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  • “Decifrando o coronavírus”: a doença e a cura do corpo humano | Guia do Estudante

    “Decifrando o coronavírus”: a doença e a cura do corpo humano | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Guia do Estudante/Reprodução)

    Muitas dúvidas ainda surgem ao falarmos sobre a cura ou controle do coronavírus. Isso porque, como discutimos em toda a série “Decifrando o coronavírus”, sabemos muito pouco sobre o Sars-CoV-2 e a covid-19 e laboratórios do mundo todo estão trabalhando para descobrir mais sobre o causador da pandemia. Aqui no GUIA DO ESTUDANTE, convidamos o professor e autor de Biologia do pH Cícero Melo para falar sobre o combate ao vírus e tirar dúvidas dos estudantes.

    Por que existe uma corrida por uma vacina?

    O controle de uma doença como a covid-19 sempre passa pela ideia de vacinação, já que essa é a forma mais efetiva de controlar um vírus de fácil transmissão. A vacina previne não só que a população evite ter reações à doença, mas, também, que os portadores assintomáticos (aqueles que não tem reação à doença) evitem passar para outros.

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    Os grandes centros urbanos já estão infectados e, agora, a doença está se disseminando para o interior. De acordo com o professor, é possível, em uma pandemia como essa, que exista uma segunda onda de contaminação após o controle do vírus nos centros já que, em algum momento, a população que está no interior volte a ter contato com quem continua no centro. A vacinação correta de toda (ou da maior parte) da sociedade previne esse efeito rebanho.

    Mas qual a diferença entre uma vacina e um soro?

    Em outra matéria do GUIA, explicamos tudo sobre a produção das vacinas e agora explicamos por que, em casos como o coronavírus, as vacinas são a melhor solução. Enquanto os soros funcionam como medicamentos para pessoas já contaminadas e doentes, a vacina funciona como uma prevenção.

    Nesse caso, o corpo humano é exposto a uma pequena quantidade do próprio agente causador da doença para que o próprio organismo produza, sozinho, anticorpos necessários para combater o vírus e gerar a memória imunológica. Dessa forma, em um contato posterior com o coronavírus, o corpo estará preparado para se defender de forma rápida e eficiente.

    O biólogo comenta que o desenvolvimento de um soro, em um cenário em que os cientistas sabem tão pouco sobre a doença, é muito difícil. É mais fácil tratar os contaminados com um medicamento antiviral, prolongando suas vidas até a chegada da vacina, a única forma efetiva de tratamento, já que possivelmente existe uma quantidade imensa de pessoas assintomáticas.

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    Tipos sanguíneos diferentes reagem de forma diferente ao coronavírus?

    Os tipos sanguíneos são características das células vermelhas do sangue, enquanto o sistema imunológico é formado pelos glóbulos brancos. Podem existir pessoas que respondem de forma diferente ao Sars-CoV-2 por apresentarem características imunológicas diferentes ou mesmo por terem sido expostas a uma quantidade diferente de vírus, mas nada tem a ver com o tipo sanguíneo.

    Vamos precisar de mais de uma vacina para combater o vírus?

    Ainda não há certeza quanto a isso. De acordo com Melo, o mapeamento do Sars-CoV-2 em pacientes brasileiros identificou diferenças entre o vírus disseminado aqui do vírus que surgiu na China. Isso acontece porque os vírus sofrem mutações. Identificar e entender essas variantes é o que guia os profissionais da saúde para criar uma vacina de combate à doença.

    Uma vacina eficiente é feita a partir de uma proteína comum da estrutura de todos os vírus circulantes no mundo. Caso a vacina produzida reconheça apenas uma dessas mutações, ela servirá especificamente para o combate do vírus semelhante àquele usado em sua produção. Como ainda é cedo para saber o grau mutacional do Sars-CoV-2, também é cedo para afirmar se será necessária mais de uma vacina.

    Podemos ser contaminados mais de uma vez?

    Os pesquisadores ainda não sabem. É preciso esperar estudos posteriores para entender como o vírus age, qual seu grau mutacional e, ainda, entender a capacidade do sistema imunológico de cada pessoa ao criar defesas contra o vírus. Melo afirma que, no momento, o melhor é evitarmos qualquer tipo de contato com pessoas contaminadas – ainda que você esteja curado da covid-19.

    Assista à live completa para tirar todas as suas dúvidas sobre o movimento de vacinação.

     

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/decifrando-coronavirus-resistencia-corpo-humano

  • Vagas abertas para  Médicos e Enfermeiros no Espírito Santo

    Vagas abertas para Médicos e Enfermeiros no Espírito Santo

    Vagas abertas para  Médicos e Enfermeiros no Espírito Santo
    Vagas abertas para Médicos e Enfermeiros no Espírito Santo

    As vagas estão abertas para Médicos e Enfermeiros no Espírito Santo. Isso porque o Governo do ES através da Secretaria de Saúde – Sesa abriu contratação direta de médico, enfermeiro e outros cargos no Espírito Santo.

    Vagas abertas para Médicos e Enfermeiros

    Foi publicado nessa sexta-feira (22), a Portaria 091-R para a contratação direta de profissionais, por meio do banco de currículos, em caráter excepcional e de interesse público, para os cargos de médico, enfermeiro e outros cargos de níveis superior, médio e técnico, onde zerarem o cadastro de reserva do processo seletivo em vigor (editais 001; 002 e 003 de 2020). Os currículos deverão ser cadastrados por e-mails.

    Entretanto a finalidade das contratações, em regime de designação temporária, é garantir que as unidades hospitalares da Sesa, mantenham o quadro completo de profissionais, no enfrentamento da Calamidade de Saúde Pública e Estado de Emergência decorrentes do novo Coronavírus (Covid-19), com base no Art. 2º, inciso I da Lei Complementar Nº 809/2015 e Lei Complementar Nº 946/2020.

    Fonte: Folha Onlline

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  • Use o Instagram para estudar Inglês | Guia do Estudante

    Use o Instagram para estudar Inglês | Guia do Estudante

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     (Guia do Estudante/)

    Aprender um novo idioma é uma tarefa diária. Você precisa exercitar todos os dias mesmo quando já tem um bom nível de fluência. Isso não precisa ser chato. Fizemos uma lista com teachers muito legais que dão ótimas dicas de Inglês e vão te ajudar a praticar diariamente sem parar de navegar pela rede social.

    English Yourself

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    Sabe qual é o grande terror dos brasileiros no inglês? 👻 Present Perfect! . "O que você disse, teacher?" 😵 Eu disse "Present Perfect". E existe um motivo muito claro pra isso: não existe nada parecido com ele em português. . Eu mesma tive muuuita dificuldade com isso lá atrás, e ainda vejo pessoas até de nível avançado errando esse tempo verbal. . Mas não se desespere! Eu tenho a solução pra esse problema. 😍 . Acabo de publicar um vídeo que vai descomplicar de vez o Present Perfect pra você. . Vou te mostrar os 3 principais usos desse tempo verbal, e te dar a fórmula pra aprender eles de uma vez por todas. . Bora? Dá o play no IGTV e confira! 😎 . #presentperfect #englishyourself #lilianbittencourt

    A post shared by English Yourself (@englishyourself) on May 2, 2020 at 2:00pm PDT

    A Lilian Bittencourt é professora de inglês há 24 anos e tem um conteúdo muito legal, que você vai precisar para o dia a dia em uma viagem ou, até mesmo, em uma entrevista de trabalho. O English Yourself surgiu de uma necessidade que a própria Lilian viveu quando mais nova e não podia pagar as aulas de idiomas.

    Cintya Sabino

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    Não dá para aprender inglês quando der, você precisa de uma rotina! Assiste esse vídeo para eu te explicar melhor ⏱ Me conta aqui como é a rotina de estudo de vocês 👇🏻 #ingles #idiomas #aprenderingles

    A post shared by Cintya Sabino | Inglês (@cintyasabino) on May 20, 2020 at 8:04am PDT

    Além de dicas sobre o idioma, a Cintya reúne dicas ótimas sobre como estudar Inglês por conta própria. Atualmente vivendo no Canadá, ela explica exercícios de fixação, como treinar seus ouvidos e até por onde começar a aprender Inglês. Cintya também tem um canal no Youtube com dicas ótimas.

    Inglês com Rhavi

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    Hello guys! How’s it going?⁣ ⁣ Hoje eu vou te ensinar três expressões com “what” que os nativos falam muito, então presta atenção pra você não perder nada!⁣ ⁣ A primeira expressão pode ser usada naquela hora que você explode com uma pessoa, ou então em uma conversa tranquila, quando você quer dar uma ideia, por exemplo. Tenha cuidado com a entonação ao usar essa expressão para não te interpretarem errado!⁣ ⁣ 🇺🇸 You know what?⁣ 🇧🇷 Sabe de uma coisa?⁣ ⁣ A segunda expressão é para quando você não sabe mais o que fazer, é o famoso “E agora?”.⁣ ⁣ 🇺🇸 What now?⁣ 🇧🇷 E agora?⁣ ⁣ A última pode ser usada quando você vai explicar alguma coisa para alguém.⁣ ⁣ 🇺🇸 I’ll tell you what!⁣ 🇧🇷 É o seguinte!⁣ ⁣ Dá uma olhada nos exemplos e situações que eu dou no vídeo para você entender bem como usar cada uma delas, e deixe sua galeria ainda mais completa clicando na bandeirinha pra salvar este vídeo! Não esquece de comentar aqui uma frase usando uma das expressões que você aprendeu na One Minute Tip de hoje! See y'all!!

    A post shared by Rhavi Carneiro (@rhavicarneiro) on Mar 19, 2020 at 3:02pm PDT

    O Rhavi é o desenvolvedor de um método de estudo próprio para alcançar a fluência rapidamente, chamado Fluency Academy. No seu Instagram, ele explica mais sobre o método (que virou curso online) e dá dicas muito legais de vocabulário e expressões que são usadas por nativos e te ajudam a se comunicar melhor. Como Rhavi é poliglota, ele também tem outras quatro contas com dicas de Francês, Espanhol, Italiano e Alemão!

    Tim Explica

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    A post shared by Tim Cunningham (@timexplica) on May 18, 2020 at 9:42am PDT

    Tim Cunningham é americano e aprendeu a falar português sozinho. No Instagram, ele conta como os americanos falam “inglês de verdade”, ensinando gírias, como usar as expressões que aprendemos e até desmistificando algumas coisas que aprendemos nas aulas por aqui, mas não são usadas pelos nativos.

    Carina Fragozo

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    O que significa FURLOUGH /ˈfɜr loʊ/? Hoje estou iniciando um quadro novo aqui no Instagram do #EnglishInBrazil, com dicas baseadas em notícias, memes, tweets e qualquer exemplo de língua em contextos reais e atuais. Escolhi começar com a palavra "furlough", que aprendi nesta semana. Vamos lá: . A notícia do @nypost diz que a Disney deixará 43.000 funcionários em "furlough" durante o fechamento dos parques em razão do coronavírus. Mas o que isso significa? Que todos esses funcionários serão demitidos? Não exatamente. Isso significa que eles estarão em uma espécie de licença não remunerada durante esse período. A notícia indica também que a empresa continuará oferecendo plano de saúde (medical insurance) para os funcionários (employees) por até um ano, conforme o trecho a seguir: . There will be no cost to any employee who’s on furlough for use of their medical insurance and the continued coverage of it. . A palavra FURLOUGH pode ser usada como substantivo ou como verbo, dependendo do contexto, e pode ter outros dois significados, que você pode conferir arrastando a foto para o lado. . O que achou deste tipo de post? Se gostou, deixe um like e/ou um comentário para eu entender se vocês querem mais ou não! E podem me marcar em posts que vocês gostariam de ver explicados aqui no feed, pode ser qualquer coisa! . Confesso que, apesar de ser uma notícia triste, gostei de escrever este post porque é um retorno às origens do English in Brazil. Criei o blog há 10 anos e sempre aprendi muito pesquisando para os posts que escrevia. Pois é, acho que já posso dizer que sou uma dinossaura dos posts de inglês 🦕 Have a great week!

    A post shared by Carina Fragozo (@carinafragozo) on Apr 13, 2020 at 8:50am PDT

    A Carina é uma das youtubers mais famosas do Brasil quando o assunto é aprender Inglês. Além do ótimo conteúdo que produz no Youtube, ela dá aulas mais curtas incríveis no Instagram e, também, faz posts analisando e explicando palavras que podem aumentar o seu vocabulário e são muito usadas por nativos.

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/instagram-para-estudar-ingles

  • Design de Produtos: conheça a profissão que está em tudo ao seu redor! | Guia do Estudante

    Design de Produtos: conheça a profissão que está em tudo ao seu redor! | Guia do Estudante

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    idea sketch of product design (Getty Images/Reprodução)

    Se você está lendo este texto no seu quarto, pare um instante e preste atenção em todos os objetos ao seu redor. A cadeira em que está sentado, a sua cama, abajur, computador, guarda-roupa e até a caneta. Se não sabe muito bem o que faz um designer de produtos, aí vai primeira informação: muito provavelmente, em algum momento esse profissional esteve envolvido na produção de produtos que te cercam no dia a dia. 

    O designer com essa ênfase é responsável pelo desenvolvimento de produtos funcionais e esteticamente agradáveis – longe do senso comum, ele não preocupa-se apenas com a beleza. E para aperfeiçoar produtos já existentes, ou até criar novos, o designer lança mão de uma série de ferramentas da área que envolve pesquisas de público, estudo de materiais e de processos de fabricação entre outros. Além, é claro, do essencial para todos os designers: a criatividade! 

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    Os (muitos) cursos de Design de Produtos 

    Assim como muitas outras formações, a de um designer de produtos varia bastante de acordo com a grade da universidade escolhida, com a modalidade do curso (presencial ou a distância) ou mesmo se o curso for em nível de graduação ou tecnólogo. Segundo a estudante Rafaella de Bona, do último ano de graduação na Universidade Federal do Paraná (UFPR), as universidades podem ter abordagens mais “técnicas e mercadológicas” ou então explorar o “lado mais artístico e conceitual do design”. Rafaella esteve entre os 91 designers premiados no iF Design Talent Award 2019, ao apresentar um projeto para criação de absorventes sustentáveis para mulheres em situação de rua. Ao todo, 9 mil projetos concorreram à premiação. 

    A estudante lembra algumas disciplinas presentes na maior parte das grades curriculares – e, portanto, básicas para o desenvolvimento ou melhoria de qualquer produto: “Projeto de Produto, que ensina sobre as metodologias de design; Materiais e Processos de Fabricação, onde conhecemos as propriedades dos materiais e o processos de confecção de produtos nas indústrias; Representação Gráfica, que seria a matéria de desenho, e Representação 3D, a disciplina para aprendermos sobre representações de mockups e modelos de aparência”. 

    Por fim, além de pesquisar qual universidade tem a abordagem mais próxima dos seus interesses, é importante fazer uma distinção: a maior parte dos bacharelados em Design de Produtos, como o cursado por Rafaella, é oferecida por universidades públicas e costuma ter uma duração média de quatro anos. Por outro lado, os cursos tecnólogos são mais comuns nas faculdades privadas e têm uma duração mais curta, de dois anos.

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    Mercado de trabalho

    Se o curso de Design de Produtos é tão amplo, imagine o mercado de trabalho. Como mencionamos, os produtos dessa profissão estão em tudo ao seu redor, dos móveis de casa aos carros e caminhões, passando por embalagens, itens de decoração e mesmo os próprios maquinários utilizados para confeccionar outros produtos nas indústrias. Portanto, alguém formado na área vai encontrar possibilidades de trabalho em todos esses setores! 

    E, mesmo dentro de cada um desses ramos, é possível escolher ainda entre diferentes funções desempenhadas pelo designer de produtos, que podem estar mais próximas da área de criação, de gestão ou outras, como explica Rafaella. “Algumas pessoas vão levar os conhecimentos para o lado mais artístico e de criação, outras vão preferir as áreas de gestão e pesquisa, e há também aquelas que preferem o lado mais técnico de materiais e processos de fabricação.” Ou seja, se você imaginava que um designer de produtos precisa necessariamente saber desenhar para exercer a profissão, esse é mais um clichê sobre a profissão para descartar da sua lista.

    O essencial, no final das contas, é a criatividade para buscar soluções e a capacidade para lidar com uma equipe multidisciplinar e diversa. “Antes de tudo, é preciso saber trabalhar bem em equipe e estar sempre praticando a criatividade e a empatia”, finaliza a estudante.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/design-de-produtos-conheca-a-profissao-que-esta-em-tudo-ao-seu-redor

  • #AdiaEnem: influenciadoras de educação criticam MEC | Guia do Estudante

    #AdiaEnem: influenciadoras de educação criticam MEC | Guia do Estudante

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     (Getty Images/Reprodução)

    Cerca de 46 milhões de brasileiros não possuem acesso à internet, segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, o estudo remoto, solução para muitos durante a quarentena, é inacessível para alunos de baixa renda ou que vivem em situação de vulnerabilidade.

    Enquanto instituições particulares buscam maneiras de se adaptar e, apesar das dificuldades, seguem com as atividades remotamente, escolas da rede pública, além da adaptação, precisam lidar com esse quadro de desigualdade.

    É nesse cenário que entidades estudantis, alunos, professores e outros envolvidos lutam pelo adiamento do Enem, mas esbarram na decisão do Ministério da Educação de manter as datas. Segundo o ministro da pasta, Abraham Weintraub, o Brasil não pode e não vai parar. “Isso que tem que paralisar tudo é bobagem”, afirmou em uma transmissão ao vivo.

    Esse pensamento guiou a criação da última propaganda do MEC, tão repercurtida na internet nas últimas semanas. No vídeo, adolescentes tentam justificar a importância da prova este ano. Gravando a mensagem com os próprios celulares, eles incentivam o estudo a distância e pela internet.

    “E se uma geração de novos profissionais fosse perdida? Médicos, enfermeiros, engenheiros, professores. Seria o melhor pro nosso país? A vida não pode parar. É preciso ir à luta, se reinventar, se superar”, diz um dos alunos representados. Em seguida, uma garota diz: “Estude, de qualquer lugar, de diferentes formas, pelos livros, internet, com a ajuda a distância dos professores”.

    Em 2020, terá Enem! Neste ano, o Inep apresenta uma grande novidade. Você poderá escolher a prova na versão impressa ou digital. Anota aí: de 11 a 22 de maio, o período de inscrições estará aberto. Acesse: https://t.co/k99Cegu7pk. pic.twitter.com/4qJDGgSb27

    — Inep (@inep_oficial) May 2, 2020

    Após a propaganda ir ao ar, não tardou para pipocar críticas nas redes sociais. Muitas pessoas rebateram, destacando as dificuldades encontradas por grande parte dos estudantes brasileiros, que não conseguem estudar por falta de, justamente, internet, livros e ferramentas.

    Influenciadores digitais que falam sobre educação também se posicionaram e criaram fortes discussões sobre o tema. Foi o caso da universitária Débora Aladim. Com 1 milhão de inscritos no Instagram e 2,56 milhões no Youtube, a educadora mineira produz conteúdos sobre História e redação para ajudar estudantes.

    Em vídeo no IGTV, Débora confronta o posicionamento dos representantes da educação e enumera os motivos para o Enem ser adiado. Segundo a youtuber, o “MEC está tentando fingir normalidade” em uma situação de emergência mundial de saúde pública. Agindo dessa maneira, é como se falasse para os estudantes que eles têm direito à educação, mas que isso não será garantido a eles. 

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    A post shared by Débora Aladim (@dedaaladim) on May 4, 2020 at 4:25pm PDT

    O vídeo bateu mais de 590 mil curtidas e mais de 19 mil comentários. E não faltaram elogios e memes favoráveis de outros jovens estudantes a Débora.

    e a débora aladim que jantou o enem bonito e com classe admirem : pic.twitter.com/UB14N5QUY0

    — edu (@dudu_centurion) May 5, 2020

    Quem colocaram com presidente:/ quem eu queria que fosse presidente #deboraaladim pic.twitter.com/ukU0RABJ1c

    — rafa (@itsmerafah) May 6, 2020

    "É só ter dedicação que consegue ir bem no Enem"

    Pra mim quem discorda da Débora Aladim só pode ser assim pic.twitter.com/aaZOEJlcxt

    — Manu💫 (@Manu46020807) May 5, 2020

     

     

    Mais indignação

    A atriz Fernanda Concon também mostrou seu descontentamento por meio de um vídeo. “Tenho a responsabilidade de me posicionar junto com vocês sobre esse descaso que foi divulgado pelo Ministério da Educação. Chega a ser uma piada”, disparou a jovem, que atualmente cursa Relações Internacionais na PUC-SP.

    No vídeo, Concon critica uma declaração do ministro da educação à rádio Jovem Pan, feita em abril, em que fala sobre meritocracia. “Abraham Weintraub disse que o objetivo do Enem é selecionar as pessoas mais qualificadas e inteligentes. Por qualificados, você diz “endinheiradas”, né? O discurso da meritocracia aqui no Brasil não nasceu ontem, ele é velho. E tem muita gente que ainda acredita nesse conta de fadas”.

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    Exame Nacional do Ensino Médio ou Exame de Privilégios do Ensino Médio ? #ADIAENEM

    A post shared by Fernanda Concon (@fernandaconcon) on May 10, 2020 at 3:21pm PDT

    Muitos internautas elogiaram o discurso de Fernanda, deixando o nome da atriz entre os assuntos mais comentados do Twitter no dia.

    Paródia

    Inspirada na propaganda do MEC, Vic Pannunzio, estudante de Psicologia e filha do jornalista Fábio Pannunzio, produziu uma paródia ironizando as falas do vídeo original. “E se várias gerações morressem por conta de um vírus? E daí? Pais, avós, médicos, advogados, todos eles iriam para o mesmo lugar. Não seria o melhor para o nosso país?”, indagou.

    Ela também utilizou da expressão “você que lute”, de um meme, para criticar a desigualdade e o descaso com os estudantes sem condições para continuar estudando remotamente. O vídeo já teve mais de 1,52 milhão de visualizações no Twitter.

    Eu percebi que tinham algumas coisinhas erradas com a nova propaganda no Enem, então fiz a minha própria versão! pic.twitter.com/NAjQsD42UZ

    — gatilho chicken little (@vicpannunzio) May 5, 2020

    #AdiaEnem

    A campanha #AdiaEnem foi criada pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). A hashtag ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter na última sexta-feira (15) e parte do fim de semana. A aderência de famosos à causa foi grande, como a jovem apresentadora Maisa e a própria Fernanda Concon, que participaram de lives falando sobre a importância do exame ser adiado.

    Pátria amarga Brasil #AdiaEnem pic.twitter.com/g1PfHTP4fS

    — Lucas Bayo (@lucasbayo) May 16, 2020

    estamos em uma pandemia vocês estão loucos?Chega de fingir que não estão vendo a realidade #AdiaEnem pic.twitter.com/b5FIJpnKFp

    — Lu (@KdmeuChinelinho) May 15, 2020

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    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/adiaenem-influenciadoras-de-educacao-criticam-mec

  • Enem na pandemia: voluntários oferecem ajuda nas redes sociais | Guia do Estudante

    Enem na pandemia: voluntários oferecem ajuda nas redes sociais | Guia do Estudante

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     (Getty Images/Reprodução)

    O cronograma de aulas, os simulados, o calendário de provas, as listas de exercícios. Tudo isso que compõe, para muita gente, a rotina de estudos em um ano de vestibular de repente virou de cabeça para baixo. As aulas agora são videochamadas, a mesa de casa virou local de estudos e a internet é o recurso vital para quem quer continuar se preparando para as provas no ano em que enfrentamos uma pandemia. Isso, é claro, para os que têm acesso a todos esses recursos. 

    A falta de um lugar adequado para estudar, de equipamentos como um computador e, acima de tudo, a ausência ou má qualidade da internet em muitas casas brasileiras está colocando quem já vinha em pé de desigualdade nos grandes vestibulares ainda mais longe da linha de chegada. Enquanto isso, o Ministério da Educação mantém o calendário do Enem, hoje a maior porta de entrada para o Ensino Superior no país.

    É diante desse cenário quase sem alternativas que centenas de mensagens começaram a pipocar na timeline das redes sociais nas últimas semanas. Universitários, educadores ou mesmo quem simplesmente já passou pela experiência do vestibular se oferecem para tirar dúvidas, corrigir uma redação ou mesmo propiciar um lugar de apoio e escuta para quem enfrenta a prova esse ano. 

    Heloísa Iaconis, por exemplo, criou um grupo no Whatsapp que no momento conta com 20 estudantes. Lá, ela tira dúvidas sobre Língua Portuguesa, envia exercícios e debate assuntos importantes de atualidades que podem ser tema de redação nas provas. Heloísa é jornalista e passou duas vezes pela peneira de um dos vestibulares mais concorridos do Brasil: uma vez em 2014, quando entrou em Jornalismo, e outra este ano, quando ingressou no curso de Letras da USP

    Ela, que já atuou como educadora por seis anos em um projeto de extensão na universidade, decidiu prestar esse auxílio por acreditar que a educação é um meio de diminuir as desigualdades sociais, e que esse é um direito que está sendo negado a muita gente no contexto da pandemia. Segundo ela, “preocupar-se com toda a classe estudantil, em especial a maioria que não tem acesso à educação de qualidade, é o mínimo que você pode fazer em um país como o nosso.”

    Por fim, ela ressalta que o objetivo do grupo é também oferecer um espaço de acolhimento e apoio entre pessoas que passam pela mesma situação. Sua dica de ouro para o momento é justamente essa: “criem redes de apoio por quem está passando por isso também, subverta a lógica de competitividade dos vestibulares, porque ninguém aprende e ninguém constrói conhecimento sozinho”.

    “Quero retribuir a ajuda que eu tive”

    Assim como Heloísa, Juliano Streb Domingues se diz privilegiado por ter estudado em uma boa escola particular que o preparou para os vestibulares, mas lembra também de todo o suporte que recebeu de grupos e pessoas no Facebook dispostas a compartilhar material e ajudar vestibulandos. Agora, ele quer retribuir a ajuda. Estudante do terceiro ano da licenciatura em Física na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, Juliano resolveu usar a experiência que acumulou dando aula em escolas, cursinhos e projetos de extensão para ajudar a distância quem tem dificuldades em Física e Matemática. 

    Já que as condições de acesso à internet são muito diversas, ele primeiro conversa com os estudantes que vão procurá-lo para escolher a melhor forma de ajudar. “Há alunos que conseguem, por exemplo, fazer uma videochamada comigo, mas também há quem use apenas 4G e, para essas pessoas, proponho que usem o WhatsApp para se comunicar”, explica. “Por lá posso responder apenas por mensagem, áudios e fotos, o que não exige uma grande quantidade de dados.” Para aqueles que sequer tem acesso à internet, ele propõe ligações telefônicas. 

    O estudante de Física conta ainda ter ficado muito feliz quando começaram a compartilhar sua mensagem e procurá-lo. O principal meio de divulgação da ajuda foram suas redes sociais, e ele chegou a postar a mensagem em grupos de ajuda aos vestibulandos, como o “Grupo onde tiramos dúvidas de alunos do ensino médio público”, criado há uma semana pela estudante Isabela Tavares. O grupo já tem quase 14 mil membros, entre voluntários e estudantes da rede pública.

    Aluna de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP, Isabela também estudou em escolas públicas antes de ingressar na universidade. Ela conta que a ideia veio das correntes que estão circulando pelo Facebook oferecendo ajuda aos vestibulandos. “Eu pensei: e se a gente centralizasse isso em um grupo?”. 

    A estudante lembra de algumas limitações das correntes publicadas em perfis pessoais que podem ser superadas no grupo, como a possibilidade de um ambiente menos intimidador e expositivo e a chance de atingir gente além de nossa “bolha” nas redes sociais. Isabela contou com o apoio de outros colegas da Escola Politécnica, que são também moderadores do grupo. O objetivo agora é organizar o grupo para que os estudantes se encontrem em meio aos muitos conteúdos que estão sendo publicados. 

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    Enem 2020

    Mesmo atravessando uma pandemia que exige o isolamento social e que impediu aulas em escolas de todo o país, o Ministério da Educação defende a manutenção do Enem 2020, marcado para os dias 1º e 8 de novembro. Além da imprevisibilidade da evolução da epidemia, que pode dificultar a realização uma prova presencial, que mobiliza milhões de estudantes, a decisão gera críticas por conta da situação de alunos de baixa renda e de escolas públicas, que não conseguem se adequar às aulas a distância. 

    Só no estado de São Paulo, por exemplo, menos da metade dos alunos da rede estadual de ensino conseguiu acessar os conteúdos das aulas por meio de um aplicativo lançado pelo governo. Por isso, mesmo se voluntariando a prestar assistência a esses estudantes, tanto Heloísa quanto Juliano acreditam que a melhor alternativa seria o cancelamento da prova.

     “Sou completamente contra o não adiamento do Enem, por acreditar que isso pode gerar agravamento de problemas sociais em meio a uma pandemia”, defende a jornalista. Para Juliano, “mesmo que se alguns tenham condições de estudar, é preciso ter empatia e entender que muitas pessoas não estão conseguindo o mesmo nesse momento, por diversos fatores”. Entretanto, em um cenário de não adiamento, ele sugere que os vestibulandos mantenham a calma e não se cobrem tanto: “é um momento difícil e está tudo bem em não conseguir manter uma rotina de estudos tão rígida ou algo assim”, conclui. 

    Juliano e Heloísa se colocam à disposição de estudantes que precisarem de ajuda nesse momento, seja por suas redes sociais ou via e-mail (julianostrebdomingues@gmail.com e helo.costa10@gmail.com). Isabela também ressalta que o grupo está aberto a todos os vestibulandos da rede pública – para acessá-lo clique aqui ou busque pelo nome “Grupo onde tiramos dúvidas de alunos do ensino médio público”.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/enem-na-pandemia-voluntarios-oferecem-ajuda-nas-redes-sociais

  • Estrutura da redação do Enem: saiba como desenvolver cada parte | Guia do Estudante

    Estrutura da redação do Enem: saiba como desenvolver cada parte | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Reprodução)

    Por Yasmine Diniz

    A redação do Enem é uma das partes mais importante do Exame Nacional do Ensino Médio, isso porque, sozinha ela vale 1000 pontos e pode subir toda a sua média da prova. Porém, nem sempre os estudantes sabem como iniciar uma redação, como desenvolvê-la defendendo seu ponto de vista ou mesmo como concluí-la apresentando uma proposta de intervenção detalhada. 

    A estrutura da redação do Enem, às vezes, pode ser um verdadeiro desafio para aqueles que querem fazer um bom texto e mandar bem no exame de maneira geral. E é por isso que neste post supercompleto a gente vai te contar como desenvolver cada parte da redação do Enem. Então, esteja preparado para anotar tudinho, viu? Vamos lá?

    Qual o gênero textual da redação do Enem?

    O primeiro ponto que você deve ter em mente para dominar a estrutura da redação do Enem é conhecer o gênero textual que rege a redação e quais as suas características. 

    Pois bem, a redação do Enem deve ser um texto dissertativo-argumentativo

    Mas afinal, quais as características deste gênero textual? 

    O texto dissertativo-argumentativo vai exigir que você disserte argumentativamente, ou seja, que você escreva, com suas próprias palavras, sobre um tema de maneira crítica, apresentando o seu ponto de vista. Além disso, você deverá apresentar argumentos de autoridade que corroborem o seu ponto de vista. 

    Para fazer um texto completo de gênero dissertativo-argumentativo você precisa também concluí-lo retomando o seu ponto de vista. Porém, a redação do Enem exige que na conclusão de seu texto você ainda apresente uma proposta de intervenção detalhada que minimize os desafios citados por você durante o desenvolvimento.

    É válido mencionar que, na grande maioria das vezes, a temática desse texto vai envolver questões sociais e políticas atuais.

    E por que este texto é escolhido para compor a estrutura da redação do Enem?

    O texto dissertativo-argumentativo foi escolhido para compor a estrutura da redação do Enem por ser um gênero muito completo e permitir aos corretores avaliar muitos aspectos, como o uso da linguagem e norma culta do português, a habilidade de argumentação e convencimento e ainda o senso crítico em relação ao tema que deve ser trabalhado.

    Muito bem, agora que você já conhece as principais características do gênero dissertativo-argumentativo e ainda por que o Enem resolveu escolhê-lo, vamos te mostrar como desenvolver cada parte da redação. Acompanhe!

    Qual a estrutura da redação do Enem? 

    Neste tópico, vamos te mostrar como é de fato a estrutura da redação do Enem.

    A redação do Enem trará para você um tema sobre o qual o você deverá escrever, se posicionando claramente. 

    Para ajudá-lo a se guiar, o Exame também traz alguns textos motivadores, para que você entenda como deve abordar o tema, sabe? Indicando um caminho a ser seguido.

    Porém, os textos motivacionais não podem ser copiados, o que você pode fazer é lê-los com atenção e a partir do que achou conveniente, se apropriar das ideias, interpretá-las e passar à sua redação com suas próprias palavras. É muito importante que isso fique bem claro para você, já que caso você copie integralmente o texto sua redação pode ser zerada

    Bom, os textos de apoio também trarão dados estatísticos e estes sim poderão ser usados por você. Mas lembre-se que você deve usá-los para defender o seu ponto de vista e sempre citar a sua fonte, certo? 

    Muito bem, a redação que você vai escrever em seu Exame, com base em seus conhecimentos e na interpretação das informações dos textos de apoio deverá possuir uma introdução, o desenvolvimento e uma conclusão. 

    A seguir vamos te contar como desenvolver cada uma dessas partes de maneira bem detalhadadinha. Confira!

    Como fazer uma introdução que apresente bem o tema?

    A estrutura da redação do Enem conta com uma introdução que deverá ser feita no primeiro parágrafo. 

    O primeiro parágrafo de seu texto então, deve ser destinado à apresentação do tema que será abordado e de sua tese

    A tese nada mais é que o seu ponto de vista em relação à temática proposta. No primeiro parágrafo, você irá apenas mostrar qual o seu ponto de ponto de vista, pois é durante o desenvolvimento que você apresentará argumentos válidos que darão embasamento à tese.

    Este primeiro parágrafo é fundamental para toda a estrutura da redação do Enem, pois é a partir dele que você vai prender a atenção do leitor. Então, procure focar bem em apresentar o tema de maneira clara e que faça sentido, para isso você pode usar citações, contextualizações históricas ou outros modelos de introdução. O importante é passar de forma clara ao leitor qual será a temática e também a sua tese, certo?

    Como fazer um bom desenvolvimento e defender minhas ideias?

    A segunda parte da estrutura da redação do Enem é o desenvolvimento. Indica-se separar, pelo menos, dois parágrafos para se desenvolver o tema e a tese.

    É aqui que você deverá mostrar ao leitor que o seu ponto de vista a respeito do tema é coerente e talvez quem sabe convencê-lo de que é o certo. E para isso você deverá lançar mão de diferentes tipos de argumentos, como exemplos, causas e efeitos, comparações do tema entre países e mesmo épocas diferentes, dados estatísticos etc.

    Porém, o mais importante talvez não seja apenas inserir os argumentos, mas saber selecioná-los e desenvolvê-los adequadamente para que tragam autoridade ao que você está expondo. Uma dica legal é desenvolver bem apenas um argumento por parágrafo, assim, você consegue trabalhá-lo melhor.

    O seu repertório sociocultural, ou seja, citações de músicas, filmes, séries e pensadores famosos também pode ser usado para enriquecer a defesa de sua tese. 

    Outro ponto que exige a sua atenção é a coerência e coesão. Durante, não só o desenvolvimento, como o desenrolar de toda a sua redação, você deverá apresentar conectivos para ligar as partes do texto de maneira coesa. 

    É legal que você escolha argumentos que domine bem. Isso é interessante porque vai possibilitar com que você disserte bem sobre eles, mostrando aos corretores de sua redação seu domínio sobre o tema. 

    Como fazer uma conclusão que tenha proposta de intervenção detalhada?

    O último ponto da estrutura da redação do Enem que merece e muito a sua atenção é a conclusão. 

    Na redação do Enem, como mencionamos anteriormente, você deverá, além de concluir, apresentar uma proposta de intervenção. 

    É importante destacar alguns pontos: você deverá apresentar quantas propostas de intervenção forem necessárias para resolver todos os desafios apresentados por você durante o desenvolvimento. 

    Ficou confuso? Vou explicar melhor:

    Suponhamos que você escreveu uma redação sobre os desafios da Educação a Distância, por exemplo, e citou, durante o desenvolvimento, 2 problemas: o preconceito quanto a este tipo de ensino e o fato de uma parte da população não ter acesso à internet em casa. Portanto, quando estiver elaborando sua conclusão, você deverá formular 2 propostas ou uma proposta de intervenção que minimize os dois problemas de maneira detalhada.

    Quando mencionamos a palavra detalhada, temos que nos ater a um outro ponto de destaque. O detalhamento quer dizer que você deve apresentar uma ação, que possua um agente, um meio e um efeito e explique como de fato será a sua atuação frente àquele problema. 

    Explicando em outras palavras, a sua proposta de intervenção deverá responder às seguintes questões:

    • o que é, ou seja, qual a ação;
    • quem será o responsável por colocar esta ação em prática, 
    • como ela entrará em vigor;
    • quais são os seus propósitos.

    Dentro da conclusão, um ponto que causa muitas dúvidas ao estudantes diz respeito a quais serão os responsáveis pelas ações em sua proposta de intervenção. Bom, você pode eleger como responsáveis:

    • Governo;
    • Organizações Não Governamentais (ONGs);
    • mídia;
    • indivíduo ou iniciativa privada;
    • família;
    • escola;
    • sociedade.

    Estas instituições são representadas pela sigla GOMIFES (a inicial de cada um dos agentes). E para usá-las bem é necessário que, além de conhecê-las, você saiba como relacioná-las à sua proposta de intervenção, tudo bem?

    Esperamos que você tenha tomado nota de tudo o que te contamos sobre a estrutura da redação do Enem e possa mandar bem na hora da Exame oficial. Aproveite e dê uma lida em nosso post sobre os assuntos que mais caem no Enem. Afinal, além de se preparar bem para a redação, você também deve se preparar para as áreas de conhecimento!

    Yasmine Diniz, redatora do Blog da Imaginie. A Imaginie é parceira do Guia do Estudante e a maior plataforma de correção e ensino de redação do Brasil.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/estrutura-da-redacao-do-enem-saiba-como-desenvolver-cada-parte

  • Pandemia: 20 países já cancelaram o equivalente ao Enem devido à pandemia | Guia do Estudante

    Pandemia: 20 países já cancelaram o equivalente ao Enem devido à pandemia | Guia do Estudante

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     (Unsplash/Reprodução)

    Apesar de estudantes e organizações estudantis defenderem o adiamento do Enem 2020, já que a pandemia vai prejudicar o estudo de muitos de jovens sem acesso à internet, o Ministério da Educação já anunciou que a data do exame não sofrerá alterações. O que mostra que, segundo um levantamento do Instituto Unibanco, com esse posicionamento, o Brasil está na contramão das medidas adotadas no mundo. 

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    Dos 27 países analisados, em todos os continentes, e todos eles muito afetados pela pandemia, apenas cinco mantiveram as avaliações de acesso à universidade na data prevista. Em 20 países, os exames que equivalem ao Enem ou foram cancelados ou foram substituídos por outra forma de avaliação. Na Itália e na Finlândia, a situação ainda é indefinida. 

    A pesquisa aponta que a Alemanha e Japão mantiveram a data, sem alterações no conteúdo ou no formato da prova. Já o Chile e Egito optaram por manter a data, mas com alterações no conteúdo ou no formato da prova. No caso dos Estados Unidos e Espanha eles adiaram a data e ainda fizeram alterações.

    Confira o levantamento sobre a realização de exames educacionais

    Em Gana, a prova que avalia se os estudantes podem entrar no ensino superior foi suspensa, sem nova data marcada, por enquanto. Na França e Reino Unido, os exames foram substituídos por outra forma de avaliação. Em países como China, Rússia e Irlanda, as provas foram adiadas.

    Prepare-se para o Enem sem sair de casa. Assine o Curso Enem do GUIA DO ESTUDANTE e tenha acesso a centenas de videoaulas com professores do Poliedro.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/enem/20-paises-ja-cancelaram-o-equivalente-ao-enem-devido-a-pandemia

  • “Residência Médica”: conheça a série feita por e para médicos | Guia do Estudante

    “Residência Médica”: conheça a série feita por e para médicos | Guia do Estudante

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     (Divulgação/Reprodução)

    Depois de uma longa caminhada, que começa na preparação pesada para um vestibular muito concorrido, passando por mais seis anos intensos na universidade, a maioria dos estudantes de Medicina, ao finalizarem o curso, enfrentam mais um grande desafio: a residência médica.

    É por meio dessa modalidade de ensino que o médico consegue o título de especialista na área em que deseja atuar. Mas, assim como o vestibular, as provas de residência médica também são muito concorridas e exigem bastante dos candidatos.

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    Diante desse cenário, buscando deixar o estudo mais agradável, em 2017, a Medcel, do Grupo Afya Educacional, plataforma online focada na preparação para as provas dos principais concursos de Medicina do país, apostou no projeto de uma websérie médica feita em um hospital real com casos de doenças verdadeiras, que serve como material de estudo para os alunos.

    “Nossa iniciativa foi criada como uma contribuição para ajudar a sensibilizar a mudança da educação médica. Ela tem que ser sólida, profunda e responsável, mas pode ser ressignificada e ficar mais leve”, afirma Rodrigo Paiva, VP de Aprendizagem e Conteúdo da Afya e idealizador da websérie.

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    Batizada como Residência Médica, a série nasceu com o objetivo de apontar caminhos para os estudantes de Medicina identificarem diferentes sintomas, mostrando as diversas possibilidades para um diagnóstico final. Para isso, foram criados os personagens Rúbia, Felipe, Mariana e Carlos, clínicos-gerais recém-formados. Além de morarem na mesma república, eles têm em comum o sonho de passar na prova de residência. Mas com histórias de vida e realidades diferentes, os jovens profissionais enfrentam problemas pessoais distintos.

    A produção foi construída com base em dados e análises da plataforma. Para definir quais seriam as doenças abordadas, por exemplo, foram selecionadas as 150 patologias cobradas em 85% das 200 provas de residência dos últimos cinco anos. O número foi dividido em três temporadas (50 doenças por temporada). O perfil dos personagens escolhidos também seguiu dados tirados da plataforma.

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    A ideia de combinar esse conteúdo da prova com os recursos audiovisuais deu certo. A primeira temporada, lançada em 2018, alcançou seus objetivos, com mais de 50 mil acessos contabilizados. Com uma ótima expectativa, a segunda temporada (spoiler: nós fomos conferir os bastidores das gravações) estreou na última terça-feira (5). A trama dos personagens da primeira parte terá sequência, novos conflitos e resoluções, mas a preocupação é a mesma: fazer uma websérie para, de fato, ensinar.

    O caráter educacional

    Rodrigo Paiva ressalta a diferença do projeto de séries de sucesso que retratam o mundo médico, como Grey’s Anatomy ou House. “O centro das decisões nunca foi somente a qualidade da narrativa. Nós não temos licença poética. Mostramos o processo médico como ele é feito de verdade. Claro que temos o desafio gigante de ser também um produto de entretenimento”, afirma.

    Para isso, o elenco é composto por 50 atores, sendo 17 deles professores médicos que participam de todo o processo de desenvolvimento da websérie. Eles escolhem as doenças abordadas, constroem microssinopses de como elas devem ser tratadas nos episódios e passam para os roteiristas, que adaptam os casos médicos para a linguagem narrativa, passando por revisão e ajuste dos professores. Todo esforço é concentrado em garantir que os procedimentos apresentados sejam reais e que os protocolos médicos corretos sejam seguidos.

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    Além de criarem e revisarem o conteúdo didático do roteiro, alguns dos professores participantes também trabalham como atores. Eles interpretam eles mesmos, para justamente mostrar com realismo a conduta comportamental de um médico. O infectogista Durval Alex Gomes e Costa, coordenador da preceptoria de Infectologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, aceitou o desafio e é um dos profissionais presentes na segunda temporada.

    No seu primeiro dia de gravação, não escondeu a insegurança de novato na atuação, mas garantiu com sua experiência que o projeto é uma ótima ferramenta de estudo. “Eu dou aulas há muitos anos e percebo que o formato tradicional de aula sozinho não é mais suficiente para conseguir prender a atenção o tempo inteiro dessa geração de estudantes. A série é um formato dinâmico e surpreendente”, conta o médico.

    Para complementar o conteúdo de prova que está dentro do roteiro dos episódios, a plataforma criou também conteúdos pílulas, vídeos curtos, que trazem os professores especialistas fazendo mais uma explicação sobre o assunto ali abordado. O aluno pode usar esse recurso durante a exibição do episódio para entender melhor.

    Segunda temporada

    As gravações da segunda temporada aconteceram durante os meses de novembro de 2019 e fevereiro deste ano, no Hospital Vera Cruz, em Campinas (SP). A parceria para as cenas serem gravadas em um hospital de verdade foi uma ferramenta muito importante para trazer o realismo que os idealizadores queriam para chamar a atenção de seu público.

    O GUIA acompanhou um dia de gravação e conheceu os bastidores da websérie. Depois de passar por alguns corredores e escadas, ali estava uma sala de hospital tomada por equipamentos de filmagem, luz e câmeras. Atores, médicos e cinegrafistas trocando experiências. Andrea Klaczo, gerente de conteúdo e processos editoriais, estava lá desde cedo. Ela faz a ponte entre os professores e a equipe de audiovisual e trabalha para a harmonia entre o conteúdo e entretenimento.

    Cabe a ela observar os detalhes para trazer a maior dose de realismo possível para a série. Uma das cenas do dia acontecia em uma sala de reunião do hospital que os estudantes “invadem” para estudar. Andrea se atentou para que os livros de estudos não ficassem todos organizadinhos na mesa, mas que houvesse um movimento que mostrasse que os estudantes tinham mexido para ler e pesquisar. 

    residenciamedica
    residenciamedica

    – (Juliana Morales/Guia do Estudante)

    Em cena, apareceu a personagem Rúbia, uma estudante do quinto ano de medicina que está se preparando para a prova de residência. Sempre estudou em escola particular e fez dois anos de Jornalismo antes de decidir ser médica. Naquele episódio, ela estudava com Mariana, que já se formou e trabalha como clínico geral para juntar dinheiro antes de fazer a residência. Diferentemente da amiga, sempre estudou em escola pública e precisou de bolsa para conseguir fazer cursinho preparatório.

    As duas analisavam um erro médico, pensando nos protocolos e como agir em determinada situação. Além do conteúdo que era abordado, durante a cena as amigas falaram de suas inseguranças sobre o curso, como se sentiam e compararam suas realidades tão diferentes. E, assim, a série ganha outro papel, o de abordar também a questão comportamental. “O aluno sente, guarda, lembra do arco dramático e do problema falado e consegue fazer relações”, acredita a gerente de conteúdo, Andrea Klaczo.

    O fio condutor de todos os episódios da segunda temporada, inclusive, é a saúde mental do aluno, que, por sofrer muita pressão, se vê muitas vezes em processos depressivos ou com Síndrome de Burnout, por exemplo. 

    A série está aberta gratuitamente para estudantes de Medicina, médicos e profissionais da saúde. Para isso, basta fazer um cadastro no site da Medcel para ter acesso completo à primeira e segunda temporadas.

    Como funciona a prova de residência médica

    Os processos seletivos para residência médica são concursos que testam conhecimentos gerais dos interessados em ingressar nas diferentes especialidades. Cada instituição tem o seu processo seletivo, alguns têm duas fases (prova teórica e entrevista), e outros, três (prova teórica, prática e entrevista). “Os hospitais que não possuem um processo próprio utilizam um concurso unificado, geralmente elaborado por uma organização médica, para ingresso dos candidatos”, explica Jader Burtet, professor de ginecologia e obstetrícia da Afya.

    O conteúdo da prova compreende conhecimentos gerais das cinco grandes áreas da Medicina: clínica médica, cirurgia geral, ginecologia/obstetrícia, pediatria e saúde coletiva/epidemiologia. “A maioria das instituições brasileiras elabora provas com 100 questões, divididas em 20 questões para cada uma dessas cinco áreas”, conta Burtet.

    Após a aprovação, o residente passa a aprender as habilidades relativas à especialidade médica escolhida. Cada especialidade tem um tempo de formação regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A ginecologia e obstetrícia, por exemplo, têm três anos de formação.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br/estudo/residencia-medica-conheca-a-serie-feita-por-e-para-medicos

  • Concurso da Caixa – Dicas para passar entre os primeiros

    Concurso da Caixa – Dicas para passar entre os primeiros

    agência da caixa econômica
    Muitos brasileiros sonham em trabalhar na Caixa

    Cada vez mais, se tornar um servidor público se tornou um objetivo para muitos brasileiros. Mais do que isso, ha os que querem passar no concurso da Caixa Econômica Federal, é o seu caso?

    Contando com diferentes vantagens, as vagas ofertadas pela Caixa incluem a possibilidade de participação nos lucros, plano de saúde, entre outros. Além disso, é possível ascender profissionalmente dentro da instituição.

    Se você está se preparando para a próxima prova, confira as dicas de como passar entre os primeiros! Boa leitura e boa sorte!

    1. Conheça bem a prova do Concurso da Caixa

    Diferente de outros concursos, a prova da Caixa conta também com questões discursivas. Na prática, isso significa que não basta decorar informações. É importante saber como articular respostas para responder.

    Embora um novo edital ainda não tenha sido aberto, é possível avaliar edições anteriores para entender melhor. O padrão costuma ser de duas questões relevantes para a vaga concorrida, exigindo conhecimento específicos. Para responder, são levados em consideração também a habilidade de expressão e escrita.

    2. Estude com antecedência

    mulher estudando para o concurso da caixa
    Quanto antes você começar a estudar, mais chance de passar entre os primeiros

    Por mais dedicado que você seja, há um limite de temas e assuntos que consegue assimilar em um período de tempo. Se está muito longe da estrutura escolar, possivelmente essa janela é ainda mais curta. Por isso, comece a estudar sempre com antecedência.

    É comum que a maioria dos candidatos espere o edital abrir para estudar. No entanto, quem vai chegar nas primeiras colocações são os concurseiros que iniciaram essa rotina antes. Isso porque têm mais chance de aprender e dominar os conteúdos. Em uma prova com questões discursivas, o domínio do conteúdo faz toda diferença.

    3. Treine a escrita

    Não é difícil encontrar quem passe anos sem escrever um texto. E embora não sejam chamadas de redação, as questões discursivas entram nesse contexto. Por isso, é indispensável treinar o seu poder de argumentação.

    Além de ortografia e gramática, a capacidade de expressar o conhecimento é indispensável. Como a correção é mais subjetiva, quaisquer erros na escrita podem comprometer a nota e o desempenho no concurso da Caixa.

    4. Verifique o conteúdo pragmático

    gabarito do concurso da caixaac
    Se você conhecer bem a prova, terá mais confiança

    Faz quase 6 anos que não acontece um Concurso da Caixa. Isso acontece porque a prova de 2014 contou com algumas intervenções jurídicas. No entanto, a prova anterior ainda conta como base para saber o que estudar.

    No conteúdo pragmático do último processo incluiu:

    • Atualidades;
    • Língua Portuguesa;
    • Matemática;
    • Raciocínio Lógico;
    • Legislação Específica;
    • Ética;
    • Atendimento;
    • Conhecimentos Bancários

    Se você está se preparando para concurso do Banco do Brasil também, é possível agregar os dois conteúdos. Os conhecimentos bancários, por exemplo, tendem a ser universais. Portanto, vale a pena criar uma agenda de estudos que priorize essas temáticas, se forem sua fragilidade.

    5. Resolva edições anteriores

    Estudar e ler por horas a fio é excelente, mas não o suficiente. A verdade é que nem sempre apenas saber o assunto significa que você sabe responder questões sobre ele. É por isso que é tão importante resolver edições anteriores do concurso da Caixa.

    Quando você se depara com uma prova por completo, é mais fácil colocar o conhecimento em prática. É importante levar a sério e consultar o gabarito apenas ao final. Dessa forma, vai conseguir perceber quais são as suas dificuldades e focar no que ainda está mais difícil de assimilar.

    6. Crie uma rotina de estudos

    calendário para estudar
    Mantenha um calendário detalhado de estudos

    Um dia você estuda só português, no outro dá vontade de estudar matemática. É bom ter motivação para o tema do dia, contudo, é ainda mais essencial ter uma rotina fechada de  estudos. Criar uma agenda é indispensável tanto para o aprendizado quanto para sua saúde mental.

    Ao ter um planejamento claro das matérias, fica mais fácil perceber pontos fortes e fracos. Além disso, vai conseguir preparar sua mente para cada dia. Se tem dificuldades com raciocínio lógico, vai preparar o mindset para conseguir superar as principais dificuldades ou mesmo para ter um dia mais leve com conteúdos mais simples.

    7. Durma e descanse

    Ser disciplinado nos estudos inclui ter períodos de descanso. É importante que você priorize a boa qualidade do sono e tenha momentos para sua mente descansar. Estudar demais pode ser tão prejudicial quanto estudar de menos.

    O que acontece é que sua mente pode ficar sobrecarregada. O estresse compromete sua capacidade de assimilação. Logo, passar 12h na frente nos livros pode ser tão eficiente quanto ficar 5 horas com intervalos de descanso, por exemplo. É preciso saber dosar a sua vida para não exagerar.

    8. Siga metodologias comprovadas

    mulher estudando para o concurso da caixa usando fone de ouvido
    Encontre a maneira que mais te ajuda a aprender

    Existem diferentes métodos de ensino que são capazes de ajudar a aprender. Para o concurso da Caixa, não é diferente. É importante que você saiba qual é a metodologia mais capaz de te auxiliar a assimilar conteúdo.

    Há pessoas, por exemplo, que aprendem falando alto. Assim, pode ser interessante gravar áudios para si mesmo com notas e pensamentos relevantes para ouvir depois. Outras precisam escrever e escrever. Ter um caderno, nesse caso, funciona melhor do que ter um computador ao seu lado. Fique atento ao que te dá mais resultados.

    9. Faça revisões para o concurso da Caixa

    O cérebro consegue absorver muito conteúdo. Contudo, pode não acontecer da primeira vez. É por isso que as revisões fazem tanta diferença. Se trata de uma segunda oportunidade de garantir a melhor forma de aprendizado.

    Sempre que puder, comece seu período de estudos revisando o que aprendeu no dia anterior. Assim, você terá um tempo para entrar no clima e ainda vai guardar melhor as informações. Dividir seu tempo em 20% de revisão e 80% de novos conteúdos é uma fórmula eficiente.

    Para passar no concurso da Caixa, é importante se preparar bastante. Como já faz muito tempo desde a última prova, um novo edital deve acontecer em breve. E quanto mais você estudar agora, mais tranquilo vai estar quando chegar esse momento.

    Curtiu as dicas? Aproveite para compartilhar esse artigo em suas redes sociais e conversar com outros concurseiros sobre o que realmente ajuda!