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  • Qual a diferença entre distanciamento, isolamento, quarentena e lockdown | Guia do Estudante

    Qual a diferença entre distanciamento, isolamento, quarentena e lockdown | Guia do Estudante

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     (Pixabay/Reprodução)

    Quarentena, isolamento, distanciamento social e lockdown. Em meio à pandemia de covid-19, esses quatro termos tornaram-se frequentes no nosso vocabulário e na nossa realidade atual. Apesar de todos serem regimes que nos mantêm em casa para combater a doença, eles não são sinônimos. 

    Entender a diferença entre eles é importante, já que cada termo possui um nível de alerta sanitário e de liberdade da mobilidade da população, podendo variar entre voluntário ou obrigatório, de acordo com cada situação.

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    Distanciamento social

    O distanciamento social busca, de forma voluntária, restringir a aproximação entre as pessoas como forma de controlar a disseminação da doença. No caso da covid-19, por exemplo, as autoridades de saúde recomendam manter uma distância de 2 metros de outras pessoas.

    Nessa fase, comércios e as escolas podem fechar e eventos serem cancelados, mas não há aplicação de multa ou detenções para quem furar o distanciamento social.

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    Isolamento

    O isolamento também é uma medida não obrigatória para evitar a propagação do vírus. Ele serve para separar pessoas sintomáticas ou assintomáticas, que foram contaminadas ou estão com suspeita. Dependendo da situação, os pacientes podem ficar isolados em ambiente domiciliar ou em hospitais.

    O Ministério da Saúde indica que prazo de isolamento é 14 dias (tempo em que o vírus leva para se manifestar no corpo). O prazo pode ser estendido, dependendo do resultado dos exames laboratoriais.

    Existem dois tipos de isolamento: o vertical, que é destinado somente a grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades (diabéticos, hipertensos, pessoas com algum comprometimento pulmonar) e o horizontal, que atinge toda a população. No segundo, todos que não trabalham com atividades essenciais devem ficar em casa.

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    Quarentena

    A quarentena restringe o acesso ou circulação de pessoas que foram ou podem ter sido expostas ao vírus. Pode ser um ato administrativo, estabelecido pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios ou do ministro da Saúde, por exemplo.

    A palavra foi criada em meados do século 14, em Veneza, na Itália, durante o período da peste bubônica. Para evitar que marinheiros trouxessem a doença para a cidade, autoridades fizeram com que toda a tripulação dos navios ficasse confinada por 40 dias antes de desembarcar. Atualmente, o termo não mudou, mas é possível que o período seja maior ou menor.

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    Lockdown

    O lockdown é uma paralisação total dos fluxos e deslocamentos. A circulação de carros e pessoas também é reduzida, sendo autorizada apenas a saída de casa para a compra de alimentos, medicamentos e transporte de indivíduos para hospitais. Nesta etapa, o governo pode usar as forças armadas e aplicar multas e detenções para quem desrespeitar a medida.

    A medida foi adotada, por exemplo, em Wuhan, na China, primeiro epicentro do novo coronavírus. No Brasil, a primeira região a anunciar o regime mais fechado de quarentena  foi o entorno da Grande São Luís, no Maranhão, onde houve bloqueio de fronteiras na última terça-feira (5).

    Em resumo, pensando na escala de risco para serem adotados, do menor para o maior, os regimes são classificados nesta ordem: distanciamento social, isolamento, quarentena e lockdown.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/qual-a-diferenca-entre-distanciamento-isolamento-quarentena-e-lockdown

  • Ansiedade na hora da redação: saiba como evitar | Guia do Estudante

    Ansiedade na hora da redação: saiba como evitar | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Reprodução)

    A redação é uma parte do vestibular que é encarada por muitos estudantes como a etapa mais tensa da prova. Ela exige um tempo de dedicação razoável, concentração e repertório, sem contar outros critérios que também estão sendo avaliados, como gramática, coesão e coerência. Com isso, é normal ficar mais preocupado com ela, mas é importante não deixar a ansiedade te atrapalhar.

    Conversamos com Alexandre Takata, coordenador do Maximize, e Thiago Braga, professor e autor do Sistema de Ensino pH, para que você conheça algumas estratégias que podem te ajudar na hora da prova, dando mais confiança e calma nesse momento.

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    “Em primeiro lugar, é necessário que o candidato se prepare para o formato de prova que encontrará, assim como os critérios que o avaliador utilizará na correção”, diz Alexandre. Além disso, treine com antecedência e atente-se para os possíveis temas que podem ser abordados, lendo, estudando, discutindo e cruzando conteúdos de diferentes áreas de conhecimento e também de atualidades.

    Pensando nessa estratégia a longo prazo, Thiago ressalta a importância de fazer de duas a três redações por semana. “Isso aumenta a confiança do candidato e diminui as chances do nervosismo tomar espaço”, diz. Além disso, ele orienta a procurar tutoriais no YouTube com técnicas de meditação e de respiração para usar se a ansiedade bater.

    Já na hora da prova, a recomendação é ler com muita atenção cada texto, verbal e visual, oferecido na proposta e fazer um projeto de redação. Nessa etapa, é fundamental seguir alguns passos:

    • identificar o tema que une os textos de apoio; compreender o problema a ser solucionado, suas causas, consequências e quem ele atinge direta e indiretamente;
    • anotar sucintamente os exemplos de que se lembra do seu repertório de estudos (dados, obras, autores, notícias, leis…);
    • elaborar uma crítica, hipótese ou tese sobre o problema;
    • antecipar exemplos de ações já existentes e que podem ser ampliadas, órgãos oficiais, grupos e coletivos que possam ser acionados, informações e mensagens em grande escala que possam orientar, motivar e mobilizar na resolução do problema.

    Com o projeto ou esboço já trabalhado, faça um rascunho ou uma primeira versão do texto a ser entregue, já respeitando os critérios de estrutura do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão) e escrita formal da Língua Portuguesa.

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    Outra sugestão é não fazer a prova de redação primeiro, para não ser prejudicado pela ansiedade; mas também nada de deixá-la por último, para não se correr o risco de falta de tempo. “Manter o equilíbrio emocional na hora da prova é muito importante, por isso, tente ler o tema da redação, resolver parte da prova, não só para acalmar-se como também recordar e inspirar-se nos diversos textos e diferentes áreas”, orienta Alexandre. 

    Após escrever o rascunho, espere mais um tempo até corrigi-lo e só então passar o texto definitivo para a folha de redação. Seguindo tais passos, você se sentirá mais no controle da situação e terá a confiança necessária para deixar o nervosismo de lado e melhorar o seu desempenho.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/ansiedade-na-hora-da-redacao-saiba-como-evitar

  • É possível estudar com seus amigos? | Guia do Estudante

    É possível estudar com seus amigos? | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Reprodução)

    Os amigos podem ajudar muito durante a preparação para o vestibular, incentivando, dando dicas, oferecendo apoio nos momentos mais difíceis e compreendendo a fase que você está enfrentando. Mas será que estudar com eles é a melhor opção? Conversamos com João Pitoscio Filho, coordenador Pedagógico do Grupo Etapa, e Alexandre Takata, coordenador do Maximize, para você avaliar se essa estratégia vale a pena para o seu grupo de amigos.

    Para João, antes de o estudante optar por estudar sozinho ou com um grupo de amigos, é necessário conhecer e entender o perfil comportamental de cada um. “Uma pessoa mais inibida ou tímida se sentirá mais à vontade estudando sozinha, já um estudante mais extrovertido e comunicador irá preferir o contato com outras pessoas nessa hora. No entanto, desafiar-se e sair de sua zona de conforto é sempre uma oportunidade de crescimento”, diz.

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    É fundamental que as atividades estejam claras e preestabelecidas, para que cada integrante possa se preparar para elas. O ideal é montar um cronograma dos encontros e dos assuntos que serão trabalhados, segundo Alexandre. 

    Vantagens

    O convívio com outras pessoas e a troca de experiências é sempre um diferencial quando se estuda em grupo, pois é possível compartilhar conhecimento e até mesmo hábitos e costumes, que criem novas táticas de estudo. Essa estratégia também é uma grande aliada na apreensão de conteúdos. Sabe-se que uma das melhores formas de se aprender é ensinando, pois transmitir e ensinar um assunto exige a ampla compreensão de um determinado tema, por meio da lógica, do trabalho de pesquisa, do uso de exemplos e exercícios, além da escolha de uma melhor didática, dependendo do perfil do interlocutor. “Desenvolver tal prática é essencial na vida de um estudante. A compreensão e consolidação do conteúdo ocorre inclusive durante a explicação”, explica Alexandre. 

    Um estudante com maior facilidade na área de Humanas ou nas Ciências Exatas, por exemplo, pode contribuir esclarecendo possíveis dúvidas dos colegas. “Some-se a isso o fato que estudar em grupo estimula a empatia, uma vez que é necessário respeitar o ritmo, a velocidade e o conhecimento das outras pessoas”, diz João. 

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    Além disso, em um grupo de estudos há o estímulo ao debate, um fator muito importante para a fixação de conteúdos. A exposição de ideias e conceitos é sempre construtiva, pois o estudante passa a entender que existem outras visões de mundo e outras realidades. Sem contar que, por meio da leitura de um texto ou da interpretação de uma figura ou de uma imagem, cada um criará sua própria versão daquilo que está sendo mostrado e a soma dessas versões torna-se um momento de aprendizado intenso.

    Desvantagens

    O principal problema de estudar em grupo, segundo João, é a perda do foco. Muitos estudantes têm dificuldade de se concentrar quando estão rodeados de outras pessoas. Assim, se o grupo não estipular regras claras de como será feita aquela reunião de estudos, poderá haver a dispersão e o desperdício de horas preciosas. 

    Se o grupo também não tiver um interesse em comum e cada um focar um assunto diferente durante os estudos, de nada adiantará eles estarem juntos. Por isso, é fundamental combinar previamente quais assuntos serão estudados.

    Por fim, organização e disciplina são muito importantes para que o objetivo maior da atividade não se disperse em outros assuntos, gere discussões e debates caóticos ou ainda desmotive os envolvidos.

    Dicas durante a quarentena

    Segundo João, o grupo de estudos presencial é sempre mais proveitoso. Mas devido à quarentena, criar um grupo de WhatsApp para esclarecer dúvidas pode ser uma solução. O cuidado que se deve tomar é que isso obriga o estudante a estar com o celular ligado o tempo todo, assim, não terá como impedir que outras mensagens, que não se relacionam com o grupo, cheguem. 

    “Isso tirará seu foco, podendo tornar improdutivo o período de estudos. Uma alternativa é montar uma sala de reunião usando aplicativos específicos para essa finalidade. Com isso, o foco será mantido nos tópicos combinados previamente com os outros participantes do grupo”, sugere o coordenador.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/e-possivel-estudar-com-seus-amigos

  • Engenharia Elétrica: conheça o curso e as oportunidades de trabalho | Guia do Estudante

    Engenharia Elétrica: conheça o curso e as oportunidades de trabalho | Guia do Estudante

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     (Reprodução/Reprodução)

    Não é estranho que em um universo tão vasto das engenharias você fique em dúvida sobre qual delas cursar. Afinal, entre Engenharia Acústica, Aeronáutica, de Software, de Petróleo e tantas outras o número não para de crescer: em 2010, eram 34 modalidades e hoje já chega a 39, segundo o Instituto de Engenharia. Os novos cursos, como, por exemplo, a Engenharia de Inovação, surgem especialmente em resposta ao avanço de tecnologias e modernização de processos. 

    Mas isso não quer dizer, é claro, que as velhas e boas engenharias Mecânica, Civil e outras mais tradicionais perdem seu espaço. Prova disso é a atuação de alguns engenheiros mecânicos e eletricistas na criação de um respirador que pode salvar muitas vidas durante a pandemia do coronavírus. Neste texto, te convidamos a se inspirar nesses profissionais e conhecer um pouco mais sobre a Engenharia Elétrica. Como é o curso? É a mesma coisa que Engenharia Eletrônica? Preciso gostar de Matemática para atuar na área? Onde posso trabalhar depois? Descubra tudo isso!

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    Ênfase em quê? Conheça o curso de Engenharia Elétrica!

    Assim como nos outros cursos de Engenharia, o estudante que optar por estudar a Elétrica vai se deparar com uma grade bastante genérica e teórica nos dois primeiros anos de curso, chamado de “ciclo básico”. Nesse período, prepare-se para muitas disciplinas de cálculo: é o teste pelo qual você precisará passar antes de começar a estudar as disciplinas mais específicas do seu curso nos três anos seguintes.

    Na maioria das universidades, o ciclo básico é bem parecido, por isso você deve dar atenção especial à grade curricular da segunda parte do curso, nas chamadas disciplinas específicas. Basta imaginarmos em quantas atividades a energia elétrica está envolvida para termos uma noção dos muitos setores possíveis de atuação e, portanto, enfoques possíveis. Na projeção de linhas telefônicas, na construção civil ou mesmo na indústria automotiva é possível encontrar alguns desses profissionais, e por isso muitos cursos de Engenharia Elétrica possuem ênfases específicas que preparam melhor o estudante para atuar em determinada área. 

    Então, embora muitas universidades ofereçam simplesmente o curso de Engenharia Elétrica, mais generalista, se você já sabe em qual setor pretende trabalhar vale buscar uma universidade que ofereça essa ênfase, com disciplinas especificamente voltadas a isso. Na Escola Politécnica da USP, onde o ventilador pulmonar foi desenvolvido, é possível encontrar as ênfases em Telecomunicações, Eletrônica e Processos, Energia e Automação Elétrica, Computação ou Automação e Controle. 

    Uma dica final: se a universidade onde você pretende estudar não indica nenhuma ênfase, vale a pena consultar a grade do curso para verificar se, ainda assim, ela dedica mais disciplinas a um assunto específico. É o caso da Universidade Federal de Itajubá (MG), que embora não tenha oficialmente uma ênfase específica, oferece mais disciplinas do que o convencional sobre sistemas de potência. 

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    Mercado de trabalho

    O grande número de especialidades nas graduações oferecidas dão um panorama de como é o mercado de trabalho para esse profissional. Se quase tudo ao nosso redor demanda energia elétrica, todas as indústrias por trás disso também demandam um engenheiro eletricista. 

    A indústria, por exemplo, contrata esses profissionais para trabalhar desde a projeção de equipamentos eletrônicos como maquinário industrial até para a concepção de sistemas eletrônicos empregados na computação. Já um profissional com ênfase em Engenharia Biomédica será contratado para conceber e fabricar equipamentos médicos. 

    E as oportunidades, é claro, não se restringem ao setor privado: um engenheiro eletricista especialista em sistemas de potência pode ser contratado pelo governo para projetar e participar da construção de usinas hidrelétricas, por exemplo.

    Por fim, a perspectiva salarial. O último Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), lançado em 2018 pelo extinto Ministério do Trabalho, colocou essa engenharia como a quarta mais bem paga, com um salário médio de admissão de R$ 6.633,80.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/engenharia-eletrica-conheca-o-curso-e-as-oportunidades-de-trabalho

  • Concurso do IBGE. Como me preparar para a Prova

    Concurso do IBGE. Como me preparar para a Prova

    recenseador do IBGE
    O recenseamento desse ano também foi adiado

    O concurso do IBGE que aconteceria esse ano foi adiado para 2021. Isso significa que você tem mais chances de se preparar, sabia?

    Apesar da pandemia de coronavírus ter atrapalhado a realização do CENSO, a instituição continua sendo uma das mais importantes do Brasil. Seus processos seletivos são regulares, por isso vale a pena investir.

    Para te ajudar a saber como se preparar, reunimos algumas informações importantes a seguir. Confira!

    Confira porque o concurso foi adiado

    Antes de qualquer coisa, é interessante compreender o que houve com a prova. O que acontece é que o CENSO estava previsto para acontecer ao longo de 2020. Para isso, seriam contratados supervisores e recenseadores com um contrato temporário.

    Infelizmente, com a covid-19, os planos da instituição tiveram que ser alterados. Ainda que a coleta pudesse acontecer, seria um risco grande tanto para os contratados quanto para a população. Sem contar que muita gente provavelmente não abriria suas casas para a pesquisa.

    Dessa forma, o concurso do IBGE foi adiado e o recenseamento ficou para o próximo ano. A expectativa é de que a prova aconteça no início de 2021, para que o calendário não sofra mais alterações. Lembrando que há outros processos de coleta além do CENSO, que fazem com que muitos processos sejam realizados pela instituição.

    Entenda o que vai cair no concurso do IBGE

    Tanto para o concurso do IBGE focado no CENSO quanto para outras coletas — como recenseamento agropecuário, por exemplo —, a prova costuma ser parecida. Para profissionais de nível médio, as questões costumam ser divididas em:

    Disciplinas da prova Número de questões
    Língua Portuguesa 10
    Raciocínio Lógico 10
    Ética no Serviço Público 05
    Noções de Administração / Situações Gerenciais 15
    Conhecimentos Técnicos 20

    Como é possível perceber, alguns dos critérios são importantes para quaisquer concursos. A língua portuguesa, por exemplo, engloba desde tanto ortografia quanto interpretação de texto. Já o raciocínio lógico é cobrado em diferentes processos seletivos, sendo mais amplo do que apenas matemática.

    A ética no serviço público também tende a ser importante para outras provas. O que costuma demandar mais preparo são os conhecimentos técnicos.

    Em geral, o próprio IBGE fornece uma apostila atualizada sobre os procedimentos do CENSO, por exemplo. A instituição conta, por exemplo, com uma data base para a realização da coleta de dados. Um funcionário precisa ter esse dia na ponta da língua. Por isso, se trata de um conhecimento bastante específico e que você precisa estudar o material adequado para se preparar.

    Veja porque o concurso do IBGE costuma ser para temporários

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    A instituição realiza muitos processos seletivos

    Embora exista concurso do IBGE para contratação de servidores públicos efetivos, essas provas tendem a ser mais esporádicas. Há regiões em que um teste como esse não é realizado há anos. Por outro lado, os contratos temporários acontecem com mais regularidade.

    O que acontece é que o IBGE possui um calendário fixo de coleta de dados. Além do recenseamento populacional, a instituição é responsável por inúmeros outros números sobre o país. Há inclusive coletas de dados fixas, em que o agente retorna ao mesmo local várias vezes.

    Para conseguir cumprir essa demanda, a instituição precisa de mão de obra extra. É quando entram os temporários, contratados por meio de uma lei específica. Geralmente, o contrato é de 1 a 2 anos, com prorrogação de 1 a 2 anos também.

    Saiba como funciona a prova do concurso para o CENSO

    Ao contrário de outras provas, os processos seletivos temporários do IBGE não exigem uma redação. Portanto, não é preciso praticar ou focar na escrita. Com questões objetivas e eliminatórias, essa seleção funciona como uma prévia da contratação para o CENSO.

    Falando especificamente sobre o principal recenseamento do Brasil, há um diferencial importante no concurso do IBGE. Ele é acompanhado de um treinamento que envolve uma outra seletiva interna.

    Como a instituição precisa ter certeza de que o recenseador está bem capacitado, os selecionados são reavaliados após passar por algumas semanas de treinamento. O objetivo é fazer com que aprendam a lógica da coleta e também a utilização dos aparatos tecnológicos. Para quem tem dificuldade com celular, por exemplo, esse é o momento de tentar se adequar. Caso os problemas permaneçam, infelizmente o candidato pode se dispensado.

    Essa segunda etapa é importante para que a instituição tenha certeza de que seus recursos estão corretamente destinados. Um contratado que não consiga trabalhar em campo da forma correta pode tanto comprometer a pesquisa quanto atrasar o processo.

    Dessa forma, antes de fazer o teste, é importante avaliar se há alguma dificuldade tecnológica. Caso contrário, mesmo estudando bastante, pode não ser suficiente.

    Descubra se vale a pena fazer o concurso do IBGE

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    Após o concurso do IBGE há outro processo seletivo interno

    Durante a realização do CENSO especificamente, a remuneração varia de acordo com o rendimento do contratado. Se um recenseador trabalhar 12h ao dia, por exemplo, terá um faturamento mais alto do que quem trabalhar por apenas 8h. Essa liberdade é um ponto importante na hora de definir o cargo que você pretende concorrer.

    Para um supervisor, o salário é fixo, com uma carga horária pré-definida. Dessa forma, o faturamento será único, porém, independente do rendimento. Para saber qual vale mais a pena, é importante avaliar as suas competências. Além disso, a prova para Agente Supervisor tende a ser um pouco mais difícil do que a de recenseador, sendo que ambas acontecem em momentos diferentes.

    Em resumo, o concurso do IBGE pode ter ficado para depois, contudo, ainda oferece boas condições para quem quer trabalhar com o recenseamento em 2021. Estudando questões básicas e conteúdo específico da instituição, se trata de uma prova de média complexidade, tendo como objetivo uma vaga temporária.

    O que você achou do adiamento da prova? Ficou frustrado ou acha que vai ser bom ter mais tempo para estudar? Aproveite para deixar um comentário com sua opinião sobre como serão os concursos em meio à pandemia!

  • Os engenheiros que criaram o respirador que pode salvar vidas na pandemia | Guia do Estudante

    Os engenheiros que criaram o respirador que pode salvar vidas na pandemia | Guia do Estudante

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     (Guia do Estudante/Reprodução)

    Exatamente um mês depois do início de seu projeto, uma equipe de engenheiros da Escola Politécnica da USP deu mais uma prova do valor da ciência em tempos de combate ao coronavírus. Os coordenadores que estiveram à frente da criação de um ventilador pulmonar emergencial para pacientes diagnosticados com covid-19 divulgaram, no último dia 20, que os testes em humanos foram finalmente feitos e aprovados. Agora, só falta o aval da Anvisa para que o respirador produzido em até duas horas e que custa 15 vezes menos que o mais barato do mercado possa ser fabricado em grande escala. 

    O Inspire, como foi batizado, é fruto da mente e do trabalho de engenheiros elétricos e de outros engenheiros e também de profissionais de outras áreas (mais sobre isso abaixo).

    O projeto apresenta ainda uma outra grande vantagem em relação aos respiradores já utilizados nos hospitais: ele é produzido totalmente com matéria-prima brasileira e, por isso, não depende de importação. Em um cenário em que a curva de contaminados pelo coronavírus cresce rapidamente e o sistema de saúde ameaça o colapso, é preciso agir rápido: “Os componentes [importados] podem não chegar a tempo para fazer essa produção”, alertou em entrevista à Escola Politécnica o professor Raul González Lima, especialista em Engenharia Biomédica e um dos coordenadores do projeto. 

    Além de Raúl González, também esteve à frente do desenvolvimento do Inspire o professor Marcelo Zuffo, formado em Engenharia Elétrica. Entenda como o respirador foi criado e a contribuição dos mais de 30 engenheiros envolvidos na tarefa!

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    Inspire 

    O Inspire é, sem dúvidas, mais simples do que os outros ventiladores disponíveis no mercado. Afinal de contas, trata-se de um modelo mecânico, que não necessita de linhas de ar comprimido como os outros amplamente utilizados na maior parte dos hospitais. No entanto, em situações de grande emergência, em que não há aparelhos e sequer linhas de ar disponíveis para novos, ele pode salvar vidas. 

    Foi justamente observando casos como esse no cenário internacional que os engenheiros da USP se mobilizaram para tentar evitar que o mesmo acontecesse por aqui. “Temos relatos de que em Nova York não há ventiladores e, então, voluntários ficam apertando a bombinha para o paciente não morrer durante a noite”, explica Marcelo Zuffo em entrevista à revista Época Negócios. Se esses hospitais em Nova York contassem com um respirador como o Inspire, ele faria as vezes dos voluntários ao bombear ar, mecanicamente, para os pacientes. 

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    – (Escola Politécnica da USP/Reprodução)

    Pois é, explicando assim parece que o processo de criação do ventilador foi simples, mas quem assiste aos vídeos de Diário de Bordo no site do projeto provavelmente se surpreende com a quantidade de pesquisadores mobilizando os mais diversos conhecimentos para chegar ao produto final. Em um dos vídeos, Raúl Gonzales relata, por exemplo, como um dos engenheiros desenvolveu uma estratégia mais eficaz de estimativa para medir a complacência (grau de extensão para cada aumento da pressão) e a resistência dos pulmões durante o uso do respiradores. 

    Essa e outras etapas exigiram dedicação integral da equipe, que diante da urgência da situação queria finalizar o projeto o quanto antes. Zuffo disse que os pesquisadores passavam até 18 horas do dia dedicados à tarefa!

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    – (Escola Politécnica da USP/Reprodução)

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    Engenheiros, médicos, veterinários, estudantes

    Nem só de engenheiros se fez essa equipe inspiradora. Eles foram, sem dúvida, maioria nas fases iniciais de desenvolvimento: entre especialistas em Engenharia Mecânica, Biomédica, Mecatrônica, Elétrica e de Produção, ao menos oito fizeram parte da equipe técnica e muitos outros participaram por meio dos quatro grupos de pesquisa envolvidos. 

    Mas a contribuição dos estudantes (como o graduando em Química Otto Heringer) e de profissionais de outras áreas, como médicos e até veterinários, também foi determinante. Não, você não leu errado: até mesmo veterinários ajudaram à sua maneira. As professoras da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP Denise Tabacchi Fantoni e Aline Ambrósio coordenaram os testes do respirador em animais, realizados nos dias 13 e 14 de abril. No final do mês, foi a vez de médicos, anestesiologistas e até fisioterapeutas da Faculdade de Medicina da USP conduzirem os testes em humanos. 

    Por fim, embora a equipe da Poli tenha trabalhado para desenvolver o projeto, a partir da aprovação da Anvisa fica a cargo de empresas a produção, comercialização e distribuição dos ventiladores mecânicos para a rede de saúde. Como o projeto tem licença aberta, qualquer empresa pode acessar o passo a passo da produção e fabricá-lo.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/os-engenheiros-que-criaram-o-respirador-que-pode-salvar-vidas-na-pandemia

  • Viaje sem sair de casa: canais do YouTube para conhecer o mundo todo | Guia do Estudante

    Viaje sem sair de casa: canais do YouTube para conhecer o mundo todo | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Reprodução)

    Por causa da pandemia do COVID-19, sair de casa já se tornou uma aventura. Planejar uma viagem, então, parece um sonho impossível. Mas não apenas agora é um ótimo momento para você se preparar para estudar fora, como também há alguns canais do YouTube que você pode usar para “viajar” enquanto a pandemia não passa.

    Essa ideia de “viajar pelo YouTube” já era bem popular antes mesmo do COVID-19. E teoricamente, basta assistir qualquer canal do YouTube de determinado país para conhecer um pouco mais dele. No entanto, há uma série de cinegrafistas que se dedicam a passear por diversas cidades com um olhar que simula o de um estrangeiro, de maneira a matar tanto quanto possível a curiosidade de quem só consegue ver aqueles lugares pelo computador.

    A seguir, destacamos alguns dos nossos canais favoritos dessa categoria. Buscamos trazer vídeos com estilos e durações diferentes, e que contemplem tanto os destinos mais populares quanto locais menos comuns. Esperamos que eles ajudem a passar o tempo da quarentena e até que eles inspirem muitas viagens no futuro! Confira:

    7 canais do YouTube para viajar sem sair de casa

    Around the World 4K

    Este canal com mais de 370 mil inscritos traz vídeos relativamente curtos (normalmente menos de quatro minutos) com montagens de diferentes cidades do mundo. Essa curta duração, aliás, talvez seja o mais notável: a maior parte de canais desse tipo tem vídeos bem longos e com poucos cortes.

    As principais são as capitais dos países do norte, como Estocolmo, Helsinque, Bruxelas e Budapeste. E os vídeos mais recentes estão até mesmo em resolução 8K (embora você provavelmente não tenha uma televisão ou monitor com essa resolução).

    Há também alguns vídeos de cidades mais ao sul (como Quito, no Equador, e Cancún, no México). E para os amantes da natureza, o canal também traz alguns vídeos de parques e belezas naturais, todos em resolução 4K. Os vídeos costumam ter uma música instrumental junto, mas você pode silenciá-los se preferir.

    4K Urban Life

    Há um número surpreendente de canais no YouTube dedicados a postar vídeos relaxantes de diversas cidades do mundo, e o 4K Urban Life é um dos mais tradicionais. Ele tem 116 mil inscritos e posta vídeos semanais que trazem montagens em 4K tanto de cidades mais turísticas quanto de destinos menos comuns, como Vladivostok, Riga, Calcutá e Kiev.

    É interessante que os vídeos misturam diversas perspectivas: há desde imagens feitas por drones até cenas de dentro do transporte público. São vídeos compridos, às vezes com várias horas de duração, e em geral com uma música sutil por trás. E há também vídeos temáticos, que não focam numa só cidade, como cenas de aquário ou cenas noturnas de diversos locais.

    Expedia

    Para quem prefere vídeos com narração, o canal da Expedia é um bom destino. Com 835 mil inscritos, ele traz uma série de guias de viagem para diversos destinos. São vídeos com duração entre 6 e 10 minutos e locuções em inglês (mas na maioria das vezes com legendas em português).

    Essas locuções são, talvez, o principal destaque do canal. Isso porque além de mostrar imagem dos destinos, os vídeos também trazem informações históricas e demográficas sobre os locais, além de oferecer sugestões de atrações para visitar numa eventual viagem, mostrando imagens delas, incluindo de dentro de edifícios.

    Por ser um canal com fins comerciais, os destinos dos vídeos em geral são locais para onde a Expedia tem pacotes de viagem. Independentemente disso, porém, os vídeos contém imagens e informações úteis para quem quiser conhecer lugares diferentes sem precisar sair de casa.

    One Man Wolf Pack

    O foco deste canal com cerca de 12 mil inscritos são imagens de grandes monumentos e capitais do mundo todo. Muitas vezes, os vídeos (cujas durações variam de cinco minutos a mais de uma hora) são compostos majoritariamente por imagens de drones, mas há também cenas de perspectivas de pedestres.

    Um ponto interessante do canal é que ele inclui várias cidades e paisagens brasileiras entre os seus vídeos. Cidades como Recife, Natal, Maragogi e Porto de Galinhas têm montagens dedicadas a si, além de vídeos focados nas paisagens naturais de estados como Paraíba e Pernambuco. O vídeo mais recente do canal, aliás, é uma montagem de cenas da cidade do Rio de Janeiro vazia durante a quarentena.

    Além disso, o canal também inclui vídeos de eventos, como jogos de futebol e o carnaval de Olinda, bem como destinos menos comuns, como países da África ocidental (incluindo Libéria, Costa do Marfim, Mali e Guiné-Bissau), Mongólia, Macau e Moldova.

    ETTV

    Viajar não é ver paisagens. Também envolve ouvir a língua, sentir os aromas e provar os sabores dos lugares. E embora ainda não seja possível transmitir cheiros ou gostos pela internet, o canal ETTV chega perto de conseguir essa façanha. Ele faz isso por meio de vídeos em alta resolução de comidas de rua de cidades do leste asiático.

    Com quase 750 mil inscritos, ele posta vídeos quase diariamente de comidas salgadas e doces da região. Muitas vezes, são refeições preparadas rapidamente na rua ou em lojas pequenas. E com frequência, são quitutes que usam ingredientes e técnicas que não costumamos ver por aqui.

    Em geral, os vídeos começam com imagens da fachada do estabelecimento, mostram o preparo dos alimentos e terminam com o cinegrafista provando a comida. É comum que a habilidade e rapidez dos cozinheiros seja tão impressionante quanto os alimentos que eles preparam.

    Mundo Sem Fim

    Para quem prefere ver vídeos desse tipo com a mediação de pessoas com uma visão de mundo semelhante, o canal Mundo Sem Fim pode ser uma boa aposta. O canal é mantido por um casal de brasileiros (e seu macaquinho de pelúcia) que estão há mais de quatro anos viajando por diversos países — e registrando suas viagens.

    Eles já passaram por países como Turquia, Geórgia, Rússia, Azerbaijão, China, Mongólia, Coreia do Norte, Hong Kong, Vietnã, Camboja, Tailândia, Taiwan, Indonésia, México e Bolívia. Em todos eles, eles fazem vídeos mostrando os locais, os eventos e a vida das pessoas. E a postura deles, em geral, é bem humilde e respeitosa com relação às diferenças.

    A vantagem desse estilo mais “vlog” do canal é que ele permite que os dois expliquem algumas cenas mais estranhas que aparecem em uma linguagem mais próxima para quem é do Brasil. Então é uma maneira bem interessante de conhecer culturas e lugares muito diferentes.

    THE TABLE

    Esse canal um pouco menor (com pouco mais de 4 mil inscritos) é dedicado apenas a vídeos turísticos dos Estados Unidos. No entanto, são muitos vídeos, e de vários locais diferentes, todos em resolução até 4K.

    Além dos tradicionais vídeos da perspectiva de pedestre, este canal também traz algumas gravações feitas de dentro de carros. Por isso, ele consegue mostrar estradas e cenas de dentro de parques que precisam de um veículo motorizado para serem percorridas. Mesmo assim, também há vídeos de dentro de museus e praias.

    Alguns dos principais locais mostrados são paisagens do estado da Califórnia (incluindo um passeio pelo campus da University of Southern California), a costa pacífica dos EUA e a cidade de Chicago.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Estudar Fora, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

     

     

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/viaje-sem-sair-de-casa-canais-do-youtube-para-conhecer-o-mundo-todo

  • O que fazer em casa para relaxar na quarentena? | Guia do Estudante

    O que fazer em casa para relaxar na quarentena? | Guia do Estudante

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    imagem24-04-2020-21-04-17

     (Aaron Thomas/Unsplash/Reprodução)

    No início da quarentena era tudo muito novo e as pessoas foram se adaptando aos poucos à nova rotina. Com o passar das semanas, algumas encontraram um ritmo enquanto outras sentiram o tédio bater e não sabem o que fazer estando o tempo todo em casa. E isso é normal. 

    O importante é ter em mente que isso vai passar e que cada um terá seu jeito de lidar. Está tudo bem em se tornar ainda mais produtivo e está tudo bem em não saber encarar esse momento e sentir que não está rendendo tanto. De qualquer forma, que tal encontrar coisas que te façam relaxar um pouco, mesmo nesse cenário?

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    Lembrando que da mesma forma que sair com os amigos, ter um hobby e praticar um esporte eram atividades importantes quando você tinha aulas presenciais, agora que você passa o dia em casa é importante também descobrir e realizar algo que faça você desligar um pouco dos estudos para manter a cabeça no lugar.

    Por isso, separamos algumas dicas do que fazer nesse período para você relaxar e se divertir. Confira:

    Arrumar, organizar, repensar

    Uma coisa muita indicada quando o tédio bate é colocar sua casa em ordem. Arrumar os armários, organizar o que vai em cada gaveta, jogar fora o que você não usa mais e separar roupas para doar. Mas que tal ir um pouco além e reestruturar certos cômodos?

    Mude a disposição dos móveis, arraste a escrivaninha, altere a posição da cama, troque os objetos que estão na sua estante e repense os quadros que estão na sua parede. Além de ocupar o seu tempo, você irá se sentir mais motivado em um ambiente diferente e criado do jeito que você desejou.

    “Não tenho tempo para isso”

    Aqui cabe uma série de atividades que você afirma nunca ter tempo para fazer e sua criatividade deve ser o seu guia. Sabe aqueles livros que estão na estante há anos que você comprou por impulso, mas nunca passou da quinta página? Que tal tentar retomar essas leituras?

    Organizar suas fotos no computador, jogar palavras cruzadas, quebra-cabeças e jogos em família, baixar jogos divertidos no celular etc. A ideia é fazer alguma coisa que não seria seu foco se você estivesse na sua rotina anterior.

    Cozinhando

    Aventurar-se na cozinha também é uma ótima opção para quem quer relaxar um pouco. Se essa é uma habilidade que você já domina tente se arriscar mais com pratos diferentes ou aqueles que você sempre deixa passar do ponto.

    Mas se cozinhar não é o seu forte, pesquise, procure receitas na internet e peça ajuda de familiares, se possível. Essa pode se tornar uma atividade agradável para todo mundo que mora com você, tanto durante quanto depois na hora de experimentar o resultado.

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    Filmes e séries

    Seja para conhecer filmes novos ou para deixar as suas séries favoritas em dia, ligar um pouco a televisão e se envolver com uma história diferente pode se tornar uma atividade extremamente relaxante.

    Experimente coisas novas

    Aprender francês, a tocar violão, dominar novas técnicas de maquiagem, aprender a costurar ou criar um novo objeto de decoração para o seu quarto com artesanato. A internet está repleta de tutoriais, canais e lives que te ajudarão a fazer coisas diferentes que farão você relaxar e se sentir mais motivado por ter aprendido algo novo. Explore e divirta-se.

    Estude algo que te atraia

    Seja na escola, no cursinho ou na faculdade, sempre existem disciplinas que não te atraem tanto ou algo que você considera chato de estudar. Mesmo assim elas são importantes para sua formação e você precisa se dedicar a elas.

    Mas, nesse momento, enquanto você relaxa, por que não procurar algo diferente que você sempre teve vontade de estudar? Mesmo que não seja algo relacionado à área na qual pensa em atuar, faça algum curso que você considere sua cara. Vale lembrar que devido à pandemia, diversas universidades e institutos no Brasil e no mundo estão oferecendo cursos gratuitos em seus sites.

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    Exercícios

    Mesmo nessa nova rotina é possível manter as atividades físicas em dia. Tente usar as coisas que estão disponíveis na sua casa, como cadeiras e escadas. Se não tiver um colchonete específico para exercícios pegue uma toalha mesmo. Além disso, garrafas de água e diversos objetos podem servir como peso. Caminhe entre os cômodos e assista a vídeos com treinos prontos. O importante aqui é não ficar parado.

    Atividades relaxantes, como meditação e ioga, também são válidas e existem várias lives e tutoriais sobre como começar.

    Prepare-se para o Enem sem sair de casa. Assine o Curso Enem do GUIA DO ESTUDANTE e tenha acesso a centenas de videoaulas com professores do Poliedro.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/o-que-fazer-em-casa-para-relaxar-na-quarentena

  • A data do Enem vai mudar ou não? MEC vai recorrer de decisão da Justiça | Guia do Estudante

    A data do Enem vai mudar ou não? MEC vai recorrer de decisão da Justiça | Guia do Estudante

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    imagem22-04-2020-21-04-15

     (Pixabay/Guia do Estudante/Reprodução)

    Vai mudar ou não? Tem chance de ser cancelado? A discussão sobre o calendário do Enem, em meio à pandemia, continua. O Ministério da Educação já informou que vai recorrer da decisão da Justiça Federal que acolheu o pedido de uma ação civil pública para adiar o Enem em razão do coronavírus.

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    Na semana passada, a juíza Marisa Claudia Gonçalves Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, aceitou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) do adiamento do exame. Segundo ela, a suspensão de aulas por conta da covid-19 prejudica os alunos, já que muitos deles não têm acesso à internet e não estão recebendo o conteúdo programático necessário para a realização da prova.

    Assim, o calendário deve se adequar à realidade do atual ano letivo. Além disso, a juíza estendeu por 15 dias o prazo para a solicitação de isenção da taxa de inscrição, que se encerraria no dia 17 de abril.

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    Em resposta, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, usou o Twitter, como sempre, para anunciar o recurso contra a decisão, que está sob a responsabilidade da Advocacia-Geral da União. Ele criticou governadores pela suspensão das aulas, acusando-os de “parar o Brasil”. Além disso, contrariando as recomendações médicas e científicas, Weintraub voltou a defender o retorno das atividades escolares.  

    #VaiTerEnem Governadores fizeram uma quarentena generalizada e precipitada. A população está no limite. Alunos sem aula ficam preocupados com o Enem. O ANO NÃO ESTÁ PERDIDO! Governadores devem planejar o retorno das aulas, tirar as nádegas da cadeira e REBOLAR atrás do prejuízo! pic.twitter.com/qqPZsI89VS

    — Abraham Weintraub (@AbrahamWeint) April 19, 2020

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    Após o pedido da Justiça Federal para alterar o cronograma, o MEC adicionou no edital a possibilidade de solicitar isenção da taxa no período da inscrição, entre os dias 11 a 22 de maio. A mudança visa não prejudicar os estudantes de baixa renda que não conseguiram solicitar a isenção dentro do prazo, porque tiveram dificuldade para acessar à internet.

    Outra mudança é sobre a realização do Enem Digital, que estava prevista para ocorrer nos dias 11 e 18 de outubro. Agora, foi adiada para 22 e 29 de novembro. As datas da versão impressa continuam nos dias 1º e 8 de novembro.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/a-data-do-enem-vai-mudar-ou-nao-mec-vai-recorrer-de-decisao-da-justica

  • 10 Dicas para passar no Enem

    10 Dicas para passar no Enem

    enem 2020
    É importante se preparar para passar no ENEM

    Estudar é essencial, no entanto, existem dicas para passar no Enem que vão além dos livros. É preciso olhar para o conteúdo como um todo, sabia?!

    Criada inicialmente para avaliar o ensino médio, a prova se tornou o principal meio de acesso à universidade. Pessoas que estão fora da escola há muitos anos também podem participar. Por isso, é importante compreender o que é mais relevante no teste.

    Para te ajudar nessa tarefa, reunimos as 10 dicas a seguir. Boa leitura e boa prova!

    1. Conheça bem a prova

    Antes de sair estudando qualquer conteúdo, fique atento ao que já foi cobrado em outras edições. Ainda que cada prova seja inédita, as questões seguem um padrão importante. Além de saber exatamente quais são as matérias de cada dia de prova, foque no conteúdo pragmático previsto.

    Na prática, isso significa uma oportunidade para que consiga perceber seus pontos forces e fracos. Se você sabe que vai bem na redação, foque o seu tempo na matemática, por exemplo. Essas escolhas só serão possíveis se você souber exatamente que tipo de prova vai encontrar pela frente.

    2. Crie uma rotina de estudos

    jovem estudando para passar no ENEM
    Ter disciplina e constância faz muita diferença

    Tudo bem se sua semana for sempre cheia de atividades e trabalho. O importante nas dicas de como passar no ENEM é ter constância nos seus estudos. Se conseguir apenas uma hora ou 5 horas por dia, não importa. O que você deve ter é um compromisso.

    Quando seu cérebro se acostuma a esses momentos de assimilação de conteúdo, é mais fácil aprender. Agora, se você ficar esperando dar vontade para estudar as ciências da natureza e sua tecnologia, as chances de nunca ter tempo são grandes. Na verdade, o que vai faltar é aquele impulso inicial que uma rotina proporciona.

    3. Leia muito

    O grande desafio ao falar em dicas de como passar no ENEM está em explicar a importância da interpretação de texto. Se trata de uma prova que não vai apenas questionar um conteúdo a cada questão. O teste é elaborado de forma multidisciplinar.

    Isso significa que você precisa ler muito para exercitar o seu poder de interpretação de texto. Mesmo que sejam leituras fora do conteúdo básico, tudo será sempre muito válido. Livros, revistas, internet, jornais, tudo vai te ajudar a compreender melhor as informações durante a prova.

    4. Fique atualizado nas notícias

    mulher olhando o celular
    Use o celular para acompanhar as principais notícias do dia

    É impossível considerar que o ENEM 2020 não terá questões sobre a pandemia do coronavírus. O covid-19 é o assunto do ano e, sem dúvida, vai fazer parte de inúmeras provas, seja de concursos ou vestibulares. É por isso que você precisa se manter atualizado.

    Tente sempre buscar fontes confiáveis para estudar e saber o que está se passando. Evite se manter informado apenas por redes sociais. Você não precisa saber números sobre acontecimentos da atualidade, no entanto, é essencial ter noção de contexto. Vai te ajudar muito na hora da redação.

    5. Evite ficar apenas na teoria

    Existe um abismo entre ler muito sobre alguma coisa e colocá-la em prática, É por isso que você não pode se limitar a ficar apenas assimilando conteúdo atrás de conteúdo. Há que se colocar sua capacidade de entendimento em prática.

    Para isso, busque provas antigas e utilize como simulação. De preferência, responda as questões como se fosse uma prova normal, com tempo e tudo. Depois, durante a correção, faça anotações e perceba o que funcionou e o que te fez perder mais tempo. Será uma forma de se preparar melhor na hora do ENEM de verdade.

    6. Pratique a redação

    jovem treinando redação para passar no Enem
    Escrever precisa se tornar um hábito na rotina de estudos

    Além de responder as questões e conferir o gabarito, é importante também praticar a redação. Dentre as dicas para passar no ENEM, o tempo dedicado à escrita é um dos mais relevantes. Se trata de uma forma de aprender a colocar suas ideias no papel.

    Se você não sabe sobre o que exatamente escrever, procure os temas de redação de edições passadas. Também vale assistir ao jornal e procurar um tema que considere relevante. Se puder, peça para alguém corrigir para você. E escreva sempre a mão. Do contrário, a experiência não será como no dia da prova.

    7. Mantenha períodos de descanso e lazer

    Não é raro que um estudante siga uma rotina tão restrita que sua vida se resuma ao ENEM. Mas embora seja bom estudar e rever conteúdos, a mente precisa de um respiro. Por isso, manter horas de lazer é indispensável.

    Além disso, é importante cuidar para que o sono seja de boa qualidade. É possível estudar à noite e até de madrugada se for a melhor hora. Contudo, é importante relaxar por pelo menos 30 minutos antes de pegar no sono. Dessa forma, o organismo terá melhores condições de desligar da rotina.

    8. Faça revisões regulares

    caderno de provas do Encceja
    Revise o conteúdo sempre que puder

    Nem só de novo conteúdo vive uma prova. Na verdade, o ENEM está dentro de uma categoria que deveria priorizar as revisões. No entanto, como nem todas as matérias são devidamente apresentadas na escola, o jeito é revisar os textos conforme estude.

    Uma boa maneira de fazer isso é sempre reservar 20% do período de estudo para revisão. Se você estuda diariamente por 3 horas, guarde pelo menos de 35 a 40 minutos para revisar o conteúdo do dia anterior. Dessa forma, você vai conseguir fixar melhor o que está aprendendo.

    9. Crie prioridades

    Praticamente ninguém é capaz de dominar todas as áreas propostas por uma prova como esse. Nas dicas para passar no ENEM, uma das mais importantes envolve aprender a priorizar. O que você tem mais dificuldade?

    Assim como em outros concursos, zerar em alguma matéria pode gerar desclassificação. Além disso, se você já tem pontos fortes, é mais inteligente investir seu tempo no que não está tão bem. Dessa forma, você não se sobrecarrega e ainda consegue garantir uma melhor nota na prova.

    10. Aprenda a ter calma

    mulher meditando
    Aprender a controlar sua mente é indispensável

    Todo desafio gera alguma carga de adrenalina. E não será diferente com o ENEM. A questão é que você precisa aprender a dominar esse nervosismo de alguma forma. A meditação, por exemplo, assim como a atividade física, tende a ajudar.

    Reserve sempre um período do seu dia para cuidar da sua saúde mental. Preparar uma xícara de chá, ouvir uma música favorita, tudo ajuda a controlar a sua mente. Crie inclusive um ritual para repetir nos domingos de prova. Dessa forma, vai ter mais chance de controlar o estresse.

    Em resumo, as dicas para passar no ENEM priorizam a preparação cuidadosa. No dia da prova, o seu conhecimento será recompensado de alguma forma. Entretanto, é nos detalhes que estarão a diferença entre ir bem ou ter uma nota apenas razoável.

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