Categoria: Notícias

  • Quanto é o vale-alimentação do IBGE?

    Quanto é o vale-alimentação do IBGE?

    Quanto é o vale-alimentação do IBGE? Trabalhar no IBGE é o sonho de muitos. Além de oferecer vagas temporárias, não exige muitos conhecimentos técnicos.

    No entanto, trabalhar no IBGE não é tão fácil quanto parece. Isso porque, para ser aprovado, você deve fazer um concurso muito concorrido, e se destacar.

    A cada dez anos o IBGE abre vagas para quem quer trabalhar no Censo Demográfico, e isso deve acontecer em 2021. Além disso, o órgão também costuma fazer concursos para contratar outros funcionários temporários.

    Essas pessoas, por sua vez, podem trabalhar em várias áreas diferentes.

    Mas afinal, de quanto é o vale-alimentação do IBGE, e quais os benefícios que o órgão oferece? Para saber mais, confira a seguir.

    Vagas para trabalhar no IBGE: Censo Demográfico

    A cada dez anos, o IBGE abre vagas para quem quer trabalhar no Censo Demográfico. O concurso para as vagas do Censo ia acontecer em 2020, mas foi adiado por conta da pandemia de Covid-19.

    Apesar de o IBGE ainda não ter confirmado, existem grandes chances do concurso acontecer em 2021.

    A seguir, confira as principais vagas para o Censo Demográfico:

    1. Agente Censitário Municipal

    O Agente Censitário Municipal organiza o trabalho dos agentes supervisores e recenseadores. O contrato desse cargo costuma durar cinco meses, com possibilidade de prolongamento.

    Essa vaga pede por ensino médio completo, e tem carga horária de 40 horas semanais.

    2. Agente Censitário Supervisor

    Já o Agente Supervisor controla o trabalho dos recenseadores. Seu tempo de contrato, carga horária e nível escolar são os mesmos do Agente Municipal.

    3. Recenseador

    Por fim, o recenseador é aquele que faz o levantamento de dados em uma região. O contrato nesse caso costuma durar três meses, mas pode ser prolongado.

    Essa vaga pede por ensino fundamental completo, e não tem carga horária definida.

    Vagas para trabalhar no IBGE: Cargos administrativos

    Além das vagas para trabalhar no Censo, o IBGE também pode abrir concurso para cargos administrativos em 2021.

    As vagas são amplas, e pedem desde pessoas com nível médio, até nível superior. Além disso, a carga horária varia, entre 6 e 8 horas diárias de trabalho.

    Assim como as vagas do Censo, essas também são temporárias.

    No entanto, o contrato é mais longo, e pode durar até um ano. Além disso, existe a possibilidade do IBGE prolongar esses contratos por mais três anos.

    Quanto é o vale-alimentação do IBGE e benefícios?

    Mesmo para os cargos temporários, o órgão oferece vários benefícios. Para vagas que pedem ensino médio completo, o vale-alimentação do IBGE é de 458 reais por mês.

    Além disso, o órgão também oferece vale-transporte para seus funcionários.

    Além dos vales de alimentação e transporte, o IBGE também para férias e 13º salário, proporcionais ao tempo de trabalho. Esse benefício, inclusive, também vale para quem tem nível fundamental.

    O IBGE é um ótimo lugar para quem procura trabalhos públicos temporários. Isso porque, além de abrir vários editais, o órgão também oferece muitos benefícios, dentre eles o vale-alimentação do IBGE, férias e 13º.

  • Quanto tempo dura o Censo do IBGE?

    Quanto tempo dura o Censo do IBGE?

    Quanto tempo dura o Censo do IBGE? O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é conhecido, entre muitas coisas, por causa do Censo Demográfico.

    Essa é uma pesquisa feita no Brasil para medir a quantidade de cidadãos e seus hábitos.

    Apesar de muito importante para o Brasil, muitas pessoas hoje ainda têm dúvida sobre quanto tempo dura o Censo do IBGE. Pensando nisso, a seguir responderemos essa e mais perguntas.

    O que é o Censo do IBGE?

    O Censo Demográfico feito pelo IBGE é uma pesquisa que acontece em todo o Brasil.

    Essa pesquisa é feita para medir o crescimento da população, além de descobrir as características das pessoas que vivem no país.

    Além de trazer dados sobre quem somos, o Censo é muito útil para o governo. Isso porque, com essas informações em mãos, o governo consegue pensar em políticas públicas.

    Por sua vez, essas políticas melhoram a qualidade de vida da população.

    Quanto tempo dura o Censo do IBGE?

    Responder quanto tempo dura o Censo não é fácil. Isso porque depende muito do objetivo dessa pergunta.

    Sendo assim, o Censo Demográfico acontece a cada dez anos. A última vez que o levantamento foi feito foi entre 2009 e 2010, e de lá para cá muita coisa mudou.

    Por exemplo, o IBGE estima que a população tenha aumentado em mais de 10% de lá para cá.

    Por acontecer a cada dez anos, o Censo deveria ter sido feito em 2020. No entanto, por conta da pandemia, a pesquisa foi adiada para 2021.

    Além do intervalo de tempo em que o Censo é feito, outra dúvida é sobre quanto tempo dura o contrato de trabalho.

    Isso porque, a cada edição do Censo, o governo realiza um concurso para contratar funcionários temporários.

    O tempo de trabalho de cada um também depende muito. Os recenseadores, por exemplo, costumam trabalhar por três meses.

    Em alguns casos, eles também podem ter seus contratos estendidos. Já os Agentes Censitários costumam trabalhar para o IBGE por cinco meses.

    Quais são os cargos para trabalhar no Censo?

    Trabalhar no Censo é o objetivo de muita gente. Afinal, além de ser um concurso que só acontece a cada dez anos, ele também é temporário. Ou seja, é uma boa chance de conseguir renda extra.

    Para o Censo, o IBGE normalmente abre três vagas, cada uma muito diferente. Confira em detalhes a seguir.

    1. Agente Censitário Municipal

    O Agente Censitário Municipal comanda a equipe de agentes supervisores e recenseadores. A carga horária é de 40 horas semanais (ou seja, 8 horas diárias), e o salário é de R$2.100 ao mês.

    Além disso, para trabalhar como Agente Municipal é preciso ter, pelo menos, ensino médio completo.

    2. Agente Censitário Supervisor

    Já o Agente Supervisor cumpre funções técnicas e supervisiona o trabalho dos recenseadores. A carga horária deste cargo também é de 40 horas semanais, mas o salário é de R$1.700.

    Assim como o Agente Municipal, para esse cargo também é pedido nível médio.

    3. Recenseador

    Por fim, o recenseador é aquele que faz o levantamento de dados. Neste caso, o lucro não é fixo, e depende do tanto de horas trabalhadas, e da área coletada.

    Pessoas com, pelo menos, nível fundamental podem se inscrever.

    Apesar de ser uma das pesquisas mais famosas do Brasil, muita gente ainda têm dúvida sobre quanto tempo dura o Censo do IBGE. Além de importante para a política do país, o levantamento ainda dá oportunidade de emprego temporário para muitas pessoas.

  • SESI E SENAI ABREM 10 MIL VAGAS PARA CURSOS GRATUITOS E À DISTÂNCIA

    SESI E SENAI ABREM 10 MIL VAGAS PARA CURSOS GRATUITOS E À DISTÂNCIA

    Senai está ofertando o curso “Boas Práticas de Saúde e Segurança do Trabalho
    Senai está ofertando o curso “Boas Práticas de Saúde e Segurança do Trabalho

    Para contemplar as principais informações no combate, prevenção e a disseminação do novo coronavírus, o Senai está ofertando o curso “Boas Práticas de Saúde e Segurança do Trabalho para Prevenção à Covid-19”.

    O Sesi ES e o Senai ES estão com 10.400 vagas abertas para cursos gratuitos e à distância para o mês de agosto. Com carga horária entre 8h a 40h, os cursos são ideais para quem quer aprimorar seus conhecimentos e se preparar para a retomada das indústrias no cenário pós-pandemia. As inscrições devem ser feitas pelo endereço eadsenaies.com.br, de 1º até o dia 20 de agosto. As vagas são limitadas.

    Para contemplar as principais informações no combate, prevenção e a disseminação do novo coronavírus, o Senai está ofertando o curso “Boas Práticas de Saúde e Segurança do Trabalho para Prevenção à Covid-19”. Nele, o aluno aprenderá métodos de prevenção, como realizar uma quarentena saudável, obter informações adicionais de saúde e adquirir competências socioemocionais. A carga horária é de 8 horas.

    Os outros cursos do Senai possuem carga horária de 14h e abrangem as áreas de Automotiva, Construção Civil, Energia, Gestão, Informática, Logística, Meio Ambiente, Metalmecânica, Segurança do Trabalho, Tecnologia da Informação e Comunicação.

    São eles: Consumo Consciente de Energia, Desenho Arquitetônico, Educação Ambiental, Empreendedorismo, Fundamentos Logísticos, Lógica de Programação, Metrologia, Noções Básicas de Mecânica Automotiva, Segurança do Trabalho e Tecnologia da Informação e Comunicação.

    Cursos Online Sesi

    Já os cursos do Sesi são focados no desenvolvimento de competências e habilidades para o trabalho. Variando de 10h a 40h, há vagas para Administrar o Seu Dinheiro, Comunicação Efetiva, Comunicação no Foco Organizacional, Qualidade no Atendimento e Postura Profissional, Redação Administrativa e Satisfação do Cliente.

    O EAD do SESI

    Autoinstrucional, o Ensino à Distância (EAD) do Sesi e do Senai pode ser acessado por meio do celular, tablet, notebook ou computador. Os alunos contam com e-books, videoaulas e um ambiente totalmente interativo. Também é oferecido suporte técnico para retirar eventuais dúvidas quanto ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

    Durante o curso, são oferecidas atividades de fixação, com o conteúdo do curso e atividades de passagem, e atividades avaliativas.

    Ao final do curso, são emitidos (gratuitamente) certificados de conclusão com a carga horária cursada.

    Como se inscrever no SESI SENAI

    Para se inscrever em um dos cursos online e gratuitos do Senai, o interessado deve acessar o site eadsenaies.com.br.

    Em seguida, deve procurar a seção “Cursos EAD Gratuitos”, localizado no menu superior da página. Lá, ele poderá escolher o curso de sua preferência. Outra opção, é acessar via portfólio de cursos que aparece na página inicial.

    Feito isso, clique no botão “Quero me inscrever”, que aparece ao final da página, após as informações sobre o curso. Ao concluir o cadastro, uma mensagem de confirmação é encaminhada para o e-mail do aluno com o login e outras informações de acesso.

    Para mais informações, você pode entrar em contato pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) no número 0800 102 0880, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

  • Após deixar governo Sérgio Moro cai no esquecimento na web

    Após deixar governo Sérgio Moro cai no esquecimento na web

    Após deixar governo Sérgio Moro cai no esquecimento na web
    Após deixar governo Sérgio Moro cai no esquecimento na web

    Ex-ministro e ex-juiz vê popularidade em brusca queda, Sérgio Moro cai no esquecimento na web após deixar governo.

    O ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal Sergio Moro tem visto sua popularidade nas redes sociais em decadência. Isso porque antes ícone do combate à corrupção no Brasil, agora Moro segue perdendo relevância na mídia e na internet, dado que pode ser constatados com a queda brusca nas menções ao nome do ex-ministro.

    Segundo um levantamento da AP Exata para a coluna de Thais Oyama, no Uol, somente em julho houve uma queda de 61% nas menções ao nome de Sergio Moro nas buscas na internet se comparado ao mês anterior.

    Veja os números desde o início do ano:

    Janeiro: 197.066
    Fevereiro: 66.152
    Março: 51.529
    Abril: 604.241
    Maio: 434.314
    Junho: 111.724
    Julho: 42.862 (até o dia 21)

    O pico de citações ao ex-ministro aconteceu em abril, quando Sergio Moro pediu demissão do governo Jair Bolsonaro.

    Sérgio Moro cai no esquecimento na web

    Contudo analistas atribuem a impopularidade nas redes à falta de traquejo do ex-ministro em conquistar empatia do público. Agora sem cargos, Moro mantém um discurso considerado “frio”, que não desperta empolgação nos seguidores. A característica pode ser atribuída aos anos na magistratura, onde não há espaço para discursos populistas.

    No entanto outro obstáculo que impede o ex-ministro de se “impor” nas redes é fato de que ele ainda não definiu para onde levará sua carreira, se para a iniciativa privada ou para a política, destino que ele diz não cogitar no momento.

    Entretanto na contramão da que de Moro, quem se mantém entre os mais citados é o presidente Jair Bolsonaro que se mostra um verdadeiro expert na arte de saber veicular sua imagem nas redes sociais.

     

  • For Honor gratuito: Como baixar na PS STORE?

    For Honor gratuito: Como baixar na PS STORE?

    For Honor gratuito: Como baixar na PS STORE?
    For Honor gratuito: Como baixar na PS STORE?

    For Honor é um jogo de 2017, mas que fidelizou muitos fãs desde que foi lançado. Com um cenário medieval de combate, o jogo se divide em 18 mapas, onde samurais, vikings e cavaleiros têm suas habilidades colocadas à prova. Se você ainda não conhece o jogo, esta é sua oportunidade. Continue lendo e veja como conseguir For Honor gratuito.

    Quando lançado, o jogo já abarcava desde logo os fãs do Playstation 4, Xbox One e os que preferiam jogar no PC.

    O jogo é daqueles que oferece um sistema variado de classes. Para cada personagem há um tipo de estratégia a ser adotada. Isso se reflete tanto no uso dos equipamentos e armas de cada um, como na maneira que se desenvolvem os combates.

    A jogabilidade também tem um modo história, que é um pouco mais simples, e permite que os jogadores cooperem uns com os outros, em um game play colaborativo. Até 8 jogadores podem interagir ao mesmo tempo, divididos em dois grupos de 4.

    Agora que você já conhece tudo sobre o jogo, que tal ter acesso a For Honor gratuito?

     

    Surpresa

    Desde a manhã dessa terça-feira (21), os usuários que acessaram a PlayStation Store do Brasil puderam ver que For Honor está gratuito na plataforma. Assim, os jogadores da versão brasileira do console da Sony podem baixar o jogo sem custos.

    O jogo pode ser baixado por donos de Playstation 4, XboxOne e Pcs.

    A possibilidade de baixar o jogo gratuito é uma exclusividade da loja brasileira, por enquanto, por isso, você não pode marcar bobeira.

     

    Não perca tempo

    Que você gostou do fato de ter For Honor gratuito, nós sabemos. Porém, o ideal é que você baixe o jogo o mais rápido possível e já garanta a versão no seu console ou PC.

    Isso porque, quando acessamos a plataforma da Playstation Store do Brasil podemos ver duas versões do jogo disponibilizadas. Uma é a gratuito, que você baixa sem custos. A outra é uma de R$99.

    Inicialmente, a Sony não informou se For Honor gratuito fazia parte de alguma estratégia de marketing ou se decorre de algum erro.

    Posteriormente, entretanto, a Ubisoft informou que a gratuidade se estenderá entre os dias 23 e 26 de julho apenas.

    Ou seja, pelo sim ou pelo não, o ideal é baixar For Honor gratuito e aproveitar.

     

    For honor gratuito. Como obter na PS Store – Passo a Passo

    Realizar o download do jogo e contar com For Honor em sua biblioteca é muito fácil. Se você está acessando o site da loja virtual da Sony pelo computador ou celular, siga os passos:

    • Você deve primeiro fazer uma busca por For honor;
    • Aparecerão duas opções: A gratuito e aquela de R$99;
    • Selecione a opção gratuita e clique em baixar.
    • O jogo agora está adicionado a sua biblioteca. Assim, basta você acessá-la pelo console e aproveitar.

    Caso você esteja acessando pelo console é quase tudo igual, só que mais rápido.

    • Você deve primeiro fazer uma busca por For honor;
    • Aparecerão duas opções: A gratuito e aquela de R$99;
    • Selecione a opção gratuita e clique em baixar.
    • Com o download terminado, basta se divertir.

    Importante salientar que, para ter acesso a estar opções, o usuário precisa ter uma conta na OS STORE e estar logado.

     

    Outras versões estão com desconto

    Agora que você já conseguiu For Honor gratuito e se apaixonou pela jogabilidade de um dos jogos de combate mais amados dos últimos anos, que tal aproveitar outras opções um pouco mais avançadas do game?

    A versão que está sendo disponibilizada de forma gratuita é a básica o jogo. Entretanto, aqueles que desejarem adquirir alguma das outras versões lançadas após também poderão aproveitar descontos que vão até 80% do valor inicial pedido.

     

    Aproveite For Honor gratuito

    For Honor é daqueles jogos que vão te fazer não querer sair da frente do console. Você pode ser um samurai destemido, um cavaleiro honrado ou um brutal assassino viking. As lutas corpo a corpo são belíssimas e os gráficos são ótimos.

    Além disso, o jogo conta com opções como a de obtenção de recompensas. Durantes as batalhas você vai aprendendo e melhorando. Além disso, o modo treino permite que o aprendiz alcance o grau máximo de habilidade com esforço.

    For Honor ainda permite que você caracterize os seus personagens favoritos da forma que preferir. Há armas, emblemas e muitas outras coisas que podem diferenciar você de qualquer outro clã.

     

    Multiplayer

    Para quem conseguiu baixar For Honor gratuito na PS Store, deixamos algumas dicas de como se divertir no sistema multiplayer. O máximo de jogadores que o jogo comporá é de 8 ao mesmo tempo.

    • Briga: nesse caso, quatro jogadores, divididos em dois grupos tentam eliminar a outra equipe;
    • Eliminação: com oito jogadores ao mesmo tempo, a ideia é eliminar cada um dos integrantes da equipe adversária. Quem tiver mais sobreviventes, vence;
    • Dominação: Nesse caso, jogam 4 jogadores em cada lado. A pontuação se dá não pela eliminação de adversários, mas pelos territórios ocupados. Somente com pontuação de ocupação suficiente é que se torna possível eliminar os adversários;
    • Invasão: Em outro formato com 4 jogadores de cada lado, as equipes alternam ataque e defesa, protegendo pontos e tentando atacar o líder da outra equipe. Enquanto um quer matar o comandante da defesa, o outro atua protegendo a cidade;
    • Duelo: caso mais clássico. Aqui dois jogadores jogam um contra o outro.

    Assim, acreditamos que você poderá aproveitar For Honor em todas as suas qualidades. Baixe, jogue, chame os amigos e, acima de tudo, divirta-se com qualidade.

     

    Dados técnicos

    For Honor é um jogo da empresa Ubisoft Entertainment. Lançado em 14 de fevereiro de 2017, conta com quase 3 mil avaliações positivas na OS Store Brasil.

    O jogo tem classificação 18 anos e é classificado como de gênero combate. O arquivo baixado tem tamanho de 31.74 GB.

  • Vírus Mekotio rouba dados bancários e criptomoedas

    Vírus Mekotio rouba dados bancários e criptomoedas

    Vírus Mekotio rouba dados bancários e criptomoedas
    Vírus Mekotio rouba dados bancários e criptomoedas

    Mais um trojan foi descoberto fazendo vítimas pela América Latina. O Mekotio é de uma família de cavalos de Troia bancários que tem como alvo os sistemas Windows e visa obter dinheiro ou credenciais de acesso do serviço de banco digital de usuários. Em uma análise, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, detectou que o malware já atingiu mais de 51 instituições bancárias.

    Na América Latina, o Chile é o país que registra o maior número de ataques, seguido pelo Brasil e pelo México, a nível médio, e depois pelo Peru, Colômbia, Argentina, Equador e Bolívia, em baixo nível. O restante dos países latino-americanos não apresentaram níveis relevante de detecção, de acordo com a pesquisa.

    Nível de detecção de Mekotio nos países da América Latina
    Nível de detecção de Mekotio nos países da América Latina

    outros países da América Latina. Por sua vez, deve-se entender que, se os invasores considerarem lucrativo, poderá haver novas campanhas direcionadas para países que, até o momento, não possuem detecções, como a Espanha”, afirma Daniel Kundro, analista de malware da ESET América Latina.

    O processo de infecção começa com uma campanha de spam. No geral, os e-mails enviados usam engenharia social para simular mensagens legítimas e personificar a identidade de empresas ou agências governamentais, a fim de enganar o usuário e fazê-lo clicar no link malicioso.

    Estratégia usada para enganar a vítima

    A estratégia usada para enganar a vítima em potencial é um e-mail que parece vir de uma entidade governamental na qual um recibo de pagamento de imposto é enviado. O objetivo é despertar a curiosidade do usuário, pois se ele efetuou o pagamento de um imposto, é provável que queira guardar o recibo. Caso a pessoa não tenha realizado a ação, pode haver um erro de coleta e, assim, surgir o interesse em aprender mais sobre o assunto. Nos dois casos, se o usuário abrir o link para baixar o suposto recebimento, o processo de infecção já foi iniciado.

    Os estágios envolvidos em um dos processos de infecção usados ​​por Mekotio estão detalhados abaixo:

    Diagrama com os principais estágios do processo de infecção por Mekotio
    Diagrama com os principais estágios do processo de infecção por Mekotio

    Mekotio rouba dados bancários

    Por se tratar de uma ameaça sustentada ao longo do tempo e presente em vários países, por meio de versões específicas direcionadas a cada um deles, é normal encontrar alguma variabilidade nas atividades maliciosas realizadas pelas diferentes amostras analisadas. No entanto, existe um fator comum entre todos: eles procuram roubar dinheiro e/ou credenciais bancárias. Os principais comportamentos maliciosos observados pela ESET nas amostras analisadas são:

    • Roubo de credenciais bancárias com janelas falsas: essa ameaça monitora os sites acessados ​​pelo navegador. Caso você tenha entrado no site de qualquer um dos bancos de interesse dos criminosos, o malware exibirá uma janela de login falsa que finge ser da instituição bancária. O objetivo é que o usuário insira suas credenciais de acesso ao sistema. Uma vez obtidos, eles são enviados para um servidor remoto dedicado ao armazenamento das informações roubadas.

    Roubo de senhas armazenadas por navegadores da web

    Algumas variantes do Mekotio têm a capacidade de roubar credenciais de acesso armazenadas pelo Google Chrome e Opera. Na maioria das vezes, ao tentar acessar um site usando um formulário de login, o navegador pergunta ao usuário se ele deseja salvar a senha no computador e, se autorizado, continua fazendo isso. Além da senha, o usuário e o site associado à conta que acabou de ser inserida também são armazenados. Essa funcionalidade maliciosa não se limita apenas ao roubo de credenciais bancárias, mas também afeta todas as contas cujos dados também foram armazenados no sistema por esses navegadores.

    Substituindo endereços de carteira bitcoin

    Consiste em substituir os endereços da carteira bitcoin copiados para a área de transferência pelo endereço da carteira do atacante. Dessa forma, se um usuário infectado quiser fazer uma transferência ou um depósito para um determinado endereço e usar o comando copy (clicar com o botão direito do mouse em copiar/ctrl + c) em vez de digitar, ao querer colar (clicar com o botão direito em colar/ctrl + v), o endereço para o qual a transferência foi feita não será colado, mas o endereço do atacante. Se o usuário não perceber essa diferença e decidir continuar a operação, acabará enviando o dinheiro para o atacante.

    A ESET recomenda a aplicação de boas práticas e critérios de segurança, para evitar ser vítima do Mekotio. Alguns dos mais importantes, em relação direta a essa ameaça, são:

    • Não abrir links contidos em e-mails de spam;
    • Não fazer o download de anexos em e-mails de spam;
    • Caso um arquivo comece a baixar automaticamente, não abrir;
    • Ter cuidado ao baixar e extrair arquivos .zip ou .rar compactados de fontes não confiáveis, pois costumam ser usados ​​para ocultar malware e ignorar certos mecanismos de segurança;
    • Ser cauteloso ao baixar ou executar instaladores .msi ou executáveis ​​.exe, verificando sua legitimidade e submetendo-os à análise de um produto de segurança;
    • Ter uma solução de segurança atualizada.
    • Manter o software do equipamento atualizado.

    “Em cada um dos pontos mencionados, o objetivo é cortar algumas das etapas do processo de infecção e instalação. Se for bem-sucedido, o Mekotio não será executado. Na ESET, apostamos na educação e conscientização como o principal elemento de proteção. Depois de conhecer os riscos, podemos evitá-los, tomando as medidas necessárias e aproveitando a tecnologia com segurança”, conclui Kundro.

    Para te ajudar a ficar em casa

    A ESET aderiu à campanha #FiqueEmCasa, oferecendo proteção para dispositivos e conteúdos que ajudam os usuários a aproveitar os dias em casa e garantir a segurança dos pequenos enquanto se divertem online em meio à pandemia.

    No site, os usuários podem ter acesso a: ESET INTERNET SECURITY grátis por 3 meses para proteger todos os dispositivos domésticos, Guia de Teletrabalho, com práticas para trabalhar em casa sem riscos, Academia ESET, para acessar cursos online que auxiliam a tirar mais proveito da tecnologia e o DigiPais, para ler conselhos sobre como acompanhar e proteger crianças na web.

    Para saber mais sobre segurança da informação, entre no portal de notícias da ESET: http://www.welivesecurity.com/br/

    Sobre a ESET

    Desde 1987, a ESET® desenvolve soluções de segurança que ajudam mais de 100 milhões de usuários a aproveitar a tecnologia com segurança. Seu portfólio de soluções oferece às empresas e consumidores de todo o mundo um equilíbrio perfeito entre desempenho e proteção proativa. A empresa possui uma rede global de vendas que abrange 180 países e possui escritórios em Bratislava, San Diego, Cingapura, Buenos Aires, Cidade do México e São Paulo. Para mais informações, visite http://www.eset.com/br ou siga-nos no LinkedIn, Facebook e Twitter .

  • SESI ES abre matrícula para vagas remanescentes

    SESI ES abre matrícula para vagas remanescentes

    SESI ES abre matrícula para vagas remanescentes
    SESI ES abre matrícula para vagas remanescentes

    Ainda dá tempo de conseguir uma vaga para cursos no Espírito Santo. Isso por que o SESI ES abre matrícula para vagas remanescentes  em seus cursos. Com a maior rede de ensino privado do Espírito Santo; O Sesi tem metodologias diferenciadas e ensino de excelência, que prepara o aluno para ser protagonista no futuro do trabalho.

    Então, se liga nessa novidade! Estão abertas as matrículas para vagas remanescentes Sesi. Mas corra, pois as vagas são limitadas e as matrículas vão até o dia 31 de agosto. Os interessados devem comparecer à unidade Sesi de interesse.

    É uma excelente oportunidade para quem busca estrutura diferenciada e metodologias inovadoras. O Sesi Escola atende alunos da educação infantil ao ensino médio, onde podem desenvolver atividades integradas de esporte, lazer, cultura e educação, o que proporciona socialização e vivência entre os estudantes.

    No Sesi, a aptidão em participar das transformações da sociedade fica evidente quando é observado que. Mesmo em meio ao cenário atual, a estrutura é mantida, assim como as turmas e o padrão de ensino. Portanto conseguimos transmitir as aulas online com a mesma qualidade das aulas presenciais, com metodologias ativas. Além de acompanhamento com pedagogos e trabalhando as competências socioemocionais com as famílias.

    Promoção Indique e Ganhe SESI ES

    As notícias boas não acabaram! A promoção “Indique e Ganhe” está de volta! A cada aluno que você, que já é estudante Sesi, indicar para estudar em qualquer uma de nossas unidades, você recebe 50% de desconto em uma mensalidade, limitado ao número de três mensalidades. Ou seja, se você indicar três amigos ou mais, recebe desconto em três mensalidades consecutivas!

    E cada um dos novos estudantes também paga só a metade do valor da matrícula. A promoção é válida apenas para novas matrículas realizadas entre 20/07 e 31/08 e o novo estudante precisa especificar, no momento da matrícula, o nome do estudante do Sesi que o indicou, garantindo assim o desconto para ambos.

    Vale lembrar que o amigo indicado não precisa efetuar a matrícula na mesma unidade Sesi em que você estuda, a promoção é válida para todas as escolas Sesi no Espírito Santo e está sujeita à disponibilidade de vagas na turma pretendida.

    Para saber mais e participar da promoção, procure uma unidade do Sesi ES ou ligue 0800 102 0880.

    Diferenciais da Rede Sesi ES

    Com 12 unidades de ensino espalhadas pelo Estado, nossos professores participam constantemente de cursos de capacitação continuada e circuitos de formação, se mantendo sempre na vanguarda quando o assunto é educação.

    O Sesi dispõe de estímulos diversos, como projetos que desenvolvem hábitos voltados para a sustentabilidade, saúde e segurança, aulas de robótica, orientação vocacional e emocional, e diversas outras ações pensadas e executadas sempre com o objetivo de preparar os alunos para terem pensamento crítico, capacidade técnica e bagagem cultural e teórica.

    Além de realizar eventos como a Olimpíada Brasileira de Robótica, Feira das Profissões, Jogos Internos da Rede Sesi (Jires) e Sesi ONU, o Sesi Escola prepara e incentiva os alunos a participarem de Torneios nacionais, como Olimpíada Brasileira de Astronomia, Olimpíada Canguru de Matemática e entre outros.

    Vale lembrar, que o material didático é gratuito!

  • 5 dicas para você aprender mais no curso online

    5 dicas para você aprender mais no curso online

    imagem17-07-2020-19-07-49
    imagem17-07-2020-19-07-49

     (Unsplash/Reprodução)

    No contexto da pandemia do novo coronavírus, em que o indicado é o isolamento social, a oferta de cursos online cresceu. A premissa de que é possível se desenvolver sem sair de casa é ótima e se você sabe os segredos para estudar e aprender nesse tipo de formação, ela fica melhor ainda. 

    É por isso que pedimos ao Welington Alves, um dos responsáveis pelo desenvolvimento de cursos da Fundação Estudar, recomendações para você aproveitar ao máximo o seu curso online.

    5 dicas para você aprender mais no curso online

    #1 Crie um compromisso

    Uma das vantagens do curso online é você poder escolher a hora e o lugar para assistir suas aulas. Use essa característica a seu favor!

    Mas, por conta disso, é muito importante que no curso online, assim como em qualquer outro curso presencial, você crie um compromisso com seu desenvolvimento e com seu aprendizado. Não deixe no: “quando der eu faço. 

    Compromisso é, na prática, reservar um horário fixo na agenda exclusivo pra se dedicar ao curso e sempre priorizá-lo.

    #2 “Viva” o compromisso

    Bem, agora que você já que você criou o compromisso, nada mais justo que você se dedicar e viver esse compromisso aproveitando-o ao máximo. Para isso, organize um local silencioso e confortável de onde estiver e avise quem está no mesmo local que você estará ocupado. Feche a porta, desligue o celular e faça o possível para diminuir as distrações.

    Aqui também cabe o conselho de não tornar a vantagem de um curso online, a flexibilidade, em um problema. Mantenha o foco e a disciplina como faria com o presencial.

    #3 Anote e aproveite o pause

    Sempre assista a aula com um caderno, abra o Google Docs, ou como preferir, mas anote o que te chamar a atenção, novidades e ideias aplicáveis. Depois, você pode revisitar essas anotações e tirar muita coisa do papel!

    Aproveite a vantagem do PAUSE: você tem o poder de pausar, anotar, voltar se não entender – não se esqueça!

    #4 Ensinar para aprender

    Uma das melhores formas de aprender é ensinar, porque ensinar ajuda a sedimentar o conhecimento e a fixá-lo

    Então, compartilhe o conhecimento que adquirir, seja em uma conversa do dia a dia com seu amigo, mãe, filho, esposa, marido. 

    #5 Conecte-se

    Se o seu curso disponibilizar um fórum para interagir com outros participantes, não perca essa oportunidade! Faça conexão com as outras pessoas e participe ativamente dos debates e discussões, pois a diversidade de opiniões pode enriquecer ainda mais o seu repertório.

    Este texto foi originalmente publicado no portal Na Prática, parceiro do Guia do Estudante.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/5-dicas-para-voce-aprender-mais-no-curso-online

  • The Intercept denunciou ‘roubalheira’ de Alckmin em 2018 e acusou MP de Omissão

    The Intercept denunciou ‘roubalheira’ de Alckmin em 2018 e acusou MP de Omissão

    The Intercept denunciou 'roubalheira' de Alckmin em 2018 e acusou MP de Omissão
    Ex-governador Geraldo Alckmin 06/09/2018 REUTERS/Paulo Whitaker

    O site The Intercept antecipou em quase dois anos o desenrolar da operação da Polícia Federal que indiciou o ex-governador Geraldo Alckmin.  O site à época fez dura acusação ao Ministério Público paulista, além do judiciário e complacência do poder legislativo.

    Com o desenrolar das ações da PF fica a dúvida. Será que as acusações do Intercept estavam certas em 2018? Se positivo os poderes fiscalizadores também deveriam ser arrolados sobre tais questões.

    Por que Geraldo Alckmin ainda não é ficha suja.

    No artigo o autor Piero Locatelli cita 9 roubalheiras que aconteceram debaixo do bico do tucano. Entre elas a mais marcante sem dúvida teria sido a da Merenda Escolar, além da propina de 10 milhões da Odebrecht.

    Confira na íntegra a postagem feita no dia 14 de setembro de 2018.

    ROUBO DO DINHEIRO da merenda, propina da Odebrecht, compra de votos e superfaturamento de obras. Escândalos como esses aconteceram em São Paulo ao longo dos últimos 23 anos, desde que Geraldo Alckmin começou a frequentar o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Ninguém trabalhou tanto tempo ali. Ainda assim, nenhum desses escândalos grudou no candidato do PSDB para a Presidência.

    Entre idas e vindas, Alckmin governou São Paulo por 12 anos. Também ocupou o cargo de vice-governador, secretário de Desenvolvimento e presidente do Programa Estadual de Desestatização do estado. A forma como ele sobreviveu tanto tempo sem que os escândalos colassem na sua imagem é explicada por um caldo que tem como ingredientes um Ministério Público estadual fraco, uma base forte na Assembleia Legislativa e algumas decisões amigáveis do Judiciário.

    Seu maior baque veio na primeira semana deste mês: o Ministério Público do Estado pediu a cassação dos seus direitos políticos devido à acusação de ter recebido até R$ 10 milhões em propinas da Odebrecht na campanha eleitoral de 2014, com o objetivo de ocultar fraudes na construção de uma linha de metrô na cidade.

    Para lembrar de mais de duas décadas de escândalos, fizemos um levantamento dos principais casos que bateram na trave de Alckmin – e o procuramos para responder por que ele não percebeu o que acontecia embaixo do seu nariz.

    1. Máfia da Merenda

    Este é o escândalo que deixou Alckmin mais bravo. Não à toa, ele pediu a quebra de sigilo e a retirada do ar de perfis que o chamaram de “ladrão de merenda” – e conseguiu, graças a uma decisão do TJSP relatada pelo desembargador Teixeira Leite.

    Tucanos eram acusados de desviar o dinheiro destinado à compra de suco de laranja para crianças em 2014 e 2015. A verba, roubada do governo do Estado e de 30 prefeituras, abasteceria campanhas eleitorais e ajudaria lobistas e políticos a enriquecer.

    No esquema, uma cooperativa agrícola fingia comprar de pequenos agricultores, mas destinava o dinheiro a grandes fornecedores e políticos. Tudo isso com licitações fraudulentas.

    A cara do escândalo foi a do deputado estadual tucano Fernando Capez, então presidente da Assembleia Legislativa. Na cena mais emblemática, descrita por um procurador, ele esfregou os polegares pedindo dinheiro e dizendo “não esquece de mim, ein, (…) estou sofrendo em campanha”.

    Coube à Procuradoria Geral de São Paulo investigar o roubo. No total, oito pessoas foram denunciadas. O ex-chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Fernando Padula, chegou a ser denunciado por corrupção passiva, por fazer vista grossa ao problema.

    Apesar de todo o escândalo ter acontecido no seu governo, o nome de Alckmin sequer aparece na denúncia do procurador-geral, Gianpaolo Poggio Smanio. Em paralelo, uma CPI na Assembleia Legislativa também responsabilizou 20 pessoas, mas nenhum político tucano.

    Procuramos a campanha de Alckmin para responder cada uma das acusações. Na resposta, sua assessoria disse que não houve máfia da merenda dentro do governo de São Paulo. “Houve fraudes comandadas por uma cooperativa na venda de suco de laranja ao Estado. A Coaf fingia comprar de pequenos agricultores, quando, na verdade, adquiria o produto de grandes fornecedores”, diz a nota, sem assinatura. “O governo paulista foi vítima do esquema, assim como pelo menos outros cinco Estados”, concluiu o texto.

    2. O “Santo” da Odebrecht

    As ecumênicas delações da Odebrecht, divulgadas em janeiro de 2017, também envolveram Alckmin, cujo apelido nas famosas planilhas da empresa era “Santo”. A companhia alegou que pagou ao político R$ 8,3 milhões em propinas, que eram entregues em dinheiro vivo em quartos de hotéis.

    Contra a vontade de procuradores da Lava Jato, a ministra Nancy Andrighi, do STJ, transformou a denúncia sobre Alckmin em um problema eleitoral em abril deste ano, enviando o caso para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Isso facilitou a vida do tucano: em vez de responder pelo crime de corrupção e ficar no caminho da operação, considerada mais rigorosa, Alckmin vai se defender na Justiça Eleitoral, como se a denúncia fosse um problema menor de financiamento ilegal de campanha.

    Quem pediu para que Alckmin fosse salvo neste caso foi o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia. Coincidentemente, tudo aconteceu entre amigos: o procurador é primo de José Agripino Maia, senador do DEM e aliado de longa data do governador tucano.

    Alckmin se livrou de novas investigações da Lava Jato. Isso, porém, não impediu que o promotor Ricardo Manuel Castro pedisse que o governador fosse condenado à perda de seus direitos políticos. Agora, o PSDB estuda ir ao Conselho do Ministério Público contra o promotor.

    Alckmin não respondeu diretamente sobre a Odebrecht. Na resposta, a assessoria diz que “Geraldo Alckmin tem 46 anos de vida pública e nunca foi acusado de ter recebido qualquer valor ou qualquer bem ilegalmente. Sempre viveu de salário e remunerações pagas em troca de seu trabalho. Não enriqueceu na política. Não acumulou patrimônio.”

    3. A caixa preta da água

    Em 2015, São Paulo teve cenas de Mad Max por causa da falta d’água. Mais de 70% dos moradores da cidade tiveram o abastecimento cortado. Na eleição de 2014, a crise hídrica já era previsível. Mas Geraldo Alckmin só admitiu a existência de um racionamento após ser reeleito governador, em janeiro do ano seguinte.

    Vista da reserva Jaguari-Jacareí, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo, onde o Sistema Cantareira se manteve estável pelo segundo dia seguido. Segundo a Sabesp, o sistema opera com 5,1% da capacidade total na sua reserva técnica. (Joanópolis, SP, 27.01.2015. Foto de Luis Moura/Folhapress)

    Esta era a paisagem da reserva Jaguari-Jacareí, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo, em janeiro de 2015. A reserva faz parte do  Sistema Cantareira, que abastece o estado que foi governado por Alckmin.

    Foto: Luis Moura/Folhapress

    Alckmin protagonizou cenas insólitas, como o momento em que inaugurou o volume morto da reserva da Cantareira. Além do ridículo dessas cenas, as gestões tucanas já haviam sido alertadas sobre o problema por um relatório de pesquisadores da USP ao menos quatro anos antes, mas nada fizeram para mudar o quadro.

    O Ministério Público do estado ainda investiga o favorecimento de 13 empresas de engenharia em contratos realizados pela Sabesp, a companhia de saneamento paulista, entre 2008 e 2013.

    Alckmin não foi responsabilizado mesmo tendo a companhia pública sob seu comando.

    4. Propinoduto tucano

    Investigadores localizados a quase 10 mil quilômetros de São Paulo fizeram mais para descobrir o chamado “propinoduto tucano” do que aqueles vizinhos do palácio dos Bandeirantes. O escândalo só foi revelado graças aos suíços, que enviaram documentos ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica apontando superfaturamento e fraudes em licitação de trens e metrôs ligadas à empresa francesa Alstom.

    O esquema não se restringia à Alstom e também envolvia outras multinacionais como a Bombardier e a Siemens. As empresas, segundo a Polícia Federal, fizeram um acordo para dividir contratos de manutenção e reforma as linhas de metrô e trem em São Paulo. Segundo o Ministério Público, o valor desviado foi de ao menos R$ 834 milhões.

    O escândalo explodiu em 2012, mas a suspeita era de que ele acontecia desde 1998, quando Alckmin já era vice de Mario Covas. Apesar de ter chefiado o Executivo paulista em boa parte do período dos roubos, entre 2001 e 2006, Alckmin nunca foi responsabilizado.

    Em uma esquisita lógica, foi Alckmin quem ameaçou processar a Siemens por formação de cartel, enquanto mantinha contratos com a empresa. Um delator da multinacional admitiu o esquema e apontou que três secretários de Alckmin receberam propina.

    Neste caso, coube ao Supremo Tribunal Federal, em processo relatado pelo ministro Marco Aurélio, livrar a barra dos dois aliados de Alckmin citados no caso – o tucano José Anibal e Rodrigo Garcia, do DEM.

    Além de não ter sido denunciado, Alckmin fez mais: ele perdoou uma dívida de R$ 116 milhões da Alstom com o governo do estado, referente a atrasos nas linhas de trem e em obras. Embora envolvesse dinheiro público, o perdão veio num acordo extrajudicial cujas cláusulas e razões permanecem ocultas. O Ministério Público chegou a pedir a suspensão do perdão, mas foi ignorado.

    A assessoria de Alckmin afirmou que “criou uma comissão independente para acompanhar as investigações e foi à Justiça para obter ressarcimento.” Também disse que o esquema atingiu o Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

    5. Escândalo da Nossa Caixa

    O banco Nossa Caixa foi investigado por favorecer deputados na Assembleia Legislativa quando Alckmin foi governador em 2005. Na época, o governo do estado era dono do banco, e verbas de publicidade operadas por ele teriam sido usadas em troca de votos.

    O deputado estadual Afanasio Jazadji, do então PFL (atual DEM), afirmou que recebeu uma oferta do próprio governador para que deixasse de criticá-lo em troca das verbas de publicidade. “Eu teria ajuda desde que deixasse de criticar os secretários da Segurança Pública, da Administração Penitenciária e da Educação nos meus programas de rádio e de TV,” disse o deputado.

    O esquema não se referia a uma ou outra publicidade feita pelo Nossa Caixa. Segundo uma auditora do banco e uma investigação do Ministério Público do Estado, de um total de 278 operações avaliadas na época, havia irregularidades em 255 – quase 92% delas. Entre elas, serviços não prestados e pagamentos feitos sem as autorizações necessárias.

    Nesse caso, o governador tucano se livrou pela completa incapacidade da oposição de abrir uma CPI efetiva. Em um jogo de empurra, o PT chegou a levar o caso ao Supremo Tribunal Federal, mas ele nunca deu em nada. Enquanto isso, o governador manteve um acusado do escândalo em seu governo.

    Em 2009, a promotoria moveu uma ação contra quatro diretores pelo caso – Alckmin, é claro, ficou de fora.

    6. Rodoanel

    Uma única obra dos governos tucanos, o trecho norte do Rodoanel, resultou no roubo de R$ 600 milhões do dinheiro do governo, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público. Líder do esquema, Laurence Casagrande foi secretário de Transporte e presidente da empresa do estado que controla a construção de rodovias, a Dersa, Desenvolvimento Rodoviário S/A.

    Isso não foi o suficiente para abalar a confiança de Alckmin em Casagrande. No último dia 23 de junho, Alckmin descreveu seu antigo secretário de transportes como uma “uma pessoa séria (…) com uma enorme folha de serviços ao estado.” Dois dias antes, ele havia sido preso em um desdobramento da operação Lava Jato.

    Segundo a assessoria de Alckmin, “existe uma discussão técnica envolvendo uma concessionária privada e um órgão público a respeito de um item da maior obra da América Latina”. “É uma obra viária licitada, financiada e rigorosamente fiscalizada por um órgão internacional, o BID, e pelo menos outras quatro instâncias independentes”, diz o texto.

    Houve também queima de arquivos. Uma auxiliar de Casagrande foi voluntariamente à PF para dizer que destruiu documentos ligados ao caso dentro do órgão público por ordem do seu próprio chefe, sem saber do que eles tratavam.

    Casagrande foi solto na última semana pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Alckmin ainda passa intacto no caso.

    A assessoria do candidato disse que “Laurence Casagrande foi indiciado quando já não era secretário de Estado – nem Alckmin, governador”. “Cobrar sua demissão, portanto, é ignorar não apenas o devido processo legal, mas a lógica. O mesmo se pode dizer da tentativa de ligar as relações de parentesco de um vice-procurador da República a uma decisão do STJ. Tamanhos absurdos não podem cair apenas na conta da ignorância. Denotam absoluta má-fé”, escreveu a assessoria do candidato.

    7. Venda da Eletropaulo

    Os problemas próximos a Alckmin não começam com ele no cargo de governador, assumido em 2001. Um deles, por exemplo, data de 1998, quando ele comandava o programa de privatizações em São Paulo, que vendeu, entre outros, a Eletropaulo, a maior empresa de energia elétrica da América Latina.

    A companhia foi vendida à americana AES por US$ 2 bilhões, valor considerado baixo para o patrimônio da empresa. “O processo de avaliação e privatização da Eletropaulo foi feito por um método que, para nós engenheiros, não retrata o valor patrimonial em função das suas instalações, de seus equipamentos”, disse, à época, João Batista Serroni de Oliva, Coordenador do Grupo de Trabalho para a reavaliação patrimonial da Eletropaulo.

    As acusações geraram uma CPI, que produziu mais acusações, que não deu em nada. Elas foram enterradas em 2008 pela base tucana na Assembleia, durante a gestão de José Serra no governo do estado. Nenhum dirigente do PSDB foi denunciado pelo caso. Alckmin, que comandou todo o processo, claro, também não.

    8. Superfaturamento de casas

    Alckmin se orgulha de o estado de São Paulo ser o que mais investe em habitação no país, com o repasse de 1% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, para a área. O que ele não menciona são os escândalos de corrupção que envolvem essa grana.

    Um operação da Polícia Civil prendeu 16 pessoas envolvidas em licitações fraudulentas e no superfaturamento de obras da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, a CDHU, uma empresa ligada ao governo do estado.

    Segundo o Ministério Público, o esquema passava pela LBR Engenharia e Consultoria, que forjava medições de serviços em empreendimentos da CDHU para viabilizar a liberação de valores pagos a fornecedores. A LBR financiou a campanha de Geraldo Alckmin em 2010… após o escândalo.

    Mais uma vez, uma CPI instaurada foi incapaz de levar o caso adiante. Seu relatório não responsabilizava ninguém pelo roubo e afirmava que não havia sido possível chegar aos detalhes.

    Acusado de ser o artífice do esquema, o ex-secretário de habitação Mauro Bragato, só foi condenado em outro caso, que envolvia o roubo, literalmente, do dinheiro do leite das crianças na prefeitura de Presidente Prudente.

    9. Compra de votos

    Por fim, outro modo padrão de atuar na corrupção nacional: a troca de votos e favores. Em 2005, quando Alckmin era governador, a Folha publicou uma conversa telefônica entre os deputados estaduais Romeu Tuma Jr., do PMDB, e Paschoal Thomeu, do PTB.

    Eles discutiam o voto em Edson Aparecido, candidato favorito de Alckmin para a presidência do legislativo local. Thomeu dizia que o próprio governador havia prometido ajudá-lo, já que as suas seis empresas estavam “em situação muito difícil”. O governador iria ajudá-lo comprando seus terrenos por meio da CDHU.

    Mesmo com o voto de Thomeu, Aparecido perdeu a eleição por apenas dois votos.

    Como em todos os casos que também dependem da Assembleia Legislativa, ele não deu em nada. A promotoria disse que iria abrir um inquérito, porém ele não se desenvolveu após a morte do deputado Thomeu, no ano seguinte.

    NA NOTA ENVIADA ao Intercept, a assessoria de Alckmin fez outros comentários sobre a reportagem, que ainda não havia sido publicada – e, portanto, não havia sido lida pela campanha do tucano antes de responder às minhas perguntas. “A reportagem se utiliza de fake news, mistura casos desconexos e abusa das ilações irresponsáveis na tentativa de manchar a reputação de um político que não é apenas ficha limpa, é vida limpa.”

    A nota também diz que “de um panfleto partidário como The Intercept não se espera isenção, mas seu total descompromisso com a apuração é chocante”, escreveu a assessoria, em uma nota sem assinatura, e antes de ler a matéria.

    Foto em destaque: Geraldo Alckmin, candidato à presidência pelo PSDB, em encontro regional do partido em Osasco, São Paulo.


    CORREÇÃO: A matéria informava incorretamente que Laurence Casagrande possuía 113 milhões de reais em contas na Suíça. O dinheiro, na verdade, é atribuído a outro ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza. O texto foi alterado às 15h08 de 14 de setembro de 2018.

    Fonte: The Intercept

  • Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!
    Alckmin se defende sobre indiciamento da Polícia Federal. Confira!

    A defesa do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que o indiciamento da Polícia Federal (PF) por suspeitas de participação em lavagem de dinheiro, caixa dois eleitoral e corrupção passiva é “injustificável e precipitado”.

    Os advogados Marcelo Marins de Oliveira e José Eduardo Rangel de Alckmin afirmaram ainda que a ação desta quinta-feira, 16, fere “um dos princípios basilares do Estado democrático de direito: o direto do contraditório e da ampla defesa”. (Leia a nota na íntegra no fim do texto).

    PSDB publicou Twite em defesa de  Alckmin

    https://twitter.com/PSDBoficial/status/1283864148451958796?s=20

    As acusações contra o tucano foram conduzidos pela Lava Jato após delação de ex-executivos da Odebrecht. Também foram indiciados o ex-tesoureiro do PSDB, Marcos Monteiro, e o ex-assessor de Alckmin, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

    O indiciamento aponta supostas irregularidades envolvendo obras no Metrô de São Paulo e no Rodoanel. Segundo a PF, além das delações dos empreiteiros, o indiciamento se baseou em prova pericial recolhida nos sistemas de informática do Grupo Odebrecht, análise de extratos telefônicos, obtenção de conversas por aplicativo Skype e ligações telefônicas de Mesa de Operações, analise de documentos indicando a pratica de cartel.

    De acordo com os advogados, “o ex-governador sequer foi chamado para prestar esclarecimentos que poderiam ter evitado o seu indevido e imerecido indiciamento”.

    Confira abaixo a nota na íntegra:

    “Injustificável e precipitado o indiciamento do ex-governador Geraldo Alckmin, que, sobretudo, feriu um dos princípios basilares do Estado democrático de direito: o direito do contraditório e da ampla defesa. A ele foram negados o prévio conhecimento dos fatos que teriam ensejado a instauração do inquérito, além do direito fundamental de se defender, assegurado pela Constituição a todo cidadão brasileiro. O ex-governador sequer foi chamado a prestar esclarecimentos que poderiam ter evitado o seu indevido e imerecido indiciamento. Por meio desta nota, além de expressar a sua indignação e reiterar o seu compromisso com os princípios de seriedade, transparência, probidade e modéstia pessoal com que sempre procurou atuar na vida pública, confirma a sua confiança na verdade, que haverá de prevalecer.”