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  • 5 influenciadores que vão te inspirar para conhecer o Design Gráfico | Guia do Estudante

    5 influenciadores que vão te inspirar para conhecer o Design Gráfico | Guia do Estudante

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     (Getty Images/Reprodução)

    Se você gosta de desenhar, pintar ou criar conceitos visuais já deve ter pensado se existe alguma forma de trabalhar fazendo isso. E, como vivemos na era das imagens, o Design Gráfico é uma profissão importante dedicada a desenvolver projetos visuais – desde ilustrações até embalagens – de tudo o que chega até nós. 

    Por isso, apresentamos cinco profissionais e influenciadores digitais que trabalham com Design e mostram que ser criativo pode ser mais fácil do que você imagina.

    Femingos

    A curitibana Fernanda Longoni é estudante de Design Gráfico e tem um canal voltado para te incentivar a ter uma vida criativa. Além dos vídeos contando sobre seu curso e materiais que usa na faculdade, seu conteúdo discute como é o processo criativo na vida real, traz atividades que você pode fazer em casa para se inspirar e ainda pode te ajudar a encontrar seu estilo artístico. 

    Pedro

    Falando sobre sua vida pessoal e criatividade, “http.edro”, como é conhecido por seus seguidores, tem um conteúdo divertido e íntimo. Pedro responde a perguntas sobre homossexualidade, como é morar sozinho e conta como trabalhar sua criatividade e manter-se inspirado, mesmo quando não podemos sair de casa. Tudo com uma estética bem fofa e colorida.

    Mika Serur

    Mikaela Serur também é estudante de Design e, em seu canal, mostra os materiais que usa, faz experimentos e dá ideias para você se jogar na criatividade – seja no seu sketchbook (ou caderno de rascunhos) ou nas paredes do seu quarto. Além de contar sobre seu trabalho e faculdade, Mika também dá dicas para você começar a criar com o que você tem a seu alcance e ganhar dinheiro com seus dons artísticos.

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    Sublinhando

    Patricia Leda é ilustradora e dona do canal Sublinhando, em que conta um pouco sobre sua vida e seus interesses, mas também dá várias dicas de materiais e ferramentas para ilustradores. Mostrando como trabalhar com ilustração digital, Patricia tem vídeos sobre como aprender a fazer lettering (ou a arte de desenhar letras), usar softwares e mesa digitalizadora, além de dar muitas dicas para melhorar a qualidade do seu trabalho.

    Nanaths

    Depois de trabalhar por alguns anos com Marketing Digital, Nath Araújo decidiu seguir o que mais gostava e tornou-se ilustradora. Com vídeos sobre sua rotina e trabalhos para marcas bastante conhecidas, a criadora de conteúdo também tem séries de vídeos com dicas para aprender a desenhar, ensina o que aprendeu sozinha ou em cursos de desenho e pintura e, também, compartilha ideias sobre como criar personagens e histórias e colocar tudo isso no papel de uma forma autêntica.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/influenciadores-conhecer-design-grafico

  • Unicamp, Unesp e USP devem seguir nova data do Enem e adiar vestibulares | Guia do Estudante

    Unicamp, Unesp e USP devem seguir nova data do Enem e adiar vestibulares | Guia do Estudante

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     (Pixabay/Reprodução)

    O primeiro anúncio oficial de que as universidades estaduais paulistas pretendem, de fato, adiar a próxima edição de seus vestibulares veio em uma nota da Vunesp na noite da última sexta-feira (29). A fundação que organiza o vestibular da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) anunciou que, “preocupada com a situação que a pandemia da COVID-19 trouxe para a educação brasileira”, estuda medidas para adequar a realização das provas à nova realidade que estamos vivendo – entre essas medidas estaria um possível adiamento. A mudança, segundo a nota, será feita em acordo com as outras duas grandes universidades paulistas, Unicamp e USP, e que todas elas aguardam, antes disso, a definição da nova data do Enem. 

    Mais tarde, o reitor da Unicamp e membro do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), Marcelo Knobel, confirmou em entrevista ao Estado de S. Paulo que as comissões de vestibular das três universidades estão se reunindo semanalmente para avaliar as possibilidades de adiamento da prova, mas que de fato aguardam a definição do Enem e que vão acompanhar a evolução da epidemia. “Teremos todo o cuidado do mundo para oferecer todas as possibilidades aos vestibulandos”, declarou. 

    Unicamp 2021 – em 2021

    Apesar de não cravar uma data específica e condicioná-la ao Enem, a Unicamp já se prepara para realizar a primeira fase do vestibular somente em 2021. Foi o que afirmou o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, em entrevista ao G1. “Marcaremos nossa prova depois [do Enem]. Todo planejamento diante do novo contexto está sendo feito com as provas no início de 2021″, explicou. 

    Segundo ele, a estimativa é que a primeira fase ocorra em janeiro e a segunda em fevereiro, mas tudo dependerá do acordo com as outras universidades para que não ocorram provas de diferentes vestibulares no mesmo dia. Além disso, Freitas Neto também sinalizou na entrevista possíveis mudanças no calendário da modalidade indígena. 

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    Provas mais fáceis?

    Além de reduzir a lista de obras obrigatórias do Vestibular 2021, a Unicamp já havia anunciado também uma prova com mais foco em “competências e habilidades”, de maneira a reduzir os danos para os candidatos que estão sendo prejudicado pela paralisação das aulas presenciais nas escolas. Agora, a Comvest afirma que estuda até mesmo diminuir a lista de conteúdos fundamentais exigidos na prova. 

    Na mesma nota em que anuncia o possível adiamento, a Unesp também sinaliza mudanças nos conteúdos exigidos no seu vestibular, afirmando que pode dar maior ênfase nos conteúdos de primeiro e segundo ano do Ensino Médio, “de modo a equilibrar as chances dos candidatos que já finalizaram e os que ainda não concluíram o ensino médio”. 

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/universidades/unicamp-unesp-e-usp-devem-seguir-nova-data-do-enem-e-adiar-vestibulares

  • 8 documentários para entender o mundo da Moda | Guia do Estudante

    8 documentários para entender o mundo da Moda | Guia do Estudante

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     (Divulgação/Reprodução)

    Muitas vezes, ao falar sobre o mundo da Moda, pensamos em desfiles, modelos e glamour. Mas, como indústria, esse universo envolve economias, trabalhos e muita criação.  Escolhemos oito documentários que te ajudam a conhecer como funciona o mundo da Moda por dentro e que podem te inspirar a olhar outros pontos de vista desse meio.

    House of Z (2017)

    https://www.youtube.com/watch?v=rHa95m7rtk8

    “A moda tem um lado obscuro”, conta Zac Posen no começo do documentário que conta sua ascensão, aos 21 anos, como um dos nomes mais prestigiados das passarelas e sua queda. Contando a vida e a carreira de Zac, House of Z mostra o que acontece dentro desse universo e como é difícil se manter em um lugar privilegiado nessa indústria que não diz respeito apenas às roupas. O longa continua sendo um olhar importante para a moda, apesar de a House of Z ter fechado as portas em 2019.

    McQueen (2019)

    https://www.youtube.com/watch?v=iyGfXpLIAus&feature=emb_logo

    Apesar de ter demorado um pouco para chegar nos streamings, o documentário sobre um dos mais prestigiados estilistas do mundo, Alexander McQueen, é um olhar de perto nas mais importantes criações do designer. Além de contar sua história, o documentário conta, em cinco capítulos, como McQueen encontrou na moda uma forma de expressar seus sonhos e suas fantasias com uma visão única.

    Iris (2014)

    https://www.youtube.com/watch?v=Fo8jwJ_2l0c

    Com 98 anos de idade, Iris Apfel é um ícone da moda. Fashionista, ousada e criadora de tendências, a designer de interiores tem muito a ensinar sobre moda, estilo e autoaceitação da forma mais irreverente e pessoal possível. O documentário entra na vida do ícone que já assinou trabalhos com MAC, & Other Stories e Kate Spade, e mostra a carreira e a personalidade de Iris.

    The True Cost (2015)

    https://www.youtube.com/watch?v=NDx711ibD1M

    Você já parou para pensar por que sua roupa custa o que custa? Adentrando os bastidores da produção de moda, The True Cost aborda o valor dos produtos e a exploração dos trabalhadores nas fábricas têxteis. Ainda que, atualmente, discuta-se muito o assunto, o documentário nos ajuda a abrir os olhos para esse cenário e repensar o mundo do consumo como (ainda) é estruturado.

    Franca: Chaos and Creation (2016)

    https://www.youtube.com/watch?v=KvD8l12X9pA

    Para quem acha que só de Anna Wintour vive o mundo do jornalismo da moda, a italiana Franca Sozzani, do outro lado do oceano, mostra que não é bem assim. Editora-chefe da Vogue Itália por quase 30 anos, a jornalista fez história ao transformar a edição italiana em uma das grandes referências mundiais ao popularizar trabalhos incríveis estilistas, fotógrafos e stylists e trazendo para dentro das páginas temas polêmicos da vida real das mulheres.

    Jeremy Scott – The People’s Designer (2015)

    https://www.youtube.com/watch?v=_kM-p2aN1cI

    Jeremy Scott é um dos estilistas mais controversos da atualidade. À frente da grife Moschino e de sua marca pessoal, Jeremy traz irreverência, diversão e referências da cultura pop para as passarelas mais renomadas da moda. O documentário mostra a trajetória do estilista desde uma zona rural nos EUA até um dos postos mais cobiçados do mundo da moda respeitando a reputação rebelde do designer.

    Advanced Style (2014)

    https://www.youtube.com/watch?v=ccai-E36BfI

    Advanced Style é um documentário incrível para quem gosta de moda e quer se inspirar. Acompanhando sete nova-iorquinas com mais de 60 anos, o longa mostra que moda é uma ferramenta de expressão e diversão. As personagens tem muita história para contar e mostram que moda é mais que vestir a tendência, é sobre se conhecer e ter ousadia.

    The September Issue (2009)

    https://www.youtube.com/watch?v=5NsAH5xtLt4

    O documentário que estrela Anna Wintour no momento mais badalado da indústria da moda já é um clássico. Acompanhando a editora-chefe da mais renomada revista de moda, a Vogue Americana, no louco processo de criação da edição de setembro, o mês mais importante da moda – com os desfiles, lançamentos e eventos. O documentário é legal para quem quer entender o outro lado da moda, quem populariza e divulga tudo o que é criado na indústria.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/documentarios-entender-mundo-moda

  • Como a arte pode melhorar seu currículo profissional | Guia do Estudante

    Como a arte pode melhorar seu currículo profissional | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Reprodução)

    Cada vez mais, quando lemos sobre os profissionais do futuro, vemos empresas exigindo mais do que conhecimento técnico e uma boa graduação. Entre os requisitos de contratação começam a aparecer termos como “habilidades humanas”, “inteligência criativa” e “solucionador de problemas” – habilidades que não costumam ser tratadas dentro das salas de aula da escola ou da universidade. Então, como desenvolvê-las?

    A youtuber Vivian Villanova é dona de um dos canais mais conhecidos sobre arte, o ViviEuVi, e acredita nela como uma ferramenta de desenvolvimento pessoal muito importante. Depois de fazer grande parte de sua carreira na área de gestão de projetos artísticos, em 2015, ela criou seu canal motivada pela dificuldade em conversar sobre o assunto com as pessoas ao seu redor. Foi na internet que conseguiu construir uma comunidade com quem pode dividir conhecimentos e ideias. Atualmente, em torno de 37% do seu público é formado por pessoas  entre 13 e 24 anos.

    “Esse olhar sensível que a arte nos ajuda a desenvolver sobre o outro nos torna seres humanos mais abertos às diferenças e mais criativos para lidar com a vida”, afirma Vivian. Ao passo que a globalização e a tecnologia modelam novas realidades do trabalho, grandes empresas começam a olhar além das capacidades técnicas e esperam que seus funcionários possam se adaptar rapidamente a esses cenários.

    Segundo Elisa Cavalcante, sócia da consultoria de Recursos Humanos 3D Partners, as empresas começaram a valorizar as soft skills, também conhecidas como habilidades humanas, até mais que as habilidades técnicas. “Qualquer forma de interação com o outro que seja livre e espontânea traz um crescimento e uma maturidade e, obviamente, isso vai refletir no dia a dia no trabalho”, conta.

    Já ouviu falar em arte-educação?

    Ana Mae Barbosa é uma educadora que já vem enfatizando a importância da arte na formação educacional há tempos. Pioneira em arte-educação, Ana Mae é a principal referência brasileira no ensino de Arte nas escolas. A educadora também foi uma das defensoras da mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB — Lei 9.394/1996), que, em 2016, estabeleceu como obrigatório o ensino de teatro, dança e artes visuais nas escolas. As instituições ainda têm um ano para se adaptar ao novo currículo.

    Em entrevista, a educadora fala que, se pensarmos como Herbert Read, poeta e crítico de arte britânico, que “a arte é o esforço do ser humano para entrar em compasso com os ritmos da vida”, então a arte pode fazer parte de todas as disciplinas que conhecemos, da Biologia até a Física.

    Assim como propõe Ana Mae, Vivian acrescenta que “o pensamento crítico e sensível que só a arte traz é uma ferramenta poderosa de olhar pra si e para o mundo ao nosso redor”. Dessa forma, estudar arte vai além de olhar uma tela dentro do museu. Ela traz maneiras diversas de olhar acontecimentos e sentimentos que gravam a história do mundo, seja exprimindo os valores de uma época ou retratando momentos específicos, como a Guernica (1937) de Pablo Picasso.

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    Para a youtuber, ainda, “os artistas criam inspirados pelo contexto em que estão inseridos e muitas vezes antecipam mudanças importantes do mundo. Um médico e um engenheiro serão profissionais melhores se tiverem essa sensibilidade desenvolvida”.

    Por onde começar

    Existem muitas formas de começar a estudar arte. Além de cursos pagos e gratuitos em que você pode se aprofundar nesse universo, a internet também é uma maneira incrível e acessível de exploração e, até mesmo, para desconstruir a ideia de arte atrelada aos museus.

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    Melhor coisa não há! (Após o Baile de Máscaras – Heinrich Lossow) #ArtesDepressão #memes #humor #artegram #painting #art #arts #artist #arte #artoftheday #artgallery #instaquote #instafrases #quoteoftheday #artwork #instaart #visualarts #masterpiece #arthistory #artlovers #dailyart #🎨 #artesdepressao #artistsoninstagram #classicalartmemes

    A post shared by Artes Depressão (@artesdepressao) on May 16, 2020 at 6:19pm PDT

    Alguns perfis no Instagram trazem leituras próprias da internet, como o Arte Depressão, que une arte com o que mais gostamos no mundo virtual, memes, ou o Lowbrow & Popsurrealists, que divulga artistas contemporâneos que usam o estilo surrealista misturado à temática pop. Já perfis de museus também te deixam por dentro de notícias do mundo da arte e trazem conteúdos informativos, como os perfis da Pinacoteca de São Paulo, do Masp, do Museu de Arte Moderna de SP , além de museus estrangeiros, como o MoMA, dos EUA.

    Alguns canais no Youtube também trazem um conteúdo completo e explicam muito do que você precisa saber para entender arte.

    ViviEuVi

    Como já contamos aqui, a Vivian começou o canal para conversar sobre arte com mais pessoas. Ela tem muitos vídeos que te ajudam a entender a História da Arte e, inclusive, alguns dos quais podem te ajudar no Enem! Outra série interessante é o Vivi Arte News, em que ela comenta notícias do mundo da arte a partir de postagens compartilhadas no grupo VIVIEUVI no Facebook.

    Arte de Segunda

    Se você acha que entender arte é muito difícil, o Rodrigo Retka criou esse canal para mostrar que arte pode ter uma abordagem divertida e leve. Ele tem vídeos explicando movimentos importantes da arte, discutindo assuntos considerados tabus e muito conteúdo para falar de arte de um jeito inovador, como essa série de vídeos em que ele usa as divas do pop para explicar a História da Arte.

    Life is a bit

    Do casal Maria Carol e Luca Bastolla, o canal fala sobre arte de rua, apresentando vários artistas e movimentos que tomam o espaço público como tela. No vídeo sobre arte de rua e isolamento social, por exemplo, ele nos faz perceber como a arte está inteiramente ligada com o que nós vivemos. Além disso, o casal dá dicas caso você se interesse por tirar suas ideias do papel e viver a arte na prática.

    Prepare-se para o Enem sem sair de casa. Assine o Curso Enem do GUIA DO ESTUDANTE e tenha acesso a centenas de videoaulas com professores do Poliedro.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/arte-pode-melhorar-curriculo-profissional

  • Conheça iniciativas de universidades que estão mapeando a pandemia | Guia do Estudante

    Conheça iniciativas de universidades que estão mapeando a pandemia | Guia do Estudante

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     (Getty Images/Reprodução)

    Você sabe quantas pessoas já foram infectadas pelo novo coronavírus no mundo? Ou quantas já se recuperaram? Se sim, é provável você saiba disso graças a uma universidade. Iniciativas capitaneadas por instituições de ensino superior tem sido essenciais no mapeamento da pandemia de COVID-19, e ajudam a mensurar a disseminação da doença, o que auxilia na adoção de medidas de saúde pública.

    Essas iniciativas são essenciais para entender como a COVID-19 se comporta dentro de cada região. Embora a pandemia afete o mundo todo, ela afeta cada local de maneira diferente, de acordo com as particularidades de cada sociedade. E as universidades podem contribuir para o nosso entendimento dessa interação. Com isso, podem nos ajudar a adotar medidas mais eficazes para combatê-la.

    Além disso, essas iniciativas também ajudam a articular o estudo sobre a doença em escala global. Elas unem um volume imenso de informações de fontes diferentes e, com isso, criam um repositório de dados confiáveis que é muito valioso para pesquisadores. Esses dados podem acabar embasando pesquisas de saúde pública e até medicações pra diminuir o impacto da COVID-19 em nossas vidas.

    Por isso, destacamos abaixo três iniciativas de mapeamento da pandemia que contribuem muito para entender sua escala global. Todas elas tem universidades, instituições de pesquisa e cientistas entre seus principais contribuidores. E mesmo para quem não é pesquisador, elas ajudam a entender a dimensão da pandemia. Confira:

    Universidade Johns Hopkins

    O mapa dinâmico criado pela Universidade Johns Hopkins foi um dos primeiros a agregar dados sobre a COVID-19 em escala mundial. Ele tem um aspecto um pouco assustador, com seu fundo escuro e círculos vermelhos sobre os países para representar o número de casos — mas afinal de contas, dadas as circunstâncias, é uma escolha que faz sentido.

    Ele une informações de inúmeras fontes, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC) e dezenas de ministérios e departamentos de saúde de países do mundo. Com isso, consegue exibir os números de casos confirmados, mortes e pacientes recuperados em cada país e região do mundo, atualizado de hora em hora.

    Segundo a Science Maganize, o site recebe mais de um bilhão de acessos por dia e é usado como referência até mesmo pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. O principal nome por trás do site é a co-diretora do Centro de Ciência de Sistemas e Engenharia da universidade, Laura Gardner. Ela contou ao site que iniciou o projeto em janeiro com auxílio de um aluno de pós-graduação chinês, que tinha um interesse pessoal no tema. No dia seguinte, compartilhou o projeto no Twitter e ele rapidamente se espalhou.

    Nas palavras dela, inicialmente o site era gerenciado apenas por seis pessoas, mas ela rapidamente conseguiu apoio interno da universidade. O principal desafio era filtrar dados repetidos, para evitar inflar o número de casos. Hoje, há uma equipe que monitora o funcionamento da página 24 horas por dia, para evitar que ela saia do ar. E boa parte da coleta de dados é automatizada, o que permite que os pesquisadores trabalhem na modelagem matemática da pandemia.

    O mapa é parte de um portal de informações sobre o novo coronavírus montado pela universidade. Por lá, é possível não só acessar os dados globais mas também visualizar tendências importantes, notícias de pesquisa sobre a pandemia e artigos opinativos de especialistas da universidade.

    Iniciativas de mapeamento da pandemia do COVID-19

    Universidade de Washington

    Outro mapa interativo que ajuda a estudar a pandemia é o que está sendo gerenciado pelo Laboratório de Sistemas de Informação Geográficas Humanísticas, da Universidade de Washington. O mapa também agrega dados de diversas organizações diferentes e permite visualizá-las por região, país ou, no caso dos EUA, do Canadá e da China, até por estado.

    Em termos visuais, o principal diferencial dele é a simplicidade. Ele representa a gravidade da pandemia em cada país por um código de cores que facilita a visualização em escala maior. E do lado esquerdo, ele oferece informações mais detalhadas sobre a região selecionada, incluindo as fontes específicas das quais retirou as informações. Por outro lado, ele não permite aplicar filtros mais específicos, como taxa de letalidade por caso ou taxa de testagem da população.

    Segundo a universidade, o site foi lançado em 21 de janeiro e vem sendo atualizado diariamente não só com mais informações como também com novas funcionalidades. No mapa, clicando no ícone de “?” canto superior esquerdo, também é possível ver mais informações sobre o projeto, como as fontes mais usadas para captação de dados. Pessoas com conhecimento de bases de dados também podem baixar as informações em formato CSV ou SQLite para usar como quiserem (criar outras visualizações, por exemplo).

    Nextstrain

    Nextstrain é um mapa diferente dos outros dois listados aqui. Ele não mostra o número de casos em cada país, mas também tem escala global. O que ele mostra é a “história” da pandemia: clicando no botão “play” que aparece no mapa do lado direito, é possível ver como o novo coronavírus se espalhou pelo mundo desde o primeiro caso em Wuhan, na China, no final de 2019.

    Mais do que isso: ele agrega todos os mapeamentos genéticos do novo coronavírus que estão disponíveis — incluindo o que foi feito no Brasil por pesquisadoras brasileiras menos de 48 horas após a confirmação do primeiro caso aqui. Juntando todos esses dados, ele consegue mostrar uma imagem em tempo real de como o vírus está evoluindo ao longo do tempo, e quais são suas principais vias de transmissão entre países.

    E são milhares de mapas genéticos diferentes (a lista completa pode ser vista aqui). Cada um deles amplia o nosso entendimento sobre o vírus. Parte do motivo pelo qual essa base de dados consegue ser tão grande é o fato de que ela funciona em esquema de código aberto, o que significa que qualquer pesquisador consegue contribuir para ela.

    O mapeamento genético em tempo real do vírus por trás do COVID-19 é apenas uma das iniciativas do Nextstrain. O site é, na verdade, uma plataforma de mapeamento genético de diversos vírus que causam doenças em humanos.Ele foi criado por um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e da Alemanha, de acordo com um artigo publicado em 2018 (quando a plataforma foi divulgada).

    “Acreditamos que sistemas abertos e online que implementam processos robustos de bioinformática para sintetizar dados de diferentes grupos de pesquisa são a melhor maneira de realizar interferências sobre epidemiologias”, afirmam os criadores do repositório na página de introdução da plataforma.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Estudar Fora, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/universidades/conheca-iniciativas-de-universidades-que-estao-mapeando-a-pandemia

  • “Decifrando o coronavírus”: a doença e a cura do corpo humano | Guia do Estudante

    “Decifrando o coronavírus”: a doença e a cura do corpo humano | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Guia do Estudante/Reprodução)

    Muitas dúvidas ainda surgem ao falarmos sobre a cura ou controle do coronavírus. Isso porque, como discutimos em toda a série “Decifrando o coronavírus”, sabemos muito pouco sobre o Sars-CoV-2 e a covid-19 e laboratórios do mundo todo estão trabalhando para descobrir mais sobre o causador da pandemia. Aqui no GUIA DO ESTUDANTE, convidamos o professor e autor de Biologia do pH Cícero Melo para falar sobre o combate ao vírus e tirar dúvidas dos estudantes.

    Por que existe uma corrida por uma vacina?

    O controle de uma doença como a covid-19 sempre passa pela ideia de vacinação, já que essa é a forma mais efetiva de controlar um vírus de fácil transmissão. A vacina previne não só que a população evite ter reações à doença, mas, também, que os portadores assintomáticos (aqueles que não tem reação à doença) evitem passar para outros.

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    Os grandes centros urbanos já estão infectados e, agora, a doença está se disseminando para o interior. De acordo com o professor, é possível, em uma pandemia como essa, que exista uma segunda onda de contaminação após o controle do vírus nos centros já que, em algum momento, a população que está no interior volte a ter contato com quem continua no centro. A vacinação correta de toda (ou da maior parte) da sociedade previne esse efeito rebanho.

    Mas qual a diferença entre uma vacina e um soro?

    Em outra matéria do GUIA, explicamos tudo sobre a produção das vacinas e agora explicamos por que, em casos como o coronavírus, as vacinas são a melhor solução. Enquanto os soros funcionam como medicamentos para pessoas já contaminadas e doentes, a vacina funciona como uma prevenção.

    Nesse caso, o corpo humano é exposto a uma pequena quantidade do próprio agente causador da doença para que o próprio organismo produza, sozinho, anticorpos necessários para combater o vírus e gerar a memória imunológica. Dessa forma, em um contato posterior com o coronavírus, o corpo estará preparado para se defender de forma rápida e eficiente.

    O biólogo comenta que o desenvolvimento de um soro, em um cenário em que os cientistas sabem tão pouco sobre a doença, é muito difícil. É mais fácil tratar os contaminados com um medicamento antiviral, prolongando suas vidas até a chegada da vacina, a única forma efetiva de tratamento, já que possivelmente existe uma quantidade imensa de pessoas assintomáticas.

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    Tipos sanguíneos diferentes reagem de forma diferente ao coronavírus?

    Os tipos sanguíneos são características das células vermelhas do sangue, enquanto o sistema imunológico é formado pelos glóbulos brancos. Podem existir pessoas que respondem de forma diferente ao Sars-CoV-2 por apresentarem características imunológicas diferentes ou mesmo por terem sido expostas a uma quantidade diferente de vírus, mas nada tem a ver com o tipo sanguíneo.

    Vamos precisar de mais de uma vacina para combater o vírus?

    Ainda não há certeza quanto a isso. De acordo com Melo, o mapeamento do Sars-CoV-2 em pacientes brasileiros identificou diferenças entre o vírus disseminado aqui do vírus que surgiu na China. Isso acontece porque os vírus sofrem mutações. Identificar e entender essas variantes é o que guia os profissionais da saúde para criar uma vacina de combate à doença.

    Uma vacina eficiente é feita a partir de uma proteína comum da estrutura de todos os vírus circulantes no mundo. Caso a vacina produzida reconheça apenas uma dessas mutações, ela servirá especificamente para o combate do vírus semelhante àquele usado em sua produção. Como ainda é cedo para saber o grau mutacional do Sars-CoV-2, também é cedo para afirmar se será necessária mais de uma vacina.

    Podemos ser contaminados mais de uma vez?

    Os pesquisadores ainda não sabem. É preciso esperar estudos posteriores para entender como o vírus age, qual seu grau mutacional e, ainda, entender a capacidade do sistema imunológico de cada pessoa ao criar defesas contra o vírus. Melo afirma que, no momento, o melhor é evitarmos qualquer tipo de contato com pessoas contaminadas – ainda que você esteja curado da covid-19.

    Assista à live completa para tirar todas as suas dúvidas sobre o movimento de vacinação.

     

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/decifrando-coronavirus-resistencia-corpo-humano

  • Use o Instagram para estudar Inglês | Guia do Estudante

    Use o Instagram para estudar Inglês | Guia do Estudante

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     (Guia do Estudante/)

    Aprender um novo idioma é uma tarefa diária. Você precisa exercitar todos os dias mesmo quando já tem um bom nível de fluência. Isso não precisa ser chato. Fizemos uma lista com teachers muito legais que dão ótimas dicas de Inglês e vão te ajudar a praticar diariamente sem parar de navegar pela rede social.

    English Yourself

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    Sabe qual é o grande terror dos brasileiros no inglês? 👻 Present Perfect! . "O que você disse, teacher?" 😵 Eu disse "Present Perfect". E existe um motivo muito claro pra isso: não existe nada parecido com ele em português. . Eu mesma tive muuuita dificuldade com isso lá atrás, e ainda vejo pessoas até de nível avançado errando esse tempo verbal. . Mas não se desespere! Eu tenho a solução pra esse problema. 😍 . Acabo de publicar um vídeo que vai descomplicar de vez o Present Perfect pra você. . Vou te mostrar os 3 principais usos desse tempo verbal, e te dar a fórmula pra aprender eles de uma vez por todas. . Bora? Dá o play no IGTV e confira! 😎 . #presentperfect #englishyourself #lilianbittencourt

    A post shared by English Yourself (@englishyourself) on May 2, 2020 at 2:00pm PDT

    A Lilian Bittencourt é professora de inglês há 24 anos e tem um conteúdo muito legal, que você vai precisar para o dia a dia em uma viagem ou, até mesmo, em uma entrevista de trabalho. O English Yourself surgiu de uma necessidade que a própria Lilian viveu quando mais nova e não podia pagar as aulas de idiomas.

    Cintya Sabino

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    Não dá para aprender inglês quando der, você precisa de uma rotina! Assiste esse vídeo para eu te explicar melhor ⏱ Me conta aqui como é a rotina de estudo de vocês 👇🏻 #ingles #idiomas #aprenderingles

    A post shared by Cintya Sabino | Inglês (@cintyasabino) on May 20, 2020 at 8:04am PDT

    Além de dicas sobre o idioma, a Cintya reúne dicas ótimas sobre como estudar Inglês por conta própria. Atualmente vivendo no Canadá, ela explica exercícios de fixação, como treinar seus ouvidos e até por onde começar a aprender Inglês. Cintya também tem um canal no Youtube com dicas ótimas.

    Inglês com Rhavi

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    Hello guys! How’s it going?⁣ ⁣ Hoje eu vou te ensinar três expressões com “what” que os nativos falam muito, então presta atenção pra você não perder nada!⁣ ⁣ A primeira expressão pode ser usada naquela hora que você explode com uma pessoa, ou então em uma conversa tranquila, quando você quer dar uma ideia, por exemplo. Tenha cuidado com a entonação ao usar essa expressão para não te interpretarem errado!⁣ ⁣ 🇺🇸 You know what?⁣ 🇧🇷 Sabe de uma coisa?⁣ ⁣ A segunda expressão é para quando você não sabe mais o que fazer, é o famoso “E agora?”.⁣ ⁣ 🇺🇸 What now?⁣ 🇧🇷 E agora?⁣ ⁣ A última pode ser usada quando você vai explicar alguma coisa para alguém.⁣ ⁣ 🇺🇸 I’ll tell you what!⁣ 🇧🇷 É o seguinte!⁣ ⁣ Dá uma olhada nos exemplos e situações que eu dou no vídeo para você entender bem como usar cada uma delas, e deixe sua galeria ainda mais completa clicando na bandeirinha pra salvar este vídeo! Não esquece de comentar aqui uma frase usando uma das expressões que você aprendeu na One Minute Tip de hoje! See y'all!!

    A post shared by Rhavi Carneiro (@rhavicarneiro) on Mar 19, 2020 at 3:02pm PDT

    O Rhavi é o desenvolvedor de um método de estudo próprio para alcançar a fluência rapidamente, chamado Fluency Academy. No seu Instagram, ele explica mais sobre o método (que virou curso online) e dá dicas muito legais de vocabulário e expressões que são usadas por nativos e te ajudam a se comunicar melhor. Como Rhavi é poliglota, ele também tem outras quatro contas com dicas de Francês, Espanhol, Italiano e Alemão!

    Tim Explica

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    A post shared by Tim Cunningham (@timexplica) on May 18, 2020 at 9:42am PDT

    Tim Cunningham é americano e aprendeu a falar português sozinho. No Instagram, ele conta como os americanos falam “inglês de verdade”, ensinando gírias, como usar as expressões que aprendemos e até desmistificando algumas coisas que aprendemos nas aulas por aqui, mas não são usadas pelos nativos.

    Carina Fragozo

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    O que significa FURLOUGH /ˈfɜr loʊ/? Hoje estou iniciando um quadro novo aqui no Instagram do #EnglishInBrazil, com dicas baseadas em notícias, memes, tweets e qualquer exemplo de língua em contextos reais e atuais. Escolhi começar com a palavra "furlough", que aprendi nesta semana. Vamos lá: . A notícia do @nypost diz que a Disney deixará 43.000 funcionários em "furlough" durante o fechamento dos parques em razão do coronavírus. Mas o que isso significa? Que todos esses funcionários serão demitidos? Não exatamente. Isso significa que eles estarão em uma espécie de licença não remunerada durante esse período. A notícia indica também que a empresa continuará oferecendo plano de saúde (medical insurance) para os funcionários (employees) por até um ano, conforme o trecho a seguir: . There will be no cost to any employee who’s on furlough for use of their medical insurance and the continued coverage of it. . A palavra FURLOUGH pode ser usada como substantivo ou como verbo, dependendo do contexto, e pode ter outros dois significados, que você pode conferir arrastando a foto para o lado. . O que achou deste tipo de post? Se gostou, deixe um like e/ou um comentário para eu entender se vocês querem mais ou não! E podem me marcar em posts que vocês gostariam de ver explicados aqui no feed, pode ser qualquer coisa! . Confesso que, apesar de ser uma notícia triste, gostei de escrever este post porque é um retorno às origens do English in Brazil. Criei o blog há 10 anos e sempre aprendi muito pesquisando para os posts que escrevia. Pois é, acho que já posso dizer que sou uma dinossaura dos posts de inglês 🦕 Have a great week!

    A post shared by Carina Fragozo (@carinafragozo) on Apr 13, 2020 at 8:50am PDT

    A Carina é uma das youtubers mais famosas do Brasil quando o assunto é aprender Inglês. Além do ótimo conteúdo que produz no Youtube, ela dá aulas mais curtas incríveis no Instagram e, também, faz posts analisando e explicando palavras que podem aumentar o seu vocabulário e são muito usadas por nativos.

    Prepare-se para o Enem sem sair de casa. Assine o Curso Enem do GUIA DO ESTUDANTE e tenha acesso a centenas de videoaulas com professores do Poliedro.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/instagram-para-estudar-ingles

  • Design de Produtos: conheça a profissão que está em tudo ao seu redor! | Guia do Estudante

    Design de Produtos: conheça a profissão que está em tudo ao seu redor! | Guia do Estudante

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    idea sketch of product design (Getty Images/Reprodução)

    Se você está lendo este texto no seu quarto, pare um instante e preste atenção em todos os objetos ao seu redor. A cadeira em que está sentado, a sua cama, abajur, computador, guarda-roupa e até a caneta. Se não sabe muito bem o que faz um designer de produtos, aí vai primeira informação: muito provavelmente, em algum momento esse profissional esteve envolvido na produção de produtos que te cercam no dia a dia. 

    O designer com essa ênfase é responsável pelo desenvolvimento de produtos funcionais e esteticamente agradáveis – longe do senso comum, ele não preocupa-se apenas com a beleza. E para aperfeiçoar produtos já existentes, ou até criar novos, o designer lança mão de uma série de ferramentas da área que envolve pesquisas de público, estudo de materiais e de processos de fabricação entre outros. Além, é claro, do essencial para todos os designers: a criatividade! 

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    Os (muitos) cursos de Design de Produtos 

    Assim como muitas outras formações, a de um designer de produtos varia bastante de acordo com a grade da universidade escolhida, com a modalidade do curso (presencial ou a distância) ou mesmo se o curso for em nível de graduação ou tecnólogo. Segundo a estudante Rafaella de Bona, do último ano de graduação na Universidade Federal do Paraná (UFPR), as universidades podem ter abordagens mais “técnicas e mercadológicas” ou então explorar o “lado mais artístico e conceitual do design”. Rafaella esteve entre os 91 designers premiados no iF Design Talent Award 2019, ao apresentar um projeto para criação de absorventes sustentáveis para mulheres em situação de rua. Ao todo, 9 mil projetos concorreram à premiação. 

    A estudante lembra algumas disciplinas presentes na maior parte das grades curriculares – e, portanto, básicas para o desenvolvimento ou melhoria de qualquer produto: “Projeto de Produto, que ensina sobre as metodologias de design; Materiais e Processos de Fabricação, onde conhecemos as propriedades dos materiais e o processos de confecção de produtos nas indústrias; Representação Gráfica, que seria a matéria de desenho, e Representação 3D, a disciplina para aprendermos sobre representações de mockups e modelos de aparência”. 

    Por fim, além de pesquisar qual universidade tem a abordagem mais próxima dos seus interesses, é importante fazer uma distinção: a maior parte dos bacharelados em Design de Produtos, como o cursado por Rafaella, é oferecida por universidades públicas e costuma ter uma duração média de quatro anos. Por outro lado, os cursos tecnólogos são mais comuns nas faculdades privadas e têm uma duração mais curta, de dois anos.

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    Mercado de trabalho

    Se o curso de Design de Produtos é tão amplo, imagine o mercado de trabalho. Como mencionamos, os produtos dessa profissão estão em tudo ao seu redor, dos móveis de casa aos carros e caminhões, passando por embalagens, itens de decoração e mesmo os próprios maquinários utilizados para confeccionar outros produtos nas indústrias. Portanto, alguém formado na área vai encontrar possibilidades de trabalho em todos esses setores! 

    E, mesmo dentro de cada um desses ramos, é possível escolher ainda entre diferentes funções desempenhadas pelo designer de produtos, que podem estar mais próximas da área de criação, de gestão ou outras, como explica Rafaella. “Algumas pessoas vão levar os conhecimentos para o lado mais artístico e de criação, outras vão preferir as áreas de gestão e pesquisa, e há também aquelas que preferem o lado mais técnico de materiais e processos de fabricação.” Ou seja, se você imaginava que um designer de produtos precisa necessariamente saber desenhar para exercer a profissão, esse é mais um clichê sobre a profissão para descartar da sua lista.

    O essencial, no final das contas, é a criatividade para buscar soluções e a capacidade para lidar com uma equipe multidisciplinar e diversa. “Antes de tudo, é preciso saber trabalhar bem em equipe e estar sempre praticando a criatividade e a empatia”, finaliza a estudante.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/design-de-produtos-conheca-a-profissao-que-esta-em-tudo-ao-seu-redor

  • #AdiaEnem: influenciadoras de educação criticam MEC | Guia do Estudante

    #AdiaEnem: influenciadoras de educação criticam MEC | Guia do Estudante

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     (Getty Images/Reprodução)

    Cerca de 46 milhões de brasileiros não possuem acesso à internet, segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, o estudo remoto, solução para muitos durante a quarentena, é inacessível para alunos de baixa renda ou que vivem em situação de vulnerabilidade.

    Enquanto instituições particulares buscam maneiras de se adaptar e, apesar das dificuldades, seguem com as atividades remotamente, escolas da rede pública, além da adaptação, precisam lidar com esse quadro de desigualdade.

    É nesse cenário que entidades estudantis, alunos, professores e outros envolvidos lutam pelo adiamento do Enem, mas esbarram na decisão do Ministério da Educação de manter as datas. Segundo o ministro da pasta, Abraham Weintraub, o Brasil não pode e não vai parar. “Isso que tem que paralisar tudo é bobagem”, afirmou em uma transmissão ao vivo.

    Esse pensamento guiou a criação da última propaganda do MEC, tão repercurtida na internet nas últimas semanas. No vídeo, adolescentes tentam justificar a importância da prova este ano. Gravando a mensagem com os próprios celulares, eles incentivam o estudo a distância e pela internet.

    “E se uma geração de novos profissionais fosse perdida? Médicos, enfermeiros, engenheiros, professores. Seria o melhor pro nosso país? A vida não pode parar. É preciso ir à luta, se reinventar, se superar”, diz um dos alunos representados. Em seguida, uma garota diz: “Estude, de qualquer lugar, de diferentes formas, pelos livros, internet, com a ajuda a distância dos professores”.

    Em 2020, terá Enem! Neste ano, o Inep apresenta uma grande novidade. Você poderá escolher a prova na versão impressa ou digital. Anota aí: de 11 a 22 de maio, o período de inscrições estará aberto. Acesse: https://t.co/k99Cegu7pk. pic.twitter.com/4qJDGgSb27

    — Inep (@inep_oficial) May 2, 2020

    Após a propaganda ir ao ar, não tardou para pipocar críticas nas redes sociais. Muitas pessoas rebateram, destacando as dificuldades encontradas por grande parte dos estudantes brasileiros, que não conseguem estudar por falta de, justamente, internet, livros e ferramentas.

    Influenciadores digitais que falam sobre educação também se posicionaram e criaram fortes discussões sobre o tema. Foi o caso da universitária Débora Aladim. Com 1 milhão de inscritos no Instagram e 2,56 milhões no Youtube, a educadora mineira produz conteúdos sobre História e redação para ajudar estudantes.

    Em vídeo no IGTV, Débora confronta o posicionamento dos representantes da educação e enumera os motivos para o Enem ser adiado. Segundo a youtuber, o “MEC está tentando fingir normalidade” em uma situação de emergência mundial de saúde pública. Agindo dessa maneira, é como se falasse para os estudantes que eles têm direito à educação, mas que isso não será garantido a eles. 

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    A post shared by Débora Aladim (@dedaaladim) on May 4, 2020 at 4:25pm PDT

    O vídeo bateu mais de 590 mil curtidas e mais de 19 mil comentários. E não faltaram elogios e memes favoráveis de outros jovens estudantes a Débora.

    e a débora aladim que jantou o enem bonito e com classe admirem : pic.twitter.com/UB14N5QUY0

    — edu (@dudu_centurion) May 5, 2020

    Quem colocaram com presidente:/ quem eu queria que fosse presidente #deboraaladim pic.twitter.com/ukU0RABJ1c

    — rafa (@itsmerafah) May 6, 2020

    "É só ter dedicação que consegue ir bem no Enem"

    Pra mim quem discorda da Débora Aladim só pode ser assim pic.twitter.com/aaZOEJlcxt

    — Manu💫 (@Manu46020807) May 5, 2020

     

     

    Mais indignação

    A atriz Fernanda Concon também mostrou seu descontentamento por meio de um vídeo. “Tenho a responsabilidade de me posicionar junto com vocês sobre esse descaso que foi divulgado pelo Ministério da Educação. Chega a ser uma piada”, disparou a jovem, que atualmente cursa Relações Internacionais na PUC-SP.

    No vídeo, Concon critica uma declaração do ministro da educação à rádio Jovem Pan, feita em abril, em que fala sobre meritocracia. “Abraham Weintraub disse que o objetivo do Enem é selecionar as pessoas mais qualificadas e inteligentes. Por qualificados, você diz “endinheiradas”, né? O discurso da meritocracia aqui no Brasil não nasceu ontem, ele é velho. E tem muita gente que ainda acredita nesse conta de fadas”.

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    Exame Nacional do Ensino Médio ou Exame de Privilégios do Ensino Médio ? #ADIAENEM

    A post shared by Fernanda Concon (@fernandaconcon) on May 10, 2020 at 3:21pm PDT

    Muitos internautas elogiaram o discurso de Fernanda, deixando o nome da atriz entre os assuntos mais comentados do Twitter no dia.

    Paródia

    Inspirada na propaganda do MEC, Vic Pannunzio, estudante de Psicologia e filha do jornalista Fábio Pannunzio, produziu uma paródia ironizando as falas do vídeo original. “E se várias gerações morressem por conta de um vírus? E daí? Pais, avós, médicos, advogados, todos eles iriam para o mesmo lugar. Não seria o melhor para o nosso país?”, indagou.

    Ela também utilizou da expressão “você que lute”, de um meme, para criticar a desigualdade e o descaso com os estudantes sem condições para continuar estudando remotamente. O vídeo já teve mais de 1,52 milhão de visualizações no Twitter.

    Eu percebi que tinham algumas coisinhas erradas com a nova propaganda no Enem, então fiz a minha própria versão! pic.twitter.com/NAjQsD42UZ

    — gatilho chicken little (@vicpannunzio) May 5, 2020

    #AdiaEnem

    A campanha #AdiaEnem foi criada pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). A hashtag ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter na última sexta-feira (15) e parte do fim de semana. A aderência de famosos à causa foi grande, como a jovem apresentadora Maisa e a própria Fernanda Concon, que participaram de lives falando sobre a importância do exame ser adiado.

    Pátria amarga Brasil #AdiaEnem pic.twitter.com/g1PfHTP4fS

    — Lucas Bayo (@lucasbayo) May 16, 2020

    estamos em uma pandemia vocês estão loucos?Chega de fingir que não estão vendo a realidade #AdiaEnem pic.twitter.com/b5FIJpnKFp

    — Lu (@KdmeuChinelinho) May 15, 2020

    Prepare-se para o Enem sem sair de casa. Assine o Curso Enem do GUIA DO ESTUDANTE e tenha acesso a centenas de videoaulas com professores do Poliedro.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/adiaenem-influenciadoras-de-educacao-criticam-mec

  • Enem na pandemia: voluntários oferecem ajuda nas redes sociais | Guia do Estudante

    Enem na pandemia: voluntários oferecem ajuda nas redes sociais | Guia do Estudante

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     (Getty Images/Reprodução)

    O cronograma de aulas, os simulados, o calendário de provas, as listas de exercícios. Tudo isso que compõe, para muita gente, a rotina de estudos em um ano de vestibular de repente virou de cabeça para baixo. As aulas agora são videochamadas, a mesa de casa virou local de estudos e a internet é o recurso vital para quem quer continuar se preparando para as provas no ano em que enfrentamos uma pandemia. Isso, é claro, para os que têm acesso a todos esses recursos. 

    A falta de um lugar adequado para estudar, de equipamentos como um computador e, acima de tudo, a ausência ou má qualidade da internet em muitas casas brasileiras está colocando quem já vinha em pé de desigualdade nos grandes vestibulares ainda mais longe da linha de chegada. Enquanto isso, o Ministério da Educação mantém o calendário do Enem, hoje a maior porta de entrada para o Ensino Superior no país.

    É diante desse cenário quase sem alternativas que centenas de mensagens começaram a pipocar na timeline das redes sociais nas últimas semanas. Universitários, educadores ou mesmo quem simplesmente já passou pela experiência do vestibular se oferecem para tirar dúvidas, corrigir uma redação ou mesmo propiciar um lugar de apoio e escuta para quem enfrenta a prova esse ano. 

    Heloísa Iaconis, por exemplo, criou um grupo no Whatsapp que no momento conta com 20 estudantes. Lá, ela tira dúvidas sobre Língua Portuguesa, envia exercícios e debate assuntos importantes de atualidades que podem ser tema de redação nas provas. Heloísa é jornalista e passou duas vezes pela peneira de um dos vestibulares mais concorridos do Brasil: uma vez em 2014, quando entrou em Jornalismo, e outra este ano, quando ingressou no curso de Letras da USP

    Ela, que já atuou como educadora por seis anos em um projeto de extensão na universidade, decidiu prestar esse auxílio por acreditar que a educação é um meio de diminuir as desigualdades sociais, e que esse é um direito que está sendo negado a muita gente no contexto da pandemia. Segundo ela, “preocupar-se com toda a classe estudantil, em especial a maioria que não tem acesso à educação de qualidade, é o mínimo que você pode fazer em um país como o nosso.”

    Por fim, ela ressalta que o objetivo do grupo é também oferecer um espaço de acolhimento e apoio entre pessoas que passam pela mesma situação. Sua dica de ouro para o momento é justamente essa: “criem redes de apoio por quem está passando por isso também, subverta a lógica de competitividade dos vestibulares, porque ninguém aprende e ninguém constrói conhecimento sozinho”.

    “Quero retribuir a ajuda que eu tive”

    Assim como Heloísa, Juliano Streb Domingues se diz privilegiado por ter estudado em uma boa escola particular que o preparou para os vestibulares, mas lembra também de todo o suporte que recebeu de grupos e pessoas no Facebook dispostas a compartilhar material e ajudar vestibulandos. Agora, ele quer retribuir a ajuda. Estudante do terceiro ano da licenciatura em Física na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, Juliano resolveu usar a experiência que acumulou dando aula em escolas, cursinhos e projetos de extensão para ajudar a distância quem tem dificuldades em Física e Matemática. 

    Já que as condições de acesso à internet são muito diversas, ele primeiro conversa com os estudantes que vão procurá-lo para escolher a melhor forma de ajudar. “Há alunos que conseguem, por exemplo, fazer uma videochamada comigo, mas também há quem use apenas 4G e, para essas pessoas, proponho que usem o WhatsApp para se comunicar”, explica. “Por lá posso responder apenas por mensagem, áudios e fotos, o que não exige uma grande quantidade de dados.” Para aqueles que sequer tem acesso à internet, ele propõe ligações telefônicas. 

    O estudante de Física conta ainda ter ficado muito feliz quando começaram a compartilhar sua mensagem e procurá-lo. O principal meio de divulgação da ajuda foram suas redes sociais, e ele chegou a postar a mensagem em grupos de ajuda aos vestibulandos, como o “Grupo onde tiramos dúvidas de alunos do ensino médio público”, criado há uma semana pela estudante Isabela Tavares. O grupo já tem quase 14 mil membros, entre voluntários e estudantes da rede pública.

    Aluna de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP, Isabela também estudou em escolas públicas antes de ingressar na universidade. Ela conta que a ideia veio das correntes que estão circulando pelo Facebook oferecendo ajuda aos vestibulandos. “Eu pensei: e se a gente centralizasse isso em um grupo?”. 

    A estudante lembra de algumas limitações das correntes publicadas em perfis pessoais que podem ser superadas no grupo, como a possibilidade de um ambiente menos intimidador e expositivo e a chance de atingir gente além de nossa “bolha” nas redes sociais. Isabela contou com o apoio de outros colegas da Escola Politécnica, que são também moderadores do grupo. O objetivo agora é organizar o grupo para que os estudantes se encontrem em meio aos muitos conteúdos que estão sendo publicados. 

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    Enem 2020

    Mesmo atravessando uma pandemia que exige o isolamento social e que impediu aulas em escolas de todo o país, o Ministério da Educação defende a manutenção do Enem 2020, marcado para os dias 1º e 8 de novembro. Além da imprevisibilidade da evolução da epidemia, que pode dificultar a realização uma prova presencial, que mobiliza milhões de estudantes, a decisão gera críticas por conta da situação de alunos de baixa renda e de escolas públicas, que não conseguem se adequar às aulas a distância. 

    Só no estado de São Paulo, por exemplo, menos da metade dos alunos da rede estadual de ensino conseguiu acessar os conteúdos das aulas por meio de um aplicativo lançado pelo governo. Por isso, mesmo se voluntariando a prestar assistência a esses estudantes, tanto Heloísa quanto Juliano acreditam que a melhor alternativa seria o cancelamento da prova.

     “Sou completamente contra o não adiamento do Enem, por acreditar que isso pode gerar agravamento de problemas sociais em meio a uma pandemia”, defende a jornalista. Para Juliano, “mesmo que se alguns tenham condições de estudar, é preciso ter empatia e entender que muitas pessoas não estão conseguindo o mesmo nesse momento, por diversos fatores”. Entretanto, em um cenário de não adiamento, ele sugere que os vestibulandos mantenham a calma e não se cobrem tanto: “é um momento difícil e está tudo bem em não conseguir manter uma rotina de estudos tão rígida ou algo assim”, conclui. 

    Juliano e Heloísa se colocam à disposição de estudantes que precisarem de ajuda nesse momento, seja por suas redes sociais ou via e-mail (julianostrebdomingues@gmail.com e helo.costa10@gmail.com). Isabela também ressalta que o grupo está aberto a todos os vestibulandos da rede pública – para acessá-lo clique aqui ou busque pelo nome “Grupo onde tiramos dúvidas de alunos do ensino médio público”.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/enem-na-pandemia-voluntarios-oferecem-ajuda-nas-redes-sociais