Quando pensa em “químico” a única imagem que lhe vem à mente é alguém em um laboratório manipulando tubos de ensaio cheio de líquidos coloridos? Ou imagina também um professor em uma sala de aula desenhando cadeias de carbono na lousa? Qualquer que seja a resposta, você não está errado! Mas também não está completamente certo.
Veja bem, a Química é mais uma daquelas carreiras que oferecem mais possibilidades de atuação do que se imagina.Esse profissionais estão nas salas de aula e nos laboratórios de pesquisa, mas também nas mais diversas indústrias, nos escritórios e, acredite ou não, até envolvido em investigações criminais!
Então se Química está entre suas disciplinas preferidas na escola, você se interessa pela área, mas ainda não sabe muito bem onde focar seus esforços e pesquisas, neste texto te ajudamos a descobrir qual tipo de químico você pode ser e como chegar lá!
Onde começam as escolhas
A dica de ouro não apenas para quem quer fazer Química, mas para vestibulandos de todas as carreiras, é não deixar para pensar nas suas áreas de interesse no curso ou ainda no que pretende atuar só depois de ingressar na universidade. Basta saber que existem mais de 400 cursos de Química no Brasil para estimar quantas modalidades, ênfases e mesmo grades curriculares diferentes é possível encontrar! São essas especificidades que te tornarão, ao final do curso, mais aptos a atuar em um segmento ou outro, e por isso o ideal é escolher onde estudará orientado por isso.
No caso do curso de Química, a primeira diferenciação essencial a ser feita é entre o bacharelado e a licenciatura. Assim como todos os cursos que aparecem como disciplina no Ensino Médio – Física, Matemática, História… – ele se divide em uma modalidade para quem pretende trabalhar especificamente dando aulas (a licenciatura) e outra para quem quer atuar em outros setores (o bacharelado).
A licenciatura não costuma oferecer ênfases em subáreas específicas da Química, mas conta com disciplinas voltadas especificamente à educação. Alguns exemplos encontrados na maioria das grades curriculares é psicologia da educação, metodologia e prática de ensino de química e história das ciências naturais.
Mas se o seu sonho são os laboratórios e não as escolas, o leque de possibilidades se abre um pouco mais e você precisará fazer algumas pesquisas! Sobre os bacharelados, é importante que você saiba que existem cursos com ênfases específicas, como em indústria e tecnologia, petróleo, alimentos, materiais, meio ambiente e muitas outras. Ou seja, se você já sabe que pretende trabalhar no setor alimentício, vale a pena buscar um bacharel com essa ênfase.
Apesar dessas diferenças de enfoque, todos os cursos de Química contam com algumas disciplinas básicas a fim de padronizá-los perante o Ministério da Educação. Segundo o MEC, algumas matérias encontradas nos cursos são química orgânica, inorgânica, bioquímica e cálculo diferencial e integral. Assim já dá para ter uma noção de que você, inevitavelmente, também esbarrará na matemática e na biologia se escolher essa profissão!
Os que optam pelo bacharelado, poderão encontrar oportunidades de trabalho na área ambiental (ajudando empresas a desenvolverem métodos de tratamento de seus dejetos, por exemplo), como perito em investigações criminais (caso se especialize em química forense), ou em diversos segmentos da indústria. Basta imaginar que processos químicos estão envolvidos tanto na produção da borracha de pneus para carros quanto na fermentação de pães em uma fábrica de alimentos para ter uma dimensão de como profissionais da área são essenciais em todos os lugares!
Além disso, se sua praia não são os laboratórios e nem as salas de aula, saiba que muitos químicos acabam atuando como gestores, elaborando e aplicando estratégias para melhorar a linha de produção de determinada indústria, por exemplo. Para saber outras áreas de atuação de um profissional da Química, você pode acessar a nota publicada pelo Conselho Regional de Química.
Por fim, a notícia boa é que o mercado nunca deixa de demandar profissionais da área, especialmente a indústria. Em alguns estados do Brasil, como Minas Gerais e Piauí, a oferta de vagas para químicos inclusive cresceu nos últimos anos (você pode consultar a variação de um estado para o outro aqui, no gráfico interativo do Quero Bolsa). Já as escolas demandam especialmente os profissionais licenciados, já que na falta deles muitas contratam bacharéis em Química ou mesmo pessoas sem formação na área.
A partir deste sábado (20), o Inep disponibilizará a enquete para que os inscritos no Enem 2020 votem nas novas datas de aplicação do exame, na Página do Participante. O prazo para responder é até o dia 30 de junho. É possível escolher o adiamento das provas em 30, 60 ou 180 dias das datas previstas nos editais:
Enem impresso: 6 e 13 de dezembro de 2020 / Enem Digital: 10 e 17 de janeiro de 2021;
Enem impresso: 10 e 17 de janeiro de 2021 / Enem Digital: 24 e 31 de janeiro de 2021;
Enem impresso: 2 e 9 de maio de 2021 / Enem Digital: 16 e 23 de maio de 2021.
O adiamento, por conta da pandemia, foi anunciado no fim do mês passado, após movimentos estudantis, universidades e influenciadores se posicionarem contra a manutenção do calendário, debatendo sobre os prejuízos aos estudantes que não estão conseguindo estudar em casa, por falta de internet, celulares e computadores.
A nova data do Enem 2020 vai influenciar o calendários de outros grandes vestibulares, como a Fuvest, Unicamp e Unesp. As três principais universidades paulistas já anunciaram recentemente que aguardam o novo calendário do exame nacional para também definirem novas datas para suas provas.
Produções cinematográficas e séries são ótimos entretenimentos para passar o tempo enquanto temos contato com outras culturas. E, geralmente, não é só o idioma dos atores que muda. Os cenários, as histórias e as formas de narrar ganham aspectos próprios que expõem características de uma população diferente.
Em 2020, pela primeira vez na história do Oscar, um filme estrangeiro, o sul-coreano Parasita, de Bong Joon Ho, levou a estatueta de melhor filme, entre outros prêmios. O sucesso de público e crítica só enaltece algo que há muito tempo a gente sabe, mas que nem sempre para para ver: tem muita coisa boa feita em países que não se chamam Estados Unidos ou Reino Unido! Então, que tal começar a explorar um pouco mais isso? Confira estas séries!
The Rain – Dinamarca
Essa ficção científica dinamarquesa lida com a vida após o apocalipse. Depois de um vírus sem explicação exterminar toda a população da Escandinávia, um grupo de jovens se encontra entre os escombros do que restou da cidade para tentar encontrar uma vida melhor. A série já tem duas temporadas e discute como é a vida após o fim do mundo, quando não existem mais regras sociais e todos precisam começar do zero.
Explorando a Alemanha dos anos 1920, o drama policial Babylon Berlin conta a história do país logo antes da ascensão nazista. Uma das produções de língua não-inglesa mais caras dos últimos tempos, a série é incrível para entender as contradições da época entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais de um ponto de vista único e central nos dois conflitos: Berlim. Na história, acompanhamos a vida de Rath, veterano de guerra, e da humilde Ritter, que sonha em ser a primeira detetive da Polícia de Berlim, cidade que vive um período de efervescência cultural e social que seria interrompido pela brutalidade nazista.
Considerada uma série de suspense psicológico, Tabula Rasa é uma série belga cheia de mistério e que flerta com o horror. A narrativa acompanha Annemie D’Haeze, suspeita de estar envolvida em um desaparecimento. A personagem foi a última a ser vista na companhia do desaparecido. O problema é que ela não se lembra de conhecer a vítima, porque um acidente prejudicou sua memória permanentemente. Gravada em holandês, um dos idiomas oficiais da Bélgica, a série brinca com a delicadeza entre a consciência e o inconsciente, além da perda da nossa história que pode afetar para sempre um indivíduo.
A série, falada em catalão, se passa em Barcelona e conta a vida de um professor de filosofia do Ensino Médio que incentiva seus alunos a questionarem o mundo. Com toques de comédia, cada episódio recebe o nome de um filósofo ou corrente filosófica que vai ser explicada na série e, também, aplicada a lições no dia a dia dos adolescentes. Apesar dos questionamentos da direção da escola e dos pais, Merlí vai ajudar os alunos a enfrentarem problemas pessoais – inclusive o de seu filho.
Veja mais sobre a série aqui. Disponível na Netflix.
Fauda – Árabe
Acompanhando uma unidade secreta israelense que caçam terrostistas no território Palestino, a série traduz em seu título o que acontece na Faixa de Gaza. Fauda, que significa “caos” em árabe, se propõe a mostrar o jogo de poder entre Israel e a Palestina em que ninguém ganha e ninguém perde. Considerada, em 2017, a melhor série internacional do gênero pelo New York Times, a produção apresenta personagens complexos que se dividem entre uma vida, muitas vezes, amorosa em casa e violenta no trabalho.
Em uma narrativa semelhante à de House, o neurocirurgião Han-Jin-woo e sua equipe são transferidos para o departamento forense do hospital onde trabalham. Os médicos são responsáveis pela segunda autópsia dos pacientes e devem investigar casos misteriosos envolvendo assassinatos e doenças raras. Como o título sugere, ao final de cada episódio, questionamentos sobre o poder de Deus sobre a humanidade são jogados para o espectador. E, como todo K-drama, como são chamadas as produções coreanas, a série conta com características típicas da cultura do país e também um toque de romance.
Já com três temporadas, essa série cômica conta como é a rotina dos profissionais que trabalham em agências de talentos em Paris. Além do elenco aclamado, a série é divertida ao mostrar um dia a dia cheio de baixos e altos enquanto os agentes tentam fazer de tudo para manter seus astros satisfeitos. Cada episódio ainda traz, como convidado, um ator famoso na França que interpreta uma versão exagerada de si mesmo.
É um reality show muito diferente do que estamos acostumados. Distante do poder do confinamento, a produção reúne um grupo de jovens japoneses para morarem sob o mesmo teto com dois carros a sua disposição. Mas não espere grandes dramas e intrigas. O show se propõe a mostrar as dificuldades e o dia a dia de jovens japoneses que devem enfrentar questões culturais, inclusive a timidez, para aprenderem a conviver juntos e se relacionar com outras pessoas.
Explora o envolvimento militar e político da Noruega na Guerra do Afeganistão. A história parte do casal formado por Johanne, chefe da secretaria do ministro das Relações Exteriores, e seu marido Erling, líder de um grupo de Forças Especiais norueguês no Afeganistão, que, ao voltar para seu país, recebe uma missão misteriosa relacionada a sua atuação na guerra. Os acontecimentos a partir de então colocam em xeque a relação de ambos e suas moralidades ao expor eventos pessoais e políticos.
Rodeado de neve, Trapped narra a investigação de crimes violentos em um pequeno vilarejo na Islândia. Com um ritmo muito diferentes das séries policiais americanas, esta produção islandesa é perfeita para quem gosta de muito mistério sem enrolação. A série acompanha o investigador Andri, responsável por resolver um caso a cada temporada (atualmente, duas já estão disponíveis na Netflix e a terceira está em pré-produção). O único ponto negativo é que será necessário prestar muita atenção nos nomes de cada personagem para entender as histórias, já que são muito diferentes do português.
As soluções digitais já mudaram o ambiente de trabalho. Seja com novas profissões ou novos modelos de negócios, empresas e profissionais precisam se adaptar. Com grandes mudanças no mercado, o questionamento sobre qual profissional o mercado precisa e o que é esperado dele torna-se relevante.
De acordo com Elisa Cavalcante, sócia da consultora de Recursos Humanos 3D Partners, “ao longo dos anos, percebeu-se uma valorização do que é chamado de soft skills, ou ‘habilidades humanas’, que são até mais valorizadas que as habilidades técnicas”. Essas competências referem-se a características comportamentais que preparam o profissional para encarar os desafios do mercado. Elisa conta que essa valorização aconteceu quando as empresas perceberam que é possível treinar as capacidades técnicas em seus funcionários, mas é muito mais difícil treinar um comportamento.
A ideia da valorização das soft skills é, também, atentar para a inclusividade de perfis diferentes. Percebeu-se que trazer pessoas com trajetórias diversas gera mais inovação e agilidade, características marcantes do mercado atual.
Heloisa Vieira, Gerente de Recrutamento e Seleção da startup de habitação QuintoAndar, conta que muitos dos profissionais da empresa não são graduados ou não se formaram em algo relacionado à área em que trabalham. A QuintoAndar é a maior imobiliária digital do Brasil e usa a tecnologia para facilitar e diminuir a burocracia do aluguel de residências. Heloisa lembra que a graduação é importante, sim, principalmente para áreas técnicas, mas não é tudo. Já de acordo com a iFood, foodtech brasileira que atua no ramo de entrega de comida pela internet, por exemplo, é muito importante que seus “colaboradores trabalhem de acordo com a cultura da empresa que foca em inovação, versatilidade e senso de dono”.
Prepare-se para o mercado
Entre as primeiras habilidades que devem ser importantes para o profissional está a resiliência. Em um cenário mundial com mudanças e inovações diárias, ter “a habilidade de adaptação rápida é importante para evitar frustrações”, segundo Heloisa. É necessário estar pronto para resolver problemas e adaptar-se às novas realidades impostas por meio da inovação. Elisa concorda e ainda pontua que, nesse aspecto, também é preciso ter uma atitude positiva em relação ao “não”, ainda que, a princípio, uma decisão não te agrade.
Para a consultora de RH, ainda, é importante ter a habilidade de se comunicar bem e formar alianças. As organizações estão se adaptando a partir de um modelo de equipes colaborativas e isso significa que saber trabalhar com pessoas diferentes (inclusive de outras áreas) te dará a vantagem de crescer como profissional. Elisa afirma que, nas empresas, a integração ultrapassa as fronteiras entre equipes e “é preciso ter empatia com o problema das áreas diferentes, conhecer e entender como você pode ajudar”.
Elisa conta, ainda, que ter visão de negócios tem se tornado importante, independentemente da função exercida. Estar atento à economia global e saber conversar sobre negócios pode ser um diferencial importante para te destacar. “E essa não é uma habilidade que se adquire da noite para o dia, é preciso estudo”, afirma.
Trabalhe suas habilidades
Existem várias formas de se preparar para atender às expectativas do mercado. Heloisa aprender com o exemplo dos demais é um ponto importante, porque “sempre terá alguém fazendo algo de forma diferente de você”. Essa atenção à sua volta e aos avanços dos colegas de trabalho (ou mesmo de profissionais de empresas diferentes) vão te ajudar a se desenvolver continuamente.
Outras atividades diárias que podem te ajudar vão desde ouvir podcasts, ler notícias e saber o que está acontecendo no mundo até o autoconhecimento. De acordo com Elisa, reconhecer seus talentos e, também, suas limitações é importante. Para ela, o voluntariado é uma experiência incrível: vai te ajudar a se conhecer melhor e desenvolver sua empatia.
Outra dica importante é aproveitar os momentos de contato com recrutadores para entender como você pode demonstrar que está preparado. Para Natália Dantas, líder do time de recrutamento da empresa de Marketing de Conteúdo Rock Content, “as empresas te contam o que estão buscando, então aproveite das descrições de vagas e dos momentos de contato com entrevistadores para perguntar”. Além disso, ela aponta que é muito importante buscar feedback das pessoas com as quais você trabalha (ou já trabalhou): “realmente busque ouvir e criar planos para melhorar os pontos levantados”, afirma.
Heloisa conta que no QuintoAndar também “costumamos valorizar bastante a trajetória de entregas das pessoas”. Ou seja, envolver-se em projetos, grupos e dinâmicas, por exemplo, e construir um bom portfólio vão te ajudar a mostrar seu potencial como profissional.
O Inep, instituto responsável pela aplicação do Enem, divulgou quais serão as opções de data para o exame deste ano, que antes ocorreria nos dias 1º e 8 de novembro. Em uma consulta que ocorrerá por meio da Página do Participante entre 20 e 30 de junho, os inscritos poderão escolher entre três possíveis novas datas: 6 e 13 de dezembro de 2020, 10 e 17 de janeiro de 2021 ou 2 e 9 de maio de 2021. As datas correspondem a um adiamento de 30, 60 e 180 dias, apesar de o ministro da educação, Abraham Weintraub, ter dito que a nova data seria no máximo dois meses depois da original.
O adiamento do Enem em função da pandemia foi finalmente anunciado no fim do mês passado, depois de pressão de movimentos estudantis, universidades e até de influenciadores. A principal queixa é que a realização do Enem antes da normalização do ano letivo causará prejuízo aos estudantes que não estão conseguindo estudar em casa, principalmente por falta de recursos físicos como bom acesso à internet e a celulares ou computadores.
Enem Digital
Os estudantes que realizarão o Enem Digital também poderão votar pelo adiamento da modalidade no mesmo período que os outros candidatos. As opções de data são: 10 e 17 de janeiro de 2021, 24 e 31 de janeiro de 2021 ou 16 e 23 de maio de 2021. É a primeira edição em que o exame também acontecerá em formato digital. Ele será aplicado para 50 mil estudantes de 15 capitais.
Neste texto, explicamos as cinco coisas que você precisa saber sobre o Enem Digital e, neste outro, contamos como os vestibulares digitais acontecem em outros países.
A USP, Unicamp e Unesp, universidades paulistas que ainda oferecem a maior parte das vagas via vestibular, anunciaram no último dia 29 que aguardavam a definição da data do Enem antes de adiar suas respectivas provas. As três instituições sempre definem seus calendários do processo seletivo em acordo entre si e com o Inep, para evitar prejuízo aos estudantes que pretendem realizar todas as provas.
Apesar de não anunciar uma data cravada, ao menos a Unicamp já sinalizou que seu vestibular deve ocorrer apenas em 2021. Além disso, tanto ela quanto a Unesp também afirmaram que adaptarão suas provas ao contexto da pandemia. A Unicamp deve aplicar a prova em dois dias, com apenas 72 questões e a lista de obras obrigatórias reduzidas. Já a Unesp explicou em nota que terá mais foco nos conteúdos de primeiro e segundo ano do Ensino Médio, de forma a não prejudicar os candidatos do último ano que perderam o primeiro semestre letivo.
Vários fatores podem atrapalhar na hora do estudo: dificuldade de concentrar, ansiedade, cansaço, desânimo, entre outros. Mas se o conteúdo não é fixado corretamente, todo o esforço para aprender é em vão. Além de entender, é preciso reter na memória o conhecimento. Confira alguns métodos de fixação de conteúdo.
O que ajuda na fixação de conteúdo?
#1 Corpo sã, mente sã
Depois de oito anos estudando inteligência humana, o psiquiatra Pablo Vinícius fundou o Instituto PARC (Programa de Alto Rendimento Cognitivo) e reuniu uma série de métodos e pesquisas para otimizar o desempenho intelectual. Para ele, o primeiro passo é cuidar da saúde.
“Cada célula do seu corpo tem que ser otimizada. Ninguém vai aprender nada se não estiver bem.”
“As escolas e cursinhos investem em professores, métodos e estruturas e não garantem o básico que é a condição do aluno. Ter saúde plena é fundamental. A partir disso, podemos intervir com métodos de ensino”, defende.
Pablo também acredita que é essencial observar o cronotipo de cada indivíduo. “Todas as células têm um melhor horário de funcionamento. Um dos segredos é estudar quais são os melhores para o rendimento intelectual. Isso é muito individual, cada um tem o seu. Mas a pessoa vai aprender mais focando os esforços nos horários adequados”, garante.
#2 Hora certa para tudo
Estudando no horário correto, o estudo rende mais, garante Pablo. “Todo mundo se pergunta por quanto tempo estudar. O cérebro tem uma tendência de reter as primeiras ou as últimas informações estudadas. Então, os blocos de estudos têm que ser curtos, de 20 a 30 minutos, com repouso de 5 a 10 minutos. Assim, você aumenta a quantidade de informações retidas”, ensina.
O psiquiatra também defende que métodos de estudo que associam vários canais de informações são mais eficientes. “Se você só lê, sua absorção vai ser de 30%. Se você ler e falar, já aumenta. Se você ler, falar, fechar os olhos e pensar sobre o conteúdo, a absorção é maior ainda. Então minha dica é utilizar a maior parte das ferramentas sensoriais no estudo: leia, fale, pense, escute e ensine”, dita.
#3 Matéria aplicada na realidade
Já o pedagogo especialista em gestão escolar Marco Elvis Alcântara acredita que não existe segredo para fixar bem conteúdo. Ele aposta que o método mais eficaz é fazer exercícios com abordagens diferenciadas.
“O conteúdo só vai ser fixado se ele fizer sentido. Para isso, é importante fazer analogias com seu dia a dia e coisas da sua realidade”, recomenda.
O diretor pedagógico sugere fazer exercícios práticos, estudos de caso e de campo, comparações e análises. “Isso faz com que o estudante tenha um papel mais ativo no aprendizado. Antes, se desenvolvia habilidades e competências, mas não atitude, porque eles não sabiam usar o que aprendiam. Só memorizavam o suficiente para passar na prova”, repreende.
Marco considera que o Brasil passa por uma mudança na abordagem educacional. “Provas como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já trazem questões que são baseadas mais em vivência do que em teoria. As pessoas não entendem o formato porque foram educadas no sistema antigo, mas assim é mais efetivo”, garante. Para ele, a repetição só funciona para a aprendizagem de línguas estrangeiras.
#4 O caminho para a aprovação
Aprovado no concurso da Polícia Civil (DF) para agente policial, em 2013, Tassio Correa, 32 anos, nunca foi um aluno exemplar. Focado na aprovação, ela conquistou a vaga apostando em flashcards e aplicativos. “Eu estudei bem focado durante três meses, todos os dias. Mas eu já tinha uma base de conteúdos gerais. Praticava durante toda a tarde e noite”, lembra.
Para o policial, as pessoas se acostumaram a estudar nas vésperas da prova e acabam se esquecendo com facilidade de conteúdo. “Muita gente é motivada, mas não tem um bom método de revisão. Eles estudam e depois não lembram o conteúdo. Acredito que é isso que acaba atrapalhando o desempenho da maioria”, pondera.
#5 Repetição e revisão
Para revisar tudo que aprendia, Tassio investiu em cartões de memorização, que ajudaram a testar a memória. “A vantagem é que esse é um método ativo por te forçar a pensar e responder. E você testa o tempo todo não só se aprender, mas se memorizou. Quando você lê, não necessariamente está captando o assunto”, revela.
Mas, para ele, o grande diferencial foi utilizar aplicativos para os cartões. “Era muito bom porque ele gerenciava as repetições que você tinha que fazer por dia e quais assuntos você precisava revisar mais, com base no que você não lembrava. Então, você reforça o que ainda não está fixado e não foca tanto no que já está consolidado”, explica. Tassio ainda complementou o estudo com aulas gravadas e podcasts.
Viajar e ver o mundo é uma das prioridades da geração Z. Ainda que os jovens estejam interessados em se dedicar aos estudos, uma pesquisa online realizada pelo Booking.com mostrou que 67% dos jovens, entre 16 e 24 anos, acreditam que viagens são o melhor investimento. Os mais de 21 mil entrevistados de 29 países, incluindo o Brasil, também apontam que estão interessados em trabalhos que os permitam vivenciar outras culturas (71%), demonstrando o perfil e as prioridades daqueles que estão partindo para o momento de decisão profissional.
Mas trabalhar e ver o mundo não precisam ser opostos. Existem profissões que te dão a oportunidade de conhecer novos países, culturas e idiomas. E se você é apaixonado por viajar e não vê a hora de explorar o planeta, aqui estão algumas carreiras em que não é preciso escolher entre trabalho e viagem.
Fotógrafo e produtor de vídeo
Os fotógrafos e os produtores de vídeos trabalham para projetar o mundo no papel ou nas telas digitais. Além de uma boa câmera, é preciso entender sobre luz, enquadramento, edição e ter um ótimo senso estético. Você pode trabalhar para empresas e agências ou como autônomo, registrando eventos, lugares e momentos. O fotógrafo não precisa ter formação, apesar de existirem bacharelados na área. Mas é importante ter um bom portfólio mostrando sua experiência.
Guia de turismo
Se você gosta de explorar novos lugares e organizar roteiros, ser um guia de turismo pode ser incrível. Além de ser importante ter muito conhecimento e responsabilidade, você terá a oportunidade de apresentar o mundo para outras pessoas, o que pode ser divertido. Para atuar em excursões nacionais e internacionais, é preciso ter mais de 21 anos e comprovar a fluência em, pelo menos, um idioma. Também existem qualificações no nível técnico para a área, mas não é obrigatório. É necessário providenciar, na prefeitura da sua cidade, o registro de autônomo e solicitar a credencial na Secretaria de Turismo do Estado. Por fim, o guia deve se cadastrar no Cadastur, sistema de cadastro de pessoas e empresas que atuam nesse setor.
Para além das salas de aula, os geógrafos podem atuar no estudo de planejamento urbano, impacto sócio-ambiental e estudo de regiões. Esse é um trabalho importante que afeta o nosso dia a dia, principalmente com crescimento da preocupação mundial em relação ao planeta e ao meio-ambiente. A graduação no curso superior de Geografia é exigido e especializações e pós-graduações são importantes, principalmente se você quiser seguir uma carreira de pesquisador.
Como agentes de segurança, os comissários de bordo são responsáveis pela organização dos passageiros durante as viagens e precisam estar preparados para situações de emergência. É necessário falar, pelo menos, inglês e obter o CHT, Certificado de Habilitação Técnica, da Anac (Agência de Aviação Civil), além de realizar o estágio obrigatório. Entre os conteúdos trabalhos no curso estão conhecimentos sobre leis trabalhistas e aeronáuticas, primeiros socorros e meteorologia. A profissão te permitirá conhecer muitas pessoas e conhecer muitos lugares do Brasil e do mundo.
Diplomata
A diplomacia é um instrumento da política externa de um país. São os diplomatas que estabelecem, representam e negociam as relações entre seu país de origem e outros. Para seguir a carreira, você precisa ter uma graduação no Ensino Superior (em qualquer curso), ter um perfil analítico e disciplina para ingressar na carreira pública por meio do Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD) para trabalhar no Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores).
O arqueólogo é aquele que estuda as culturas e sociedades humanas a partir de objetos e vestígios produzidos no passado. Existem algumas possibilidades na arqueologia que te permitem viajar, como a exploração de campo e a arqueologia subaquática, em que você tem a oportunidade de visitar os sítios arqueológicos e descobrir materiais.
Com o avanço tecnológico, algumas profissões se transformaram e outras surgiram para cobrir as demandas de novos estilos de vida da sociedade. Essas profissões nem sempre exigem uma graduação específica, mas requerem muito conhecimento e experiências práticas que agreguem uma boa bagagem para entender o mundo digital e suas ferramentas.
Entre as profissões que surgiram com (ou por causa da) internet, separamos cinco que estão em grande ascensão no mercado e não têm previsão de sumirem em um curto período de tempo.
Tudo o que fazemos na internet gera uma quantidade imensa de dados. Esse profissional é responsável por coletar, organizar, decifrar e entender as informações geradas. Os dados são usados por empresas para compreender nosso uso da internet e, nos últimos anos, ele se tornou o recurso mais valioso do mundo, segundo a publicação britânica The Economist! Existem poucos cursos na área e esse profissional pode ter formações diversas. Atualmente, também é importante dominar IA (Inteligência Artificial), o que vai ajudá-lo a se destacar no mercado.
Marketing Digital
O objetivo do Marketing é divulgar e promover serviços e produtos para possíveis consumidores. No marketing digital, o profissional vai utilizar as plataformas online, seja redes sociais, sites, buscadores, influenciadores etc. Para isso, é importante conhecer muito bem todas as possibilidades de uso da internet com esse fim, mas também estar atento às inovações e ser criativo para saber como usá-las. Para atuar, é possível graduar-se no curso de Marketing Digital, mas você também pode vir de outras áreas e se especializar através de cursos nesse meio.
Se, antes, um dos profissionais mais importantes na tecnologia era o Desenvolvedor de Websites, atualmente essa importância passou a ser ocupada pelo Desenvolvedor de Aplicativos. Isso porque a pesquisa Economia Móvel 2019, da GSMA, mostrou que 67% das pessoas no mundo têm celular. Esse profissional vai atuar desenvolvendo apps e sistemas para empresas por meio do domínio de linguagens técnicas dos sistemas operacionais, como iOS e Android. A graduação não é obrigatória, mas as empresas consideram como diferencial caso você tenha especialização nas áreas de Engenharia de Software, Matemática, Ciência da Computação ou Desenvolvimento de Sistemas.
A área de Tecnologia da Informação reúne todas as atividades e soluções que podem ser realizadas por recursos tecnológicos, entre elas a segurança da informação. Essa área tem a responsabilidade de proteger dados armazenados em redes e softwares contra acessos não autorizados, por exemplo, quando usamos nossa conta bancária pelo celular. Esse profissional também pode atuar como analista ao examinar riscos e elaborar políticas de segurança. Para atuar, é preciso ter conhecimento em criptografia, recuperação de dados e arquitetura em redes de computadores. Você pode se especializar através de um curso tecnólogo.
UX Design (User Experience)
Também conhecida como Customer Success (em tradução, “sucesso do cliente”), a área de UX Design atua com a experiência do usuário ao utilizar um produto ou serviço. O profissional de Experiência do Usuário é responsável por entender como o consumidor se sente ao visitar uma plataforma e facilitar essa interação, avaliando a identidade visual, a organização de informações, a eficiência do sistema, entre outras características importantes em um produto. Nessa área, é preciso ter conhecimento de design gráfico e linguagens de programação. A graduação na área não é obrigatória, mas existem muitos cursos e especializações que podem ser feitas.
O Inep prorrogou o prazo de pagamento da inscrição do Enem 2020 para o dia 10 de junho. A princípio, os estudantes teriam até o dia 28 de maio para pagar o boleto, no valor de R$ 85. Mas, de acordo com o órgão, cerca de 300 mil candidatos fizeram a inscrição, mas não pagaram a taxa no período. Nessa conta, muitos são jovens que não têm condições de pagar, mas não conseguiram a isenção, seja por falha no pedido ou durante a inscrição, ou falta de internet, entre outros motivos.
A internet, então, se movimentou. Na terça-feira (2), mesmo dia que o pagamento foi prorrogado, a podcaster e publicitária cearense Iyara Vidal, de 24 anos, postou em seu Twitter, que ajudaria duas pessoas, pagando seus boletos do Enem. O também podcaster Luan Alencar gostou da atitude e pensou em juntar uma galera para expandir a ajuda. Assim, eles criaram uma o Pretos no Enem, rede de voluntários para pagar as taxas de inscrição do Enem de estudantes negros sem condições de quitar a taxa exigida pelo MEC.
“Os jovens pretos ainda são os mais castigados pela violência policial e pela desigualdade social. No Brasil, segundo o IBGE, os jovens negros morrem quase três vezes mais que os brancos. Se somos todos iguais, por que isso acontece? Vamos ajudar a facilitar o acesso ao ensino superior desses jovens negros, para que todo mundo tenha ma mesma oportunidade?”, apontou Vidal, idealizadora do projeto.
Eles não imaginavam a dimensão que a campanha iria tomar. Depois de três dias, 11 mil voluntários abraçaram a ideia. Mas Iyara lembra que ainda é necessário alcançar mais estudantes: “Quanto mais voluntários, mais jovens serão impactados! Um jovem preto frequentando a universidade é a oportunidade de uma família subir de vida. É o mercado de trabalho, a ciência e a pesquisa ganhando novas perspectivas, novas vivências”.
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Como ajudar?
Os voluntários devem preencher um formulário, em que se colocam em disposição e informam a quantidade de boletos que poderão arcar. Preenchido o documento, seus nomes vão para uma planilha, para que os organizadores tenham o controle da quantidade de padrinhos. Quando um aluno envia o boleto, um voluntário é escolhido para efetuar o pagamento e depois enviar o comprovante para o projeto.
E quem precisa de ajuda?
Se você se identifica como uma pessoa negra e não conseguiu pagar, entre em contato pelo Instagram do Pretos no Enem. Basta mandar uma mensagem solicitando ajuda, nos comentários, no chat privado, ou por meio do e-mail pretosnoenem@gmail.com. Eles encaminharão o boleto para um voluntário e depois, te enviarão o comprovante.
Movimento Amplia
O professor Cristiano Ferraz, internacionalista formado pela Universidade de São Paulo (USP) também criou, junto com outros colegas educadores, um projeto para quem quer arcar com taxas de inscrição de pessoas negras e indígenas que não tiveram condições de efetuar o pagamento: o Movimento Amplia.
Para ajudar ou ser ajudado, o esquema é semelhante ao dos Pretos no Enem. Foi disponibilizado dois formulários: um para os “padrinhos e madrinhas”, que receberão por e-mail um boleto a ser pago, e outro para os estudantes que não têm condições de quitar a taxa.
Idealizadores e voluntários dos dois projetos pedem que as iniciativas sejam mais compartilhadas e divulgadas nas redes sociais para que alcancem mais estudantes que sonham com a vaga na universidade e, claro, com o fim do preconceito e da desigualdade.
Quando falamos de autoconsciência emocional não estamos nos referindo à uma habilidade que seja facilmente adquirida – ou que se restrinja a saber do que você gosta e do que não gosta – mas, ao mesmo tempo, já é enorme a quantidade de conteúdos de fácil acesso que temos hoje para aprender mais sobre o assunto. E, especialmente, à medida em que adquirimos mais conhecimentos sobre o tema, a principal ferramenta que precisamos para colocá-los em prática está sempre totalmente à disposição: nós mesmos!
Beabá do conceito
Quando vemos o termo autoconsciência emocional pode realmente parecer algo muito complexo. Para facilitar, vamos primeiro dividir as palavras deste conceito?
Auto = sobre si mesmo;
Consciência = ter conhecimento, saber ou estar ciente sobre algo;
Emocional = sobre nossos sentimentos e emoções, o que se passa dentro de nós nas mais diversas situações.
Dessa maneira, autoconsciência emocional é um termo para denominar a busca por um conhecimento maior de si mesmo e por estar ciente da existência das nossas emoções, com o objetivo de compreender o que sentimos e vivenciamos no dia a dia.
Sendo a base e o primeiro passo de uma habilidade mais ampla, que é a inteligência emocional, autoconsciência emocional envolve estar atento(a) a diferentes aspectos do nosso “eu”, incluindo nosso temperamento, nossas crenças, ideias, comportamentos, valores e sentimentos. Uma pessoa que possui essa habilidade bem desenvolvida tem conhecimento sobre o que sente e de que forma essas emoções afetam positiva ou negativamente o seu desempenho no contexto profissional e pessoal. Por isso que aprender a olhar para suas características é uma estratégia eficiente na construção de um caminho de sucesso e bem-estar. Saber responder com propriedade a famosa pergunta “quais seus pontos fortes e fracos?” pode te levar muito além da conquista da sonhada vaga no processo seletivo que tanto deseja.
Apesar de ter o foco mais interno, também abrange o que chamamos de autoconsciência emocional “pública”, que é a nossa percepção sobre como nossas emoções afetam os outros. Além disso, esse olhar para fora é essencial no aprendizado de identificar emoções. Observar o comportamento de outras pessoas aumenta o nosso referencial e nos ajuda, inclusive, a interpretar melhor o jeito mais adequado de abordar cada pessoa e assim ter um retorno mais positivo (para a pessoa e para nós mesmos), além de melhorar nossa empatia.
Antes de seguir, é válido reforçar que conseguimos aumentar consideravelmente o resultado de qualquer aprendizado quando adequamos as dicas e conteúdos que recebemos ao nosso contexto, gostos e rotina – não tire isso de mente ao ler os pontos abaixo, combinado?
Dicas para desenvolver sua autoconsciência emocional
É bem provável que a essa altura já esteja claro que autoconsciência emocional é uma habilidade que pode ser desenvolvida e que passa por uma análise aprofundada do seu comportamento e emoções. Agora, afinal, como se desenvolve isso no dia a dia? Algumas dicas bem práticas para você que quer começar a se conhecer melhor são:
Busque informações sobre o assunto – canais no Youtube, páginas em redes sociais, livros, cursos, podcasts, etc;
Encontre amigos ouse reúna com pessoas que estejam dispostas a conversar abertamente sobre esses temas;
Identifique possíveis padrões nos seus comportamentos – começando por observar seu humor ao longo do dia, do mês, no trabalho e em casa, ao encontrar determinadas pessoas, etc;
Responda a pergunta “o que estava passando pela minha cabeça no momento?” em situações que você perceber mudanças no seu humor – responda da maneira mais genuína e sincera (e quanto mais próximo da situação, mais você ajuda a sua memória a recuperar os pensamentos e sentimentos corretos);
Pratique atividades que te ensinem e ajudem a se concentrar no presente e em você, como a meditação – especialmente práticas de mindfulness;
Anote os aprendizados, descobertas e respostas que for tendo sobre você mesmo(a) – use o que for mais prático para você (celular, post it, agenda etc) para tentar driblar a preguiça e o esquecimento.
Por último, reflita se você quer mesmo iniciar esse processo, aumentar seu nível de consciência pessoal não é garantia de que você descobrirá apenas características das quais se orgulhe, mas isso também pode abrir um leque de oportunidades incríveis de melhoria. São exatamente as pessoas que conhecem suas particularidades as mais capazes de compreender como podem mudar a sua forma de agir e utilizar essas características a seu favor para alcançar objetivos e obter melhores resultados.
Sobre a autora
Shirley Canabrava é formada em Psicologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atua como psicóloga clínica, com atendimentos online e no seu consultório em São Paulo. É cofundadora da Mental Happy, consultoria de saúde mental para empresas especializada na saúde emocional de lideranças e funcionários.