Quais os requisitos para prestar um concurso público? Ser servidor público é o objetivo de muitos. Eles costumam oferecer bons salários e estabilidade. Sem contar que é possível crescer dentro das instituições.
No entanto, nem todo mundo sabe que existem requisitos para prestar um concurso público. Enquanto alguns são mais gerais, outros são específicos do tipo de trabalho que você quer realizar.
Pensando nisso, a seguir te contamos tudo o que é necessário para poder prestar um concurso.
Requisitos básicos para prestar um concurso público
De acordo com a Constituição do Brasil de 1988, existe uma série de requisitos básicos para quem quer prestar um concurso público. Essas informações também constam na lei 8.112/90.
Os requisitos básicos são os seguintes:
1. Idade
Para prestar concurso, o cidadão precisa ter pelo menos 18 anos de idade.
2. Nacionalidade
O cidadão precisa ser brasileiro, ou ter nacionalidade brasileira. Conseguir essa nacionalidade depende do tempo que a pessoa vive no Brasil, e do idioma de seu país de origem.
3. Direitos e deveres políticos
Além disso, o cidadão deve estar de acordo com seus direitos políticos. Além disso, deve ter cumprido suas obrigações com os setores militares ou eleitorais.
4. Nível de escolaridade
Outro requisito é que o cidadão deve ter o nível de escolaridade pedido na vaga em questão.
5. Aptidão
Por fim, o cidadão deve estar apto de suas condições mentais e físicas.
Sendo assim, quem não estiver dentro desses requisitos não poderá se aplicar a um concurso.
No entanto, caso o candidato perceba que foi prejudicado porque o edital não segue a Constituição, deve buscar seus direitos na justiça.
Requisitos específicos para prestar concurso
prestar um concurso público
Além dos requisitos básicos, alguns fatores também interferem caso você queira prestar um concurso público. Isso porque, para alguns cargos, as regras são mais restritivas.
Sem contar que ainda existem muitos mitos sobre os requisitos do concurso público. Confira alguns a seguir.
1. Nome sujo
De modo geral, quem tem nome sujo pode sim prestar um concurso público. No entanto, editais de vagas bancárias costumam impedir pessoas inadimplentes de concorrerem às vagas.
O Banco do Brasil, por exemplo, não deixa que pessoas com nome sujo no SPC e Serasa trabalhem na empresa.
Afinal, a lógica do órgão diz que é contraditório uma pessoa endividada cuidar das finanças dos clientes.
2. Passagem na polícia
Quem já possui ficha criminal ou passagem na polícia também pode prestar concurso para alguns cargos.
No entanto, é preciso que o cidadão tenha sido absolvido, ou já tenha pago pelos seus delitos.
No entanto, alguns cargos pedem que seus candidatos tenham ficha limpa, como os de juiz e policial.
3. Gravidez
Segundo as leis brasileiras, a gravidez não deve impedir uma mulher de concorrer a cargos públicos. Além disso, existem leis específicas que garantem que mulheres lactantes podem amamentar seus filhos durante as provas para o concurso.
No entanto, gestantes podem ser impedidas de realizar provas para concursos que exigem esforços físicos, como do exército. Apesar disso, elas têm o direito de remarcar a prova para depois da gravidez.
4. Idade máxima
A idade mínima para prestar concurso público já é estabelecida, mas e a máxima? No geral, não existe um limite de idade para quem quer ser servidor público.
No entanto, para alguns cargos, que exigem esforço físico, idosos podem não ser aceitos. Nesse caso, o concurso deve deixar a lei clara no edital.
Por via de regra, essa idade máxima costuma ser entre 65 e 70 anos de idade.
5. Obrigação eleitoral
Como a Constituição prevê, quem não cumpriu suas obrigações eleitorais não pode prestar concurso. Dentre essas obrigações estão votar na última eleição, ou justificar sua ausência.
No entanto, regularizar essa situação é fácil, e o cidadão pode fazer isso em um cartório eleitoral.
6. Aposentados
Segundo as leis do Brasil, só pode prestar concurso público quem está aposentado pela iniciativa privada.
7. Servidores exonerados
Caso o cidadão seja um servidor exonerado, ou seja, tenha pedido demissão, ele não pode assumir outro cargo público.
8. Servidores demitidos
Já no caso de servidores demitidos, eles só podem prestar um novo concurso após 10 anos de sua demissão.
9. Tatuagem
O STF proibiu que pessoas com tatuagens sejam impedidas de assumir qualquer tipo de cargo público. No entanto, existem algumas exceções.
O cidadão não deve ter tatuagens ofensivas, violentas, ou de caráter preconceituoso.
10. Nível de escolaridade
Por fim, o nível de escolaridade é um fator eliminatório para quem quer presta concurso. Ou seja, se você não tem ensino superior completo, não pode se candidatar a uma vaga de Promotor, por exemplo.
Vantagens de prestar um concurso público
Existe uma série de benefícios para quem presta um concurso e é aprovado para ser servidor. Aqui, falaremos sobre as três principais.
1. Estabilidade
Ao contrário do serviço privado, na rede pública o servidor não pode ser demitido a qualquer momento.
Para que isso aconteça, ele precisaria infringir gravemente algum tipo de regra.
Outro fator positivo é que, mesmo estável, é possível crescer como funcionário público. Isso porque os órgãos costumam beneficiar quem faz um bom trabalho, e fazer avaliações de competência.
Com isso, o servidor consegue crescer na carreira.
2. Remuneração
Em média, funcionários da rede pública recebem um salário maior do que os da rede privada. Esse tipo de benefício costuma acontecer até mesmo com quem tem apenas ensino médio completo.
Além disso, os órgãos públicos sempre pagam na data. Eles também podem adiantar o pagamento em alguns casos.
3. Benefícios
Servidores públicos também têm uma série de benefícios. Eles possuem, por exemplo, férias, 13º salário e recesso remunerado.
Além disso, funcionários públicos possuem vantagens financeiras, como menor taxa de juros. Eles também podem ter maior tempo para quitar seus empréstimos.
Por fim, o servidor também recebe um valor maior quando se aposenta, do que o que ganharia em órgãos privados.
Sendo assim, existem muitos benefícios para quem quer se tornar servidor. No entanto, também há uma série de requisitos para quem deseja prestar um concurso público. Acima de tudo, você deve ter disciplina na hora de estudar, e ler o edital com atenção.
Você sabe como trabalhar no IBGE 2021? O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é um lugar onde muita gente sonha em trabalhar. Isso porque, por conta do Censo Demográfico, a cada dez anos o órgão seleciona pessoas para suprir vagas temporárias.
Em 2021 a espera pelas vagas é ainda maior. Isso porque, por causa da pandemia, a edição de 2020 do concurso foi adiada, e deve acontecer no ano que vem.
Apesar de ser um dos cargos mais aguardados da área de servidores públicos, hoje em dia muita gente ainda têm dúvida sobre como trabalhar no IBGE 2021. Para saber mais, confira a seguir.
Como trabalhar no IBGE 2021?
Apesar de ser uma vaga temporária, saber como trabalhar no IBGE 2021 não é tão simples assim. Isso porque o órgão seleciona seus funcionários por meio de um concurso, que acontece em todo o Brasil.
Para ser elegível ao concurso, é preciso ser brasileiro, e ter acima de 18 anos. Além disso, aposentados, membros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros não podem participar da seleção.
O IBGE oferece uma série de vagas temporárias, para cargos administrativos, e também para trabalhar no Censo Demográfico a cada dez anos. Para isso, o concursado deve realizar uma prova e, em alguns casos, também passar por um treinamento.
Uma vez aprovado, o funcionário terá um contrato temporário de até cinco meses.
Como fazer a inscrição no IBGE?
Apesar de ainda não terem aberto as inscrições para o concurso do IBGE 2021, fazer a inscrição é fácil. Basta ficar de olho na data de inscrição e lançamento dos editais.
Então, é só acessar o site do Cebraspe, escolher a vaga para a qual você gostaria de aplicar, e se inscrever com seus dados. Depois, você deve pagar a taxa de inscrição na internet, bancos ou casas lotéricas.
Pronto, agora é só estudar e se preparar para a prova.
Vagas do Censo IBGE 2021
Agora que você já sabe como trabalhar no IBGE 2021, chegou a hora de falar sobre as vagas disponíveis. A cada dez anos o órgão abre concurso para quem quer trabalhar no Censo Demográfico, que são divididas em três categorias.
1. Agente Censitário Municipal
O Agente Censitário Municipal é aquele que comanda os agentes supervisores e recenseadores. A carga horária é de 40 horas semanais (ou seja, 8 horas diárias), e o salário é de R$2.100 ao mês.
Além disso, para trabalhar como Agente Municipal é preciso ter, pelo menos, nível médio.
2. Agente Censitário Supervisor
Já o Agente Supervisor cumpre funções mais técnicas e cuida do trabalho dos recenseadores. A carga horária deste cargo também é de 40 horas semanais, mas o salário é de R$1.700 ao mês. Assim como o Agente Municipal, para esse cargo também é pedido nível médio.
3. Recenseador
Por fim, o recenseador é aquele que faz o levantamento de dados em sua região. Neste caso, o lucro não é fixo, e depende do tanto de horas trabalhadas, e da área coletada. Pessoas com, pelo menos, nível fundamental podem se inscrever.
Apear de ser um dos maiores órgãos do Brasil, hoje em dia muita gente ainda têm dúvida sobre como trabalhar no IBGE 2021. Apesar de não pedir ensino superior, o concurso para vagas temporárias do Instituto é bem concorrido e requer estudo.
Você sabe quais os concursos previstos para 2021? 2020 foi um ano difícil para concursos. Vários foram adiados ou cancelados, por causa da Covid-19.
No entanto, com um cenário um pouco melhor, vários órgãos públicos estão abrindo editais de concursos para 2021. Ao todo, serão mais de dez mil vagas, contando os mais diversos órgãos.
Pensando nisso, a seguir confira os 10 concursos previstos para 2021. Assim, você tem tempo de se preparar e conquistar a estabilidade de um servidor público.
Concursos previstos para 2021
Por conta da pandemia da Covid-19, muitos órgãos precisaram cancelar seus concursos de 2020. Isso, por sua vez, acabou causando um déficit nas vagas necessárias nesses órgãos.
Ou seja, agora vários deles têm protocolado pedidos para abrir ainda mais vagas, e como consequência oportunidade de emprego para cada vez mais gente.
A seguir, confira os dez concursos previstos para 2021 que já foram aprovados, ou estão perto da aprovação.
1. Concurso da Polícia Federal
Um dos mais aguardados concursos é o da Polícia Federal. Apesar de ainda esperar a aprovação do Ministério da Economia, esse concurso já foi confirmado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. Ou seja, a possibilidade de realmente acontecer é grande.
O concurso de 2021 da PF prevê 2 mil vagas abertas, para várias funções diferentes. Isso porque atualmente o órgão está em falta de mais de 4 mil funcionários, em funções como delegado, escrivão, perito criminal e muito mais.
Sendo assim, o concurso da PF aceita inscrições de pessoas com nível médio e superior de escolaridade. Além disso, o salário gira em torno de 23 mil reais.
2. Concurso do Banco Central
Apesar de ainda não ter sido aprovado pelo Ministro da Economia Paulo Guedes, o Banco Central pediu por um concurso de 260 vagas. Isso porque atualmente o órgão estaria com quase 50% de cargos vagos, e precisando urgentemente de mão de obra para várias funções.
Dentre as vagas que devem abrir, estão as de Analista, Procurador e Técnico. O Banco Central ainda aceita inscrições de pessoas com nível superior e médio, e os salários vão de 7 a 21 mil reais.
3. Concurso do IBGE
O concurso do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é um dos maiores concursos previstos para 2021. Isso porque de início ele aconteceria em 2020, mas precisou ser cancelado por conta da pandemia.
O concurso do IBGE oferece mais de 208 mil vagas, algumas para Agente Censitário, e outras para Recenseador. O órgão pede nível fundamental ou médio completos, e portanto os salários vão até 2 mil reais.
4. Concurso da Receita Federal
O concurso da Receita Federal também deve acontecer em 2021. Apesar de ainda não ter datas previstas, o órgão pediu ao governo mais de 3 mil vagas. Esse, inclusive é um dos mais esperados pelo ramo fiscal.
Para o concurso da Receita Federal, apenas pessoas com nível superior são aceitas. Sendo assim, os cargos são de Analista Tributário, com salário em torno de 11 mil reais, e Auditor Fiscal, que pode ganhar 21 mil reais.
5. Concurso da Controladoria-Geral da União
Outro concurso muito aguardado pela área de finanças é o de Controladoria-Geral da União. Ainda não foram divulgadas quantas vagas serão aprovadas pelo Ministro da Economia, mas é certo que elas serão para nível médio e superior.
Sendo assim, um dos cargos seria para Técnico Federal de Finanças e Controle, com ganhos mensais de 7 mil reais. Já o outro, com salário de 19 mil reais, seria para Auditor Federal de Finanças e Controle.
6. Concurso da Polícia Rodoviária Federal
Assim como o concurso da PF, o da Polícia Rodoviária Federal também foi confirmado por Bolsonaro. Ou seja, dos concursos previstos para o próximo ano, ele é uma das grandes certezas.
A PRF pediu por mais de 2 mil vagas, para os cargos de agente administrativo e polícia rodoviária federal. Para o primeiro caso, o salário será de 4 mil reais, e para o segundo 9 mil. Assim como o concurso da PF, esse também aceita inscrições de pessoas com nível superior e médio.
7. Concursos previstos para 2021: Funai
O concurso da Fundação Nacional do Índio é um dos mais aguardados de 2021, já que o órgão não abre novos editais há 4 anos. No pedido feito ao Ministério da Economia, a Funai pediu por mais de 800 vagas de nível médio a superior.
Os cargos da Funai ainda não foram divulgados, mas o salário deve ficar em torno de 5 a 8 mil reais.
8. Concurso do Ibama
Outro órgão que há tempos não realiza concursos, e que pode voltar em 2021, é o Ibama. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis não realiza concursos desde 2012, e agora pediu por mais de 3 mil vagas.
Os cargos são diversos, e contam com Analista e Técnico Administrativos e Analista Ambiental. Sendo assim, o grau de escolaridade é nível médio e superior, e os lucros são de 3 a 7 mil reais mensais.
9. Concurso do Inmetro
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia também pediu ao Ministro da Economia por um concurso. O pedido foi de 430 vagas, tanto para cargos do órgão, quanto para Plano de Carreira. Dependendo da vaga, o salário pode ser de até 17 mil reais.
No entanto, vale lembrar que as vagas com salário mais elevado normalmente são para pessoas com ensino superior.
10. Concurso do Ministério Público de São Paulo
A maior cidade do Brasil também tem concursos previstos para 2021. Isso porque o Ministério Público de São Paulo planeja abrir 150 vagas para Promotor, com salário em torno de 28 mil reais.
No caso dessa vaga, existe uma série de regras um pouco mais restritas a serem seguidas. Os candidatos devem ter formação em Direito, e prática na área de, pelo menos, três anos. Além disso, o órgão espera boa conduta social de seus concursados.
Por fim, vale lembrar que, além desses, há vários outros concursos previstos para 2021. Alguns, inclusive, não são em nível federal, mas sim estadual ou municipal. Sendo assim, é importante ficar de olho nos concursos disponíveis da sua cidade, para não perder essa oportunidade.
Quanto tempo dura o Censo do IBGE? O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é conhecido, entre muitas coisas, por causa do Censo Demográfico.
Essa é uma pesquisa feita no Brasil para medir a quantidade de cidadãos e seus hábitos.
Apesar de muito importante para o Brasil, muitas pessoas hoje ainda têm dúvida sobre quanto tempo dura o Censo do IBGE. Pensando nisso, a seguir responderemos essa e mais perguntas.
O que é o Censo do IBGE?
O Censo Demográfico feito pelo IBGE é uma pesquisa que acontece em todo o Brasil.
Essa pesquisa é feita para medir o crescimento da população, além de descobrir as características das pessoas que vivem no país.
Além de trazer dados sobre quem somos, o Censo é muito útil para o governo. Isso porque, com essas informações em mãos, o governo consegue pensar em políticas públicas.
Por sua vez, essas políticas melhoram a qualidade de vida da população.
Quanto tempo dura o Censo do IBGE?
Responder quanto tempo dura o Censo não é fácil. Isso porque depende muito do objetivo dessa pergunta.
Sendo assim, o Censo Demográfico acontece a cada dez anos. A última vez que o levantamento foi feito foi entre 2009 e 2010, e de lá para cá muita coisa mudou.
Por exemplo, o IBGE estima que a população tenha aumentado em mais de 10% de lá para cá.
Por acontecer a cada dez anos, o Censo deveria ter sido feito em 2020. No entanto, por conta da pandemia, a pesquisa foi adiada para 2021.
Além do intervalo de tempo em que o Censo é feito, outra dúvida é sobre quanto tempo dura o contrato de trabalho.
Isso porque, a cada edição do Censo, o governo realiza um concurso para contratar funcionários temporários.
O tempo de trabalho de cada um também depende muito. Os recenseadores, por exemplo, costumam trabalhar por três meses.
Em alguns casos, eles também podem ter seus contratos estendidos. Já os Agentes Censitários costumam trabalhar para o IBGE por cinco meses.
Quais são os cargos para trabalhar no Censo?
Trabalhar no Censo é o objetivo de muita gente. Afinal, além de ser um concurso que só acontece a cada dez anos, ele também é temporário. Ou seja, é uma boa chance de conseguir renda extra.
Para o Censo, o IBGE normalmente abre três vagas, cada uma muito diferente. Confira em detalhes a seguir.
1. Agente Censitário Municipal
O Agente Censitário Municipal comanda a equipe de agentes supervisores e recenseadores. A carga horária é de 40 horas semanais (ou seja, 8 horas diárias), e o salário é de R$2.100 ao mês.
Além disso, para trabalhar como Agente Municipal é preciso ter, pelo menos, ensino médio completo.
2. Agente Censitário Supervisor
Já o Agente Supervisor cumpre funções técnicas e supervisiona o trabalho dos recenseadores. A carga horária deste cargo também é de 40 horas semanais, mas o salário é de R$1.700.
Assim como o Agente Municipal, para esse cargo também é pedido nível médio.
3. Recenseador
Por fim, o recenseador é aquele que faz o levantamento de dados. Neste caso, o lucro não é fixo, e depende do tanto de horas trabalhadas, e da área coletada.
Pessoas com, pelo menos, nível fundamental podem se inscrever.
Apesar de ser uma das pesquisas mais famosas do Brasil, muita gente ainda têm dúvida sobre quanto tempo dura o Censo do IBGE. Além de importante para a política do país, o levantamento ainda dá oportunidade de emprego temporário para muitas pessoas.
Você sabe quanto ganha em média um recenseador do IBGE? A cada dez anos o IBGE abre o concurso para quem quer trabalhar no Censo Demográfico.
Por conta da pandemia, a edição de 2020 precisou ser adiada, e deve acontecer em 2021.
O cargo que oferece a maior quantidade de vagas é o de recenseador. Isso porque esses funcionários são responsáveis por coletar as informações do Censo, e devem trabalhar em todas as cidades do Brasil.
No entanto, ao contrário dos outros cargos temporários do IBGE, o recenseador não recebe um salário fixo. Afinal, quanto um recenseador? Confira a seguir.
O que um recenseador faz?
Antes de falarmos sobre quanto ganha em média um recenseador, vamos entrar em detalhes sobre o trabalho do funcionário.
O recenseador é a pessoa que recolhe os dados do Censo. Ou seja, é ele quem mapeia os domicílios nas áreas urbanas e rurais, e conversa com a população para levantar as informações.
É também o recenseador que aplica o questionário sobre características do domicílio, informações socioeconômicas, núcleo familiar, religião e muito mais.
Além disso, cada recenseador tem relação com um Posto de Coleta, onde deve entregar o material coletado. Quem quer trabalhar como recenseador deve ter, pelo menos, ensino fundamental completo, e ser maior de 18 anos.
Quanto ganha em média um recenseador?
Ao contrário de outras vagas do IBGE, que possuem salários fixos, não dá para estimar exatamente quanto ganha em média um recenseador. Isso porque o lucro depende de algumas variáveis, que fazem diferença no cálculo final.
A seguir falaremos sobre os principais fatores que impactam o salário do recenseador:
1. Horas trabalhadas
O primeiro fator que impacta no salário do recenseador é a quantidade de horas trabalhadas. Ou seja, quanto mais o funcionário trabalhar, mais ele recebe.
Apesar de não ter uma jornada fixa de trabalho, o IBGE define que o recenseador deve trabalhar por pelo menos 25 horas semanais. Além disso, o órgão diz que o tempo máximo de serviço é de 50 horas semanais.
O recenseador também deve participar de um treinamento de cinco dias e oito horas diárias, que é eliminatório.
2. Dificuldade do trabalho
O grau de dificuldade do trabalho também impacta no salário final do recenseador. Sendo assim, funcionários que trabalham em lugares remotos e rurais tendem a ganhar mais do que pessoas que estão nas capitais.
Além disso, um detalhe que não é muito comentado pelo IBGE tem a ver com os benefícios. Isso porque o recenseador tem direito a 13º salário e férias proporcionais aos dias de trabalho. Ou seja, quanto mais trabalhar, mais poderá ganhar no final.
Sendo assim, um recenseador que trabalha em torno de 40 horas semanais em cidades grandes costuma ganhar em torno de R$2 mil reais. Já quem trabalha em áreas rurais pode tirar até ais de R$4 mil.
Estipular quanto ganha em média um recenseador do IBGE não é tarefa fácil. Isso porque esse cálculo depende de muitas variáveis, e do tempo gasto no trabalho. De qualquer forma, é uma ótima alternativa para quem precisa de um trabalho temporário.
Você sabe quanto tempo dura o contrato temporário do IBGE? Todo ano o IBGE abre um concurso para selecionar funcionários temporários.
A cada dez anos, essas pessoas são selecionadas para trabalhar também no Censo Demográfico. Ou seja, fazendo o levantamento de dados da população. Esse é um dos concursos mais aguardados, já que acontece a cada dez anos e traz vagas para todo o Brasil.
A espera pelo concurso do IBGE de 2021 é ainda maior, já que a edição de 2020 precisou ser adiada por conta da pandemia. Mas quanto será que dura o contrato temporário do IBGE? Tire todas as suas dúvidas a seguir.
Quais vagas disponíveis no Censo Demográfico?
Apesar de o edital ainda não estar aberto, o Censo Demográfico normalmente possui três vagas diferentes para quem trabalha no Censo. Cada uma dessas vagas conta com uma carga horária específica, salários e benefícios. Saiba mais sobre cada uma deles a seguir.
1. Agente Censitário Municipal
O Agente Censitário Municipal é aquele que comanda o time de agentes supervisores e recenseadores. A carga horária é de 40 horas semanais (ou seja, 8 horas diárias), e o salário é de R$2.100 ao mês.
Esse costuma ser o cago com menor quantidade de vagas, em 2020 foram apenas cerca de 5 mil no país todo. Além disso, para ser Agente Censitário Municipal o concursado precisa ter, pelo menos, ensino médio.
2. Agente Censitário Supervisor
Por outro lado, o Agente Supervisor é aquele que cumpre funções mais técnicas e cuida do trabalho dos recenseadores. A carga horária deste cargo também é de 40 horas semanais, mas o salário é de R$1.700 ao mês.
Apesar de também pedir por ensino médio completo, há mais vagas disponíveis para gente Censitário Supervisor. Em 2020, foram abertas 22 mil vagas em todo o Brasil.
3. Recenseador
Por fim, o recenseador é aquele que faz o levantamento de dados em sua região. Neste caso, o lucro não é fixo, e depende do tanto de horas trabalhadas, e da área coletada. No entanto, a jornada recomendada para o recenseador é de pelo menos 25 horas semanais.
Esse costuma ser o cargo com a maior quantidade de vagas. No concurso de 2020, que foi adiado, o IBGE buscava contratar mais de 180 mil pessoas em todo o Brasil. Além disso, pessoas que possuem pelo menos o ensino fundamental podem se candidatar às vagas.
Quanto tempo dura o contrato temporário do IBGE?
O contrato temporário do IBGE também depende muito do cargo. Isso porque, para cada um deles, o funcionário deve ficar disponível por uma quantidade de tempo.
O contrato de recenseador costuma durar três meses, com possibilidade de prorrogação. Além disso, quem quiser trabalhar no cargo precisa realizar um treinamento eliminatório de cinco dias e oiro horas diárias.
Já para os Agentes Censitários, a previsão é de um contrato de cinco meses.
Trabalhar para o IBGE é uma ótima forma de ganhar dinheiro. Isso porque o contrato temporário do IBGE dura apenas alguns meses, mas faz diferença para quem busca uma renda extra. Além disso, é uma ótima forma de ingressar, pelo menos por algum tempo, na vida de servidor público.
Você sabe os concursos que vai ter em 2021? 2020 foi um ano atípico para concursos. Por causa da pandemia de Covid-19, vários foram cancelados ou adiados.
Além de ser ruim para quem se preparou para os exames, esses adiamentos também causaram um déficit no banco de funcionários de órgãos públicos.
Por conta disso, a expectativa é que vários concursos aconteçam em 2021. Enquanto alguns já foram até aprovados pelo Presidente Jair Bolsonaro, outros ainda estão em seus passos iniciais de agendamento.
Pensando nisso, a seguir confira os 10 concursos que vai ter em 2021. Assim, você já pode começar a estudar e se preparar.
Concursos que vai ter em 2021
concursos que vai ter em 2021
2020 foi um ano difícil para quem queria prestar concurso, mas não perca a esperança. Apesar de o ano estar quase acabando, ainda dá tempo dos órgãos públicos anunciarem os concursos que vai ter em 2021.
Sendo assim, se a sua ideia é virar servidor público, vale a pena já começar a se preparar. A seguir, confira os dez concursos que vai ter em 2021, ou que, pelo menos, já estão encaminhados para acontecer.
1. Concurso da Polícia Federal
Os concursos da Polícia Federal são sempre um dos mais aguardados. Além disso, ele é um dos que estão mais encaminhados para acontecer em 2021. Isso porque, apesar de o Ministério da Economia ainda não ter aprovado o exame, o presidente Jair Bolsonaro já o confirmou.
A estimativa é que o concurso da PF conte com mais de 2 mil vagas, para diversos setores. A quantidade é alta porque o órgão está com um déficit de mais de 4 mil funcionários. Os cargos vão desde delegado a perito criminal.
Os salários oferecidos pela Polícia Federal também são muito chamativos. Ele gira em torno de 23 mil reais dependendo da vaga, e pode se inscrever quem tem ensino médio ou superior completo.
2. Concurso da Polícia Rodoviária Federal
Além da PF, a Polícia Rodoviária Federal também deve ser um dos concursos que vai ter em 2021. Afinal, ele também foi confirmado por Bolsonaro, e espera apenas a aprovação do ministro da economia Gilmar Mendes.
A PRF estima a abertura de 2 mil vagas para os cargos de policial rodoviário federal e agente administrativo. Enquanto, para o primeiro caso, o salário é de 9 mil reais, para o segundo o valor mensal seria de 4 mil.
3. Concurso do Ibama
Outro órgão que deve abrir vaga para concurso em 2021 é o Ibama. A expectativa é que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis abra um edital com mais de 3 mil vagas. Isso porque a última vez que o Ibama abriu um concurso foi em 2012.
Sendo assim, os cargos para trabalhar no Ibama são diversos, e vão desde Analista Ambiental a Técnico Administrativo. Por isso os salários também variam muito, embora fiquem em torno de 3 a 7 mil reais.
4. Concurso do Banco Central
O Banco Central também é um dos órgãos que vão abrir concurso em 2021. Apesar de ainda não ter sido confirmado pelo Ministério da Economia, o órgão pediu por 260 vagas, pois a instituição está funcionando com apenas 50% de funcionários.
Sendo assim, o Banco Central aceita inscrições de pessoas com ensino médio e superior, para cargos como Analista, Técnico ou Procurador. Os lucros, então, variam entre 7 e 21 mil reais.
5. Concurso do IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística também deve abrir edital para concurso em 2021. Isso porque, de início, ele ia acontecer em 2020, mas precisou ser adiado por causa da pandemia.
O IBGE prevê a abertura de 208 mil vagas para Agente Censitário e Recenseador. O órgão pede pelo menos ensino fundamental completo, e portanto o salário fica em torno de 2 mil reais.
6. Concursos que vai ter em 2021: Funai
A Fundação Nacional do Índio também é um órgão que enfrenta um grande déficit. Portanto, em 2021 é provável que abram novas vagas para quem quer trabalhar no local.
Apesar de os cargos não terem sido divulgados, a Funai teria pedido por 800 vagas. Além disso, o salário para quem trabalha no órgão fica entre 5 e 8 mil reais.
7. Concurso da Controladoria-Geral da União
Um dos concursos mais esperados por quem trabalha na área fiscal é o da Controladoria-Geral da União. Ele, inclusive, pode acontecer em 2021. Ainda não foram divulgadas as vagas, mas é provável que elas sejam apenas para nível médio e superior.
Além disso, os salários também variam muito dependendo da vaga. Por exemplo, o Técnico Federal de Finanças e Controle pode ganhar em torno de 7 mil reais. Já o Auditor Federal de Finanças e Controle pode tirar até 19 mil.
8. Concurso da Receita Federal
Outro concurso muito esperado é o da Receita Federal. Isso porque o órgão já pediu por 3 mil vagas em vários ramos diferentes.
Para esse concurso, apenas pessoas com nível superior podem se inscrever. No entanto, os salários começam em 11 mil reais, e vão até 21 mil reais.
9. Concurso do Inmetro
O Inmetro também deve abrir um edital de concurso para 2021. O órgão pediu 430 vagas para o Ministério da Economia, e o salário pode chegar a 17 mil reais. No entanto, vale lembrar que, para esses lucros mais elevados, normalmente o órgão pede por nível superior.
10. Concurso do Ministério Público de São Paulo
Quem mora em São Paulo também pode se inscrever no concurso do Ministério Público da cidade. Isso porque o órgão planeja abrir 150 vagas apenas par Promotor, com salário em torno de 28 mil reais.
No entanto, para essas vagas o nível de exigência é maior. O Ministério Público só aceita inscrições de pessoas formadas em Direito, que trabalham na profissão há, pelo menos, três anos, e possuem uma boa conduta social.
Apesar de 2020 ter sido um ano difícil para quem ia prestar concurso, em 2021 essas pessoas podem correr atrás do tempo perdido. No entanto, lembre-se de ficar de olho também nos concursos que vai ter em 2021 na sua cidade e município, para não perder essas oportunidades.
6.500 vagas de trabalho em Concurso do IBGE para 2021. É isso mesmo, o IBGE deverá contratar 6.500 profissionais temporários, o edital sairá em 6 meses, interessados devem se ater as questões que cairão na prova.
Concurso do IBGE para 2021
Enfim a a espera está quase acabando, pois o Ministério da Economia autorizou que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contrate 6500 profissionais temporariamente. Os selecionados vão realizar pesquisas estatísticas e geocientíficas. Os escolhidos só devem começar a trabalhar em 2021 e o processo seletivo será de forma simples.
O edital do recrutamento será divulgado em até seis meses. Quem for aprovado, terá contrato de um ano com o órgão, mas que pode ser prorrogado. Os valores dos salários ainda não foram revelados.
As vagas são para agentes de pesquisas e mapeamento, supervisores de coleta e qualidade, agentes de pesquisas por telefone e supervisores de pesquisas.
Saiba mais sobre o IBGE
Missão Institucional
“Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania.”
Principais Funções
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE se constitui no principal provedor de dados e informações do País, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal.
O IBGE oferece uma visão completa e atual do País, através do desempenho de suas principais funções:
Produção e análise de informações estatísticas
Coordenação e consolidação das informações estatísticas
Produção e análise de informações geográficas
Coordenação e consolidação das informações geográficas
Estruturação e implantação de um sistema da informações ambientais
Documentação e disseminação de informações
Coordenação dos sistemas estatístico e cartográfico nacionais
Histórico
Durante o período imperial, o único órgão com atividades exclusivamente estatísticas era a Diretoria Geral de Estatística, criada em 1871. Com o advento da República, o governo sentiu necessidade de ampliar essas atividades, principalmente depois da implantação do registro civil de nascimentos, casamentos e óbitos.
Com o passar do tempo, o órgão responsável pelas estatísticas no Brasil mudou de nome e de funções algumas vezes até 1934, quando foi extinto o Departamento Nacional de Estatística, cujas atribuições passaram aos ministérios competentes.
A carência de um órgão capacitado a articular e coordenar as pesquisas estatísticas, unificando a ação dos serviços especializados em funcionamento no País, favoreceu a criação, em 1934, do Instituto Nacional de Estatística – INE, que iniciou suas atividades em 29 de maio de 1936. No ano seguinte, foi instituído o Conselho Brasileiro de Geografia, incorporado ao INE, que passou a se chamar, então, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Desde então, o IBGE cumpre a sua missão: identifica e analisa o território, conta a população, mostra como a economia evolui através do trabalho e da produção das pessoas, revelando ainda como elas vivem.
Estrutura
O IBGE é uma entidade da administração pública federal, vinculada ao Ministério da Economia, que possui quatro diretorias e dois outros órgãos centrais.
Para que suas atividades possam cobrir todo o território nacional, o IBGE possui a rede nacional de pesquisa e disseminação, composta por:
27 Unidades Estaduais (26 nas capitais dos estados e 1 no Distrito Federal)
27 Supervisões de Disseminação de Informações (26 nas capitais e 1 no Distrito Federal)
564 Agências de Coleta de dados nos principais municípios.
O IBGE mantém, ainda, a Reserva Ecológica do Roncador, situada a 35 quilômetros ao sul de Brasília.
Crédito ao IBGE
As nomenclaturas “Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE”, “Fundação IBGE” e “IBGE” são utilizadas indistintamente pela legislação vigente. Porém, na produção técnica do IBGE, isto é, nos documentos relacionados a seus estudos e pesquisas. Tais como manuais, questionários, divulgações de resultados, material promocional etc.
No entanto o Instituto não adota o termo “Fundação” em sua marca. Mas, sim, “Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE”, ou tão somente IBGE.
Nos documentos de cunho administrativo ou jurídico-legal relacionados ao Instituto, ao contrário; Como é o caso de seu Estatuto, por exemplo, a nomenclatura “Fundação IBGE” é empregada, caracterizando sua natureza jurídica.
Assim, ao creditar informações estatísticas ou geocientíficas do Instituto em seus estudos. Portanto recomendamos ao usuário a utilização da marca Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, ou simplesmente IBGE.
Algumas provas são sempre muito esperadas. A do Concurso Tribunal de Justiça é um exemplo. Você também quer uma vaga?
Apesar do período de incertezas, tudo indica que um edital deve sair em breve. Por isso, é importante ficar de olho em todas as novidades e informações sobre o processo.
Se você está meio desatualizado, não se preocupe. Respondemos as principais dúvidas sobre o concurso a seguir, confira!
Como funciona o Concurso Tribunal de Justiça?
Se você pensa em um cargo no Tribunal de Justiça, precisa entender como funciona. E o primeiro passo é saber que as vagas são estaduais. Isso significa que você precisa esperar o edital do seu estado.
Na verdade, não é incomum que concurseiros vão para outros estados. Nesse caso, porém, ao ser aprovado, é preciso se mudar. Pessoas que fazem o Concurso Tribunal de Justiça PR, por exemplo, vão ser chamados no Paraná. Já quem faz a edição AM, será locado no Amazonas. Ficou claro?
Para quem não tem problemas em se mudar, isso significa mais chances. Isso porque as provas não acontecem com muita frequência. Entretanto, mesmo que um edital não seja aberto no seu estado, pode acontecer em outro. Dessa forma, é possível estudar para mais de uma chance no ano.
Isso, é claro, quando se trata de um período normal de provas.
Quando vai ter outro do Concurso Tribunal de Justiça?
A prova é realizada em cada estado brasileiro
Para 2020, no entanto, a expectativa é de que pouca ou nenhuma vaga seja aberta. Tudo vai depender principalmente de como vão continuar as diretrizes de combate ao coronavírus.
O que se sabe é que não existe restrição para editais no caso de déficit. Instituições podem lançar provas para preencher vagas. E, sem dúvida, o TJ está precisando de novos funcionários para seu quadro. Por isso, a expectativa é que algum Concurso Tribunal de Justiça seja questão de tempo.
Na verdade, a janela de adiamento de provas deve se encerrar ao final do ano. Assim, pode ser que um edital 2020 seja aberto em dezembro, por exemplo. Isso vai fazer com que as provas sejam realizadas em 2021. E, até lá, espera-se que o covid-19 não seja mais uma questão relevante.
Aqui, convém mencionar novamente os estados. Atualmente, por exemplo, o Nordeste vive um momento de queda nas infecções. Enquanto isso, o sul segue com muitos casos.
Assim, pode ser que novos editais sejam abertos inicialmente nas regiões norte. Nesse caso, para os concurseiros, vale considerar a eventual viagem para a prova. E se a intenção é assumir a vaga mesmo que longe.
Como faz a inscrição para o Concurso Tribunal de Justiça?
O primeiro passo pra fazer o concurso do Tribunal de Justiça é a abertura do edital. Para isso, você precisa acompanhar as notícias sobre o estado que te interessa. Sites como o próprio Guia do Concurso vão te ajudar nisso.
A incrição para o TJ é feito na página do organizador. Geralmente, é preciso preencher um cadastro online mesmo. As taxas do concurso variam bastante. O concuro do TJ SC, que teve suas inscrições fechadas recentemente custou R$350.
Para quem quer isenção, é importante seguir alguns quesitos. No caso de Santa Catarina, foi preciso comprovar:
Economicamente hipossuficiente;
Doador de sangue e ter feito pelo menos 3 doações no prazo de um ano;
Doador de medula óssea;
Pessoa com deficiência que tenha renda mensal inferior a dois salários mínimos.
Para o critério de pcd, então esse valor de renda fica em torno de R$2000. Se houver necessidade de algum atendimento especial na prova, é preciso indicar na inscrição. Será necessário anexar um laudo, com indicação médica que justifique essa necessidade.
Para mulheres amamentando, também será necessário avisar durante a inscrição.
Qual é a previsão de vagas para o Concurso Tribunal de Justiça?
É importante começar a estudar antes da abertura do edital
Você sabe quais são os cargos mais cobiçados para o Concurso Tribunal de Justiça? As vagas e técnico judiciário e analista judiciário são as mais desejadas. No entanto, a seleção pode envolver áreas mais amplas.
Há concursos em que são ofertados cargos principalmente para:
Técnico Judiciário – Área Judiciária;
Sem especialiada — Analista Judiciário;
Psicologia — Analista Judiciário;
Assistente social — Analista Judiciário;
Comissário da Infância — Analista Judiciário;
Juventude e Idoso — Analista Judiciário;
Medicina — Analista Judiciário;
Análise de Sistemas — Analista Judiciário;
Execução de Mandados — Analista Judiciário.
Como é possível notar, há mais nas vagas de analista e técnico. As especificações podem variar bastante.
O que cai na prova desse concurso?
A prova do concurso da Tribunal de Justiça varia de estado para estado. Entretanto, a base de conhecimento é basicamente a mesma. Há um caderno de questões para todos os cargos. E outro para específicas.
Veja exemplos do que cai na prova geral
Língua Portuguesa: 1 Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados; Domínio da ortografia oficial; Conhecimento linguístico; Emprego das classes de palavras; Emprego dos sinais de pontuação; Emprego do sinal indicativo de crase; Reescrita de frases e parágrafos do texto; Figuras de linguagem.
Raciocínio Lógico: Premissa e Conclusão; Proposições simples e compostas; Tabelas Verdade; Negação de proposições; pertinência e inclusão; Sequências lógicas; sequências numéricas, progressão geométrica.
Legislação: Normas Aplicáveis aos Servidores Públicos; Noções de Sustentabilidade; Política Nacional sobre Mudanças do Clima; Agenda Ambiental da Administração Pública; Noções sobre Direitos da pessoa com deficiência; Resolução CNJ Nº 230/2016.
Confira o que pode cair nos conhecimentos específicos
Técnico Judiciário: Noções de Direito Civil; Responsabilidade Civil; Processual Civil; Noções de Direito Penal; Crimes contra a Administração Pública; Noções de Direito Processual Penal; Do processo e do julgamento dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos. Sistema Processo Judicial Eletrônico; Noções De Direito Administrativo; Controle da Administração Pública; Noções de Direito Constitucional; Legislação administrativa; 4 Licitação pública.
Analista Judiciário: Noções de Direito e questões da área de especialização.
Para os cargos de analista judiciário, é possível ainda a inclusão de uma peça dissertativa. Tudo vai depender do tipo de cargo que está contratando.
No caso das questões objetivas, são cerca de 25 gerais e 25 específicas. No entanto, essa divisão pode variar dependendo do estado. Em geral, para conseguir classificação, é preciso acertar pelo menos 50% da prova. Além disso, não se pode zerar em nenhum dos quesitos gerais.
Há regiões que utilizam ainda outros critérios para classificação. No último concurso do TJ RJ, foram classificados apenas 10 vezes o número total de vagas. Isso significa que mesmo que as notas estejam dentro do corte, o candidato não está garantido entre os classificados.
Como estudar para o Tribunal de Justiça?
É importante organizar um cronograma de estudos
Como outros concursos principalmente desse porte, o período de estudos é indispensável. É preciso estruturar uma rotina para conseguir bons resultados. Isso porque a concorrência tende a ser grande. Há inclusive concurseiros que se dedicam por meses a dominar a prova.
Uma boa maneira de não ficar de fora é organizar seu próprio cronograma para estudar para o Concurso Tribunal de Justiça. Comece analisando seus pontos fracos e fortes. Esse será o ponto de partida.
Como provavalmente nenhum edital será concretizado ainda em 2020, você tem pelo menos 3 meses para estudar. Nesse período, vale dividir sua rotina.
Por exemplo:
português e raciocínio lógico na segunda;
direito civil e administrativo na terça;
legislação geral na quarta;
direito penal e constitucional na quinta;
revisão e exercícios na sexta.
Claro que esse é apenas um exemplo. O importante é que você tenha uma divisão clara. Isso vai ajudar a acompanhar todo material de estudo.
Também é interessante reforçar a importância da revisão. É então quando você revê o conteúdo que consegue assimilar melhor. Há técnicas que propõe inclusive a revisão diária. Nesse caso, a divisão seria:
20% do tempo para revisão;
60% conteúdo novo;
20% para exercícios.
Nesse caso, você começaria seu dia revisando o anterior. Então passaria para o novo material. E encerraria o dia com exercícios que já foram aplicados.
O segredo para passar no Concurso Tribunal de Justiça ou em outros é achar o seu método ideal. Há quem prefira áudiobooks de apoio. Ou quem goste de assistir aulas em vídeo e escreve resumos. O que faz diferença é compreender o seu método ideal de assimilação.
Quem pode fazer o Concurso Tribunal de Justiça?
As vagas do Concurso Tribunal de Justiça se dividem entre técnico e analista. Para as vagas técnicas, a formação exigida é de ensino médio. Há ainda também a possibilidade de exigência de curso técnico.
Já para os cargos de analista judiciário, o requisito é formação superior. E o tipo de graduação vai depender sempre da função. Para assistente social, por exemplo, há exigência de formação em serviço social.
Também é preciso ter certificado e registro válido da formação no órgão adequado. Para médicos, o CRM, por exemplo, precisa estar em dia.
Além disso, considera-se para homens a necessidade de certificado de reservista. E a idade mínima de 18 anos completados até o dia de assumir a vaga.
Quanto ganha um aprovado no Concurso Tribunal de Justiça?
As vagas oferecem possibilidade de progressão de cargo
Não é à toa que o concurso Tribunal de Justiça é bastante desejado. O rendimento oferecido pelos cargos do TJ são atraentes. Os valores dependem principalmente do tipo de cargo e especialização.
Atualmente, o piso mínimo é de cerca de R$4 mil para os cargos técnicos. Já os analistas podem então ganhar de R$11 a 17 mil, apenas como salário base.
No entanto, convém mencionar que o valor é mais alto na prática.
O que acontece é que esses profissionais vão receber ainda:
auxílio-alimentação;
assistência médica,
auxílio creche;
e auxílio transporte.
Apenas esses pagamentos então já representam quase 50% a mais no final do mês. E é preciso considerar que existem também adicionais de salário. Esses valores extras variam portanto de acordo com a titulação comprovada.
Um profissional com uma segunda gradução vão receber 5% de adicional. Já para os pós graduados, o acréscimo é 7,5%. Os mestres recebem 10% a mais. E os doutores completam a lista com 12,5% a mais em seus salários base.
Isso significa que um doutor com formação comprovada poderá receber quase 2 mil reais a a mais. Esse valor considerando que tenha o cargo menor remunerado dentre os analistas.
Também é preciso dizer que o valor não é cumulativo. Um funcionário com mestrado e doutorado não vai receber 10% e 12,5% a mais. Na verdade, assim que a formação for comprovada, será adicionado apenas o diferencial.
Vale explicar ainda que a prova de títulos varia de concurso para concurso. Há processos seletivos que não vão agregar nota por causa da titulação. Já para outros, se trata de um critério relevante. Nesse caso, a formação inclusive é capaz de levar a classificação lá pra cima.
Por que vale a pena fazer esse concurso?
Como dá para perceber, os benefícios do concurso Tribunal de Justiça são portanto muito amplos. As funções tendem a atrair muitos perfis de candidatos. E como se trata de um processo estadual, há até mesmo mais aberturas de editais. Para quem não se incomoda em mudar de cidade, são chances a mais.
Também é interessante considerar a remuneração. O piso não é considerado tão alto. Entretanto, os adicionais tendem a ser muito atraentes. E ainda mais a estabilidade do cargo.
Cabe mencionar ainda a possibilidade de progressão e promoção. Um servidor tem a possibilidade de sair de um grau para outro imediatamente superior, por exemplo. Esse processo acontece anualmente e permite crescimento interno.
Enquanto alguns cargos são estáticos, essas vagas são especialmente atrativas. Isso porque o profissional poderá aumentar o rendimento tanto por meio de mais formação quanto ao ser promovido.
A existência de processos de remoção também é considerada vantajosa. A possibilidade de ser transferido significa mais oportunidades. Há muitos concurseiros que iniciam alocados em uma cidade diferente. E depois de um período conseguem voltar para a região de interesse.
Em resumo, não é à toa que o concurso Tribunal de Justiça é sempre muito buscado. Com vagas em diferentes estados, é uma prova disputada e com vagas de diferentes graus. Seja para analista ou para técnico, possui muitos benefícios financeiros.
E então, você está estudando para essa prova? Ou prefere fazer para outro cargo? Aproveite para deixar um comentário falando sobre seus objetivos!
Trabalhar na Agência Brasileira de Inteligência é o sonho para muitos. O próximo concurso da ABIN, no entanto, ainda não tem previsão de acontecer.
Na verdade, o ano de 2020 deve ser um pouco ingrato com os concurseiros que aguardam uma vaga. No entanto, pode até ser bom para quem já está em lista de espera.
E é sobre o que isso significa e como ir se preparando que vamos falar a seguir. Confira!
Entenda a situação atual dos concursos
A pandemia de coronavírus não afetou apenas a rotina. Seja para o concurso da ABIN ou para outros, houve uma mudança significativa também para esses processos. Infelizmente, isso significa que o ano de 2020 não deve ter nenhum tipo de prova.
Por outro lado, isso representa uma chance a mais de estudar. Como já se sabe que os próximos meses são de preparação, isso significa uma oportunidade a mais de boa colocação no futuro.
O que acontece é que desde o começo das infecções por covid-19 foram suspensas as aglomerações. E mais, para a realização de concursos, houve uma determinação para que não aconteçam inclusive no ano de 2021. Veja o decreto:
rt. 8º … a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios … ficam proibidos, até 31 de dezembro de 2021, de:
IV – admitir ou contratar pessoal, a qualquer título, RESSALVADAS… aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos…”
Percebe como ali está escrito “ressalvadas”? Isso quer dizer que embora tenham sido suspensos, os concursos não estão proibidos como muita gente entendeu. Na verdade, as instituições estão restringidas apenas de contratar mais funcionários. Entretanto, é possível fazer processos para reposição de vagas.
Na prática, isso quer dizer que o concurso da ABIN não poderia selecionar novos 500 agentes. Entretanto, se tiver defasagem de 200 aposentados, tem total liberdade para contratação e concurso.
É por isso que é essencial já contar com uma rotina de estudos. Apesar da atual situação, é possível que um novo edital seja aberto nos próximos meses. E como se trata de uma prova muito concorrida, quem estiver bem preparado vai sair na frente.
Veja o que aconteceu com o concurso da ABIN
Agência tem déficit de profissionais
Por enquanto, ainda é cedo para saber quando será o próximo concurso da ABIN. No entanto, o último certame passou por uma importante atualização ao longo da pandemia.
Por intermédio do Diretor de Gestão de Pessoal da Agência Brasileira de Inteligência, Valdir Miguel Soares, foi feito um anúncio de suspensão do prazo da prova realizada em 2018. O comunicado aconteceu no dia 3 de julho e tem duração até 31 de dezembro. É apenas ao final do ano que será encerrado o período de calamidade estabelecido pelo governo.
Convém lembrar que antes disso, o Ministério da Economia chegou a autorizar a nomeação de quase 300 pessoas. Os aprovados foram chamados para as vagas de agente de inteligência e oficial técnico. Além disso, foram nomeados também outros 214 aprovados no Curso de formação do concurso.
Mas apesar das contratações até a suspensão, já se sabe que a instituição vive um período de grande déficit interno. Calcula-se que o quadro de funcionários esteja precisando de 1800 a 2000 novos contratados apenas para suprir as vagas já em aberto.
Isso significa que mesmo na atual situação, um concurso da ABIN é uma necessidade.
E não será diretamente afetado pela pandemia como poderia acontecer.
Como há uma necessidade interna comprovada, um concurso serviria para suprir o déficit. Dessa forma, estaria liberado pelo novo decreto. A questão ainda está principalmente na restrição de aglomerações.
Enquanto não houver vacina ou um controle maior nos casos de coronavírus, tudo indica que novas provas não serão realizadas. Há inclusive vestibulares que estão com seus processos adiados ou suspensos. E como há a questão de controle de contas do governo, tudo indica que um novo edital só deve sair mais para o final do ano ou apenas em 2021 mesmo.
Lembre que tipo de vaga é oferecida pela ABIN
A ABIN tem cargos de nível médio e superior
Embora seja muito disputado, o concurso da ABIN ainda gera muitas dúvidas. Como se trata de um órgão de inteligência, nem sempre fica claro que tipo de vagas são oferecidas. E são dois níveis diferentes, ao contrário do que se imagina.
A Agência Brasileira de Inteligência conta com carreiras de nível superior e intermediário. Cada uma dessas, no entanto, se divide em outras duas:
Oficial de Inteligência e de Oficial Técnico de Inteligência e,
Agente de Inteligência e Agente Técnico de Inteligência.
As funções desses cargos estão previstas na Lei nº 11.776, de 17 de setembro de 2008. Para as vagas de nível superior, a responsabilidade é mais ampla. Para os oficiais de inteligência e técnicos de inteligência, há as funções de produzir conhecimento de inteligência. Além disso, há que se realizar ações de operação de inteligência, pesquisa, e desenvolvimento. Tudo sempre visando assuntos sensíveis ao país.
Convém mencionar que, no caso do oficial técnico de inteligência, a função pode ser de atividades de construção e manutenção de prédios, por exemplo. Tudo sempre dentro do contexto das necessidades da ABIN.
De forma simplificada, dá pra dizer que relatórios de inteligência servem para guiar muitas decisões governamentais. A hierarquia dentro do trabalho vai determinar o grau de complexidade dentro das funções. Os oficiais serão sempre mais requisitados para tarefas que exigem mais complexidade e planejamento.
Vale dizer ainda que as carreiras foram criadas pela lei 9883, do ano de 1999. E que todos os cargos são definidos apenas por meio de concurso previsto em edital.
Saiba o que você precisa estudar para passar no concurso da ABIN
É preciso estudar conhecimentos básicos e específicos
Assim como em outros concursos, a prova da ABIN é dividida em dois. Primeiro, são avaliados os conhecimentos básicos. Depois, são cobrados também conhecimentos específicos.
Isso significa que você precisa de um plano de estudos que contemple as duas áreas. Veja como a prova é estruturada!
Conhecimentos Básicos
Língua Portuguesa
Atividade de Inteligência e Legislação Correlata
Direito Constitucional
Direito Administrativo
Língua Inglesa
Língua Espanhola
Raciocínio Lógico
Como você pode notar, o conhecimento básico é muito mais amplo do que em outros processos. É essencial estudar Direito e ter completo domínio da legislação. Além disso, é preciso compreender o que faz parte das atividades de um agente de inteligência.
Esse item é essencial porque muitos não compreendem completamente o trabalho. Embora tenha sido glamourizado, se trata de uma área que demanda planejamento e pensamento crítico. Portanto, é preciso olhar além da ideia de espionagem tão comum ao falar sobre a a instituição.
Para os conhecimentos específicos, a prova é separada de acordo com a vaga. Veja como funciona!
Conhecimento específico
Dentro dessa etapa da prova, há ainda um trecho discursivo. É preciso escrever uma redação com até 60 linhas. E ainda responder 3 questões com até 30 linhas, sempre sobre temas que estão relacionados ao cargo disputado.
Para as vagas de agente de inteligência, são 120 questões, sendo 50 para conhecimentos básicos e 70 para as específicas. O conteúdo pragmático costuma ser mais complexo, e deve ser consultado no edital.
Capacidade física
Para as vagas de Oficial de inteligência e Agente de inteligência, são necessários também testes físicos. As provas são realizadas apenas depois da aprovação teórica.
Nesse caso, é interessante começar os treinamentos especialmente para quem não tem algum condicionamento físico. Isso porque são cobrados desempenhos em:
corrida;
natação.
Em ambas as atividades, com média de 12 minutos de duração, são eliminatórias. Isso significa que quem não conseguir contemplar o teste será eliminado.
Testes psicológicos
Estudar para testes psicológicos nem sempre é indicado. No entanto, há quem goste de saber previamente sobre como será o processo.
Para essa etapa, são avaliadas o que se chama de 3 dimensões psicológicas:
Oficial de Inteligência
a) Personalidade: responsabilidade, planejamento, controle emocional, tomada de decisão, disciplina, iniciativa, persistência, relacionamento interpessoal, organização, dinamismo;
b) Raciocínio: inteligência, raciocínio abstrato, raciocínio verbal, raciocínio espacial;
c) Habilidades específicas: atenção concentrada/sustentada, atenção difusa/dividida, memória.
Oficial Técnico de Inteligência
a) Personalidade: responsabilidade, planejamento, iniciativa, controle emocional, organização, tomada de decisão, persistência, relacionamento interpessoal, dinamismo;
b) Raciocínio: inteligência, raciocínio verbal, raciocínio abstrato;
c) Habilidades específicas: atenção concentrada/sustentada, atenção difusa/dividida.
b) Raciocínio: inteligência, raciocínio espacial, raciocínio verbal;
c) Habilidades específicas: atenção concentrada/sustentada, atenção difusa/dividida, memória.
Os critérios presentes nessa etapa são essenciais para o profissional que trabalha com Inteligência. Se tratam de cargos com grande necessidade de concentração e alto controle, já que podem envolver situações complexas.
Aprenda como escolher a melhor apostila para estudar
A escolha da apostila é essencial para estudar
Se você ainda está na fase de começar a estudar para o concurso da ABIN, o ponto de partida é escolher uma boa apostila. Como ainda não há material atualizado para um novo edital, não há problema em optar por edições anteriores.
O que você precisa sempre buscar são materiais com:
exercícios de provas já realizadas;
gabarito com explicações;
material atualizado (para conteúdo básico, pelo menos);
guia para revisão.
Também vale considerar opções que tenham conteúdo de apoio. Há apostilas para o concurso da ABIN que oferecem aulas em vídeo, por exemplo. Para quem sente que tem mais dificuldade de assimilação, se trata de uma oportunidade extra de conhecimento.
O que acontece é que nem sempre é fácil assimilar o conteúdo sozinho. Por isso, imagens tendem a ser uma forma importante de visualizar o que será cobrado. E de aumentar o poder de interpretação.
Se você tem uma rotina que inclui 8 horas de estudo, por exemplo, pelo menos 20% precisa ser dedicada a revisar.
Uma dica válida é sempre começar o seu dia revisando o que aprendeu no anterior. Assim, não corre o risco de misturar seus pensamentos. O que também pode fazer é deixar um dia da semana apenas para revisão. Assim, terá a chance de reforçar o conteúdo e também dar um descanso para a mente.
Como ainda há muito tempo pela frente, possivelmente entre 4 e 6 meses até a possibilidade de uma prova, considere criar um calendário amplo de estudos. O seu cronograma vai ajudar a ditar quais são suas fraquezas e necessidades para conseguir uma boa nota.
Se os conteúdos específicos são os mais complicados, opte por 3 dias para esse material, por exemplo. Depois 2 dias para o básico. Ou alguma proporção como essa que favoreça o seu entendimento.
É válido também alternar os dias. Segunda para específicos, terça para básico, quarta revisão, quinta específico, sexta básico. Assim, você deixa para intensificar a rotina apenas quando o edital estiver publicado.
Confira quais são as etapas do Concurso da ABIN
Depois da publicação do edital, sempre há um período razoável de tempo para preparação. Em geral, o concurso da ABIN é dividido da seguinte forma:
Etapa 1: provas objetivas e prova discursiva;
Etapa 2: prova de capacidade física;
Etapa 3: avaliação médica;
Etapa 4: avaliação psicológica;
Etapa 5: investigação social;
Etapa 6: curso de formação.
Mesmo depois de passar por todas as etapas, ainda será preciso participar de um curso de formação. É nesse momento que o profissional vai aprender mais sobre a vaga e suas funções. É por isso que precisa estar teórica, psicológica e fisicamente preparado.
Descubra como acompanhar os editais de Concurso da ABIN
Foram abertas 13 mil vagas em 90 concursos no País, acompanhe sempre as notícias!
Um desafio para concurseiros costuma ser acompanhar editais. Para quem não quer perder o concurso da ABIN, a dica é sempre ficar de olho nas publicações feitas pela Agência Brasileira de Inteligência. Os meios oficiais de comunicação tendem a ser muito claros sobre a liberação de vagas.
No entanto, para não deixar escapar nada sobre o que está acontecendo, sempre acesse aqui o Guia do Concurso e leia muitas notícias. Eventualmente o governo federal faz avanços ou comentários sobre vagas e necessidades do serviço público. Assim, mesmo que um edital não seja oficial, vai ter mais noção de quando pode acontecer.
Em resumo, o concurso da ABIN ainda não tem previsão para acontecer novamente. Entretanto, se você começar a se preparar desde já, com certeza terá mais chances de aprovação.
Ficou com alguma dúvida? Aproveite para deixar um comentário falando sobre suas expectativas por esse processo de seleção tão aguardado!