apareceram na lista, ocupando 13 posições.

    No topo do levantamento “Profissões Emergentes”, como foi nomeado, aparece gestor de redes sociais, seguido pelo engenheiro de cibersegurança e o representante de vendas. Outro destaque na edição deste ano da lista é motorista. Ao observar os três setores da economia que mais devem demandá-los no próximo ano, constata-se que, entre eles, estão as empresas ligadas a internet e a serviços e facilidades ao cliente, como os aplicativos de transporte de passageiros e os de compras e entregas.

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    O relatório foi feito com base em dados de usuários do LinkedIn com perfil público que tenham ocupado uma ou mais posições em tempo integral no Brasil nos últimos cinco anos. A partir das informações, identifica-se o grupo de profissões que mais se movimentaram no período e aplica-se, a cada uma delas, uma fórmula que inclui o número de contratações e a taxa de crescimento anual entre 2015 e 2019 para mapear as que tiveram maior expansão.

    Confira o ranking completo, além das habilidades mais requisitadas e os setores que mais contratam cada uma das profissões:

    1. Gestor de mídias sociais Cinco conhecimentos primordiais: Marketing digital; redes sociais; Adobe Photoshop; Adobe Illustrator; e marketing. Três segmentos que mais buscam a profissão: Publicidade e marketing; mídia online; e internet.

    2. Engenheiro de cibersegurança Cinco conhecimentos primordiais: Docker Products; Ansible; DevOps; Amazon Web Services, AWS; e Kubernetes. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; software de computadores; serviços financeiros.

    3. Representante de vendas Cinco conhecimentos primordiais: Outbound Marketing; inbound marketing; pré-venda; vendas internas; e prospecção. Três segmentos que mais buscam a profissão: Softwares de computadores; tecnologia da Informação e serviços; e internet.

    4. Especialista em sucesso do cliente Cinco conhecimentos primordiais: Inbound marketing; auxiliar no sucesso do cliente; relações com o cliente; marketing digital; e experiência do cliente. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; software de computadores; e internet.

    5. Cientista de dados Cinco conhecimentos primordiais: Machine Learning; ciência de dados; linguagem Python; linguagem R; e ciência de dados. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; bancos; e softwares de computadores.

    6. Engenheiro de dados Cinco conhecimentos primordiais: Apache Spark; Apache Hadoop; grandes bancos de dados; Apache Hive; e a linguagem de programação Python. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; bancos; e serviços financeiros.

    7. Especialista em Inteligência Artificial Cinco conhecimentos primordiais: Machine learning; deep learning; linguagem de programação Python; ciência de dados; Inteligência Artificial (IA). Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e instituições de ensino superior.

    8. Desenvolvedor em JavaScript Cinco conhecimentos primordiais: React.js; Node.js; AngularJS; Git; e MongoDB. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet.

    9. Investidor Day Trader Cinco conhecimentos primordiais: Bolsa de valores; Technical Analysis; investimentos; mercado de capitais; e o investimento de curto prazo Trading. Três segmentos que mais buscam a profissão: Serviços financeiros; mercado de capitais; e gestoras de fundos de investimentos.

    10. Motorista Cinco conhecimentos primordiais: Serviço ao cliente; Microsoft Word; liderança; Microsoft Excel; e vendas. Três segmentos que mais buscam a profissão: Internet; transportes terrestres e ferroviários; e serviços e facilidades ao cliente.

    11. Consultor de investimentos Cinco conhecimentos primordiais: Investimentos; mercado de capitais; mercado financeiro; renda fixa; e análise financeira. Três segmentos que mais buscam a profissão: Serviços financeiros; mercado de capitais; e bancos.

    12. Assistente de mídias sociais Cinco conhecimentos primordiais: Redes sociais; marketing digital; Adobe Photoshop; Instagram; e publicidade. Três segmentos que mais buscam a profissão: Publicidade e marketing; internet; Tecnologia da Informação e serviços.

    13. Desenvolvedor de plataforma Salesforce Cinco conhecimentos primordiais: Desenvolvimento de Salesforce.com; linguagem de programação Apex; recursos do Salesforce.com; administração de Salesforce.com; e Visualforce. Três segmentos que mais buscam a profissão: Softwares de computadores; Tecnologia da Informação e serviços; e consultoria em gestão.

    14. Recrutador especialista em Tecnologia da Informação Cinco conhecimentos primordiais: Recrutamento em TI; recrutamento; entrevista; pesquisa de executivos; e técnicas de recrutamento. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; recrutamento e seleção; e Recursos Humanos.

    15. Coach de metodologia Agile Cinco conhecimentos primordiais: Kanban; metodologia Agile; Scrum; gestão de projetos em Agile; e agilidade para os negócios. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet.

  • Anota aí! O calendário completo do Fies 2020

    Anota aí! O calendário completo do Fies 2020

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     (Unsplash/Reprodução)

    Fiquem atentos! Estudantes poderão se inscrever para o primeiro semestre de 2020 do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) a partir do dia 5 de fevereiro, na página do programa. O prazo é até as 23h59 do dia 12 de fevereiro.

    Confira o cronograma completo do Fies:

    Inscrições: 5 de fevereiro até 12 de fevereiro;

    Divulgação dos resultados: 26 de fevereiro;

    Complementação da Inscrição no Fies pelos candidatos pré-selecionados na modalidade Fies: 27 de fevereiro até 2 de março;

    Pré-seleção em lista de espera: 28 de fevereiro até 31 de março.

    Como funciona?

    O programa do Fies tem o objetivo de conceder financiamento a estudantes em cursos superiores pagos, possibilitando juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamento que varia conforme a renda familiar do candidato.

    Poderá se inscrever no processo seletivo o candidato que participou do Enem a partir da edição de 2010 e que tenha obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 e nota superior a 0 na redação.

    Ele é dividido em duas modalidades, distintas por renda e pelo agente financiador. Na primeira, o fundo oferece vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. O aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda, fazendo com que os encargos a serem pagos pelos estudantes diminuam consideravelmente.

    Já a segunda, chamada P-Fies, é destinada aos estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Essa modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e de desenvolvimento (fundos do governo para combater a desigualdade social) e com recursos dos bancos privados participantes.

  • Fuvest: redação tem tema atual e prova de Português é considerada clássica

    Fuvest: redação tem tema atual e prova de Português é considerada clássica

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     (Governo de São Paulo/Flickr/Reprodução)

    Este domingo (5) foi o primeiro dia da segunda fase do vestibular 2020 da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que seleciona para a Universidade de São Paulo (USP). Os candidatos enfrentaram 10 questões de Português e uma redação.

    O tema proposto pela banca foi “o papel da ciência no mundo contemporâneo”. Segundo Fabiula Neubrn, coordenadora de redação do Curso Poliedro, a abordagem da prova não surpreendeu. “A Fuvest partiu de uma temática que envolve algo atual e bastante discutido: a ascensão de um certo revisionismo científico. Estamos falando de movimentos que questionam se a Terra é redonda. Ao longo dos anos, a Fuvest segue esse modelo de solicitar uma discussão em âmbito contemporâneo”, diz. 

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    Sérgio Paganim, coordenador de Linguagens do Curso Anglo, reforça que esse é um assunto muito importante para a sociedade atual e que os textos apresentados pela banca poderiam contribuir para diversas ideias no desenvolvimento da redação. “A coletânea ajudava a pensar sobre os efeitos positivos e negativos da ciência, assim como a relação entre conhecer e valorizar a ciência e o desenvolvimento dela”, diz. 

    Segundo o coordenador, o candidato poderia analisar também o embate entre uma sociedade que vive profundamente da ciência, mas que não a compreende e, muitas vezes, a desvaloriza. “Essa oposição é perigosa, pois pode nos levar às fake news ou a uma sociedade que admira o autoritarismo exatamente por não entender da ciência e apenas usá-la”, diz.

    “Nós estamos diante de uma crise climática, de um esgotamento dos recursos naturais e a ciência é a nossa ferramenta para combater esses problemas que nós próprios, como humanidade, acabamos criando”, acrescenta Fabiula.

    Prova de Português

    Paganim destaca o fato da prova de Português ter abordado variados gêneros textuais, como uma imagem histórica famosa, um depoimento e um texto de blog.

    Em relação ao tema das perguntas, a prova também seguiu o padrão dos últimos anos. “Nas questões de gramática e texto, a Fuvest cobrou tradicionais assuntos, como apreensão de sentido de expressões que eram mais complicadas, ambiguidade, processo de formação de palavras e função sintática”, diz. 

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    Segundo Fernando da Espiritu Santo, coordenador do Sistema de Ensino Poliedro, para um bom desempenho nesse primeiro dia era necessário o domínio de interpretação de texto e de regras gramaticais básicas.

    Mas, para o especialista, isso não significa que a prova foi fácil. “Muitas questões de interpretação poderiam facilmente induzir o estudante ao erro ao encontrar uma resposta superficial para as perguntas”, ressalta.

    A questão mais difícil em sua opinião solicitava o processo de formação da palavra “precariado”. “Se o aluno não souber que ela vem da justaposição do substantivo ‘proletariado’ ao adjetivo ‘precário’, dificilmente chegaria nessa conclusão sozinho durante a prova”, diz.

    Já nas questões de Literatura, o candidato precisava entender muito sobre o enredo das obras cobradas pela banca, ou seja, era mais importante o conhecimento da história do que a interpretação dos recursos usados ou dos temas abordados nos livros.

    Para Paganim, em resumo, a prova avaliou elementos fundamentais para o ingresso no Ensino Superior. “Foi uma prova muito bem feita, equilibrada e de nível médio. Podemos considerar uma prova clássica da Fuvest de Língua Portuguesa”, conclui.

    Segundo dia 

    No segundo dia de prova (6), serão 12 questões de igual valor, sobre duas a quatro disciplinas, dependendo da carreira escolhida pelo candidato. Se forem duas disciplinas, haverá seis questões para cada uma delas. Se forem três disciplinas, haverá quatro questões para cada uma. Se forem quatro disciplinas, haverá três questões para cada uma. 

    Resultado 

    O resultado dos aprovados na Fuvest 2020 será divulgado no dia 24 de janeiro.

    Outras datas importantes

    • Segunda chamada: 31 de janeiro
    • Terceira chamada: 7 de fevereiro
    • Lista de espera: a partir de 26 de fevereiro
  • Resultado oficial do Enem sairá em 17 de janeiro, diz Inep

    Resultado oficial do Enem sairá em 17 de janeiro, diz Inep

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     (Internet/Reprodução)

    Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão divulgados em 17 de janeiro de 2020, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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    Os participantes poderão acessar suas notas pela Página do Participante, no portal ou no aplicativo do Enem, por meio do login com CPF e senha. A exceção são aqueles que não irão concluir o Ensino Médio em 2019, os conhecidos treineiros, que só terão o boletim individual publicado em março de 2020.

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    No próximo ano, o exame apresentará uma novidade: o Enem Digital. Em 2020, a aplicação ocorrerá em modelo-piloto. Os participantes poderão escolher, no ato de inscrição, pela aplicação digital ou pela tradicional prova em papel. 

    Entenda como deverá ser o Enem digital

    A implantação será progressiva, com previsão de ser 100% digital a partir de 2026.